Código Penal (grupo)

Código Penal
OrigemPlanaltina, Distrito Federal
PaísBrasil
Gênero(s)Rap, hip hop
Período em atividade1990-presente
Gravadora(s)Discovery / Quilombo DF / Malloca DF atual
Afiliação(ões)DJ Raffa
Paula Gabi
Cirurgia Moral
IntegrantesNêgo thales
Ney malloca
Gambel
Ex-integrantesOsmair
Tyson e Dj dourado

Código Penal é um grupo brasileiro de rap e hip hop formado em Planaltina, no Distrito Federal.[1] O grupo iniciou em 1990 e é atualmente composto por NEGO THALLES (vocalista, compositor e produtor), NEY MALLOCA (vocalista, backing vocal, compositor e produtor) e GAMBELL (vocalista), ex-integrantes de grupos de rua.

História

O Código Penal foi formado em 1990 por DJ Dourado, Nego Thales, Osmair e Tyson, que eram integrantes de gangues de rua, em Planaltina.[2] A partir de então, o grupo começou a fazer apresentação em bailes e eventos locais do estado. Em 1992, o grupo procurou DJ Leandronik para ser o produtor musical, fazendo com que o Código Penal participasse pela primeira vez de um disco - DJ Leandronik do Gueto - com as faixas "Preste Atenção" e "A Procura de um Caminho"..[3]

Poucos anos depois, Tyson saiu do grupo, reduzindo o número de integrantes a três. O Código Penal recebeu propostas de diversas gravadoras independentes, até que assinou contrato com a Discovery.[2] Em 1996, o primeiro álbum de estúdio foi lançado, intitulado Vivemos como o Diabo Gosta e Ninguém se Liga, também distribuído em LP.[2] Acompanhado do CD, veio o primeiro single, a música "Mente Criminal", gravada também nas versões "a capella", "remix" e "instrumental".[3] Após adquirir maior notoriedade em todo o país, em 2000 veio o segundo trabalho, Extrema-Unção (É Isso que Você Quer). Contou com a produção de DJ Raffa e participação da cantora Paula Gabi no mesmo lançamento ingressaram Ney malloca e Gambell.

Em 2003, foi lançado o terceiro álbum do grupo, chamado Aí Bandido, com destaque para as faixas "Olho por Olho" e "Sou da Maloca".[4] No ano seguinte, o Código Penal criou a gravadora independente Quilombo DF, mas que ainda não lançou nenhum trabalho,[5] exceto o seu quarto disco de estúdio, chamado A Maloca, que contou com a participação de Cirurgia Moral, lançado em 2008.[2] Atualmente, está na produção de mais um álbum.

Discografia

  • Vivemos como o Diabo Gosta e Ninguém se Liga (1996)
  • Extrema-Unção (É Isso que Você Quer) (2000)
  • Aí Bandido (2003)
  • A Maloca (2008)

Referências

  1. Oliveira, Eliane Cristina Brito de (6 de setembro de 2017). «Do gangsta às minas : o rap do Distrito Federal e as masculinidades negras (1990 a 2015)». doi:10.26512/2017.04.D.24421. Consultado em 8 de janeiro de 2026 
  2. a b c d «Código Penal na área, véi! - Cultura Hip Hop». culturahiphop.uol.com.br. Consultado em 17 de Julho de 2010 [ligação inativa]
  3. a b «Código Penal - Yahoo! Música». yahoo.imusica.com.br. Consultado em 17 de Julho de 2010 
  4. «CD Aí Bandido - Submarino.com.br». www.submarino.com.br. Consultado em 17 de Julho de 2010 
  5. «codigo penal e TRIBO HIP HOP DF - Windows Live». kraniosmcs.spaces.live.com. Consultado em 17 de Julho de 2010 

Ligações externas