Jeová

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O nome Jeová, em hebraico, é derivado do verbo HWH que significa "vir a ser; tornar-se". Muitos eruditos creem que esse nome reflete a forma causativa desse verbo.[1] Na Bíblia, em Êxodo 3:14 o próprio Jeová descreve a essência do seu nome.

Jeová é uma das transliterações e vocalizações latinizadas do tetragrama יהוה YHWH, o nome próprio do Deus de Israel no Antigo Testamento e um dos Nomes de Deus no Judaísmo e no Cristianismo. [2][3]

Originariamente, em aramaico e hebraico, era escrito e lido horizontalmente, da direita para esquerda יה-וה; ou seja, HVHY. Formado por quatro consoantes hebraicas — Yud י Hêi ה Vav ו Hêi ה ou יה-וה. O tetragrama aparece 6.828 vezes — sozinho ou em conjunção com outro “nome” — no texto hebraico do Antigo Testamento.[4]

Os nomes YaHVeH (vertido em português para Javé), ou YeHoVaH (vertido em português para Jeová), são transliterações possíveis nas línguas portuguesas e espanholas, mas alguns eruditos preferem o uso mais primitivo do nome das quatro consoantes YHVH, já outros eruditos favorecem o nome Javé (Yahvéh ou JaHWeH). Ainda alguns destes estudiosos concordam que a pronúncia Jeová (YeHoVaH ou JeHoVáH), seja correta, sendo esta última a pronúncia mais popular do Nome de Deus em vários idiomas.[5][6]

A vocalização histórica foi perdida porque no judaísmo do Segundo Templo, durante os séculos III a II a.C., a pronúncia do tetragrama passou a ser evitada, sendo substituída por Adonai ("meu Senhor").[7] Desde então, tentativas de vocalização no Período helenístico e a adição de pontos vocálicos hebraicos ao tetragrama pelos massoretas, levaram a forma resultante que foi transliterada por volta do século XII como Jeová. [8][9]

História da Pronúncia

Desuso judaico

É costume judaico não enunciar o nome YHWH,[10] costume que nem sempre existia: o uso do nome YHWH era habitual no tempo da Bíblia hebraica (ver por exemplo Livro de Rute 2:4) e a Mishná ainda prescreveu seu uso em juramentos, mas na época do Talmude (Guemará) já estava proibido enunciar o nome. Alguns até pensaram que enunciar de qualquer maneira o nome era uma violação do mandamento de não tomá-lo em vão, em vez de entender o mandamento em relação aos juramentos.[11] Um rabino citado no tratado Sanhedrin 10:1 declarou que quem enuncia o nome divino como está escrito não participará do mundo vindouro.[12] Por isso na leitura a voz alta Adonai (Senhor) substituiu YHWH em hebraico e foi adotado pelos tradutores nas diversas línguas estrangeiras (em grego Kύριος; em latim Dominus).[13][7]

Dentre os estudiosos, existem algumas controvérsias sobre se a pronúncia do tetragrama, sendo que muitos afirmam que os sons vocálicos originais do Tetragrama YHWH jamais serão conhecidos, estando perdida a pronúncia original, como pode-se notar na revista A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová: "Simplesmente não sabemos como os servos de Deus no passado pronunciavam esse nome em hebraico".[14] A maioria dos estudiosos acredita que o nome Jeová (também transliterado como Yehowah) seja uma forma híbrida derivada da combinação das letras hebraicas יהוה (YHWH, posteriormente traduzidas no alfabeto latino como JHVH ) com as vogais da palavra hebraica Adonai, que era usada como substituição da pronúncia do nome por tradição judaica pós domínio babilônico. [15]

Primeiras vocalizações em grego

Papiro Fuade 266 com o tetragrama sem vocalização no texto grego.

Originalmente, a escrita em hebraica não tinha uma vocalização definida, e como a pronúncia foi sendo diminuída, tradutores passaram a tentar diferentes formas de vocalizações que geraram variantes textuais. Na tradução grega da Septuaginta, o Papiro Fuade 266 e o Papyrus Oxyrhynchus 3522, que contém partes do livro de Deuteronômio e do Livro de Salmos traz YHWH em hebraico quadrático (יהוה) dentro do texto grego, sem tradução. Já o papiro 4Q120 com trecho de Levítico, tenta uma vocalização ao grego como ΙΑΩ (IAO) sendo a evidência mais clara e mais antiga de que tradutores judeus transliteraram o Nome Divino em letras gregas, e não o substituíram por “Senhor”. O Codex Marchalianus do século VI traz notas marginais com o uso do tetragrama tanto na forma hebraica quanto com a vocalização ΙΑΩ [16][17]

Outros fragmentos em grego que tratam de assuntos litúrgicos judaicos, também trazem a vocalização ΙΑΩ (IAO) como o Papyrus Vindobonensis Graecus 39777 Alguns testemunhos antigos de Clemente de Alexandria e Teodoreto de Ciro, também confirmam que a forma ΙΑΩ era uma representação sonora do tetragrama entre os judeus helenistas que viviam no Egito. Outros fragmentos litúrgicos da época, trazem uma vocalização em grego como ΙΕΗΩΟΥΑ, como o Papyrus 121, col. XV, linha 10, considerado um texto mágico com nomes sagrados judaicos. Na literatura gnóstica e nos talismãs, o nome ΙΑΩ aparece frequentemente — às vezes em combinações mais longas de vogais (por exemplo “ΙΕΗΩΟΥΑ”) para expressar o nome divino. Citada por Teodoreto e Epifânio de Salamina, as vocalizações como ΙΑΒΕ / ΙΑΒΕΕ eram comuns entre os Samaritanos.[18] Alguns estudiosos de lingua hebraica antiga, também defendem que a vocalização do tetragrama יהוה foi "Yahweh". O "Javé" em duas sílabas, e que "Jeová" é apenas uma forma híbrida derivada da combinação das letras latinas JHVH com as vogais de "Adonai".[19][20]

O “Logos Hebraikos” é um fragmento preservado por Eusébio de Cesareia (em Praeparatio Evangelica, IX, 17) e atribuído ao filósofo e teólogo judeu helenista Aristóbulo de Panias, do século II a.C. Aristóbulo era contemporâneo (ou pouco posterior) da tradução da Septuaginta, e seu tratado, o “Logos Hebraikos” ou “Discurso Hebraico” era uma tentativa de harmonizar a filosofia grega com a teologia judaica. No fragmento preservado, Aristóbulo cita passagens da Lei de Moisés traduzidas para o grego, e ali ele comenta sobre o Nome divino, como sendo transliterado em grego como “ΙΑΩ” (Iao). Já Severo de Antioquia, um importante teólogo, mencionou uma forma grega do Nome divino transcrita como IAO ou IOA.[21]

Alguns estudiosos acreditam que as formas IAO e IOA eram uma transliteração de vocalização muito próximas foneticamente, e que provavelmente eram uma variante de acordo com o local, sendo IOA tuma terminação com a vogal aberta, mas que em posição final, especialmente em nomes estrangeiros, podia soar semelhante a Ω para falantes gregos, reforçando que tentativas de vocalização do nome, embora com variações, ainda eram comuns no Período helenístico e Romano, e que os dialetos aramaicos e hebraicos, ou mesmo a adaptação ao grego, poderiam facilmente gerar A / O no meio da palavra sem perder a identidade do Nome.[22]

Vocalização posteriores no hebraico

Tetragrama com a vocalização massoretica

Por volta do século IX, manuscritos judaicos massoréticos e tradições rabínicas passaram a mostrar as vogais combinadas com as consoantes YHWH, mas não como instrução verdadeira de pronúncia, e sim como um sistema de leitura substitutiva, como um sistema de sinais vocálicos para preservar a pronúncia tradicional da Bíblia hebraica. Por conta disso, passou a se encontrar ocorrências do nome como יְהֹוָה, tratando se do nome com as vogais, Shevá (ְ), Ḥolam (ֹ), Qamatz (ָ). Essas vogais correspondem a E-O-A. Muitos eruditos entendem que essa vocalização era uma junção do tetragrama com as vogais de “Adonay” apenas como substituição litúrgica.[23][24][25]

Algumas palavras e frases do texto consonantal podiam ser ambíguas se os sinais vocálicos não estiverem lá para esclarecê-las. Por isso alguns protestantes sustentaram que os sinais vocálicos inseridos na Escritura recebida (sola scriptura) não podiam ter sido uma invenção dos massoretas na Idade Média, mas eram parte da Palavra inspirada que Deus revelou a Moisés no Monte Sinai. Do outro lado os primeiros líderes protestantes, Martinho Lutero, Ulrico Zuínglio e João Calvino, viam-nos como invenções rabínicas doutrinariamente irrelevantes. Alguns católicos enfatizaram as ambiguidades como prova da inadequação da Bíblia tomada isoladamente.[26][27]

Vocalização latinizada para "Jeová" / Yehowah

No século XIV d.C. começou a ser usado de modo geral como nome de Deus a palavra "Jeová"; isso ocorreu porque os eruditos cristãos da época não reconheceram a natureza híbrida da forma.[28] Alguns sustentam que há evidências de que uma forma do Tetragrama semelhante a Jeová pode ter sido usada em textos fonéticos e artefatos semíticos e gregos da Antiguidade Tardia. [29]

A adoção de "Jeová" no lugar do tradicional "Senhor" gerou disputas. Em 1711, Adriaan Reland publicou um livro contendo o texto de escritos acadêmicos do século XVII, cinco que atacavam o uso de "Jeová" e cinco que o defendiam.[30] Como críticos do uso de "Jeová", incorporou escritos de Drusius (1550-1616), Sixtinus Amama (1593–1629); Louis Cappel (1585–1658); Johannes Buxtorf (1564–1629); Jacob Alting (1618–1679). Em defesa de "Jeová" estavam os escritos de Nicholas Fuller (1557-1626) e Thomas Gataker (1574-1654) e três ensaios de Johann Leusden (1624-1699). O hebraísta Wilhelm Gesenius (1786–1842) relatou que os estudiosos que apoiavam o uso de "Jeová" já então eram uma minoria e que o único argumento de qualquer valor mínimo por eles avançado em favor de sua opinião tinha como base os prefixos יהו (Yeho-) e יו (Yo-) de muitos nomes próprios, para o qual outras explicações são possíveis.[31][32]

Outros estudiosos, sustentam que alguns artefatos da Antiguidade podem ser interpretados em favor igualmente de "Javé" ou de "Jeová".[33] Além disso, os que defendem a pronuncia "Jeová" citam demais nomes próprios de personagens bíblicos como exemplos de que o nome de Deus teria 3 sílabas, como por exemplo os nomes Jonatã na Bíblia hebraica, significa “YHWH deu”. O nome do profeta Elias que significa: “Meu Deus é YHWH.” Da mesma forma, o nome hebraico para Jeosafá significa “YHWH julgou”. A pronúncia do Tetragrama com duas sílabas, como “Javé” (ou “Yahweh”), não permitiria a existência do som da vogal. Os nomes próprios de personagens bíblicos fornecem indício da antiga pronúncia do nome de Deus, assim, alguns eruditos concordam que a pronúncia “Jeová”, seja correta.[34][35]

Uso em traduções bíblicas

"Jehovah" em Êxodo 6:3 (Bíblia do Rei Jaime, 1611)

Em inglês, as primeiras versões da Bíblia traduziam o tetragrama יהוה geralmente com "LORD" (Senhor) ou, em pouquíssimas passagens, com "Jehovah" (Jeová). Assim, a King James Version 1611 transcreve o tetragrama com JEHOVAH apenas quatro vezes como tal (Êxodo 6:3; Salmo 83:18; Isaías 12:2; Isaías 26:4) e três vezes em nomes de lugares (Gênesis 22:14; Êxodo 17:15; e Juízes 6:24). Mais tarde, de meados do século XIX até as primeiras décadas do século XX, as novas versões em inglês o traduziram com "Jehovah". Porém, desde 1939, prevalece a prática anterior de usar (exceto em muito poucas passagens) "LORD" (Senhor) ou o uso de "Yahweh".[36]

Em português, a Bíblia Sagrada de João Ferreira de Almeida, na primeira Edição Original, de 1693, empregou aproximadamente 6.800 vezes a forma JEHOVAH, como se pode ver nas reimpressões de 1693, 1750, 1812, 1860, 1870 e 1890. A Edição Revista e Corrigida (1948) retém o Nome em sua forma modernizada (Jeová) em lugares tais como Salmo 83:18; Isaías 12:2, dentre outros, e extensivamente, no livro de Isaías, Jeremias e Ezequiel.[37]

A Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de Jeová apresenta "Jeová" como tradução do tetragrama יהוה em todos os lugares onde aparece no Antigo Testamento e, além disso, usa-o para representar muitas instâncias de κύριος (Senhor em grego) no Novo Testamento. [38]

Em espanhol, a Versão Reina-Valera originalmente usou "Jehová" aproximadamente 6.800 vezes. No entanto, a edição de 1960 informa: "Os hebraístas chegaram a um acordo geral de que a pronúncia original deve ter sido Javé".[39], e a revisão de 1990 ("Reina Valera Contemporánea") usa "El Señor".[40]

Transcrição em diferentes idiomas

Africâner Jehóva Romeno Iehová
Árabe Alá/Jahová(يهوه) Maori Ihowá
Awabakal Yehóa Motu Iehová
Bósnio Jehová Macedônio Јахве
Bugotu Jihová Narrinyeri Jehovah
Búlgaro Йехова Nembe Jihová
Croata Jehová / Jahve Petats Jihouvá
Dinamarquês Jehová Polonês Jehowah / Jahweh
Holandês Jehová / Jahwe(h) Português Iavé / Javé / Iehová / Jeová
Efique Jehovah Eué (Ʋegbe) Yehowah
Inglês Jehovah / Yahweh Russo Иегова / Яхве
Fijiano Jiová Samoano Ieová
Finlandês Jahve / Jehova Sérvio Јехова / Jehová
Francês Yahvéh / Jéhovah SeSotho Jehová
Futuna Ihovah Espanhol Yahveh /Jehová
Alemão Jehovah / Jahwe Suaíli Yehová
Grego Iehová / Yiahve Ιεχωβά / Γιαχβέ Sueco Jehovah / Jahve
Húngaro Jahve / Jehová Tagalo Jehová/Yahweh
Ibo Jehová Taitiano Jehovah
Indonésio Yehuwá Tonganês Jihová
Italiano Yahweh / Jahve Turco Yehová
Japonês YAHAWÉ ヤハウェ XiVenda Yehová
Coreano Yeohowá 여호와 / Yahwe 야훼 Xossa Yehová
Mandarim chinês tradicional Yéhéuá / Yǎwēi / Yǎwēi 耶和華/雅威/雅巍 Iorubá Jehofah
Mandarim chinês simples Yéhéuá / Yǎwēi / Yǎwēi 耶和华/雅威/雅巍 Zulu Jehová

Referências

  1. «A4 O nome divino nas Escrituras Hebraicas — BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia». wol.jw.org. Consultado em 22 de julho de 2020 
  2. https://books.google.com.br/books?id=-oTqH84Se34C&pg=PA22&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false
  3. https://books.google.com.br/books?id=OxpuDgAAQBAJ&pg=PT1191&redir_esc=y
  4. Carvalho, Rêmulo Araújo (24 de julho de 2023). «O Significado de YHWH: Quando a Tradição Vence a Tradução». Revista Summae Sapientiae (1): 111–143. ISSN 2595-9204. doi:10.53021/summaesapientiae.v6i1.101. Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  5. https://www.universalidadedabiblia.com.br/tetragrama-yhvh-o-nome/
  6. Schachterle, Josh (27 de julho de 2024). «YHWH: Meaning and Etymology of the Tetragrammaton». Bart Ehrman Courses Online (em inglês). Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  7. a b Case, Andrew (2 de maio de 2023). «How Was the Pronunciation of God's Name Lost? Part 2 | Andrew Case». Text & Canon Institute (em inglês). Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  8. Schaff, Philip -Yahweh The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge Volume XII, Paper Book House, Grand Rapids, Michigan, 1950, page 480.
  9. «The Museum Journal | The Pronunciation of the "Ineffable Name" According to a Jewish Text in the Museum». The Museum Journal (em inglês). Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  10. A Bíblia Tradução Ecumênica. Edicões Loyola, 1996), p. 1566.
  11. Judaism 101: "The Name of G-d"→→–
  12. Lawrence H. Schiffman. Texts and Traditions: A Source Reader for the Study of Second Temple and Rabbinic Judaism (KTAV Publishing House, 1998). p. 306.
  13. Ronald L. Eisenberg, What the Rabbis Said: 250 Topics from the Talmud (ABC-CLIO 2010), p. 2.
  14. Sentinela, Revista (13 de junho de 2022). «O nome divino nas Escrituras Hebraicas». jw.org. Consultado em 13 de junho de 2022 
  15. Spier, Jeffrey. «The "Horned Hunter" on a Lost Gnostic Gem». Consultado em 22 de outubro de 2025 
  16. Wilkinson, Robert J. (4 de fevereiro de 2015). Tetragrammaton: Western Christians and the Hebrew Name of God: From the Beginnings to the Seventeenth Century (em inglês). [S.l.]: BRILL. Consultado em 12 de novembro de 2025 
  17. «Understanding the Tetragrammaton: Pronouncing YHWH». www.christianlibrary.org. Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  18. «The Museum Journal | The Pronunciation of the "Ineffable Name" According to a Jewish Text in the Museum». The Museum Journal (em inglês). Consultado em 22 de outubro de 2025 
  19. «God, Names Of - International Standard Bible Encyclopedia» 
  20. Russell Norman Champlin, Novo dicionário bíblico Champlin: Completo, prático, exegético, indispensável (EDitora Hagnos 2020
  21. «IAO, o Nome Secreto de Deus». Tô no Cosmos. Consultado em 22 de outubro de 2025 
  22. Vasileiadis, Pavlos D. «The Pronunciation of the Sacred Tetragrammaton:» (PDF). judaicaukrainica. Consultado em 1 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em |arquivourl= requer |arquivodata= (ajuda) 🔗 
  23. Gordon, Nehemia (4 de dezembro de 2019). «Why it's YEhovah, but HalleluYAh - Hebrew Voices - NehemiasWall.com». Nehemia's Wall (em inglês). Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  24. «Yahweh's name in the Dead Sea Scrolls – EliYah Ministries». eliyah.com. Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  25. Vasileiadis, Pavlos D. (1 de janeiro de 2018). «The 13 different spellings of the sacred Tetragrammaton in the Leningrad Codex, the primary Masoretic Text source / Οι 13 διαφορετικοί συλλαβισμοί του ιερού Τετραγράμματου εντός του Κώδικα του Λένινγκραντ, της κύριας πηγής του Μασοριτικού Κειμένου». Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  26. Robert J. Wilkinson, Tetragrammaton: Western Christians and the Hebrew Name of God: From the Beginnings to the Seventeenth Century. BRILL, 2015. pp. 460–461.
  27. Robert J. Wilkinson, Chapter 13. The Demystification of Language and the Triumph of Philology. The Question of Hebrew Points
  28. Russell Norman Champlin. Novo dicionário bíblico Champlin: Completo, prático, exegético, indispensável. Editora Hagnos; 2020. p. 2073.
  29. «A Igreja católica usa o termo "Jeová" como nome de Deus?». Aleteia: vida plena com valor. Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  30. Adrian Reeland. Decas exercitationum philologicarum de vera pronuntiatione nominis Jehova, quarum quinque priores lectionem Jehova impugnant, posteriores tuentur. Cum praefatione Adriani Relandi. ex officina Johannis Coster; 1707.
  31. Friedrich Wilhelm Gensenius, Thesaurus philologicus criticus linguae Hebraeae et Chaldaeae veteris testamenti, Vol. II, parte I (Fr. Chr. Guil. Vogelii 1839), p. 576.
  32. «Jehovah | Meaning & Use | Britannica». Encyclopedia Britannica (em inglês). Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  33. Kotansky, Roy; Spier, Jeffrey. «The "Horned Hunter" on a Lost Gnostic Gem». Harvard Theological Review (em inglês). 88 (03): 315–337. ISSN 0017-8160 
  34. https://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2017/05/22/yhwh-e-o-enigma-das-vogais/george-wesley-buchanan/
  35. https://library.biblicalarchaeology.org/biblical-archaeology-review/3/1
  36. Por exemplo, The Bible, An American Translation de 1939; The Revised Standard Version de 1952; The Amplified Bible de 1965; The Jerusalem Bible de 1966; The New English Bible de 1970; The New American Bible também de 1970.
  37. Revista A BÍBLIA NO BRASIL 2001 n.192 pág. 13-6; Biblia Sagrada_ edição especial ilustrada_2001 Revista e actualizada no Brasil, apresentação da pág. 5; Bíblia de referencia THOMPSON Suplemento da pág. 1377; A Bíblia em português João Ferreira de Almeida_ quem era ele? Anuário das testemunhas de Jeová- 1997, pág.128-9
  38. «Características da revisão da Tradução do Novo Mundo (2015) | TNM». JW.ORG. Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  39. Citado por Edesio Sánchez Cetina na revista Traducción de la Biblia (Sociedades Bíblicas Unidas), vol. 12. núm. 2 (2002)
  40. Éxodo 3 en la Biblia Reina Valera Contemporánea

Ligações externas