WWE Network
WWE Network | |
|---|---|
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| País | Estados Unidos |
| Fundação | 24 de fevereiro de 2014 por WWE |
| Extinção | 1 de abril de 2026 |
| Proprietário | TKO Group Holdings |
| Cidade de origem | Stamford, Connecticut |
| Formato de vídeo | HDTV (1080i 16:9) |
| Cobertura | Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Hong Kong, Islândia, Índia, Irlanda, Itália, México, Oriente Médio, Nepal, Nova Zelândia, Norte de África, Noruega, Portugal, Singapura, Espanha e Suécia |
| Página oficial | www |
A WWE Network foi um serviço de streaming por assinatura over-the-top (OTT) e uma rede de televisão digital, pertencente à promoção americana de luta livre profissional WWE, uma divisão da TKO Group Holdings.[1] O serviço transmitia principalmente o acervo da empresa, incluindo programas de televisão antigos, pay-per-views e eventos ao vivo da WWE, bem como de outras companhias adquiridas pela WWE (como a World Championship Wrestling). Também oferecia programação original, incluindo documentários e programas dentro do ringue, além da transmissão dos pay-per-views da WWE sem custo adicional.
O serviço utilizava tecnologia desenvolvida pela MLB Advanced Media e pela BAMTech, antes da Endeavor Streaming assumir as operações técnicas do serviço em 2019. Embora operasse principalmente como um serviço independente, o modelo de distribuição da WWE Network variava conforme o mercado, podendo estar disponível como um serviço integrado por meio de acordos de licenciamento com provedores terceirizados, dependendo da região. O serviço independente oferecia dois níveis de acesso: premium e gratuito.
A WWE Network foi lançada em 24 de fevereiro de 2014 nos Estados Unidos, como sucessor digital do serviço WWE Classics on Demand.[2][3] Em julho do mesmo ano, chegou ao Canadá e, em agosto, expandiu-se para a região Ásia-Pacífico e alguns países europeus selecionados. O Reino Unido passou a contar com o serviço em fevereiro de 2015, e ele se tornou disponível no Oriente Médio e em partes da África em março, chegando à Índia em novembro. Em janeiro de 2016, o serviço foi lançado em outros países da Europa e da Ásia. No lançamento, a WWE Network recebeu críticas positivas em relação ao seu acervo de conteúdo, mas foi alvo de reclamações devido a problemas técnicos. O serviço contava com 1,5 milhão de assinantes até 30 de outubro de 2020.
A partir de 2021, a WWE começou a descontinuar gradualmente a WWE Network, à medida que a empresa firmava diversos acordos com serviços de streaming como detentores dos direitos domésticos (como Peacock nos Estados Unidos, Binge na Austrália e Abema no Japão) para veicular seu conteúdo. Em 2024, a WWE anunciou um acordo com a Netflix, pelo qual a plataforma passará a deter os direitos de streaming de seu conteúdo internacionalmente a partir de janeiro de 2025. Esse acordo também incluiu os direitos de transmissão do WWE Raw, tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente. A WWE Network encerrou suas operações independentes na grande maioria dos países restantes em 1º de janeiro de 2025. A partir de 2024, a WWE começou a disponibilizar seu acervo, incluindo shows completos e outros conteúdos de arquivo, no YouTube através do canal WWE Vault, e em 2025 passou a disponibilizar o conteúdo da World Championship Wrestling e do NXT em seus próprios canais dedicados no YouTube.[4][5][6]
A WWE Network foi encerrada permanentemente em 1º de abril de 2026, após a Áustria, Alemanha, Itália e Suíça — os últimos quatro países que ainda contavam com o serviço independente — migrarem para a Netflix.
História
Desenvolvimento e lançamento nos EUA
A WWE conduziu uma enquete perguntado se as pessoas pagariam $7 e $12 mensais pela WWE Network, se estivesse em pacotes de canais com adicionais como NFL Network, NBA TV, NHL Network, MLB Network, Fuel TV e Fox Business Network.
Em um e-mail mandado pela WWE para alguns fãs. a WWE realizou uma enquete sobre a WWE Network transmitindo os quatro grandes pay-per-views da WWE (Royal Rumble, WrestleMania, SummerSlam e Survivor Series) gratuitamente. WWE realizou outra pesquisa, perguntando se os fãs mudariam de companhia à cabo para conseguir a WWE Network. A enquete notava que os oito pay-per-views "secundários" seriam exibidos na WWE Network, enquanto os "quatro grandes" continuariam pagos. O canal também exibiria reprises do Raw e SmackDown, assim como gravações da WCW, ECW, NWA e AWA. A WWE Network também teria dois programas de luta exclusivos e um programa interativo. Outro projeto era o de um reality show estrelando lendas da WWE.
Em 17 de outubro de 2011, a WWE anunciou o nome do primeiro programa da WWE Network, Wrestlemania Rewind. De acordo com a WWE, o programa "transportaria o telespectador para um WrestleMania em três episódios, começando com o primeiro em 1985 até o WrestleMania XXVIII".
Em 27 de novembro de 2011, a WWE lançou um website encorajando os fãs a notificar suas empresas de TV à cabo para comprar a WWE Network.
Em uma coletiva de imprensa em 8 de janeiro de 2014, a WWE anunciou que a WWE Network seria lançada em 24 de fevereiro como um serviço de streaming com programação de acervo, todos os pay-per-views anuais e programação original por $9,99 por seis meses.[7]
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Em abril de 2014, pouco antes da WrestleMania XXX, o serviço recebeu elogios, com o The New York Times afirmando que a WWE havia se "posicionado na vanguarda da televisão pela Internet".[8] Mais tarde naquele mês, a empresa anunciou que a WWE Network contava com 667 mil assinantes, abaixo do um milhão necessário para alcançar o ponto de equilíbrio.[9] Com a queda de 50% nas ações da WWE no mês seguinte, a Forbes descreveu os baixos números de assinaturas como uma "preocupação adicional" para os investidores, após o contrato de renovação insatisfatório com a NBCUniversal.[10] A WWE ofereceu uma segunda semana de pré-visualização gratuita do serviço, que começou em 7 de julho, na tentativa de atrair novos assinantes.[11] Um relatório divulgado no final de julho indicou que a WWE Network havia alcançado 700 mil assinantes.[12] O objetivo da WWE era atingir um milhão de assinantes até o final de 2014.[12][13]
Expansão
A partir de julho de 2014, a WWE iniciou a expansão da WWE Network para mercados internacionais. A empresa firmou um acordo de 10 anos com a Rogers Media no Canadá,[14] enquanto o serviço foi lançado em agosto na Austrália, Nova Zelândia, Hong Kong, Singapura, México, Espanha e países nórdicos, com outros mercados planejados para lançamentos posteriores, incluindo Itália, Alemanha, Japão, Índia e Oriente Médio.[15][16][17] Após ajustes na política de assinatura e alguns atrasos, a WWE Network foi lançado no Reino Unido e na Irlanda em janeiro de 2015.[18] Em janeiro de 2015, o serviço atingiu 1 milhão de assinantes, e parcerias com provedores regionais como OSN no Oriente Médio e Norte da África e Shahid foram estabelecidas para distribuição local, encerrando-se mais tarde quando os direitos foram transferidos para a Netflix.[19]
O crescimento continuou nos anos seguintes, com a expansão para Índia,[20][21] Alemanha, Suíça, Áustria, Japão,[22][23] Tailândia e Filipinas até 2016.[24] Em abril de 2017, o serviço alcançou 1,949 milhão de assinantes, sendo 1,661 milhão pagos, embora os números flutuassem ao longo dos anos: 1,5 milhão de assinantes pagos em 2017, 1,8 milhão em 2018 e quedas posteriores para cerca de 1,6 milhão.[25][26][27]
Mudança para a Endeavor e reestruturação
Em janeiro de 2019, a WWE Network passou a operar com a Endeavor Streaming, substituindo a BAMTech como parceira de tecnologia. A mudança foi motivada pela aquisição da BAMTech pela Disney, o que gerou preocupações sobre como os relacionamentos com parceiros terceirizados seriam afetados.[28] A WWE também buscava maior controle sobre o serviço e suas operações, planejando futuramente desenvolver a plataforma internamente ou com outro fornecedor. A parceria com a Endeavor forneceu infraestrutura e serviços de cobrança, enquanto a Massive Interactive ficou responsável pelo desenvolvimento de uma nova interface e aplicativos móveis.[29]
A nova WWE Network foi lançada em julho de 2019, antes do SummerSlam, trazendo uma experiência de usuário reformulada, suporte para streams em 1080p, novas ferramentas de navegação — incluindo a interface "Superstars" para filtrar conteúdo por lutadores — e planos de adicionar, futuramente, a função de download para visualização offline. Com a mudança, o suporte a PlayStation 3, Xbox 360 e algumas smart TVs antigas foi descontinuado.[29] A WWE também considerava integrar o conteúdo existente do WWE.com como um nível gratuito, incluindo prévias do conteúdo premium, e criar um nível pago com recursos adicionais e benefícios para outras operações da empresa.[29]
Em março de 2020, com o início da pandemia de COVID-19 e a promoção da WrestleMania 36, a WWE Network disponibilizou parte do conteúdo premium e do acervo gratuitamente por tempo limitado.[30] Em 1º de junho de 2020, a plataforma lançou oficialmente um nível gratuito com 15 mil horas de conteúdo, incluindo episódios recentes de programas semanais e séries originais como Raw Talk, Monday Night War e Ride Along. Esse nível gratuito não possui anúncios e foi pensado principalmente para promover os programas semanais e eventos pay-per-view da WWE.[31]
Descontinuação global
Em 25 de janeiro de 2021, a WWE anunciou que a NBCUniversal adquiriu os direitos exclusivos de distribuição da WWE Network nos Estados Unidos, integrando o serviço à plataforma Peacock em 18 de março de 2021, antes do Fastlane e da WrestleMania 37. O conteúdo da WWE Network passou a ser disponibilizado dentro do Peacock Premium, enquanto uma seleção de programas, incluindo séries originais como The Bump e Raw Talk, ficou disponível gratuitamente na versão básica do serviço.[32] Durante um período de transição, a WWE Network independente encerrou suas operações nos EUA em 4 de abril de 2021.[32][33] A migração de conteúdo incluiu a remoção de material considerado inadequado pelos padrões atuais, como a luta da WrestleMania VI em que Roddy Piper pintou metade do corpo de preto.[34]
Fora dos Estados Unidos, a WWE Network continuou como serviço independente por meio de parceiros locais até 2022, quando a WWE começou a firmar acordos de integração com plataformas de streaming internacionais, incluindo Disney+ Hotstar na Indonésia,[35] Binge na Austrália,[36][37] Disney+ nas Filipinas[38] e Abema no Japão.[39] Em 2024, a WWE anunciou um acordo global com a Netflix, que incluiria direitos de Raw, SmackDown, NXT, documentários e pay-per-views fora dos EUA a partir de janeiro de 2025.[40][41][42][43]
Durante 2025, o serviço permaneceu ativo em alguns países, incluindo França, Bélgica, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Filipinas e Camboja, enquanto o conteúdo foi gradualmente migrado para Netflix em outros mercados.[44][45] Nos Estados Unidos, a partir do Wrestlepalooza, os eventos ao vivo da WWE foram transferidos do Peacock para o ESPN+ em 2026,[46][47][48][49] enquanto a Netflix adquiriu os direitos da biblioteca global em 6 de janeiro de 2026.[50] A WWE Network independente encerrou permanentemente em 1º de abril de 2026 nos últimos mercados restantes, com Áustria e Alemanha tendo conteúdo via parceiros locais, mas pay-per-views disponíveis também na Netflix.[51][52][53]
Referências
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