O CANTO DO GUERREIRO1
I.
Aqui na floresta
Dos ventos batida,
Façanhas de bravos
Não gerão escravos,
Que estimão a vida
Sem guerra e lidar.
— Ouvi-me, Guerreiros,
— Ouvi meo cantar.
II.
Valente na guerra
Quem ha como eu sou?
¿Quem vibra o tacápe2
Com mais valentia,