Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal do Brasil
Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal do Brasil | |
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| 57.ª Legislatura (2023-2026) | |
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| Tipo | |
| Tipo | |
| História | |
| Fundação | 1935 (91 anos) |
| Liderança | |
Presidente | |
| Estrutura | |
| Assentos | 27 senadores titulares 27 senadores suplentes |
Bloco Parlamentar Democracia | 8 / 27 |
Bloco Parlamentar da Resistência Democrática | 6 / 27 |
Bloco Parlamentar Vanguarda | 5 / 27 |
Bloco Parlamentar Pelo Brasil | 4 / 27 |
Bloco Parlamentar Aliança | 4 / 27 |
| Local de reunião | |
| Ala Alexandre Costa - Sala 19, Senado Federal do Brasil | |
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) é uma atividade legislativa do Senado Federal do Brasil, atualmente presidida pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).[1]. A comissão é formada por 27 senadores e 27 suplentes.[2]
As matérias que passam pela comissão, dentre as atividades, podem alterar ou revogar leis, após terem sido discutidas também em outras comissões.[3]
Em 8 de março de 2016, a CAE elegeu a senadora Gleisi Hoffmann para presidir colegiado ao lugar do então senador Delcídio do Amaral.[4] Em março do ano seguinte, o senador Tasso Jereissati assumiu a presidência da comissão.[1]
Em 2016 o CAE aprovou limites de juros em cartão de crédito, equivalente ao dobro do Certificado de Depósito Interbancário (CDI),[5] redução dos salários dos parlamentares,[6] adequação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) à Defensoria pública,[7] entre outras matérias. O projeto de redução de salários dos parlamentares será votado pelo plenário do Senado.[6]
Composição da CAE
A Comissão de Assuntos Econômicos atualmente é composta pela seguinte formação;[8]
Subcomissões
CAESM - Subcomissão Permanente Municipalista (2025)
A Subcomissão Permanente Municipalista é uma atividade que será vinculada à CAE com a finalidade de opinar sobre questões municipalistas, tais como desenvolvimento econômico social, políticas de financiamento das ações de competência municipal, inclusive mediante transferências constitucionais, endividamento público, política tributária, viabilidade econômica e fiscal para criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios; cooperação técnica e financeira com a União, políticas de geração de emprego e renda; e políticas de ordenamento territorial.[9]
A proposta de implementação da CAESM se deu através de um requerimento do senador Eduardo Gomes (PL-TO), suplente do Bloco Parlamentar Vanguarda, protocolado em 11 de setembro de 2023.[10][11]
Notas
- ↑ Eleita pelo PSD
Ver também
Referências
- ↑ a b Eduardo Campos (14 de março de 2017). «Jereissati assume CAE do Senado e criará comissão para spread bancário». Valor Econômico. Consultado em 14 de março de 2017
- ↑ «Comissão de Assuntos Econômicos». Senado. Consultado em 11 de dezembro de 2016
- ↑ «Matérias encontradas». Senado. Consultado em 11 de dezembro de 2016
- ↑ «Gleisi substitui Delcídio na presidência da CAE do Senado». Terra. 8 de março de 2016. Consultado em 11 de dezembro de 2016
- ↑ «Comissão do Senado aprova projeto que limita juro do cartão de crédito». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 11 de dezembro de 2016
- ↑ a b «CAE do Senado aprova redução de salário para parlamentares». Uol. 29 de outubro de 2016. Consultado em 11 de dezembro de 2016
- ↑ «CAE aprova adequação da LRF à autonomia da Defensoria Pública». Jusbrasil. Consultado em 11 de dezembro de 2016
- ↑ «Composição da CAE - Atividade Legislativa - Senado Federal». legis.senado.leg.br. Consultado em 29 de maio de 2025
- ↑ «CAESM - Subcomissão Permanente Municipalista - Atividade Legislativa - Senado Federal». legis.senado.leg.br. Consultado em 29 de maio de 2025
- ↑ «REQUERIMENTO Nº DE - CAE». Senado Federal do Brasil. Senado Federal do Brasil. 11 de setembro de 2023. Consultado em 29 de maio de 2025
- ↑ «REQ 160/2023 - CAE - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 29 de maio de 2025

