Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro
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| Tipo | Organização sem fins lucrativos |
|---|---|
| Fundação | 15 de março de 1827 (198 anos) |
| Sede | Centro e Tijuca, Rio de Janeiro, RJ, Brasil |
| Filiação | CNI |
| Presidente | Luiz Césio Caetano |
| Website | firjan |
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan[nota 1]) atua como representante das indústrias fluminenses nos âmbitos municipal,[nota 2] estadual e nacional. A entidade, uma das cinco que formam o chamado Firjan, também promove debates e produz pesquisas, estudos e projetos que têm como fim o desenvolvimento sustentável do Rio de Janeiro. A prestação de serviços às empresas a ela filiadas objetiva o crescimento econômico industrial e social do estado fluminense.[2]
História
A fim de fomentar a indústria brasileira, em 1831 foi fundada a Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (Sain).[nota 3][3] Essa sociedade privada atuou durante 50 anos como órgão consultivo do governo federal, especialmente nas questões econômicas do Império. Em 1850 – com a extinção da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação –, a Sain também passou a ser órgão de concessão de fábricas e invenções, o que a própria considerava um obstáculo ao desenvolvimento industrial.
Descontentes, industriais associados à Sain pediram revisão de estatutos e políticas para que satisfizessem aos seus interesses. No Rio, quem defendia os interesses do setor têxtil era o Centro Industrial de Fiação e Tecelagem de Algodão, mas faltava um órgão que unificasse representantes de toda a indústria nacional. Isso aconteceu quando a Sain se uniu a esse Centro, em 1904, para constituir o Centro Industrial do Brasil (CIB), que defendeu fortemente a tarifa alfandegária.[4]
Primeira Guerra Mundial
Com o advento da Primeira Guerra Mundial, a indústria acabou se beneficiando no médio prazo. Como o Brasil era grande importador de produtos industrializados dos países em guerra e estes, por sua vez, reduziram drasticamente as exportações para focar em suas operações bélicas, o país foi obrigado a substituir as importações, ampliando assim o parque fabril nacional.
"Dos 3.400 estabelecimentos industriais, existentes em 1910, passou-se, 10 anos mais tarde, para 13.600, com o número de operários se elevando de 150 mil para 275 mil, enquanto o valor da produção industrial evoluiu de 769 mil para 3 milhões de contos."[3]
Getúlio Vargas
Na década de 1920, o país estava investindo em infraestrutura (hidrelétricas, portos, telefonia e estradas de ferro) e os empresários importavam tecnologia para suprir o desejo pelos produtos mais desejados na época. Mas a grande mudança veio alguns anos depois, quando Getúlio Vargas assumiu o poder, em 1930. Para atender tanto a trabalhadores quanto a empresários, ele criou o Ministério do Trabalho, da Indústria e do Comércio, numa política industrial nacionalista.
- Benefícios para trabalhadores: por meio de nova legislação, fixou a jornada de trabalho em oito horas e regulamentou o trabalho de mulheres e crianças. Ele também criou institutos de previdência social e transformou empregados em assalariados;
- Benefícios para empresários: investiu em indústrias, novas tecnologias e na diversificação da economia, indo contra as oligarquias dominantes.
O nascimento das entidades
Em 1931, o Centro Industrial do Brasil (CIB) se transformou na Federação Industrial do Rio de Janeiro (Firj) para representar a classe do setor secundário fluminense. Menos de dois anos depois foi fundada a Confederação Industrial do Brasil (que herdou a sigla CIB) para, em 1938, se transformar na Confederação Nacional da Indústria.[nota 4][5] Em 1937 entrou em cena, ainda, a Federação dos Sindicatos Industriais do Distrito Federal (FSIDF), que em 1941 passou a se chamar FIRJ (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro).[3]
Não foi a toa que o crescimento continuou vigoroso nesse período: “Os estabelecimentos industriais, que eram em número de 13 mil em 1920, passaram a 50 mil em 1940, com o valor da produção industrial evoluindo, no mesmo período, de 3,2 milhões para 17,5 milhões de contos de réis.”[3]
Gaspar Dutra, SESI e SENAI
No entanto, com a deposição de Vargas e a entrada de Eurico Gaspar Dutra, caíram os investimentos do governo no segundo setor, causando a estagnação da indústria nacional. Mas essa política econômica do laissez-faire acabou junto com o fim das reservas de dólares, em 1947. Logo depois da Segunda Guerra Mundial, Dutra atribuiu à CNI a criação do Serviço Social da Indústria (SESI) – que buscava melhorar as condições dos operários em áreas como habitação, higiene e transporte, visando à inclusão social e à cidadania – e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) - que buscava "imbuir os operários da ética do trabalho pela qual gostam de se guiar os industriais", ou seja, ordem, dedicação e empenho. Os departamentos regionais de ambos “seriam operacionalizados pelas federações estaduais da indústria.”[3]
Vargas, BNDES e Petrobras
Em 1951, Vargas retoma o poder e torna a investir na indústria de base, transportes e energia. Vale citar duas grandes ações nesse sentido:
- A criação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em 1952, para o financiamento de empreendimentos industriais e de infraestrutura;
- A constituição da Petrobras, em 1953, para operar nas atividades relacionadas ao setor de petróleo, gás natural e derivados.
Juscelino Kubitschek
Após a morte de Vargas, Juscelino Kubitschek assumiu em 1956 e “anunciou seu Plano de Metas, visando prioritariamente aos setores de energia (43,4% dos investimentos previstos), transporte (29,6%), indústria de base (20,4%) e alimentos (6,6%).”[4] Com o desenvolvimentismo em pauta, cresceram muito a indústria siderúrgica, a produção de petróleo e a energia hidrelétrica.
Até os dias de hoje
Nos trinta anos seguintes, o nome viria a mudar mais três vezes: a primeira foi em 1958, para Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIDF). Depois, em 1960, quando a capital federal foi transferida para Brasília e uma nova unidade federativa foi criada, ela se tornou Federação das Indústrias do Estado da Guanabara (FIEGA). E finalmente, em 1975 – quando da fusão da Federação das Indústrias do Estado da Guanabara (FIEGA) com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ) –, a nova entidade passa a se chamar Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), nome que é mantido até hoje.
O Sistema FIRJAN só veio a ser implantado em 1994, reunindo Firjan, CIRJ e as entidades vinculadas SESI Rio, SENAI Rio e IEL Rio.[6]

Atuação
A Firjan e suas instituições trabalham em diversas frentes em prol do empresariado fluminense e da sociedade. Isso pode ser visto, por exemplo, em seu esforço para:
- Flexibilizar a legislação trabalhista, “aumentar a competitividade da indústria brasileira e criar mais empregos";[7]
- Liberar, na alfândega, as importações e exportações de seus associados em portos e aeroportos do Rio;[8]
- Estimular a prática de exercícios entre a população;[9]
- Qualificar profissionais para ingressar no mercado de trabalho;[10]
- Promover o empreendedorismo e a inovação;[11]
De forma geral, a Firjan como um todo sempre age levando em consideração três grandes pilares: competitividade industrial, educação e qualidade de vida.
Competitividade empresarial
Voltada para o campo da economia e do desenvolvimento sustentável empresarial, refere-se a temas que vão de análises micro & macroeconômicas e investimentos (como o Decisão Rio, estudo sobre as intenções de investimento no Estado do Rio de Janeiro) a estudos segmentados em áreas como energia elétrica, banda larga, gás natural e nanotecnologia (a Série Quanto Custa, por exemplo, faz um levantamento de custos com os quais a indústria nacional precisa arcar, levando à perda da competitividade). E se o interesse é a gestão fiscal e o desenvolvimento dos municípios do Brasil, existem os estudos Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) e Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), respectivamente.[12]
Além disso, a Firjan premia boas práticas industriais[13] e oferece consultoria para empresas de todos os portes, nos mais diversos campos (tais como jurídico e ambiental[14]). Em todas as suas ações, seu objetivo é incentivar “a geração de negócios, novos mercados, acesso a informações estratégicas para a melhoria da competitividade, bem como, a disseminação de estudos especializados que fomentem o desenvolvimento econômico das empresas”.[15] Um desses estudos inclui a análise periódica de cenários para os próximos anos no setor industrial brasileiro, o que implica mapear “investimentos estrangeiros e nacionais e apontar oportunidades”.[16] Outro estudo, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, se inspirou na Indústria criativa no Brasil para analisar as perspectivas de crescimento[17] das profissões relacionadas a conhecimento e inovação no país.[18]
Educação
Esse campo de atuação conta com as ações da Firjan SESI e da Firjan SENAI. A Escola Firjan SESI atua da educação infantil ao ensino médio, tendo como um dos recursos educativos a apresentação de peças de teatro.[19] Além disso, o aprendizado dos números fica mais fácil com as iniciativas lúdicas do programa SESI Matemática, que se aplica tanto a escolas Firjan SESI quanto a unidades Firjan SENAI e escolas públicas.
Já a formação profissional é encabeçada pela Firjan SENAI, voltado para segmentos da indústria, como o automotivo, o de bebidas, o de eletrônica e o gráfico. Tanto a escola quanto os cursos são aprimorados por meio do Programa Conectividade, que emprega novas tecnologias educacionais para melhorar o ensino e a aprendizagem. A graduação tecnológica de nível superior fica por conta da Faculdade SENAI Rio, que forma tecnólogos para o mercado de trabalho. Para o desenvolvimento das empresas fluminenses – no que diz respeito a gestão, processos, produtos e serviços –, existem os Centros de Tecnologia SENAI Rio, voltados para as áreas de automação/simulação, solda, alimentos/bebidas e meio ambiente. Tanto para consultoria quanto para formação profissional.[20]
Uma atividade comum às duas entidades é o Seminário Conecta, que todos os anos reúne autoridades, alunos e professores para refletir sobre o papel do professor e encontrar a melhor forma de incorporar as tecnologias na educação. As parcerias com outras instituições também são firmadas a fim de fortalecer ainda mais os programas de educação e cidadania.[21]
Qualidade de vida
A Firjan promove a qualidade de vida por meio de serviços e programas. As unidades Firjan SESI espalhadas pelo estado oferecem infraestrutura propícia a lazer, esporte, saúde e cultura para a sociedade.
Além de ações nas unidades, a entidade realiza o programa Ação Global, um mutirão que presta serviços para populações que carecem de serviços básicos nas áreas de saúde (como exame de vista e identificação do tipo sanguíneo), cidadania (como emissão de CPF e orientação jurídica) e lazer, cultura e esporte (como artesanato, apresentação de corais e atividades desportivas). Nas comunidades pacificadas pelas UPPs, o programa Sesi Cidadania realiza um trabalho semelhante, ou seja, promove educação, esporte, lazer e cultura para os moradores, só que de forma permanente e in loco.
Quando o objetivo é promover o acesso à arte, entra em cena a Firjan SESI Cultura, programa que oferece música, teatro, dança e outras atividades a preços populares. Destacam-se o X-Tudo Cultural Sesi, evento anual que promove diversas manifestações artísticas com entrada franca, e o Sesi In Jazz Festival, encontro que une artistas consagrados e novos talentos do Jazz.
Entidades
A Firjan, portanto, atua de forma integrada por meio das cinco entidades que o compõem:
Firjan
A Firjan desenvolve e coordena estudos, pesquisas e projetos para orientar as ações de promoção industrial e novos investimentos no estado. Seus conselhos empresariais temáticos e fóruns empresarias setoriais discutem tendências e lançam diretrizes para ações de apoio e assessoria às empresas. Hoje, mais de 100 sindicatos industriais são filiados à Firjan, representando mais de 10 mil empresas de todo o estado do Rio de Janeiro.
Firjan CIRJ
A Firjan CIRJ possibilita às empresas a ele associadas acesso, em condições diferenciadas, aos serviços oferecidos pelas cinco instituições integrantes da Firjan. Seu objetivo é promover a competitividade empresarial e defender os interesses dos filiados. O atendimento é personalizado.
Firjan SENAI
A Firjan SENAI promove aprendizagem industrial, qualificação e especialização de trabalhadores por meio de cursos diversos. Possui uma rede de 42 unidades operacionais fixas - entre elas, cinco Centros de Tecnologia de referência nacional e regional - e 30 unidades móveis.[22]
Firjan SESI
A Firjan SESI desenvolve ações para a promoção da saúde, educação, esporte, lazer e cultura direcionadas aos trabalhadores, às empresas e à sociedade em geral. A instituição atua também nas áreas de saúde ocupacional, segurança do trabalho e proteção ao meio ambiente. Conta com 30 unidades operacionais distribuídas por todo o estado.[23]
Firjan IEL
A Firjan IEL promove a capacitação empresarial e desenvolve projetos de incentivo ao empreendedorismo, contribuindo para a modernização e o crescimento da indústria. Além disso, procura unir universidades e instituições de pesquisa ao mundo empresarial.
Atuação
A Firjan desenvolve ações na área econômica/empresarial, sendo fonte não só sobre questões do Estado do Rio de Janeiro, como também sobre questões nacionais.[24] Dentre suas várias frentes de atuação, destacam-se:[2]
- Defesa da indústria: conselhos e fóruns empresariais[nota 5] direcionam as ações técnicas e políticas;
- Projetos regionais: são desenvolvidos num esforço conjunto de empresas, organismos governamentais e instituições diversas;
- Representações regionais: por meio delas, empresas fluminenses agem de forma integrada em projetos diversos, têm acesso garantido a informações relevantes[nota 6][25][26] e tornam suas ações conhecidas;
- Responsabilidade social empresarial: essa prática consiste em apoiar políticas sociais por meio de parcerias que privilegiam a cidadania e beneficiam a sociedade.
- Exemplos práticos
Para melhor compreender a forma da Firjan atuar, alguns exemplos práticos do que a instituição tem feito podem ajudar:
- Estender o prazo para as indústrias adotarem o Esocial, plataforma digital para empregadores enviarem dados sobre seus empregados para órgãos como Receita Federal e Ministério do Trabalho[27] (mediante diálogo com empresários e parlamentares);[28]
- Pleitear a "implantação do programa Porto e Aeroporto 24h, defendido desde 2011"[29] e implantado em 2013;[30]
- Fomentar a criação de uma lei que acabe com “a insegurança jurídica dos contratos de terceirização”;[31]
- Elaborar documentos úteis, como o Cadastro Industrial do Rio de Janeiro, que traz informações sobre as principais indústrias e os fornecedores do estado;[32]
- Contribuir para o desenvolvimento do E-gov, sistema que disponibiliza serviços públicos no meio eletrônico, o que ajuda a "aumentar a transparência e reduzir a burocracia para o cidadão e para as empresas";[33]
- Promover debates sobre tecnologia;[34]
- Investir no pregão eletrônico para agilizar as compras, realizadas por meio de licitação, das entidades da Firjan.[35]
Movimento Sindical Firjan
O Movimento Sindical Firjan concentra esforços na defesa dos interesses das empresas associadas aos seus respectivos sindicatos patronais, principalmente por meio de serviços de assessoria econômica, tecnológica, jurídica, ambiental e em investimentos e negócios internacionais.
Outra forma de contribuir com os associados é proporcionar capacitação profissional e disponibilizar informações exclusivas para fins de competitividade e posicionamento das empresas no mercado fluminense e do Brasil.
Objetivos
Diante desse grande escopo, faz-se necessária a delimitação de metas específicas a se atingir com o Movimento.[36] Por exemplo:
- Difundir a competitividade e a importância do associativismo;
- Incentivar a troca de informações entre empresas, sindicatos e a Firjan (cultura de rede);
- Apoiar associados na promoção de eventos, articulação, contatos e pleitos;
- Ajudar sindicatos quanto a relações coletivas de trabalho, ou seja, Convenções coletivas (sindicatos) e Acordos coletivos (empresas);
- Prestar serviços de assessoria quanto a acordos trabalhistas, alteração estatutária, criação de sindicatos e conflitos territoriais.
Benefícios
Todas as empresas que se filiam ao Movimento Sindical Firjan adquirem certas vantagens, que podem ser resumidas da seguinte forma:[37]
- Ações institucionais empresariais (de mandados de segurança coletivos até fóruns setoriais);
- Assessoria técnica;
- Informação qualificada (não só a respeito de temas relevantes para o empreendimento, mas também sobre eventos, pesquisas, indicadores e outros);
- Acesso a Firjan IEL, Firjan SENAI e Firjan SESI de forma mais prática (de capacitação profissional e empresarial a programas de saúde e segurança do trabalho);
- Combo Qualidade de Vida para Associados Firjan,[38] que inclui:
- Empresa (descontos no PPRA/Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, no PCMSO/Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e em diversos outros serviços);
- Colaboradores (descontos em consultas médicas e odontológicas).
Para se tornar um associado do Movimento Sindical Firjan, a empresa precisa preencher um formulário com dados da empresa e de contato, além de realizar uma contribuição anual.[39]
Representações regionais
- Sul Fluminense - sede Resende
- Baixada Área I - sede Nova Iguaçu
- Baixada Área II - sede Duque de Caxias
- Serrana - sede Petrópolis
- Leste Fluminense - sede Niterói
- Norte Fluminense - sede Campos dos Goytacazes
- Noroeste Fluminense - sede Itaperuna
- Firjan Sede - Rio de Janeiro
- Centro-Norte Fluminense – Nova Friburgo
Ver também
- Política econômica
- Economia política
- Administração de empresas
- Economia da cidade do Rio de Janeiro
- Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional
Notas e referências
Notas
- ↑ A partir de julho de 2018, deixou de ser uma sigla — com todas as letras maiúsculas — e se tornou um nome próprio[1]
- ↑ Em todos os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro
- ↑ Ela marca "a origem da representação de classe do setor industrial no Brasil" e, na década de 1870, bancou a primeira Escola Industrial do Brasil (que cerca de um século mais tarde se tornaria o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI)
- ↑ A CNI coordena hoje 27 federações de indústria (dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal) e representa cerca de 1.300 sindicatos patronais. Com sede em Brasília e escritório em São Paulo, a Confederação “apresenta sugestões para a construção e o aperfeiçoamento de políticas e leis que fortaleçam o setor produtivo e modernizem o país”.
- ↑ Enquanto os Conselhos empresariais cuidam da estratégia de desenvolvimento do estado, os Fóruns empresariais trabalham para estimular o crescimento de alguns setores e agilizar procedimentos fiscais, legislativos e burocráticos, conforme informado [1]
- ↑ O tema dessas informações pode ser bem variado, tratando de prejuízos causados pela burocracia até o perfil da banda larga no país
- ↑ Interessados em saber mais sobre as notícias de cada região acima podem acessar os respectivos links na seção "Ligações Externas".
Referências
- ↑ «Firjan: nova marca para um novo marco». Firjan. 22 de julho de 2018. Consultado em 8 de dezembro de 2018
- ↑ a b «FIRJAN: trabalhando para o desenvolvimento do Estado do Rio». Sistema FIRJAN. Consultado em 6 de fevereiro de 2014. Arquivado do original em 11 de fevereiro de 2014
- ↑ a b c d e Coordenação de BELOCH I. e FAGUNDES L. R. (1997), Sistema FIRJAN: a história dos 170 anos da representação industrial no Rio de Janeiro, 1827-1997: Memória Brasil Projetos Culturais Ltda.
- ↑ a b Organização de HEILBRON J. e BARBOSA E. C. (2007), Sistema FIRJAN - 180 anos da indústria brasileira – de 1827 ao séc XXI: EMC Edições
- ↑ Portal da Indústria. «Conheça a CNI». Consultado em 14 de março de 2014
- ↑ Coordenação de BELOCH I. e FAGUNDES L. R. (1997), Sistema FIRJAN: a história dos 170 anos da representação industrial no Rio de Janeiro, 1827-1997: Memória Brasil Projetos Culturais Ltda.
- ↑ Segs. «Especialistas defendem na FIRJAN leis trabalhistas mais flexíveis para gerar mais emprego». Consultado em 6 de junho de 2014
- ↑ Jornal O Globo (10 de abril de 2008). «FIRJAN pede retomada das operações da alfândega». Consultado em 10 de junho de 2014
- ↑ Portal de notícias G1 (23 de maio de 2014). «Projeto 'SESI na rua' oferece dicas de vida saudável em Três Rios, RJ». Consultado em 10 de junho de 2014
- ↑ Portal de notícias G1 (30 de maio de 2014). «Padaria Escola forma padeiros e confeiteiros em Rio das Ostras, no RJ». Consultado em 10 de junho de 2014
- ↑ Jornal O Globo (20 de agosto de 2010). «Evento gratuito terá aulas de como criar e fazer prosperar um novo negócio». Consultado em 10 de junho de 2014
- ↑ Agenda 21 Itaboraí. «Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 11 de agosto de 2014
- ↑ Instituto Carbono Brasil. «Políticas de meio ambiente em debate no Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014
- ↑ Notícias de Nova Iguaçu. «Sistema FIRJAN orienta micro e pequenos empresários sobre gestão ambiental». Consultado em 6 de junho de 2014
- ↑ Monitor Mercantil (19 de maio de 2014). «I Can participa de evento na Baixada». Consultado em 6 de junho de 2014
- ↑ SIMMMERJ - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Metal Elétrico no Estado do Rio de Janeiro (03 de junho de 2013). «Governador Sérgio Cabral participa do Dia da Indústria no Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 11 de agosto de 2014
- ↑ Ministério da Cultura do Brasil, por Marcelo Davila (21 de novembro de 2012). «Mapeamento da Industria Criativa no Brasil – FIRJAN». Consultado em 10 de junho de 2014. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014
- ↑ Revista Digial (1o de dezembro de 2011. «A inovação na era da Economia Criativa». Consultado em 10 de junho de 2014
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- ↑ Agir - Agência de Inovação da UFF. «Sistema FIRJAN realiza o Inova Rio 2009». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 20 de julho de 2014
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