Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro

Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro
(Firjan)
Logótipo
Novo logotipo, desde julho de 2018.
TipoOrganização sem fins lucrativos
Fundação15 de março de 1827 (198 anos)
SedeCentro e Tijuca, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
FiliaçãoCNI
PresidenteLuiz Césio Caetano
Websitefirjan.com.br

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan[nota 1]) atua como representante das indústrias fluminenses nos âmbitos municipal,[nota 2] estadual e nacional. A entidade, uma das cinco que formam o chamado Firjan, também promove debates e produz pesquisas, estudos e projetos que têm como fim o desenvolvimento sustentável do Rio de Janeiro. A prestação de serviços às empresas a ela filiadas objetiva o crescimento econômico industrial e social do estado fluminense.[2]

História

A fim de fomentar a indústria brasileira, em 1831 foi fundada a Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (Sain).[nota 3][3] Essa sociedade privada atuou durante 50 anos como órgão consultivo do governo federal, especialmente nas questões econômicas do Império. Em 1850 – com a extinção da Junta de Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação –, a Sain também passou a ser órgão de concessão de fábricas e invenções, o que a própria considerava um obstáculo ao desenvolvimento industrial.

Descontentes, industriais associados à Sain pediram revisão de estatutos e políticas para que satisfizessem aos seus interesses. No Rio, quem defendia os interesses do setor têxtil era o Centro Industrial de Fiação e Tecelagem de Algodão, mas faltava um órgão que unificasse representantes de toda a indústria nacional. Isso aconteceu quando a Sain se uniu a esse Centro, em 1904, para constituir o Centro Industrial do Brasil (CIB), que defendeu fortemente a tarifa alfandegária.[4]

Primeira Guerra Mundial

Com o advento da Primeira Guerra Mundial, a indústria acabou se beneficiando no médio prazo. Como o Brasil era grande importador de produtos industrializados dos países em guerra e estes, por sua vez, reduziram drasticamente as exportações para focar em suas operações bélicas, o país foi obrigado a substituir as importações, ampliando assim o parque fabril nacional.

"Dos 3.400 estabelecimentos industriais, existentes em 1910, passou-se, 10 anos mais tarde, para 13.600, com o número de operários se elevando de 150 mil para 275 mil, enquanto o valor da produção industrial evoluiu de 769 mil para 3 milhões de contos."[3]

Getúlio Vargas

Na década de 1920, o país estava investindo em infraestrutura (hidrelétricas, portos, telefonia e estradas de ferro) e os empresários importavam tecnologia para suprir o desejo pelos produtos mais desejados na época. Mas a grande mudança veio alguns anos depois, quando Getúlio Vargas assumiu o poder, em 1930. Para atender tanto a trabalhadores quanto a empresários, ele criou o Ministério do Trabalho, da Indústria e do Comércio, numa política industrial nacionalista.

  • Benefícios para trabalhadores: por meio de nova legislação, fixou a jornada de trabalho em oito horas e regulamentou o trabalho de mulheres e crianças. Ele também criou institutos de previdência social e transformou empregados em assalariados;
  • Benefícios para empresários: investiu em indústrias, novas tecnologias e na diversificação da economia, indo contra as oligarquias dominantes.

O nascimento das entidades

Em 1931, o Centro Industrial do Brasil (CIB) se transformou na Federação Industrial do Rio de Janeiro (Firj) para representar a classe do setor secundário fluminense. Menos de dois anos depois foi fundada a Confederação Industrial do Brasil (que herdou a sigla CIB) para, em 1938, se transformar na Confederação Nacional da Indústria.[nota 4][5] Em 1937 entrou em cena, ainda, a Federação dos Sindicatos Industriais do Distrito Federal (FSIDF), que em 1941 passou a se chamar FIRJ (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro).[3]

Não foi a toa que o crescimento continuou vigoroso nesse período: “Os estabelecimentos industriais, que eram em número de 13 mil em 1920, passaram a 50 mil em 1940, com o valor da produção industrial evoluindo, no mesmo período, de 3,2 milhões para 17,5 milhões de contos de réis.”[3]

Gaspar Dutra, SESI e SENAI

No entanto, com a deposição de Vargas e a entrada de Eurico Gaspar Dutra, caíram os investimentos do governo no segundo setor, causando a estagnação da indústria nacional. Mas essa política econômica do laissez-faire acabou junto com o fim das reservas de dólares, em 1947. Logo depois da Segunda Guerra Mundial, Dutra atribuiu à CNI a criação do Serviço Social da Indústria (SESI) – que buscava melhorar as condições dos operários em áreas como habitação, higiene e transporte, visando à inclusão social e à cidadania – e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) - que buscava "imbuir os operários da ética do trabalho pela qual gostam de se guiar os industriais", ou seja, ordem, dedicação e empenho. Os departamentos regionais de ambos “seriam operacionalizados pelas federações estaduais da indústria.”[3]

Vargas, BNDES e Petrobras

Em 1951, Vargas retoma o poder e torna a investir na indústria de base, transportes e energia. Vale citar duas grandes ações nesse sentido:

Juscelino Kubitschek

Após a morte de Vargas, Juscelino Kubitschek assumiu em 1956 e “anunciou seu Plano de Metas, visando prioritariamente aos setores de energia (43,4% dos investimentos previstos), transporte (29,6%), indústria de base (20,4%) e alimentos (6,6%).”[4] Com o desenvolvimentismo em pauta, cresceram muito a indústria siderúrgica, a produção de petróleo e a energia hidrelétrica.

Até os dias de hoje

Nos trinta anos seguintes, o nome viria a mudar mais três vezes: a primeira foi em 1958, para Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIDF). Depois, em 1960, quando a capital federal foi transferida para Brasília e uma nova unidade federativa foi criada, ela se tornou Federação das Indústrias do Estado da Guanabara (FIEGA). E finalmente, em 1975 – quando da fusão da Federação das Indústrias do Estado da Guanabara (FIEGA) com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ) –, a nova entidade passa a se chamar Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), nome que é mantido até hoje.

O Sistema FIRJAN só veio a ser implantado em 1994, reunindo Firjan, CIRJ e as entidades vinculadas SESI Rio, SENAI Rio e IEL Rio.[6]

Quadro cronológico sobre as entidades que deram origem à Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan)

Atuação

A Firjan e suas instituições trabalham em diversas frentes em prol do empresariado fluminense e da sociedade. Isso pode ser visto, por exemplo, em seu esforço para:

De forma geral, a Firjan como um todo sempre age levando em consideração três grandes pilares: competitividade industrial, educação e qualidade de vida.

Competitividade empresarial

Voltada para o campo da economia e do desenvolvimento sustentável empresarial, refere-se a temas que vão de análises micro & macroeconômicas e investimentos (como o Decisão Rio, estudo sobre as intenções de investimento no Estado do Rio de Janeiro) a estudos segmentados em áreas como energia elétrica, banda larga, gás natural e nanotecnologia (a Série Quanto Custa, por exemplo, faz um levantamento de custos com os quais a indústria nacional precisa arcar, levando à perda da competitividade). E se o interesse é a gestão fiscal e o desenvolvimento dos municípios do Brasil, existem os estudos Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) e Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), respectivamente.[12]

Além disso, a Firjan premia boas práticas industriais[13] e oferece consultoria para empresas de todos os portes, nos mais diversos campos (tais como jurídico e ambiental[14]). Em todas as suas ações, seu objetivo é incentivar “a geração de negócios, novos mercados, acesso a informações estratégicas para a melhoria da competitividade, bem como, a disseminação de estudos especializados que fomentem o desenvolvimento econômico das empresas”.[15] Um desses estudos inclui a análise periódica de cenários para os próximos anos no setor industrial brasileiro, o que implica mapear “investimentos estrangeiros e nacionais e apontar oportunidades”.[16] Outro estudo, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, se inspirou na Indústria criativa no Brasil para analisar as perspectivas de crescimento[17] das profissões relacionadas a conhecimento e inovação no país.[18]

Educação

Esse campo de atuação conta com as ações da Firjan SESI e da Firjan SENAI. A Escola Firjan SESI atua da educação infantil ao ensino médio, tendo como um dos recursos educativos a apresentação de peças de teatro.[19] Além disso, o aprendizado dos números fica mais fácil com as iniciativas lúdicas do programa SESI Matemática, que se aplica tanto a escolas Firjan SESI quanto a unidades Firjan SENAI e escolas públicas.

Já a formação profissional é encabeçada pela Firjan SENAI, voltado para segmentos da indústria, como o automotivo, o de bebidas, o de eletrônica e o gráfico. Tanto a escola quanto os cursos são aprimorados por meio do Programa Conectividade, que emprega novas tecnologias educacionais para melhorar o ensino e a aprendizagem. A graduação tecnológica de nível superior fica por conta da Faculdade SENAI Rio, que forma tecnólogos para o mercado de trabalho. Para o desenvolvimento das empresas fluminenses – no que diz respeito a gestão, processos, produtos e serviços –, existem os Centros de Tecnologia SENAI Rio, voltados para as áreas de automação/simulação, solda, alimentos/bebidas e meio ambiente. Tanto para consultoria quanto para formação profissional.[20]

Uma atividade comum às duas entidades é o Seminário Conecta, que todos os anos reúne autoridades, alunos e professores para refletir sobre o papel do professor e encontrar a melhor forma de incorporar as tecnologias na educação. As parcerias com outras instituições também são firmadas a fim de fortalecer ainda mais os programas de educação e cidadania.[21]

Qualidade de vida

A Firjan promove a qualidade de vida por meio de serviços e programas. As unidades Firjan SESI espalhadas pelo estado oferecem infraestrutura propícia a lazer, esporte, saúde e cultura para a sociedade.

Além de ações nas unidades, a entidade realiza o programa Ação Global, um mutirão que presta serviços para populações que carecem de serviços básicos nas áreas de saúde (como exame de vista e identificação do tipo sanguíneo), cidadania (como emissão de CPF e orientação jurídica) e lazer, cultura e esporte (como artesanato, apresentação de corais e atividades desportivas). Nas comunidades pacificadas pelas UPPs, o programa Sesi Cidadania realiza um trabalho semelhante, ou seja, promove educação, esporte, lazer e cultura para os moradores, só que de forma permanente e in loco.

Quando o objetivo é promover o acesso à arte, entra em cena a Firjan SESI Cultura, programa que oferece música, teatro, dança e outras atividades a preços populares. Destacam-se o X-Tudo Cultural Sesi, evento anual que promove diversas manifestações artísticas com entrada franca, e o Sesi In Jazz Festival, encontro que une artistas consagrados e novos talentos do Jazz.

Entidades

A Firjan, portanto, atua de forma integrada por meio das cinco entidades que o compõem:

Firjan

A Firjan desenvolve e coordena estudos, pesquisas e projetos para orientar as ações de promoção industrial e novos investimentos no estado. Seus conselhos empresariais temáticos e fóruns empresarias setoriais discutem tendências e lançam diretrizes para ações de apoio e assessoria às empresas. Hoje, mais de 100 sindicatos industriais são filiados à Firjan, representando mais de 10 mil empresas de todo o estado do Rio de Janeiro.

Firjan CIRJ

A Firjan CIRJ possibilita às empresas a ele associadas acesso, em condições diferenciadas, aos serviços oferecidos pelas cinco instituições integrantes da Firjan. Seu objetivo é promover a competitividade empresarial e defender os interesses dos filiados. O atendimento é personalizado.

Firjan SENAI

A Firjan SENAI promove aprendizagem industrial, qualificação e especialização de trabalhadores por meio de cursos diversos. Possui uma rede de 42 unidades operacionais fixas - entre elas, cinco Centros de Tecnologia de referência nacional e regional - e 30 unidades móveis.[22]

Firjan SESI

A Firjan SESI desenvolve ações para a promoção da saúde, educação, esporte, lazer e cultura direcionadas aos trabalhadores, às empresas e à sociedade em geral. A instituição atua também nas áreas de saúde ocupacional, segurança do trabalho e proteção ao meio ambiente. Conta com 30 unidades operacionais distribuídas por todo o estado.[23]

Firjan IEL

A Firjan IEL promove a capacitação empresarial e desenvolve projetos de incentivo ao empreendedorismo, contribuindo para a modernização e o crescimento da indústria. Além disso, procura unir universidades e instituições de pesquisa ao mundo empresarial.

Atuação

A Firjan desenvolve ações na área econômica/empresarial, sendo fonte não só sobre questões do Estado do Rio de Janeiro, como também sobre questões nacionais.[24] Dentre suas várias frentes de atuação, destacam-se:[2]

  • Defesa da indústria: conselhos e fóruns empresariais[nota 5] direcionam as ações técnicas e políticas;
  • Projetos regionais: são desenvolvidos num esforço conjunto de empresas, organismos governamentais e instituições diversas;
  • Representações regionais: por meio delas, empresas fluminenses agem de forma integrada em projetos diversos, têm acesso garantido a informações relevantes[nota 6][25][26] e tornam suas ações conhecidas;
  • Responsabilidade social empresarial: essa prática consiste em apoiar políticas sociais por meio de parcerias que privilegiam a cidadania e beneficiam a sociedade.
Exemplos práticos

Para melhor compreender a forma da Firjan atuar, alguns exemplos práticos do que a instituição tem feito podem ajudar:

  • Estender o prazo para as indústrias adotarem o Esocial, plataforma digital para empregadores enviarem dados sobre seus empregados para órgãos como Receita Federal e Ministério do Trabalho[27] (mediante diálogo com empresários e parlamentares);[28]
  • Pleitear a "implantação do programa Porto e Aeroporto 24h, defendido desde 2011"[29] e implantado em 2013;[30]
  • Fomentar a criação de uma lei que acabe com “a insegurança jurídica dos contratos de terceirização”;[31]
  • Elaborar documentos úteis, como o Cadastro Industrial do Rio de Janeiro, que traz informações sobre as principais indústrias e os fornecedores do estado;[32]
  • Contribuir para o desenvolvimento do E-gov, sistema que disponibiliza serviços públicos no meio eletrônico, o que ajuda a "aumentar a transparência e reduzir a burocracia para o cidadão e para as empresas";[33]
  • Promover debates sobre tecnologia;[34]
  • Investir no pregão eletrônico para agilizar as compras, realizadas por meio de licitação, das entidades da Firjan.[35]

Movimento Sindical Firjan

O Movimento Sindical Firjan concentra esforços na defesa dos interesses das empresas associadas aos seus respectivos sindicatos patronais, principalmente por meio de serviços de assessoria econômica, tecnológica, jurídica, ambiental e em investimentos e negócios internacionais.

Outra forma de contribuir com os associados é proporcionar capacitação profissional e disponibilizar informações exclusivas para fins de competitividade e posicionamento das empresas no mercado fluminense e do Brasil.

Objetivos

Diante desse grande escopo, faz-se necessária a delimitação de metas específicas a se atingir com o Movimento.[36] Por exemplo:

  • Difundir a competitividade e a importância do associativismo;
  • Incentivar a troca de informações entre empresas, sindicatos e a Firjan (cultura de rede);
  • Apoiar associados na promoção de eventos, articulação, contatos e pleitos;
  • Ajudar sindicatos quanto a relações coletivas de trabalho, ou seja, Convenções coletivas (sindicatos) e Acordos coletivos (empresas);
  • Prestar serviços de assessoria quanto a acordos trabalhistas, alteração estatutária, criação de sindicatos e conflitos territoriais.

Benefícios

Todas as empresas que se filiam ao Movimento Sindical Firjan adquirem certas vantagens, que podem ser resumidas da seguinte forma:[37]

  • Ações institucionais empresariais (de mandados de segurança coletivos até fóruns setoriais);
  • Assessoria técnica;
  • Informação qualificada (não só a respeito de temas relevantes para o empreendimento, mas também sobre eventos, pesquisas, indicadores e outros);
  • Acesso a Firjan IEL, Firjan SENAI e Firjan SESI de forma mais prática (de capacitação profissional e empresarial a programas de saúde e segurança do trabalho);
  • Combo Qualidade de Vida para Associados Firjan,[38] que inclui:
  1. Empresa (descontos no PPRA/Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, no PCMSO/Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e em diversos outros serviços);
  2. Colaboradores (descontos em consultas médicas e odontológicas).

Para se tornar um associado do Movimento Sindical Firjan, a empresa precisa preencher um formulário com dados da empresa e de contato, além de realizar uma contribuição anual.[39]

Representações regionais

[nota 7]

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. A partir de julho de 2018, deixou de ser uma sigla — com todas as letras maiúsculas — e se tornou um nome próprio[1]
  2. Em todos os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro
  3. Ela marca "a origem da representação de classe do setor industrial no Brasil" e, na década de 1870, bancou a primeira Escola Industrial do Brasil (que cerca de um século mais tarde se tornaria o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI)
  4. A CNI coordena hoje 27 federações de indústria (dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal) e representa cerca de 1.300 sindicatos patronais. Com sede em Brasília e escritório em São Paulo, a Confederação “apresenta sugestões para a construção e o aperfeiçoamento de políticas e leis que fortaleçam o setor produtivo e modernizem o país”.
  5. Enquanto os Conselhos empresariais cuidam da estratégia de desenvolvimento do estado, os Fóruns empresariais trabalham para estimular o crescimento de alguns setores e agilizar procedimentos fiscais, legislativos e burocráticos, conforme informado [1]
  6. O tema dessas informações pode ser bem variado, tratando de prejuízos causados pela burocracia até o perfil da banda larga no país
  7. Interessados em saber mais sobre as notícias de cada região acima podem acessar os respectivos links na seção "Ligações Externas".

Referências

  1. «Firjan: nova marca para um novo marco». Firjan. 22 de julho de 2018. Consultado em 8 de dezembro de 2018 
  2. a b «FIRJAN: trabalhando para o desenvolvimento do Estado do Rio». Sistema FIRJAN. Consultado em 6 de fevereiro de 2014. Arquivado do original em 11 de fevereiro de 2014 
  3. a b c d e Coordenação de BELOCH I. e FAGUNDES L. R. (1997), Sistema FIRJAN: a história dos 170 anos da representação industrial no Rio de Janeiro, 1827-1997: Memória Brasil Projetos Culturais Ltda.
  4. a b Organização de HEILBRON J. e BARBOSA E. C. (2007), Sistema FIRJAN - 180 anos da indústria brasileira – de 1827 ao séc XXI: EMC Edições
  5. Portal da Indústria. «Conheça a CNI». Consultado em 14 de março de 2014 
  6. Coordenação de BELOCH I. e FAGUNDES L. R. (1997), Sistema FIRJAN: a história dos 170 anos da representação industrial no Rio de Janeiro, 1827-1997: Memória Brasil Projetos Culturais Ltda.
  7. Segs. «Especialistas defendem na FIRJAN leis trabalhistas mais flexíveis para gerar mais emprego». Consultado em 6 de junho de 2014 
  8. Jornal O Globo (10 de abril de 2008). «FIRJAN pede retomada das operações da alfândega». Consultado em 10 de junho de 2014 
  9. Portal de notícias G1 (23 de maio de 2014). «Projeto 'SESI na rua' oferece dicas de vida saudável em Três Rios, RJ». Consultado em 10 de junho de 2014 
  10. Portal de notícias G1 (30 de maio de 2014). «Padaria Escola forma padeiros e confeiteiros em Rio das Ostras, no RJ». Consultado em 10 de junho de 2014 
  11. Jornal O Globo (20 de agosto de 2010). «Evento gratuito terá aulas de como criar e fazer prosperar um novo negócio». Consultado em 10 de junho de 2014 
  12. Agenda 21 Itaboraí. «Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 11 de agosto de 2014 
  13. Instituto Carbono Brasil. «Políticas de meio ambiente em debate no Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014 
  14. Notícias de Nova Iguaçu. «Sistema FIRJAN orienta micro e pequenos empresários sobre gestão ambiental». Consultado em 6 de junho de 2014 
  15. Monitor Mercantil (19 de maio de 2014). «I Can participa de evento na Baixada». Consultado em 6 de junho de 2014 
  16. SIMMMERJ - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Metal Elétrico no Estado do Rio de Janeiro (03 de junho de 2013). «Governador Sérgio Cabral participa do Dia da Indústria no Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 11 de agosto de 2014 
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  21. Canal Futura. «FIRJAN e Futura: parceiros na promoção da cidadania e da educação». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014 
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  23. Sistema FIRJAN. «Unidades do SESI». Consultado em 10 de junho de 2014. Arquivado do original em 9 de agosto de 2014 
  24. G1 Economia (28 de maio de 2014). «Veja repercussão sobre decisão do Copom de manter a Selic». Consultado em 6 de junho de 2014 
  25. Portal Contábeis. «Estudo da FIRJAN avalia impacto da burocracia nas empresas». Consultado em 6 de fevereiro de 2014 
  26. Jornal Globonews (2013). «Estudo da FIRJAN traça perfil de banda larga no Brasil». Consultado em 6 de fevereiro de 2014 
  27. Monitor Mercantil (27 de maio de 2014). «A ampliação do prazo é uma vitória do Sistema FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014 
  28. Sicav - Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual. «Presidente do Sistema FIRJAN vai à Brasília pedir apoio do governo para pleitos da indústria». Consultado em 6 de junho de 2014. Arquivado do original em 20 de julho de 2014 
  29. Último Instante, por Ivonete Dainese (19 de maio de 2014). «Funcionamento 24h de portos e aeroportos já dá resultados, diz FIRJAN». Consultado em 6 de junho de 2014 
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Ligações externas