Osvaldo Zanello
Osvaldo Zanello | |
|---|---|
![]() Osvaldo Zanello | |
| Deputado federal pelo Espírito Santo | |
| Período | 1959-1979 |
| Deputado estadual pelo Espírito Santo | |
| Período | 1951-1959 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Osvaldo Zanello Vieira da Costa |
| Nascimento | 19 de abril de 1920 Ribeirão Preto, SP |
| Morte | 3 de novembro de 1999 (79 anos) Vitória, ES |
| Progenitores | Mãe: Elisa Zanello Pai: Joaquim Vieira da Costa |
| Cônjuge | Maria Frechiani Zanello |
| Filhos(as) | Seis filhos |
| Partido | AIB (1936–1937) PRP (1950–1965) ARENA (1966–1979) |
| Profissão | jornalista |
Osvaldo Zanello Vieira da Costa, ou apenas Osvaldo Zanello, (Ribeirão Preto, 19 de abril de 1920 – Vitória, 3 de novembro de 1999) foi um jornalista e político brasileiro, outrora deputado federal pelo Espírito Santo.[1][2][nota 1]
Dados biográficos
Filho de Joaquim Vieira da Costa e Elisa Zanello. Residiu em Aparecida antes de mudar-se para Campos dos Goytacazes, onde trabalhou ao lado do pai numa indústria de álcool. Em 1936 ingressou na Ação Integralista Brasileira e tomou parte no Levante Integralista no Rio de Janeiro dois anos depois, e com a derrota do movimento, foi preso em Niterói antes de ser absolvido no Tribunal de Segurança Nacional, estabelecendo como usineiro em Miracema antes de entrar no ramo da torrefação na cidade do Rio de Janeiro, então capital federal.[1]
Quando Plínio Salgado reuniu seu grupo político no Partido de Representação Popular no final do Estado Novo, Osvaldo Zanello representou a legenda em território capixaba, onde fundou os jornais A Tribuna e A Folha da Noite, dedicando-se à produção de café.[1] Eleito deputado estadual via PRP em 1950 e 1954, licenciou-se para assumir como secretário de Agricultura no primeiro governo Francisco Lacerda de Aguiar, onde foi ainda secretário interino de Fazenda, secretário interino de Viação e Obras Públicas e representante junto ao Instituto Brasileiro do Café.[1][2][3][4][nota 2]
Eleito deputado estadual em 1958 e 1962, ingressou na ARENA assim que o Regime Militar de 1964 outorgou o bipartidarismo, renovando o mandato em 1966, 1970 e 1974, abandonando a vida pública ao final do mandato.[5][6][7][8][9]
Obras publicadas
- O escândalo do café (1958)
- Divórcio: fator de desagregação social (1963)
- Superprodução: conceito superado de política cafeeira e Política do café e estabilidade monetária
Notas
- ↑ Essa grafia ficou corrente em razão do Formulário Ortográfico de 1943 e depois devido ao Acordo Ortográfico de 1990 adotado no Brasil em 2015. No entanto, ainda existem registros com a grafia original, Oswaldo Zanello Vieira da Costa, adotada na página da Câmara dos Deputados, por exemplo.
- ↑ Henrique del Caro era o primeiro suplente do PRP no período que Osvaldo Zanello foi secretário de estado.
Referências
- ↑ a b c d BRASIL. Fundação Getúlio Vargas. «Biografia de Osvaldo Zanello no CPDOC». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ a b BRASIL. Câmara dos Deputados. «Biografia do deputado Osvaldo Zanello». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1950». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1954». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1958». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1962». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1966». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1970». Consultado em 7 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1974». Consultado em 7 de setembro de 2025
