Francisco Lacerda de Aguiar
Francisco Lacerda de Aguiar | |
|---|---|
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| Prefeito de Guaçuí | |
| Período | 1946-1950 |
| 29.° e 33º Governador do Espírito Santo | |
| Período | 31 de janeiro de 1955 até 31 de janeiro de 1959 |
| Antecessor(a) | Francisco Alves Ataíde |
| Sucessor(a) | Carlos Lindenberg |
| Período | 31 de janeiro de 1963 até 3 de abril de 1966 |
| Antecessor(a) | Asdrúbal Martins Soares |
| Sucessor(a) | Rubens Rangel |
| Deputado Federal do Espírito Santo | |
| Período | 10 de outubro de 1952 até 31 de janeiro de 1955 |
| Período | 31 de janeiro de 1963 até 5 de abril de 1966 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 3 de outubro de 1903 São José do Calçado, ES |
| Morte | 27 de abril de 1983 (79 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Progenitores | Mãe: Zoraida Lacerda de Aguiar Pai: Virgílio Aguiar |
| Cônjuge | Zélia Viana de Aguiar |
| Partido | PSD |
Francisco Lacerda de Aguiar (São José do Calçado, 3 de outubro de 1903 — Rio de Janeiro, 27 de abril de 1983) foi um político brasileiro.[1]
Biografia
Estudou no Colégio Carangolense, em Carangola, transferindo-se em 1915 para o Colégio Alfredo Gomes, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal. De 1917 a 1920 cursou o Colégio Militar de Barbacena e, em 1921, o Colégio Paula Freitas. Ingressou no ano seguinte na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, formando-se engenheiro eletricista em 1925.
Em 1926, passou a lecionar matemática no Ginásio Barão de Macaúbas, em Guaçuí, cidade onde se radicou e iniciou sua carreira política. Em 1935, fundou o Rotary Club local e foi nomeado avaliador do Banco do Brasil. No ano seguinte, elegeu-se vereador, exercendo o mandato até a decretação do Estado Novo (10/11/1937), que suprimiu os órgãos legislativos do país.
Trabalhou no Banco do Brasil até 1940. Foi nomeado prefeito de Guaçuí em 1944, filiando-se em 1945 ao Partido Social Democrático (PSD). Em 1946 voltou ao executivo municipal pelo voto popular, onde permaneceu até 1950.
Foi também deputado federal pelo Espírito Santo e depois governador do estado por dois mandatos não consecutivos (de 10 de outubro de 1952 a 31 de janeiro de 1955 e de 31 de janeiro de 1963 a 5 de abril de 1966). Durante sua segunda passagem pelo governo do estado, foi ratificado um acordo entre Minas e o Espírito Santo sobre suas fronteiras, pondo fim a um conflito que durou mais de cinco décadas, a conhecida Guerra do Contestado. [2]
Faleceu no Rio de Janeiro no dia 27 de abril de 1983. Era casado com Zélia Viana de Aguiar, filha de Geraldo Viana, deputado federal pelo Espírito Santo de 1920 a 1930 e revolucionário de 1930. Teve dois filhos.[3]
Bibliografia
Referências
- ↑ Arquivo Público recebe colóquio sobre acervo fotográfico do ex-governador Francisco Lacerda de Aguiar
- ↑ Minas, Estado de (25 de maio de 2013). «As marcas do Contestado 50 anos após o litígio entre mineiros e capixabas». Estado de Minas. Consultado em 9 de abril de 2025
- ↑ Biografia na página do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC)
| Precedido por Francisco Alves Ataíde |
Governador do Espírito Santo 1952 — 1955 |
Sucedido por Carlos Lindenberg |
| Precedido por Asdrúbal Martins Soares |
Governador do Espírito Santo 1963 — 1966 |
Sucedido por Rubens Rangel |
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