Educação para a paz

Passeio de alunos do Ensino médio ao Memorial da Paz de Hiroshima

Educação para a paz é um dos ramos dos estudos para a paz que tem por objetivo promover, no ambiente educacional, conhecimentos e habilidades que envolvam a solução pacífica de conflitos e a promoção de condutas que facilitem a paz positiva.[carece de fontes?] Apesar da abordagem educacional, possui como foco a mudança de comportamentos, pelo que recebe influência da psicologia.[1] Os educadores são orientados a buscar o diálogo e a compreensão em sala de aula, aplacando os efeitos da competitividade típica do sistema capitalista.[carece de fontes?]

Apesar de se basear na declaração universal dos Direitos Humanos, a educação para a paz é estruturada em cada contexto local a depender das concepções de paz de cada região. Como exemplos, temos:

No ano 2000, milhões de pessoas ao redor do mundo assinaram o Manifesto 2000, que trata, em frases curtas, de princípios para a promoção da paz:

“Manifesto 2000”

  • Respeitar a vida
  • Rejeitar a violência
  • Ser generoso
  • Ouvir para compreender
  • Preservar o planeta
  • Redescobrir a solidariedade”[3]

Em 2016, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração Sobre o Direito dos Povos à Paz, onde estabelece, em seu artigo quarto, o compromisso dos países em promover a cultura de paz.[4][5]

Apesar do crescente interesse, a educação para a paz ainda enfrenta o problema da falta de mecanismos de avaliação periódica dos programas.[2]

Ver também

Referências

  1. «Educação para a paz | INEE». inee.org. Consultado em 11 de março de 2024 
  2. a b Columa, Elizabeth dos Santos (dezembro de 2007). «Como educar para a paz». Psicologia Escolar e Educacional: 431–433. ISSN 2175-3539. doi:10.1590/S1413-85572007000200023. Consultado em 11 de março de 2024 
  3. «Manifesto 2000 UNESCO (Cultura da paz)». Ecoativos. 4 de agosto de 2019. Consultado em 11 de março de 2024 
  4. «Educar para a paz». livingpeaceinternational.org. Consultado em 11 de março de 2024 
  5. «Declaração sobre o Direito dos Povos à Paz». www.unicef.org. Consultado em 11 de março de 2024