Pedro de Albuquerque Maranhão
Pedro de Albuquerque Maranhão | |
|---|---|
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| Governador do Rio Grande do Norte | |
| Período | 17 de novembro de 1889 até 6 de dezembro de 1889 |
| Antecessor(a) | Cargo Inexistente |
| Sucessor(a) | Adolfo Gordo |
| Período | 19 de setembro de 1890 até 8 de novembro de 1890 |
| Antecessor(a) | Joaquim Xavier da Silveira Júnior |
| Sucessor(a) | João Gomes Ribeiro |
| Período | 28 de fevereiro de 1892 até 25 de março de 1896 |
| Antecessor(a) | Jerônimo Américo Raposo da Câmara |
| Sucessor(a) | Joaquim Ferreira Chaves |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Pedro Velho de Albuquerque Maranhão |
| Nascimento | 27 de novembro de 1856 Natal |
| Morte | 9 de dezembro de 1907 (51 anos) Recife |
| Profissão | Médico |

Pedro Velho de Albuquerque Maranhão, mais conhecido simplesmente como Pedro Velho (Macaíba, 27 de novembro de 1856 — Recife, 9 de dezembro de 1907) proclamou a república no Rio Grande do Norte, sendo o seu primeiro governador.[1]
Família e Formação
Pedro Velho de Albuquerque Maranhão nasceu na cidade de Macaíba, na província do Rio Grande do Norte, em 27 de novembro de 1856, filho de Amaro Bezerra de Albuquerque Maranhão e de Feliciana Maria da Silva Pedrosa, filha, por sua vez, do comerciante e senhor de engenho Fabrício Gomes Pedrosa, fundador da cidade e possuidor de uma das maiores fortunas do estado.[2]
Formou-se em medicina pela faculdade do Rio de Janeiro em 1881. Casou-se, no mesmo ano, com Petronila Florinda Pedrosa, filha do segundo casamento de seu avô, Fabrício Gomes Pedrosa, com Luísa Florinda de Albuquerque Maranhão, irmã de seu pai, Amaro Bezerra de Albuquerque Maranhão. Desse modo, sua esposa era, também, sua tia e prima; seu avô, seu mais novo sogro.[2] Depois de formado, passou a atuar como médico e boticário.[1]
Em 1885, foi nomeado inspetor da Saúde Pública e tornou-se professor de história no Colégio Ateneu, em Natal. Também foi diretor de um colégio em Macaíba, sendo Augusto Tavares de Lira, seu futuro genro, um de seus alunos.[3]
Republicanismo
Em 1888, ajudou a fundar a Sociedade Libertadora Norte-Rio-Grandense, de forte caráter republicano. Em 27 de janeiro de 1889, ajudou a fundar o Partido Republicano do Rio Grande do Norte e, em 1º de julho do mesmo ano, o jornal A República. Candidatou-se para deputado geral, pelo partido que fundara, nas últimas eleições do Império.[2]
No episódio da proclamação da República, liderada pelo marechal Deodoro da Fonseca, na cidade do Rio de Janeiro, atuou como forte liderança republicana potiguar, recebendo, dois dias depois, a presidência de seu estado.[4][5]
Carreira Política
Presidente do Rio Grande do Norte
Foi Antônio Basílio Ribeiro Dantas, último presidente dos tempos imperiais, quem lhe entregou o cargo.[6] Sua gestão foi marcada por aliciamentos aos monarquistas regionais, tanto os do Partido Liberal quanto os do Partido Conservador, conquistando o liberal e ex-deputado provincial José Bernardo, o Bispo de Seridó, o qual lançou para o Senado Constituinte, e o conservador e ex-presidente estadual Francisco Amintas da Costa Barros.[7][8]
Pedro Velho também foi responsável por costurar o apoio do Exército e da Armada à República na região. No dia 6 de dezembro, porém, passou a presidência ao representante escolhido pelo Governo Provisório, o paulista Adolfo Gordo, republicano histórico.[9] Em 8 de fevereiro de 1890, por interferência sua e do ministro do Interior Aristides Lobo, Adolfo Gordo foi afastado, gerando a ascensão de Jerônimo Câmara, aliado de Pedro Velho, por tempo provisório.[10] Dois dias depois, Lobo deixou a pasta por discordâncias com o marechal.[11] No dia 10 de março, Câmara passou a presidência para Xavier da Silveira Júnior, também aliado do ex-mandatário.[12]
Em 15 de setembro, elegeu-se deputado para a legislatura constituinte da Câmara, a 21ª, de 1890 a 1891. Quatro dias depois, antes de assumir mandato, reassumiu a presidência de seu estado, deixando-a em 8 de novembro, quando a passou para João Gomes Ribeiro.[13]
Deputado Constituinte
Em 15 de novembro, Pedro Velho foi empossado deputado constituinte. Enquanto deputado, fez nova campanha de interferência no estado, dessa vez aliado ao ministro do Interior Cesário Alvim, para destituir o presidente João Gomes Ribeiro que havia se tornado furioso crítico do pedrovelhismo e de seu caráter autoritário.[14] Para Gomes Ribeiro, Pedro Velho havia desviado dinheiro do estado em prol de sua candidatura para a Assembleia Nacional Constituinte.[13] Em 7 de dezembro, Gomes Ribeiro caiu, gerando a ascensão de seu chefe de polícia Nascimento Castro, grande aliado de Pedro Velho.[15]
Durante o estabelecimento da República, Pedro Velho teve que lutar para firmar sua autoridade no estado, o que conseguiu devido a sua influência no Governo Provisório. Contudo, a eleição de 1891 dividiu os republicanos no Parlamento, terminando com uma pressão militar do candidato Deodoro, que pretendia continuar no poder. Assim como José Bernardo, o nosso político potiguar apoiou o senador por São Paulo Prudente de Morais, o que gerou graves consequências após sua eleição.[5]
Deputado Federal
Promulgada a Constituição de 1891, os parlamentares seguiram para a 22ª Legislatura, de caráter ordinário, de 1891 a 1893. Em 3 de março de 1891, Deodoro retirou Nascimento Castro do poder, por esse ser aliado de Pedro Velho, substituindo-o por Francisco Amintas da Costa Barros, antigo líder conservador que havia apoiado o militar.[5][8] Nas fileiras do Partido Republicano, encontravam-se tanto Pedro como José Bernardo, únicos da bancada potiguar opositores do marechal e do presidente estadual.[7] Desse modo, o pedrovelhismo perdeu forças, mas continuou resistindo ao que chamavam de saudosismo monárquico, referente à postura antidemocrática do marechal.[2]
Em 10 de maio, nas eleições para a Assembleia Estadual Constituinte, Amintas Barros obteve vitória integral, pois a oposição não conseguiu eleger nenhum deputado estadual.[8] Desse modo, o presidente estadual também conseguiu emplacar um sucessor, nesse caso o deputado federal pelo estado Miguel Joaquim de Almeida Castro.[16] Desferido o Golpe de Três de Novembro, seguido pela Revolta da Armada e pela renúncia de Deodoro, Pedro Velho e José Bernardo comandaram uma facção do Exército que, cinco dias depois, derrubou Miguel Castro, prendeu-o e deportou-o para Fortaleza.[2][7][16]
Após a posse do marechal Floriano Peixoto, sucessor legítimo, foi possível, para Pedro, por estar agora por cima na política, expulsar diversas facções do Partido Republicano não alinhadas ao pedrovelhismo, restando apenas a sua facção e a facção do Seridó, de José Bernardo.[2] Na presidência estadual, logo assumiu um governo provisório presidido por Francisco Lima e Silva, tendo o deposto Castro e Silva e o juiz Joaquim Ferreira Chaves como membros.[15][17] Esse governo convocou nova Assembleia Constituinte, instalada em 20 de fevereiro de 1892, que elegeu como presidente, no dia 22, o ex-mandatário Jerônimo Câmara.[10] Câmara, por sua vez, assumiu a presidência estadual, dissolvendo o governo provisório, e convocou novas eleições estaduais, elegendo, indiretamente, Pedro Velho.[2]
De volta ao Palácio Potengi
Eleito em 28 de fevereiro de 1892, Pedro Velho renunciou ao mandato na Câmara para retornar à presidência do Rio Grande do Norte. Para ocupar sua cadeira na Câmara, apoiou, numa eleição especial, seu irmão, Augusto Severo de Albuquerque Maranhão, que não recebeu o apoio da facção de Seridó, que apoiou Janúncio da Nóbrega Filho.[18] Essa simples vaga na Câmara fez José Bernardo romper com Pedro Velho. Com isso, José Bernardo tentou derrubar o mandatário, contando com a simpatia de Floriano Peixoto.[19] Augusto Severo acabou ganhando a vaga na Câmara, mas, por interferência do antigo líder liberal, sua eleição foi anulada.[7][18]
Apesar dos esforços do Bispo de Seridó, o presidente estadual conseguiu permanecer no poder. Em 1894, após a ascensão do senador paulista Prudente de Morais à presidência da República, Pedro conseguiu afastar a influência de José Bernardo, tornando-se líder inconteste do Partido Republicano.[2][7] Após vencer Amintas Barros e José Bernardo, Pedro Velho passou a investir numa estratégia política marcada por grandes alianças e por uma posição sólida na política estadual e federal, o que atraiu grande verba federal para o estado. Também é lembrado por ter instalado o Superior Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, nomeando aliados para compô-lo, além de ter reformado a cidade de Natal.[2]
Nomeou diversos familiares e aliados para variados cargos políticos. Além disso, não admitia nenhum tipo de oposição, nem mesmo a jornalística. Em 1895, conseguiu eleger o desembargador e aliado Ferreira Chaves como sucessor. Em 1896, terminada a presidência, Pedro passou-a para o presidente eleito.[17]
Retorno à Câmara Federal
Em 1896, em decorrência do falecimento de seu aliado e deputado federal Junqueira Aires, Pedro elegeu-se deputado federal em seu lugar para completar a 23ª Legislatura, de 1894 a 1896.[20] Em 1897, já terminada a legislatura na Câmara, elegeu-se senador pelo Rio Grande do Norte, com mandato até 1905.[2]
Senador Federal
No mesmo ano que assumiu cadeira no Senado, viu o Partido Republicano Federal, o maior partido da República, entrar em cisão, num conflito entre o general e deputado federal por São Paulo Francisco Glicério, presidente do partido e líder do governo na Câmara, e o presidente da República Prudente de Morais.[21][22] Nessa ocasião, apoiou o general Glicério, reatando laços com o ainda senador José Bernardo, recebendo-o de volta no partido[7]
Na eleição de 1898, apoiou, junto ao general paulista, o senador pelo Pará Lauro Sodré para a presidência da República, do PRF.[23] Em 1899, elegeu seu irmão, Alberto Maranhão, para a presidência do estado, após uma mudança constitucional proposta por Ferreira Chaves mudar a idade mínima para concorrer à presidência estadual de 35 para 25 anos. Alberto Maranhão tomou posse em 1900, com apenas 26 anos.[24]
Em 1903, elegeu seu genro, Augusto Tavares de Lira, para a presidência estadual. Lira tomou posse em 1904, com apenas 31 anos, também beneficiado pela reforma constitucional de Ferreira Chaves.[3] Em 1906, recebeu do vice-presidente da República Afonso Pena convite para ser seu vice-presidente na campanha presidencial de 1906. Recusou o convite, convicto a continuar no cargo de senador. No mesmo ano, porém, convenceu seu genro a renunciar à presidência estadual para assumir o posto de ministro da Justiça e Negócios Interiores no mesmo governo do mineiro Afonso Pena.[3][25]
Ainda em 1906, reelegeu-se senador pelo Rio Grande do Norte, dessa vez com mandato até 1914. Foi membro das comissões de Constituição, de Verificação dos Poderes e de Diplomacia. Faleceu a bordo do navio Brasil, em 9 de dezembro de 1907, na cidade de Recife, deixando 13 filhos.[2]
Referências
- ↑ a b «VELHO, Pedro» (PDF). CPDOC. Consultado em 28 de março de 2021
- ↑ a b c d e f g h i j k PEIXOTO, Renato Amado. VELHO, Pedro. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/VELHO,%20Pedro.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b c AUTOR DESCONHECIDO. LIRA, Augusto Tavares de. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/LIRA,%20Augusto%20Tavares%20de.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ CASTRO, Celso. PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/PROCLAMA%C3%87%C3%83O%20DA%20REP%C3%9ABLICA.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b c LEMOS, Renato. FONSECA, Deodoro da. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/FONSECA,%20Deodoro%20da.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ ARQUIVO ESTADUAL. Antônio Basílio Ribeiro Dantas. Memorial do Legislativo Potiguar. Disponível em:https://memorial.al.rn.leg.br/index.php/acervo/item/antonio-basilio-ribeiro-dantas-junior. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b c d e f PEIXOTO, Renato Amado. BERNARDO, José. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/BERNARDO,%20Jos%C3%A9.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b c PEIXOTO, Renato Amado. BARROS, Amintas. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/BARROS,%20Amintas.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ LANG, Alice Beatriz da Silva Gordo. GORDO, Adolfo. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/GORDO%2C%20Adolfo.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b PEIXOTO, Renato Amado. CÂMARA, Jerônimo. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/C%C3%82MARA,%20Jer%C3%B4nimo.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ PINTO, Surama Conde Sá. LOBO, Aristides. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/LOBO,%20Aristides.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ PEIXOTO, Renato Amado. SILVEIRA, Xavier da. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/SILVEIRA,%20Xavier%20da.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b PEIXOTO, Renato Amado. RIBEIRO, João Gomes. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/RIBEIRO,%20Jo%C3%A3o%20Gomes.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ LANA, Vanessa. ALVIM, Cesário. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/ALVIM,%20Ces%C3%A1rio.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b PEIXOTO, Renato Amado. CASTRO, Nascimento. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/CASTRO,%20Nascimento.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b PEIXOTO, Renato Amado. CASTRO, Miguel. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/CASTRO,%20Miguel.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b PEIXOTO, Renato Amado. FERREIRA, Chaves. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/CHAVES,%20Ferreira.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ a b BARROS, Henrique Lins de. SEVERO, Augusto. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/SEVERO,%20Augusto%20rr.pdf. Acesso em: 18 de janeiro de 2026.
- ↑ LEMOS, Renato. Floriano Peixoto. FGV. Disponível em:https://atlas.fgv.br/verbetes/floriano-peixoto. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
- ↑ PEIXOTO, Renato Amado. AIRES, Junqueira. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/AIRES,%20Junqueira.pdf. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
- ↑ RIBEIRO, Antônio Sérgio. GLICÉRIO, Francisco. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/GLIC%C3%89RIO,%20Francisco.pdf. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
- ↑ LANG, Alice Beatriz da Silva Gordo. MORAIS, Prudente de. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/MORAIS,%20Prudente%20de.pdf. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
- ↑ SETEMY, Adrianna. SODRÉ, Lauro. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/SODR%C3%89,%20Lauro.pdf. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
- ↑ PEIXOTO, Renato Amado. MARANHÃO, Alberto. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/MARANH%C3%83O,%20Alberto.pdf. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
- ↑ VISCARDI, Cláudia Maria Ribeiro. PENA, Afonso. FGV. Disponível em:https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/PENA,%20Afonso.pdf. Acesso em: 19 de janeiro de 2026.
Ligações externas
- «Mais informações sobre Pedro Velho e o seu governo». www.culturanatal.com.br
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