Marmota-do-alasca

Marmota-do-Alasca

Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1][2]
Classificação científica
Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Sciuridae
Gênero: Marmota
Espécie: M. broweri
Nome binomial
Marmota broweri
Hall & Gilmore [en], 1934
Distribuição geográfica
Área de distribuição no Alasca. Sua distribuição também se estende ligeiramente até o Canadá.
Área de distribuição no Alasca. Sua distribuição também se estende ligeiramente até o Canadá.

A marmota-do-Alasca (Marmota broweri)[3][4] é uma espécie de roedor da família Sciuridae. Antes considerada a mesma espécie que a marmota-das-rochosas [en], hoje é reconhecida como distinta. As marmotas-do-Alasca habitam as encostas rochosas da Cordilheira Brooks, no Alasca. Preferem terrenos rochosos e montanhosos, geralmente próximos a lagos. Alimentam-se de vegetação encontrada nas encostas, como gramíneas, sementes e líquenes. Seus corpos robustos são cobertos por um denso pelo cinza. Vivem em grandes colônias formadas por várias famílias. Durante o inverno, hibernam por longos períodos em tocas. Embora pouco estudadas, não se acredita que estejam particularmente ameaçadas, seja por atividades humanas ou outros fatores. O governo do Alasca designou 2 de fevereiro como o "Dia da Marmota", um feriado para destacar a prevalência das marmotas no estado, semelhante ao mais conhecido Dia da Marmota nos Estados Unidos.

Taxonomia

Marmota broweri foi descrita como uma subespécie da marmota-das-rochosas, M. caligata,[5][6] mas foi elevada ao status de espécie com base em diferenças cariotípicas.[7][8][9] Sequências de citocromo b confirmaram M. broweri como uma espécie distinta.[9] Estudos adicionais são necessários para avaliar os efeitos do isolamento genético em sua distribuição fragmentada.[10]

Evolução

A ancestralidade da marmota-do-Alasca remonta à época do Pleistoceno.[9] Não há fósseis conhecidos de Marmota broweri.[11] No entanto, um fóssil supostamente de M. flavescens, datado do Tarentiano e recuperado das Cavernas de Trail Creek [en] na Península de Seward,[12] foi hipotetizado como uma identificação incorreta de um fóssil de M. broweri.[11]

As linhagens evolutivas das 14 espécies de marmotas distribuídas pelo Holoártico são relativamente ambíguas.[13] Sequências de citocromo b indicaram que M. broweri é provavelmente mais próxima de M. caudata, M. menzbieri, M. marmota e M. monax.[13] Experimentos com DNA mitocondrial sugerem que M. broweri é mais relacionada a M. caudata e M. menzbieri. Contudo, dados morfológicos associam M. broweri a M. camtschatica.[4] Além disso, análises de cromossomos somáticos, dados ecológicos e comportamentais indicam uma conexão entre M. broweri e M. caligata.[9]

Distribuição e habitat

Distribuição

Em termos de distribuição global, a marmota-do-Alasca é neoártica.[11] Habita as montanhas ao norte dos rios Yukon e Porcupine no centro e Extremo Norte do Alasca, incluindo a Cordilheira Brooks, as Montanhas Ray [en] e as Colinas Kokrines.[14][11] Há relatos de marmotas-do-Alasca nas Montanhas Richardson [en] no norte do Território de Yukon, mas essas observações ainda não foram confirmadas.[11][15] Sua distribuição geral ainda é pouco compreendida.[10] A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) não considera sua população "severamente fragmentada", mas o Departamento de Peixes e Caça do Alasca [en] descreveu-a como "irregular".[1][10]

As marmotas-do-Alasca são encontradas espalhadas pelo Alasca em pequenas colônias, cada uma composta por várias famílias.[16] Suas localizações foram documentadas na Cordilheira Brooks, do Lago Peters ao Cabo Lisburne e Cabo Sabine [en].[17] Foram avistadas perto de rios nas Montanhas Baird do Norte, nas Colinas Mulik,[18] próximo ao Pico Copter [en] nas Montanhas De Long [en],[19] e ao sul da Cordilheira Brooks, no Vale Spooky e nas Colinas Kokrines.[11]

Habitat

As marmotas-do-Alasca habitam pradarias, falésias interiores e picos montanhosos, a altitudes de cerca de 1.000 a 1.200 m.[1] São frequentemente encontradas em campos e deslizamentos de rochas, afloramentos, morenas terminais e encostas rochosas[20] em tundra alpina com forragem herbácea.[11] A espécie vive em encostas próximas a lagos, sendo menos comum em áreas distantes de lagos.[21] As marmotas-do-Alasca ocupam tocas de inverno permanentes, usadas por até 20 anos.[4] As entradas são seladas com vegetação, sujeira e fezes. Essas tocas geralmente ficam próximas a um afloramento rochoso que serve como posto de observação. Uma colônia consiste em várias tocas familiares construídas próximas umas das outras. A coloração de seu pelo ajuda na camuflagem entre as rochas.[20]

Descrição

As marmotas-do-Alasca possuem pescoço curto, cabeça larga e curta, orelhas pequenas, pernas e pés curtos e poderosos, cauda espessa e peluda, e corpo robusto coberto por pelos grossos.[20] O pelo de marmotas adultas no focinho e na parte dorsal da cabeça é geralmente escuro.[22] Seus pés podem ser claros ou escuros.[20] M. broweri possui garras resistentes adaptadas para cavar,[20] mas os polegares das patas dianteiras têm unhas planas em vez de garras.[22] O tamanho do corpo varia significativamente devido aos ciclos de hibernação.[23] Para machos, o comprimento total médio é de 61 cm e o peso médio é de 3,6 kg.[3] Fêmeas adultas são ligeiramente menores, com comprimento médio de 58 cm e peso médio de 3,2 kg.[3]

Distinções anatômicas

A retina dos olhos das marmotas-do-Alasca não possui bastonetes, resultando em uma visão noturna muito limitada.[4] Seus olhos também carecem de fóvea, o que reduz sua acuidade visual em comparação com outros roedores.[4] A posição dos olhos proporciona um amplo campo de visão lateral e superior.[4] Como outros roedores, as marmotas-do-Alasca têm incisivos que crescem continuamente.[10] Há um par de incisivos em cada mandíbula.[4]

Comparada à marmota-das-rochosas, também encontrada no Alasca, M. broweri é mais macia ao toque. Além disso, não possui a característica mancha facial branca das marmotas-das-rochosas. A marmota-comum, outra marmota que habita o Alasca, pode ser distinguida por sua coloração mais avermelhada, em contraste com as tonalidades mais acinzentadas das marmotas-do-Alasca e marmotas-das-rochosas.[20]

Ecologia

Dieta

A principal fonte de nutrição da marmota-do-Alasca é a vegetação das encostas montanhosas, incluindo gramíneas, flores, frutas, sementes, leguminosas, líquenes e, ocasionalmente, insetos.[3][4][20] M. broweri consome grandes quantidades devido ao baixo valor nutricional desses alimentos e à necessidade de se preparar para a hibernação.[3] As marmotas-do-Alasca são geralmente classificadas como onívoros, mas também foram descritas como insetívoras, folívoras, frugívoras e granívoras.[4]

Predação

A marmota-do-Alasca é predada por glutões, lobos-cinzentos, ursos-cinzentos, coiotes e raposas.[20] Águias, especialmente a águia-real, são predadoras significativas de marmotas jovens.[22]

Uma marmota sentinela alerta a colônia com um chamado de alerta agudo se houver um predador nas proximidades.[20] As marmotas mais velhas defendem e vigiam contra predadores enquanto os jovens brincam. Tocas cavadas apenas na terra oferecem proteção limitada, mas tocas construídas sob rochas e pedregulhos podem evitar ataques de grandes animais, como ursos-cinzentos, que desenterram marmotas de tocas em solo.[22]

Impacto no ecossistema

As marmotas enriquecem o solo com restos de alimentos, material de nidificação e fezes, além de aerá-lo com suas escavações. Também servem como fonte de alimento para diversos predadores.[20]

Comportamento

Comportamento social

As marmotas-do-Alasca são altamente sociais, vivendo em colônias de até 50 indivíduos que compartilham um sistema de tocas comum.[4] Cada marmota geralmente tem sua própria toca, enquanto os jovens vivem com a mãe, e o pai reside em uma toca próxima. Em colônias grandes, as marmotas-do-Alasca utilizam papéis de sentinela, que são periodicamente alternados.[22]

M. broweri marca seu território secretando uma substância de glândulas faciais e esfregando as laterais do rosto em rochas ao redor de sua toca e trilhas.[9] As marmotas-do-Alasca também gostam de tomar sol e dedicam muito tempo à higiene pessoal.[4]

Hibernação

M. broweri é uma das marmotas que hibernam por mais tempo, podendo fazê-lo por até oito meses anualmente.[4] Acumulam uma espessa camada de gordura no final do verão para sustentá-las durante a hibernação de inverno.[20] As marmotas-do-Alasca permanecem ativas até o início da neve, quando entram em seus hibernáculos por volta de setembro até junho.[3] Possuem tocas de inverno especiais com uma única entrada, selada com uma mistura de sujeira, vegetação e fezes durante o período de hibernação.[20] Essas tocas são construídas em cristas expostas que descongelam mais cedo, e toda a colônia permanece na toca de setembro até o derretimento do selo no início de maio.[20] Elas se instalam nas tocas em unidades familiares para hibernar comunalmente.[23]

A hibernação comunal pode ser uma estratégia adaptada para reduzir o custo metabólico enquanto mantêm a temperatura corporal acima do congelamento.[23] Durante a hibernação, funções corporais como temperatura corporal (média entre 4,5 °C e 7,5 °C), frequência cardíaca e respiratória diminuem.[22][23] A hibernação da marmota-do-Alasca não é contínua, pois despertam a cada três ou quatro semanas para urinar e defecar.[4][23] Dentro do hibernáculo, a marmota-do-Alasca demonstra adaptações de longo prazo à hibernação, tolerando altos níveis de CO2 e baixos níveis de O2.[24] Como adaptação ao ambiente ártico e ao solo permanentemente congelado, as marmotas-do-Alasca se reproduzem antes de emergir da toca de inverno.[20] Geralmente, emergem da toca nas primeiras duas semanas de maio.

Reprodução

Machos de marmotas-do-Alasca são poligâmicos, acasalando com fêmeas monogâmicas em seu território. São reprodutores sazonais iteróparos e vivíparos, acasalando uma vez no início da primavera e dando à luz cerca de seis semanas depois, com ninhadas de três a oito filhotes, com média de quatro a cinco. Machos e fêmeas participam da criação e proteção dos filhotes em sua toca natal. Em ambos os sexos, comportamentos reprodutivos são estimulados por odores liberados por glândulas anais. Antes do parto, a fêmea sela sua toca e dá à luz sozinha. O período de gestação é de cerca de cinco a seis semanas. Filhotes recém-nascidos são altriciais;[22] sem pelos, sem dentes, cegos[20] e vulneráveis a predadores. Após cerca de seis semanas, os jovens têm pelos macios e grossos e começam a sair temporariamente da toca. Passam por três mudas de pelo no primeiro ano até a pelagem final, semelhante à dos adultos.[22] Hibernam e vivem com os pais por pelo menos um ano, atingem o tamanho adulto após dois anos e a maturidade sexual entre dois e três anos.[20][22] A expectativa de vida das marmotas é desconhecida, mas acredita-se que seja de cerca de 13 a 15 anos.[22]

Estado de conservação

O estado de conservação das marmotas-do-Alasca não é bem conhecido devido às dificuldades em localizá-las em seu habitat natural.[11] A IUCN classifica a marmota-do-Alasca como espécie pouco preocupante, indicando baixa preocupação em relação aos perigos que enfrentam. Embora possam ser caçadas, sua população é estável e não está em risco de extinção. A marmota-do-Alasca é considerada a espécie de marmota menos ameaçada.[4][1]

Ameaças

Embora os perigos de distúrbios humanos diretos sejam mínimos, as ameaças climáticas representam um risco significativo. A marmota-do-Alasca é possivelmente a mais sensível das 14 espécies de marmotas a distúrbios antropogênicos, incluindo mudanças climáticas.[4]

Criação em cativeiro

Foi relatado que M. broweri foi criada com sucesso em cativeiro e reintroduzida na natureza, mas houve casos em que a criação em cativeiro resultou em altas taxas de mortalidade.[4]

Relação com humanos

Marmota broweri é ocasionalmente caçada por nativos do Alasca para alimentação e por sua pele quente. A pele era bastante valiosa, valendo cerca de US$ 6 a US$ 8 em 1956 (equivalente a cerca de US$ 68 a US$ 91 em 2025).[22][25]

O Dia da Marmota é um feriado relativamente novo no Alasca, com paralelos ao Dia da Marmota americano.[26][27] Sarah Palin sancionou uma lei em 2009 para oficializar 2 de fevereiro como o Dia da Marmota.[26] A lei, proposta pela senadora Linda Menard [en], afirmou que "fazia sentido que a marmota se tornasse a versão do Alasca de Phil de Punxsutawney, a marmota da Pensilvânia famosa por suas previsões climáticas de inverno".[26] Ela não esperava que as marmotas tivessem funções de previsão do tempo, mas esperava que o estado criasse atividades educacionais sobre a marmota.[26]

Referências

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  2. «Marmota broweri». NatureServe Explorer. Consultado em 17 de abril de 2024 
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Ligações externas