Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda

Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda

Barrensis de Pirai-Voltaredondensis
Localização
PaísBrasil
Arquidiocese metropolitanaArquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
Estatísticas
População761 mil
Área4768 km²
Informação
RitoRomano
Estabelecida4 de dezembro de 1922 (103 anos)
CatedralCatedral de Santana (Barra do Piraí)
Padroeiro(a)Santa Ana
Liderança
BispoLuiz Henrique da Silva Brito
Vigário-geralAlércio de Carvalho
Bispo eméritoJoão Maria Messi, O.S.M.
Francisco Biasin
Jurisdiçãodiocese
Sítio oficial
www.diocesevr.com.br
dados em catholic-hierarchy.org

A Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda (Dioecesis Barrensis de Pirai-Voltaredondensis) é uma divisão territorial da Igreja Católica Apostólica Romana no estado do Rio de Janeiro.

Histórico

Em 26 de janeiro de 1965 foi aprovado por um Concílio Consistorial reunido na cidade de Roma o pedido feito pelo então bispo, Dom Agnelo Rossi, no ano de 1959, acerca da Extensão da então Sé para a cidade de Volta Redonda. A partir deste momento, a cidade de Barra do Piraí e a cidade de Volta Redonda passam a ser a Sé da Diocese. Daí deriva o nome de Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda. No dia 8 de abril de 1965, Dom Altivo Pacheco Ribeiro transfere a parte administrativa da Diocese para a cidade de Volta Redonda e a partir deste momento, de acordo com a Bula Consistorial de 26 de janeiro de 1965, o Bispo Diocesano deverá residir 6 meses no Bispado na Sé de Barra do Piraí e 6 meses no Bispado na Sé de Volta Redonda. Também, a Igreja de Santa Ana, em Barra do Piraí é reconfirmada como Catedral Diocesana, e a Igreja Nossa Senhora das Graças,no Jardim Paraíba, em Volta Redonda, é confirmada como Cocatedral Diocesana provisória (até a construção da nova Cocatedral, na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda). Em 1978, no terreno destinado pela Companhia Siderúrgica Nacional para a construção da Cocatedral Diocesana, o Bispo Dom Waldyr Calheiros de Novais instala a Cúria Diocesana de Barra do Piraí-Volta Redonda.

Criação da Diocese de Barra do Pirai

A Diocese de Barra do Piraí foi criada em 4 de dezembro de 1922 a partir da Bula Pontifícia Ad Supremum Apostolicae Sedis, do Papa Pio XI. Seu vasto território foi desmembrado da Diocese de Niterói. Com a ereção da Diocese, no dia 23 de julho de 1923, a Matriz de Sant`Ana, em Barra do Piraí é elevada a categoria de Catedral Diocesana. Com a instalação da Diocese é nomeado seu Administrador Apostólico Monsenhor José Maria Parreira Lara, sucedido em maio de 1925 por Monsenhor Alfredo da Silva Bastos. Esses dois dedicados administradores apostólicos lançaram as bases da nova diocese. Nesta época da instalação da nova Diocese, no Sul-fluminense, os municípios (nomes atuais) que faziam parte do território da Diocese eram: Barra do Piraí onde ficava a , Piraí, Mendes (antigo território de Barra do Piraí), Engenheiro Paulo de Frontin, Volta Redonda (antigo território de Barra Mansa), Pinheiral (antigo território de Piraí), Barra Mansa, Quatis (antigo território de Barra Mansa), Rio Claro, São João Marcos (município extinto), Porto Real (antigo território de Resende), Resende, Itatiaia (antigo território de Resende), Valença, Rio das Flores (antigo território de Valença), Vassouras, Miguel Pereira (antigo território de Vassouras), Paty do Alferes (antigo território de Vassouras), Paraíba do Sul, Três Rios, Comendador Levy Gasparian (antigo território de Três Rios), Sapucaia, Paracambi (antigo território de Vassouras e Itaguaí), Japeri (antigo território de Nova Iguaçu), Queimados (antigo território do município de Nova Iguaçu), Nova Iguaçu, Nilópolis (antigo território do município de Nova Iguaçu), Belford Roxo (antigo território do município de Nova Iguaçu), São João de Meriti (antigo território de Nova Iguaçu), Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica (antigo território de Itaguaí), Angra dos Reis e Parati. Nada menos que uma Diocese com seus 17 imensos municípios.

Bula da Criação das Dioceses de Barra do Piraí e Campos dos Goytacazes (traduzida do latim para o português)

" (...) ATOS DE PIO PP. XI CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA NICTHERÓYENSIS DA EREÇÃO DAS DIOCESES DE BARRA DO PIRAÍ E DE CAMPOS

PIO, BISPO SERVO DOS SERVOS DE DEUS PARA PERPÉTUA MEMÓRIA

Elevados, pela disposição da divina clemência, ao supremo trono da Sé Apostólica, entre as muitas e gravíssimas preocupações que de toda parte nos pressionam, julgamos dever acolher com especial afeto pastoral aquelas que se reconhecem mais conducentes no Senhor ao cuidado das almas dos fiéis cristãos.

Para que se pudesse prover ao bem espiritual de seus fiéis, o venerável irmão Agostinho Francisco Bennassi, atual Bispo de Niterói, julgou necessário dividir a sua diocese em três partes e aí erigir duas novas dioceses, e humildemente nos pediu isso. Tendo-se juntado às suas súplicas o voto favorável do venerável irmão Núncio Apostólico e do Cardeal Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, Metropolita desta Igreja de Niterói, acolhemos benignamente tais pedidos e, ouvido também o parecer dos veneráveis irmãos Cardeais da Sagrada Congregação Consistorial, decidimos proceder às desejadas divisões e ereções.

Por isso, suprido, na medida do necessário, o consentimento daqueles a quem interesse ou presumam ter interesse, usando da plenitude do poder apostólico e também da faculdade reservada a esta Sé Apostólica pelas Letras Apostólicas Ad universas orbis Ecclesias, datadas de vinte e sete de abril do ano do Senhor de mil oitocentos e noventa e dois, separamos da diocese de Niterói as seguintes paróquias, a saber:

Barra do Piraí, Iguaçu, Nova Iguaçu, Pavuna, Marapicu, Itaguaí, Ribeirão de Lages, Bananal, Mangaratiba, Itacuruçá, Jacareí, Água dos Reis, Ilha Grande, Ribeira, Jacuecanga, Mambucaba, Paraty, Paraty-Mirim, São João Marcos, Rio Claro, Passa Três, Santo Antônio de Capivari, Rezende, Santa Ana dos Tocos, Campo Belo, São Vicente Ferrer, Vargem Grande, Barra Mansa, Espírito Santo de Barra Mansa, Guaçuí, São Joaquim, Amparo, Santa Ana do Piraí, Arrozal, Dores do Piraí, São José do Turvo, Valença, Santa Teresa de Valença, Conservatória, Ipiabas, São Isabel, Vassouras, Paty do Alferes, Tinguá, Mendes, Ferreiros, Paraíba do Sul, Encruzilhada, Desengano, Aparecida e Sapucaia.

Dentro dos limites dessas paróquias erigimos a diocese que será chamada Barra de Piraí, e constituímos a sua sede e cátedra episcopal na cidade de Barra do Piraí, da qual a diocese toma o nome, e elevamos a igreja matriz de Santa Ana à dignidade de catedral.

Do mesmo modo, erigimos a igreja catedral, chamada Camposina, na cidade de Campos, principal da diocese, dentro dos limites das seguintes paróquias, chamadas: São Salvador de Campos, Nossa Senhora do Terço de Campos, Magdalena, São Sebastião do Alto, São Francisco de Paula, Macaé, Barreto, Neves, Guissamã, Carapebus, Conceição de Macabu, Barra de São João, São Sebastião de Campos, São Gonçalo de Campos, Guarulhos, Dores de Macabu, Santa Rita, São Benedito, Morro do Coco, São Fidélis, Ponte Nova, São Francisco da Barra, São João da Barra, Pádua, Monte Verde, Bom Jesus de Itabapoana, Laje de Muriaé, Natividade de Carangola e Miracema.

Essas paróquias também separamos da diocese de Niterói e constituímos a sede e cátedra desta nova Igreja na cidade de Campos, elevando a igreja matriz do Santíssimo Salvador à dignidade de catedral.

Assim, os limites de cada diocese serão os mesmos limites das paróquias pelas quais foram constituídas.

Além disso, concedemos a estas novas igrejas catedrais e a seus respectivos bispos, para o tempo presente e futuro, as honras, insígnias, favores, direitos e privilégios de que gozam e usufruem, por direito comum ou legítimo costume, as outras igrejas catedrais e seus prelados na América Latina.

Constituímos essas igrejas catedrais como sufragâneas da Igreja Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro e submetemos seus respectivos bispos ao direito metropolitano do mesmo Arcebispo de São Sebastião, reservando, contudo, à Sé Apostólica a faculdade de decidir livremente uma nova reorganização dessas dioceses, sempre que isso parecer oportuno no Senhor.

Como, porém, as circunstâncias do tempo impedem que em cada catedral se institua presentemente um Capítulo de Cônegos, ordenamos que, em lugar dos cônegos, sejam escolhidos Consultores Diocesanos, segundo o cânon 423 e seguintes do novo Código de Direito Canônico.

Ordenamos ainda que, o mais breve possível, seja erigido ao menos um pequeno Seminário Diocesano em cada diocese, segundo as disposições do mesmo Código e as normas dadas pela Sagrada Congregação dos Seminários; e queremos que, às custas de cada diocese, dois jovens escolhidos — ou ao menos um por ora — sejam enviados continuamente ao Pontifício Colégio Pio Latino-Americano de Roma.

No que se refere à administração e governo dessas dioceses, à eleição do Vigário Capitular ou Administrador durante a vacância da sede, aos direitos e deveres do clero e dos fiéis, e a outras questões semelhantes, ordenamos que se observem as disposições dos sagrados cânones.

Quanto ao clero, determinamos que, logo que a ereção das dioceses tenha sido feita, os presbíteros sejam considerados automaticamente incardinados naquela Igreja em cujo território legitimamente se encontrem. Ao Ordinário de Niterói caberá entregar, o mais breve possível, todos os documentos e atos referentes às novas dioceses às respectivas Cúrias, para que sejam guardados em seus próprios arquivos.

A mesa episcopal será constituída pelas rendas da Cúria e pelas demais ofertas que costumam ser dadas pelos fiéis em favor das dioceses erigidas, além daquelas que já foram recolhidas para esse fim.

Determinamos que tudo o que por estas Letras foi por Nós decretado, com autoridade apostólica, não possa jamais ser infringido por ninguém, nem a isso se opor ou de qualquer modo contrariar. Se alguém, o que Deus não permita, ousar tentar fazê-lo, saiba que incorrerá nas penas estabelecidas pelos sagrados cânones contra os que se opõem ao exercício da jurisdição eclesiástica.

Para executar estas disposições, designamos o venerável irmão Henrique Gasparri, Arcebispo titular de Sebaste e Núncio Apostólico na República do Brasil, concedendo-lhe as faculdades necessárias e oportunas, inclusive a de subdelegar, para esse fim, qualquer homem constituído em dignidade eclesiástica, impondo-lhe o encargo de enviar à Sagrada Congregação Consistorial, o mais breve possível após a recepção destas Letras, um exemplar autêntico da execução realizada.

Determinamos, por fim, que estas presentes Letras tenham pleno valor, não obstante quaisquer disposições em contrário, mesmo aquelas que mereçam menção especial e expressa.

Dado em Roma, junto a São Pedro, no ano do Senhor de mil novecentos e vinte e dois, aos quatro dias do mês de dezembro, primeiro ano do Nosso Pontificado.

† C. Cardeal De Lai, Bispo de Sabina † Cardeal Caggiano, Secretário da Sagrada Congregação Consistorial, Chanceler da Santa Igreja Romana.

Júlio Campori, Protonotário Apostólico. Em lugar do selo de chumbo: Rafael Virili, Protonotário Apostólico.

Registrado no Registro da Chancelaria Apostólica, volume XXVII, nº 54. (...)"

Novas Dioceses

Diocese de Valença

No dia 27 de março de 1925, o Papa Pio XI, cria a Diocese de Valença com seus 09 municípios desmembrados da Diocese de Barra do Piraí, sendo nomeado seu Administrador Apostólico Monsenhor José Maria Parreira Lara, na época Administrador Apostólico da Diocese de Barra do Piraí.

Extensão da Sé para Volta Redonda

No ano de 1958, Dom Agnelo Rossi, faz o pedido da Extensão da Sé da Diocese para a cidade de Volta Redonda junto à Congregação dos Bispos, em Roma.

Diocese de Nova Iguaçu

No dia 26 de março de 1960, é criada a Diocese de Nova Iguaçu, pelo Papa João XXIII, desmembrada da Diocese de Barra do Piraí com seus 10 municípios.

Nesta nova configuração (a partir de 1960), a Diocese de Barra do Piraí passa a ter em seu território 10 municípios: Barra do Piraí , Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Volta Redonda, Barra Mansa, Rio Claro, Resende, Angra dos Reis e Parati.

Diocese de Itaguaí

No dia 14 de março de 1980 é criada pelo Papa João Paulo II, a Diocese de Itaguaí, desmembrada das Dioceses de Barra do Piraí-Volta Redonda e Nova Iguaçu, instalada com 5 municípios.

Processo de criação da Cossede de Volta Redonda

No período do bispado, de Dom Agnelo Rossi, iniciou-se ainda junto à direção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), gestões para extensão da sede episcopal para o município de Volta Redonda.

Este processo inicia-se logo na sua chegada à nova diocese, conforme sua descrição: “Desde nossa posse, ficamos sabendo de planos para uma extensão da sede episcopal para o município de Volta Redonda e, em nossa posse, o representante da Companhia Siderúrgica Nacional, nos assegurou que a CSN, tudo faria para que isto se concretizasse ”.

A Companhia Siderúrgica Nacional era a grande interessada no processo de extensão da sede episcopal. Segundo a empresa, “(...) a Igreja Católica não podia ignorar a importância de Volta Redonda e deveria manifestá-la de forma patente”.

O próprio bispo diocesano chegou a revelar, que na verdade, não cabia a ele o mérito da ideia do projeto de extensão da Sede Episcopal, mas sim ao general Edmundo de Macedo Soares e Silva, que na época, era presidente da Companhia Siderúrgica Nacional.

As negociações Igreja (Diocese) e a Companhia Siderúrgica Nacional evoluíram timidamente a partir da posse do novo bispo diocesano. Com o aval e a promessa explícita de apoio por parte da CSN, Dom Agnelo Rossi, inicia contatos com a Sagrada Congregação Consistorial, durante sua primeira visita à Roma, ocorrida em fevereiro de 1958.

O longo processo inicia-se oficialmente, quando Volta Redonda recebe a visita de Dom Armando Lombardi, Núncio Apostólico no Brasil, em junho de 1959. Segundo a diocese, esta visita, teve caráter privado, com o objetivo “(...) de conhecer de perto e in loco, problemas da diocese”.

A Companhia Siderúrgica Nacional, no entanto, não via a visita do Núncio Apostólico do Brasil, com a mesma discrição e o caráter reservado da diocese. A empresa noticia tal fato para toda comunidade voltaredondense, na primeira página do jornal ‘O Lingote’ (Jornal de propriedade da CSN), revelando o objetivo da visita de Dom Armando Lombardi, através da manchete: ‘VR – Sede de Cobispado’. Segundo a notícia veiculada, depois de conhecer as instalações da Companhia Siderúrgica Nacional e a cidade de Volta Redonda, “(...) a ilustre autoridade eclesiástica manifestou interêsse (sic), em elevar Volta Redonda, a sede do Cobispado, dada a inegável pujança do seu movimento religioso, decisão esta que certamente será acolhida com intenso júbilo pela população católica volta-redondense ”. A reportagem conclui dizendo que, inclusive, o Núncio Apostólico chegou a verificar um mapa da cidade de Volta Redonda, para escolher previamente o melhor local para a sede do Cobispado.

Na verdade, a visita do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Armando Lombardi, foi a culminância desse processo que se envolvia os interesses convergentes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Igreja diocesana.

Na prática, esta visita foi também a resposta de uma carta,enviada pelo bispo diocesano, Dom Agnelo Rossi, em 21 de março de 1959, onde este, expõe oficialmente ao Núncio Apostólico do Brasil, Dom Armando Lombardi, o desejo de estender a sede episcopal para o município de Volta Redonda:

(...)Parece-me Exmo. Sr., chegado o momento oportuno para apresentar oficialmente à Santa Sé (...)como também para aproveitar a coincidente boa vontade da atual diretoria da Companhia Siderúrgica Nacional, cujo mandato terminará dentro de três anos. (...) Como a CSN faz seus planos antecipados de aplicação de verbas (...) seria conveniente salvo melhor juízo, apressar o pedido junto à Santa Sé para que já em 1960 se pudesse atacar as obras da residência episcopal e da Cocatedral (sic), em terrenos centrais na cidade de Volta Redonda, cedidos pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) à Mitra Diocesana de Barra do Piraí”.

Nesta mesma carta endereçada ao Núncio Apostólico do Brasil, o bispo diocesano, Dom Agnelo Rossi expõe os motivos da requisitada extensão da Sede Episcopal para o município de Volta Redonda:

  1. A posição geográfica de Volta Redonda, já que com a criação da Diocese de Nova Iguaçu, a sede do bispado, em Barra do Piraí, ficaria situada num extremo da diocese, enquanto que em Volta Redonda, ficará localizada num ponto central, com melhores possibilidades de acesso e comunicação com todos os pontos da diocese.
  2. A importância econômica de Volta Redonda, sendo o maior centro siderúrgico do Brasil, merecendo maior atenção da Igreja. Além de que, segundo o bispo, quase todas as Igreja Matrizes, localizam-se na periferia da cidade.
  3. Volta Redonda apresenta-se com atualmente 85.000 habitantes (em 1959), com projeção de um vertiginoso crescimento populacional nos próximos anos – cerca de 200.000, segundo estimativas param os próximos 10 anos-, devido aos projetos de expansão da Companhia Siderúrgica Nacional. Barra Mansa, cidade contígua à Volta Redonda, possui cerca de 35.000 habitantes. As duas cidades possuem então, mais de metade da população da diocese.
  4. Barra do Piraí, atual sede do bispado, possuindo 25.000 habitantes, sem possibilidades de progresso econômico, vivendo na verdade, um ciclo de decadência econômica, não ficaria prejudicada, sendo dotada de benefício como um seminário diocesano, catedral e a residência episcopal.
  5. A Companhia Siderúrgica Nacional, por meio de sua atual diretoria, está, segundo o bispo, realmente empenhada em dotar Volta Redonda de todos requisitos para se tornar cossede do bispado.
  6. Este item expressa, na verdade, obrigações que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), teria que cumprir, incluindo a construção de uma cocatedral, a residência episcopal e a cúria diocesana.

O apoio do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Armando Lombardi, necessita agora, do cumprimento das promessas de apoio, por parte da Companhia Siderúrgica Nacional, que eram insistentemente reiteradas à Igreja Diocesana.

Numa carta, em 1 de agosto de 1959, dirigida ao general Edmundo Macedo Soares, o bispo diocesano, Dom Agnelo Rossi oficializa os pedidos de apoio: “Afim de que se possa concretizar a aspiração da atual diretoria da CSN, de que também Volta Redonda seja sede do Bispado, em vantagens incalculáveis de ordem social, educacional, moral e religiosa para a Cidade do Aço (...) venho, na qualidade de Bispo Diocesano, solicitar da Exma. Diretoria da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), as seguintes medidas:

  1. Que seja ordenada a transferência, por escritura de doação à Mitra Diocesana de Barra do Piraí, (...) dos terrenos escolhidos (...)junto à Praça Brasil.
  2. Tendo exposto meus planos ao Engenheiro Fest, arquiteto da CSN, para que elaborasse o primeiro projeto das construções necessárias ao Bispado em Volta Redonda (...)Peço, portanto, à Exma. Diretoria da CSN, autorize o desenvolvimento dos projeto definidos pelos orgãos competentes.
  3. A preferencia seria dada à construção da Residência Episcopal, ficando a Cocatedral (sic) para uma etapa posterior.

A partir das negociações bem sucedidas com a Companhia Siderúrgica Nacional, a empresa cumpre o que havia sido prometido: a construção do bispado foi concluída em 1963, com a CSN, destinando uma vultuosa quantia para o início das obras (cerca de Cr$ 10.000.0000). A doação foi feita pelos diretores da empresa em 09 de junho de 1960, sendo aprovada pela Assembleia Geral Extraordinária das Companhia Siderúrgica Nacional, em 29 de dezembro de 1960.

Os planos de Dom Agnelo Rossi, no entanto, acabam sendo atrasados por que o entendimentos com a Companhia Siderúrgica Nacional, sofreram algumas interrupções, devido a mudanças na diretoria da empresa. Com a saída de Dom Agnelo Rossi da diocese, em 1963, os planos de extensão da sede episcopal, passaram a ser negociados por Dom Altivo Pacheco Ribeiro, novo bispo nomeado para a diocese de Barra do Piraí.

O curto período de bispado de Dom Altivo Pacheco Ribeiro na diocese de Barra do Piraí (1963-1966) foi um período bastante difícil na vida igreja local, sendo marcado por sérios problemas. Nesta época, eram constantes os atritos entre o bispo e alguns padres diocesanos. Na evidência desses atritos, no seu bispado, aconteceu na diocese, uma campanha de padres contra o celibato sacerdotal, que resultou numa crise de vocações e no abandono e afastamento de vários padres do ministério sacerdotal na região.

No seu bispado, Dom Altivo Pacheco Ribeiro, manteve estreitas relações com a Companhia Siderúrgica Nacional, notabilizando-se também por retomar as negociações com a empresa, que concluíram o projeto de extensão da sede da diocese para a cidade de Volta Redonda.

O grande projeto de Dom Agnelo Rossi e da Companhia Siderúrgica Nacional, C.S.N, se realiza então: a residência episcopal se transfere para Volta Redonda e o bispo passa a residir no Palácio Episcopal, um prédio localizado na área nobre da cidade, no bairro Laranjal. Tanto o prédio como o terreno foram doados pela Companhia Siderúrgica Nacional, além do lote na área central da Vila Santa Cecília, destinado à futura Cocatedral e à Cúria Diocesana. A igreja diocesana na verdade se aproveita da aproximação com a empresa para estabelecer sua infra-estrutura.

Como a ‘Catedral de Aço’ ainda não estava construída, adotou-se como medida provisória a elevação da Igreja de Nª. Srª das Graças, no Bairro Jardim Paraíba, como Cocatedral da nova diocese.

A futura Cocatedral, de acordo com o projeto original deveria ser uma construída em estrutura de aço, símbolo da presença suntuosa da Igreja e da Companhia Siderúrgica Nacional, e da solidez que as unia :“(...) construção digna, sóbria e moderna, como convém a Cocatedral de Volta Redonda (...) uma Catedral de Aço”.

As cerimônias de instalação da Codiocese de Volta Redonda, foram realizadas no dia 09 de abril de 1965, data do 24º aniversário da Companhia Siderúrgica Nacional, por sugestão do próprio bispo Dom Altivo Pacheco Ribeiro, em homenagem à grande colaboradora e “(...) afim de que o ato se incorporasse ao calendário das datas mais queridas da família siderúrgica e marcasse a comunhão espiritual daqueles que forjam em Volta Redonda a grandeza do país”.

A instalação da codiocese ocorreu num clima de grande festividade em Volta Redonda. A diocese encaminhou convites a várias autoridades de expressão eclesiásticas, civis e militares. Destacou-se a presença do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Sebastião Baggio, Dom José Gonçalves, secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, Dom Jaime Câmara, Cardeal Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, acompanhado de alguns bispos auxiliares, estando entre eles, a figura discreta de Dom Waldyr Calheiros de Novais, que no ano seguinte assumiria o pastoreio da diocese, como seu 5º Bispo Diocesano.

O clima de entusiasmo era geral, principalmente porque naquele dia, além da sagração da Igreja de Nª. Srª da Graças como Cocatedral Diocesana (provisória) e da extensão da sede episcopal para Volta Redonda, se realizava a cerimônia de lançamento da pedra fundamental daquela que seria a Catedral de Aço.

A extensão da sede episcopal para Volta Redonda, no entanto, gerou reações de insatisfação em Barra do Piraí, antiga sede episcopal (que se sentiu prejudicada), que acabou culminando mais tarde, em 1985, com um processo que reivindicou o desmembramento de Barra do Piraí da Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda. O processo liderado pela Câmara de Vereadores de Barra do Piraí e enviado ao Vaticano, propunha a organização de uma nova diocese, ou melhor “(...) restaurar a antiga Diocese de Barra do Piraí, compreendendo os municípios de Barra do Piraí, Mendes, Paulo de Frontin, Piraí e Rio Claro”. Os argumentos dos diocesanos de Barra do Piraí porém, não obtiveram êxito, e a cidade continuou ligada à Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda.

Decreto Consistorial da Criação da Co-Diocese de Volta Redonda e da Co-Catedral

" (...) Barra do Piraí

DECRETO Sobre a ereção de uma concatedral e a mudança de nome

Considerando que a cidade denominada Volta Redonda, da diocese de Barra do Piraí, nos últimos tempos recebeu felizes incrementos e floresceu tanto no número de fiéis cristãos quanto na atividade industrial de seus habitantes ligada à fabricação do ferro e do aço, e considerando ainda que a referida cidade se encontra excessivamente distante da igreja catedral, o Excelentíssimo Senhor Altivo Pacheco Ribeiro, Bispo de Barra do Piraí, a fim de prover mais adequadamente ao bem das almas, sobretudo dos operários, solicitou insistentemente à Sé Apostólica que o templo paroquial existente na mencionada cidade, dedicado a Deus em honra da Bem-aventurada Virgem Maria, vulgarmente chamada “Nossa Senhora das Graças”, fosse elevado à dignidade de igreja concatedral, e que a diocese de Barra do Piraí, conservado o nome anterior, fosse também acrescida do novo nome de Volta Redonda.

Além disso, esta Sagrada Congregação Consistorial, tendo em conta o voto favorável do Excelentíssimo Senhor Sebastião Baggio, Arcebispo titular de Éfeso e Núncio Apostólico no Brasil, em virtude das faculdades especiais que lhe foram concedidas pelo Santíssimo Senhor Nosso Paulo VI, pela Divina Providência Papa, julgou dever atender favoravelmente às súplicas apresentadas.

Por isso, suprido, na medida do necessário, o consentimento daqueles que tenham ou presumam ter interesse, por meio do presente Decreto Consistorial, que terá o mesmo valor como se fossem dadas Letras Apostólicas sob selo de chumbo, eleva o mencionado templo de “Nossa Senhora das Graças” à dignidade e grau de igreja concatedral, de modo que, doravante, nele possa e deva ser erigida a cátedra episcopal, impondo-se ao Bispo a obrigação de ali residir durante metade do ano.

Estabelece ainda que o nome da mesma diocese — atendendo ao uso comum — passe doravante a ser Barra do Piraí-Volta Redonda.

Introduzidas essas modificações, concede finalmente que a diocese de Barra do Piraí e o seu Bispo, pro tempore, possam e devam ser chamados no futuro de Barra do Piraí-Volta Redonda.

Para a execução de tudo isso, esta Sagrada Congregação designa o referido Excelentíssimo Senhor Sebastião Baggio, concedendo-lhe as faculdades necessárias e oportunas, inclusive a de subdelegar, para esse fim, qualquer homem constituído em dignidade eclesiástica, impondo-lhe o encargo de remeter à mesma Sagrada Congregação, o mais breve possível, um exemplar autêntico do ato de execução realizado.

Não obstante quaisquer disposições em contrário.

Dado em Roma, na sede da Sagrada Congregação Consistorial, aos 26 dias do mês de janeiro do ano de 1965.

CARLOS Cardeal CONPALONIERI, Secretário (L. S.)

† Francisco Carpino, Arcebispo titular de Sérdica, Assessor

Registrado na Acta Apostolicae Sedis, Volume 59, páginas 873/874 (...)"

Organização

Atualmente, a Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda é composta por 12 municípios: Barra do Piraí, Volta Redonda, Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Pinheiral, Barra Mansa, Quatis, Rio Claro, Porto Real, Resende e Itatiaia.

A diocese é subdividida em quatro Vicariatos:

- Vicariato de Barra do Piraí: Barra do Piraí, Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin;

- Vicariato de Volta Redonda: Volta Redonda e Pinheiral;

- Vicariato de Barra Mansa: Barra Mansa, Quatis e Rio Claro;

- Vicariato de Resende: Resende, Porto Real e Itatiaia.

Vigários Episcopais:

Vicariato de Barra do Piraí - Pe. Carlos Alberto Gomes da Silva Júnior

Vicariato de Volta Redonda - Pe. Alex de Carvalho Ferreira Soares

Vicariato de Barra Mansa - Pe. Flávio Luís Alves

Vicariato de Resende - Pe. José Antônio Perry

Vicariato para a Promoção da Dignidade Humana e Ambiental - Pe. Juarez Carvalho Sampaio

Bispos residentes

- Dom Luiz Henrique Da Silva Brito - Bispo Diocesano

- Dom Francisco Biasin (Bispo Emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda);

- Dom Frei João Maria Messi, OSM (Bispo Emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda).

Paróquias e padres

Vicariato de Barra do Piraí:[1]

. Paróquia Catedral de Santana (Barra do Piraí): Pe. Paulo Sérgio de Almeida (Pároco) e Pe. José Luiz (Vigário Paroquial);

. Paróquia São Benedito (Barra do Piraí): Pe. Carlos Alberto Gomes da Silva Júnior (Pároco) e Pe. Inácio Sérgio Siqueira de Lima (Vigário Paroquial);

. Paróquia Santa Teresinha (Barra do Piraí): Pe.Iago de Almeida Jesus (Pároco);

. Paróquia Nossa Senhora das Dores (Dorândia/BP): Pe. Miguel Francisco da Silva (Pároco);

. Paróquia Santa Teresinha (Santanésia): Pe. Alan Maia de França Victor, OFM (Pároco);

- Paróquia Santana (Piraí): Pe. Antônio Carlos de Aguiar Moura (Pároco);

- Paróquia Santa Cruz (Mendes): Pe. Paulo Sérgio Nogueira (Pároco);

- Paróquia São João Batista (Engenheiro Paulo de Frontin): Pe. Alexandre Barbosa (Pároco);

- Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Distritos de Sacra Família e Morro Azul em Paulo de Frontin): Pe. Alexandre Barbosa (Pároco);

Vicariato de Barra Mansa:[2]

- Paróquia Matriz de São Sebastião (Barra Mansa): Congregação do Verbo Divino (SVD);

- Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Barra Mansa): Pe. Flávio Luís Alves (Pároco) e Pe. José Vidal (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santo Antônio (Barra Mansa): Pe. Deivi Santana de Oliveira (Pároco) e Pe. Rafael Ferreira (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santa Cruz (Barra Mansa): Pe. José Arimatéia de Souza (Pároco) e Pe. Alisson Rodrigues de Moura (Vigário Paroquial);

- Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Rio Claro): Pe. Alexandre da Silva Melo (Pároco);

- Paróquia Santo Antônio (Distrito de Lídice em Rio Claro): Pe. Mauricio Carvalho de Oliveira (Pároco);

- Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Quatis): Pe. Clésio Alves Vieira (Pároco);


Vicariato de Resende:[3]

- Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Resende): Pe. José Antônio Perry (Pároco) e Pe. Antônio Alves de Melo (Vigário Paroquial);

- Paróquia São Sebastião (Resende): Pe. Raju Karingozhakal Jospeh (Jacó) (Administrador Paroquial);

- 'Área Pastoral Penedo-Serra de Mauá: Pe. Marcelo Augusto Monteiro Fachina (Administrador Paroquial);

- Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Resende): Pe. Matias Ramos Moreira da Costa (Pároco) e Pe. João Pedro da Silva (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santa Cecília (Resende): Congregação do Cristo Ressuscitado;

- Paróquia Sagrada Família (Resende): Pe. Luis Cláudio Moreira (Pároco) e Dom Francisco Biasin (Cooperador)

- Paróquia Nossa Senhora das Dores (Porto Real): Pe. Samuel Moreira Camargo (Pároco);

- Paróquia São José (Itatiaia): Congregação do Cristo Ressuscitado;

- Paróquia Cristo Ressuscitado (Itatiaia e Eng. Passos - Resende): Pe. Sérgio Brandão Criado (Pároco);

- Santuário Coração Eucarístico de Jesus (Floriano): Pe. Ronaldo da Costa Santos (Reitor).

Vicariato de Volta Redonda:[4]

- Paróquia São João Batista (Distrito de Arrozal - Piraí/RJ): Pe. Jorge Luiz Alves Palmeira (Pároco);

- Paróquia Cocatedral Nossa Senhora da Conceição (Volta Redonda): Pe. Alex de Carvalho Ferreira Soares (Pároco), Pe. Márcio Luiz M. Moraes (Vigário Paroquial);

- Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Pinheiral): Pe. Alcides Alves da Silva (Pároco) e Pe. Silvio Rafael Juliano (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santa Cecília (Volta Redonda): Monsenhor Alércio Aparecido de Carvalho (Pároco e Vigário Geral) e Pe. Diego Oliveira (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santo Agostinho (Volta Redonda): Pe. Raphael Guimarães Duque (Pároco);

- Paróquia Santo Antônio (Volta Redonda): Pe. Juarez Carvalho Sampaio (Pároco) e Pe. Jorge Rodrigues Pereira (Vigário Paroquial);

- Paróquia São Luiz Gonzaga (Volta Redonda): Pe. Nilson José dos Santos (Pároco); Pe. Ozanan Vicente Carrara, SVD (Vigário Paroquial)

- Paróquia São Paulo Apóstolo (Volta Redonda): Pe. Márcio Correia Mendes (Pároco) e Pe. Tom Tomas Anchukandon (cooperador);

- Paróquia São Sebastião (Volta Redonda): Pe. Carlos Henrique Ferreira Rocha (Pároco), Pe. Edimar Alves Gomes (Vigário Paroquial);

- Paróquia Senhor Bom Jesus (Volta Redonda): Pe. Daniel Cezar de Faria (Pároco) e Pe. Mayron José Alexandre Pereira (Vigário Paroquial);

- Paróquia N. Sra. de Lourdes e São Jorge (Volta Redonda): Pe. Lucas Krauss Pinto (Pároco);

- Santuário Mariano de N. Sra. das Graças (Volta Redonda): Pe. Gaspar Samuel Coimbra Pelegrini (Reitor) e Pe. Carlos Antônio Xavier (Cooperador);

Padres Diocesanos fora da Diocese:

- EUA: Pe. Leandro Nunes Teixeira;

- Seminário Maior Diocesano N. Sra. da Providência e Santo Oscar Romero (Petrópolis): Pe. Mayron (Reitor do Seminário);

- Arquidiocese de Atlanta (missão junto a brasileiros): Pe. Vanderley Alves de Oliveira;

- Diocese de Jardim/Mato Grosso do Sul (missão): Pe. Tiago Signorini de Miranda;

- Diocese de São Gabriel da Cachoeira/Amazonas (missão): Pe. Gildo Nogueira Gomes;

Diáconos provisórios[5]

- Diego de Paula Medeiros;

- Evair Fabiano de Alcântara;

- Jhone Cezario de Pena;

Diáconos permanentes[6]

- Adalberto Carlos Fontes;

- Antônio Magno de Sousa;

- Carlos Henrique Côrrea Baptista;

- Carlos Roberto da Silva;

- Clementino Araújo Silva;

- Eduardo da Silva Lima;

- José Márcio Gonçalves Lopes;

- José Maria Ferreira;

- José Mauro de Almeida;

- José Roberto Araújo;

- José Wellington Magalhães de Castro;

- Lázaro Corrêa de Mattos;

- Luiz Antônio de Motta Carvalho;

- Márcio Antunes Fernandes;

- Norberto Antoniol;

- Renato;

- Ronaldo de Azevedo Lima;

- Sinésio Felicio;

- Valdir Matias Claudins Pedrosa.

Bispos[7]

Nome Período Notas
Bispos
Luiz Henrique da Silva Brito 2019-atual
Francisco Biasin 2011-2019 Bispo Emérito
João Maria Messi, O.S.M. 2000-2011 Bispo Emérito
Waldyr Calheiros de Novais 1966-1999
Altivo Pacheco Ribeiro 1963-1966 Nomeado Bispo de Araçuaí
Agnelo Rossi 1956-1962 Nomeado Arcebispo de Ribeirão Preto
José André Coimbra 1938-1955 Nomeado Bispo de Patos de Minas
Guilherme Müller 1926-1935
Bispo-auxiliar
Vital João Geraldo Wilderink, O.Carm. 1978-1980 Nomeado Bispo de Itaguaí

Referências

  1. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 
  2. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 
  3. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 
  4. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 
  5. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 
  6. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 
  7. «Diocese VR». Diocese VR. Consultado em 3 de maio de 2024 

Ligações externas