Autor:Machado de Assis

Machado de Assis Academia Brasileira de Letras
Joaquim Maria Machado de Assis
Machado de Assis
Nascimento Joaquim Maria Machado de Assis
21 de junho de 1839
Rio de Janeiro (Império do Brasil)
Morte 29 de setembro de 1908 (69 anos)
Rio de Janeiro
Ocupação escritor, linguista, poeta, jornalista, romancista, tradutor, dramaturgo, crítico literário, tipógrafo, escritor de ficção científica, escritor de não ficção
Movimento romantismo, realismo literário
Magnum opus Crisálidas, O Alienista, Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas
Assinatura

<Autor:A
Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro. Considerado o melhor escritor brasileiro, não pertencendo a nenhuma escola literária (diz-se que seu estilo é puramente machadiano), escreveu obras memoráveis, como Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e vários livros de contos, entre eles, Papéis avulsos, no qual se encontra uma das maiores obras-primas da literatura universal, o conto (ou novela) O Alienista, que discute a loucura. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras.

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Biografia

Contos

Livros de contos
Contos avulsos
 

Crítica literária

Crônicas

Poesia

Livros de poesias
Poesias avulsas

Romance

Teatro

Traduções

  • Baixar no formato ePub Baixar no formato PDF Baixar no formato mobi  Os Trabalhadores do Mar (projeto de transcrição) (de Victor Hugo), 1866
  • Baixar no formato ePub Baixar no formato PDF Baixar no formato mobi  O Corvo (de Edgar Allan Poe)
  • Dante, tradução do Canto XXV do Purgatorio de Dante Alighieri
  • Oliver Twist (tradução incompleta). Rio de Janeiro, RJ: Jornal da Tarde. 1870
  • Baixar no formato ePub Baixar no formato PDF Baixar no formato mobi  Queda que as mulheres têm para os tolos, Rio de Janeiro, RJ: Marmota. 1861. Tradução do francês, de original desconhecido.
  • Bagatela, Rio de Janeiro, RJ: Marmota, 1859. Tradução da versão francesa, "Bagatelle", por Alfred Delvau.
  • Como elas são todas. (segundo Galante de Sousa, trata-se da tradução do Francês, da comédia em 1 ato de Alfred de Musset)
  • Suplício de uma mulher, Rio de Janeiro, RJ: W. M. Jackson. 1937. Tradução do original francês, do drama de Émile de Girardin e Alexandre Dumas Filho.
  • Os descontentes, 1876
  • As bodas de Joaninha.[1]
  • O barbeiro de Sevilha. Tradução do Francês, de Le barbier de Seville.[1]
  • O anjo da meia noite, 1866[1]
  • Montjoye, comédia em 5 atos e 6 quadros por Octave Feuillet. 1864[1]
  • A família Benoiton; comédia em cinco atos de Victoriano Sardou. 1867[1]
  • Higiene para uso dos mestre-escolas pelo doutor Gallard, Rio de Janeiro, RJ: Tipografia Cinco de Março. 1873. Tradução de "Notions d'higyène à l'usage des instituteurs primaires. Quatre conférences faites à la Sorbonne en 1867 par le Dr. T. Gallard".

Sobre o autor

Ver também

  • Inéditos descobertos em junho de 2016
  • Cartas Inéditas publicadas pela Revista do Brasil em 1917.

Referências

Notas

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 Coutinho, em sua Bibliografia de Machado de Assis, dá essa tradução como perdida.


Este autor está em domínio público no Brasil porque faleceu em 1908 e, de acordo com o Código Civil de 1916, Art. 649; § 1º, "os herdeiros e sucessores do autor gozarão desse direito pelo tempo de sessenta anos, a contar do dia do seu falecimento."