Pudim de Natal
| Nome(s) alternativo(s) | Pudim de ameixa inglês, pudim de Natal inglês |
|---|---|
| Categoria | Pudim, bolo |
| País | Inglaterra |
| Temperatura ao servir | Quente ou frio |
| Ingrediente(s) principal(is) | Farinha de rosca, frutas secas, açúcar, melaço, gordura animal, especiarias |
O pudim de Natal (em inglês: Christmas pudding) é um pudim doce fervido ou cozido a vapor, tradicionalmente servido como parte da ceia de Natal na Grã-Bretanha e em outros países para os quais a tradição foi exportada. O prato originou-se na Inglaterra medieval [en], levando frutas secas, gordura animal, farinha de rosca, farinha, ovos e especiarias, juntamente com líquidos como leite ou vinho fortificado e, posteriormente, as receitas tornaram-se mais elaboradas. Em 1845, a escritora Eliza Acton [en] escreveu a primeira receita de um prato chamado "Christmas pudding".
O prato também é conhecido como pudim de ameixa,[1][2] embora o termo também possa se referir a outros tipos de pudim fervido que levam frutas secas. A palavra "plum" (lit. "ameixa") era usada na época para o que chamamos de "uva passa" desde o século XVIII[nota 1] e o pudim não contém ameixas no sentido moderno da palavra.
Preparo

Algumas famílias têm suas próprias receitas de pudim de Natal, que são passadas de geração em geração. A receita tradicional reúne ingredientes que eram caros ou luxuosos, principalmente as especiarias doces que são tão importantes para desenvolver seu aroma rico e distinto, geralmente feita com gordura bovina ou ovina. O pudim é muito escuro, quase preto, devido aos açúcares escuros e ao melaço na maioria das receitas, e ao seu longo tempo de cozimento. A mistura pode ser umedecida com o suco de frutas cítricas, conhaque e outras bebidas alcoólicas (algumas receitas levam cervejas escuras como mild, stout ou porter).[1]
Antes do século XIX, o pudim de Natal inglês era fervido em um pano, e, normalmente, redondo.[1] O costume vitoriano envolvia colocar a mistura em uma tigela e depois cozinhá-la a vapor [pt] desembalando o pudim, colocando-o em um prato e decorando o topo com um raminho de azevinho.[1]
Normalmente, o preparo inicial requer cozimento a vapor por muitas horas. A maioria das receitas anteriores ao século XX presumem que o pudim será servido imediatamente, mas na segunda metade do século XX, tornou-se mais comum reaquecer os pudins no dia de servir e as receitas foram alteradas para permitir a maturação.[5] Para servir, o pudim deve ser reaquecido a vapor mais uma vez e pode ser coberto com conhaque quente e flambado.[6] Pode ser comido com molho cremoso (geralmente manteiga de conhaque ou rum), nata, creme de limão, sorvete, creme inglês, ou bechamel adoçado, e às vezes, polvilhado com açúcar refinado.
História
Lendas
Há um mito popular de que a associação do pudim de ameixa com o Natal remonta a um costume da Inglaterra medieval [en] de que "o pudim deveria ser feito no 25º domingo após a Trindade, que fosse preparado com 13 ingredientes para representar Cristo e os doze apóstolos, e que cada membro da família o mexesse por sua vez de leste a oeste para honrar os Três Reis Magos e sua jornada nessa direção".[1][7] No entanto, receitas para pudins de ameixa aparecem principalmente, se não completamente, do século XVII em diante. Uma das primeiras receitas de pudim de ameixa é escrita por Mary Kettilby [en], em seu livro de 1714, A Collection of Above Three Hundred Receipts in Cookery, Physick and Surgery [en].[8] Existe um mito popular e infundado[9] de que, em 1714, Jorge I da Grã-Bretanha (às vezes conhecido como o Rei do Pudim) solicitou que o pudim de ameixa fosse servido como parte de seu banquete real em seu primeiro Natal na Inglaterra.[1]
Antecessores
Os possíveis antecessores do pudim de Natal incluem pudins salgados como no livro harleiano MS 279, croustades,[10] malaches whyte,[11] creme boiled (um tipo de creme batido) e pedaços de pão embebidos em caldo. Vários ingredientes e métodos dessas receitas mais antigas aparecem nos primeiros pudins de ameixa. Um exemplo antigo de um pudim (sem fruta) cozido em panos é o "fraunche mele" no Liber Cure Cocorum.[12] O pudim "tinha a grande vantagem" de não precisar ser cozido em um forno, algo que "a maioria das famílias de classe baixa não tinha".[13] Os predecessores do pudim continham carne, bem como ingredientes doces e, antes de serem cozidos a vapor em um pano, os ingredientes podiam ser colocados no intestino ou estômago de um animal, como haggis ou linguiças.[14]
À medida que as técnicas para preservação de carnes melhoraram no século XVIII, o elemento salgado tanto da torta de carne moída quanto do mingau de ameixa diminuiu, enquanto o conteúdo doce aumentou com frutas secas e açúcar sendo adicionados. A torta de carne moída manteve seu nome (em inglês: Mince pie), embora o mingau passasse cada vez mais a ser conhecido como "pudim de ameixa". Sob esse nome, tornou-se amplamente difundido como um prato de banquete, não necessariamente associado ao Natal e, geralmente, servido com carne bovina. O pudim aparece diversas vezes na sátira do século XVIII como um símbolo de britanicidade, inclusive na charge de James Gillray, The Plumb-pudding in danger [en].[15]
Era vitoriana
Foi somente na década de 1830 que um bolo fervido feito com farinha, frutas, gordura animal, açúcar e especiarias, tudo isso decorado com azevinho, fez uma aparição definitiva, tornando-se cada vez mais associado ao Natal. Em seu best-seller de 1845, Modern Cookery for Private Families [en],[16] a cozinheira de East Sussex, Eliza Acton, foi a primeira a se referir a ele como "Christmas Pudding". O pudim tornou-se parte popular da tradição natalina no Reino Unido também devido ao romance de 1843 de Charles Dickens, A Christmas Carol.[17]
Império Britânico
O costume de comer pudim de Natal foi levado para muitas partes do mundo por colonos britânicos,[17] tornando-se um prato comum na Austrália,[18] Nova Zelândia,[19][20] Canadá[21] e África do Sul.[22] Ao longo do período colonial, o pudim foi um símbolo de unidade em todo o Império Britânico, uma mensagem que foi amplamente promovida através da mídia.[23]
Em 1927, o Conselho de Propaganda do Império [en] (EMB) escreveu uma carta para o Mestre da Casa [en] solicitando uma cópia da receita usada para fazer o pudim de Natal para a família real. O Rei e a Rainha concederam a Leo Amery, então chefe do EMB, permissão para usar a receita (fornecida pelo chef real Henry Cédard) em uma publicação no mês de novembro. Para distribuir a receita, o EMB teve que superar dois desafios: tamanho e ingredientes. Primeiro, a receita original era feita para servir 40 pessoas, incluindo toda a família real e seus convidados. O EMB foi desafiado a refazer a receita para servir apenas 8 pessoas. Segundo, os ingredientes usados para fazer o pudim tiveram que ser alterados para refletir os ideais do Império. As origens de cada ingrediente foram cuidadosamente calculadas para representar algumas das muitas colônias do Império. O conhaque de Chipre e a noz-moscada das Índias Ocidentais, que acabaram sendo esquecidos em receitas anteriores, fizeram aparições especiais. No entanto, diferentes colônias produziam os mesmos alimentos. A receita final incluía groselhas australianas, passas sem caroço da África do Sul, maçãs canadenses, rum jamaicano e cerveja inglesa; entre outros ingredientes, todos obtidos de algum lugar do Império. Após finalizar os ingredientes, a receita real foi enviada para jornais nacionais e para revistas famosas voltadas para o público feminino. Algumas cópias também foram impressas e distribuídas ao público gratuitamente. A receita fez um sucesso fenomenal, pois milhares de pedidos pela receita inundaram o escritório do EMB.[24]
Em 1931, um mercado natalino anual para o Dispensário Popular para Animais Doentes [en] (PDSA) foi realizado no Royal Albert Hall em 24 e 25 de novembro. Um pudim de Natal de 10 toneladas, o maior já feito até então, foi destaque e a receita tornou-se conhecida como o "Prince of Wales' Empire Christmas Pudding". O jornal The Times observou que "O Lord Mayor de Londres prometeu ser o primeiro a mexer o pudim, seguido pelos Alto Comissários dos Domínios e, depois, o público terá a chance de mexê-lo". O Príncipe de Gales (mais tarde Eduardo VIII do Reino Unido) era um patrono da instituição de caridade PDSA.[25] O pudim foi dividido em 11.208 pudins menores, que foram distribuídos entre os pobres em todo o país. Manchester e Salford, por exemplo, receberam 512 cada.[26]
Estados Unidos
Nos Estados Unidos, a tradição do pudim de Natal já havia chegado na época pré-independência.[14] Um livro intitulado The Williamsburg Art of Cookery de Helen Bullock [en] foi publicado no país ainda em 1742. Entre os ingredientes, havia 1 libra (450 gramas) de cada variedade de frutas secas e açúcar, mais 0,5 lb (230 g) de cada casca de frutas cristalizada (cidra, laranja e limão). Ela também adiciona um pouco de conhaque e 12 ovos.[27]
Jane Cunningham Croly [en] publicou uma receita do século XIX de pudim de ameixa no Jennie June's American Cookery Book das irmãs Alice Cary [en] e Phoebe Cary [en], poetisas estadunidenses. A receita era feita como um pudim de pão, embebendo pão velho em leite e depois adicionando gordura animal, cidra cristalizada, noz-moscada, ovos, uvas-passas e conhaque. A sobremesa era moldada, cozida em água fervente por várias horas e servida com um molho de vinho doce.[28]
Desejos e outras tradições
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Foi no fim da era vitoriana que o "Domingo de Mexer" (o quinto domingo antes do Natal) começou a ser associado à produção do pudim de Natal. A coleta deste domingo no Livro de Oração Comum da Igreja da Inglaterra começa com as palavras "Stir up, we beseech thee, O Lord, the wills of thy faithful people; that they, plenteously bringing forth the fruit of good works. [...]".[29] Isso levou ao costume de preparar pudins naquele dia, que se tornou conhecido como Stir-up Sunday (lit. "Domingo de Mexer"), associado ao mexer do pudim de Natal.[30] O que começou, provavelmente, como uma piada infantil, acabou conhecido como "Domingo de Mexer".[31]
Era de costume incluir pequenas moedas de prata na massa do pudim, que podiam ser guardadas pela pessoa cujo prato as incluía.[1] As moedas mais usadas eram as de três pences [en] ou seis pences [en]. Acredita-se que a moeda traria riqueza no ano vindouro e vinha de uma tradição anterior de colocar brindes em bolos, esquecida no século XX. Outros brindes também são conhecidos por terem sido incluídos, como um osso da sorte pequeno (para trazer boa sorte), um dedal de prata (para representar a economia) ou uma âncora (para simbolizar segurança).[1]
Uma vez desenformado, decorado com azevinho, regado com conhaque ou rum e flambado [en], o pudim é trazido para a mesa cerimoniosamente e recebido com aplausos. Em 1843, Charles Dickens descreve a cena em A Christmas Carol:[32][33]
A senhora Cratchit saiu da sala sozinha – mas ansiosa por ter testemunhas – para ir à cozinha pegar o pudim [...] Eis que surgiu uma grande nuvem de vapor! Sim, lá estava o delicioso pudim fora da fôrma, com um agradável cheiro de roupa lavada – era o cheiro do pano que o cobria. Uma mistura de confeitaria, restaurante e lavanderia juntos: era justamente este o cheiro do pudim! Em meio minuto a senhora Cratchit entrou – vermelha, com um sorriso de orgulho no rosto –, trazendo o pudim, que mais parecia uma bola de canhão toda salpicada, firme e sólida, flambado com um pouco de conhaque e enfeitado com um ramo de Natal.
Mrs. Cratchit left the room alone – too nervous to bear witnesses – to take the pudding up and bring it in... Hallo! A great deal of steam! The pudding was out of the copper. A smell like a washing-day! That was the cloth. A smell like an eating-house and a pastrycook's next door to each other, with a laundress's next door to that! That was the pudding! In half a minute Mrs. Cratchit entered – flushed, but smiling proudly – with the pudding, like a speckled cannon-ball, so hard and firm, blazing in half of half-a-quartern of ignited brandy, and bedight with Christmas holly stuck into the top.
— Charles Dickens, Um Conto de Natal, página 69, tradução de Carmen Seganfredo e Ademilson Franchini (em inglês)
Ver também
- Bolo inglês
- Panetone
- Plum cake
- A Aventura do Pudim de Natal, uma história de Agatha Christie
Notas
- ↑ O Oxford English Dictionary cita esse uso já em 1653 por John Lilburne e também, entre outros, no Dicionário de Samuel Johnson de 1755.[3][4]
Referências
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- ↑ Dickens, Charles (27 de outubro de 2003). Um Conto de Natal. Tradução de Carmen Seganfredo e Ademilson Franchini. [S.l.]: L&PM Editores. ISBN 978-85-254-2133-3. Consultado em 15 de dezembro de 2025
Ligações externas
- «Especialistas em Agatha Christie ensinam a fazer o tradicional pudim de Natal inglês». ND+. 24 de dezembro de 2015. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- «Pudim de Natal - receita». Taylor's Port. Consultado em 15 de dezembro de 2025