União Agrícola Barbarense Futebol Clube

União Barbarense
NomeUnião Agrícola Barbarense Futebol Clube
AlcunhasLeão da 13[1]
Alvinegro da Rua 13 de Maio[2]
Fundação22 de novembro de 1914 (111 anos)[1]
EstádioAntônio Lins Ribeiro Guimarães[3]
LocalizaçãoSanta Bárbara d'Oeste, São Paulo, Brasil
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo

O União Agrícola Barbarense Futebol Clube é um clube de futebol localizado em Santa Bárbara d'Oeste, no interior do estado de São Paulo.[4][5] Atualmente disputa a Série A3 do Campeonato Paulista, a terceira divisão do futebol estadual.

Fundado em 1914, o clube se profissionalizou apenas em 1964 e passou a maior parte de sua história nas divisões de acesso do Campeonato Paulista. O Leão da 13 viveu seu auge na virada do século XXI, estreando na elite do Campeonato Paulista em 1999, onde permaneceu por sete anos. Em 2004, conquistou o título da Série C do Campeonato Brasileiro. No cenário estadual, venceu as séries A2, A3 e A4, além de conquistar o Campeonato do Interior.[6][7]

Longe da primeira divisão estadual desde 2013, o clube passa por um momento financeiramente delicado há alguns anos, acumulando dívidas trabalhistas de mais de R$ 10 milhões, que levaram à penhora e ao posterior leilão de seu estádio.[8]

História

Era Amadora

O clube foi fundado em 22 de novembro de 1914 como União Foot-Ball Club, sendo José Augusto de Camargo o primeiro presidente. Nos primeiros seis anos de existência, o clube teve 10 presidentes diferentes e mudou de nome por diversas vezes. Em 1918, passou a se chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club; em 1919, Sport Club Athlético Barbarense. Em maio de 1920, fundiu-se com o 7 de Setembro da Fazenda São Pedro, mudando o nome novamente, agora para Sport Club União Agrícola Barbarense. A denominação durou pouco mais de um mês, já que em 4 de julho de 1920 o clube passou a adotar a nomenclatura atual: União Agrícola Barbarense Futebol Clube.[5][4] No mesmo dia, Antonio Lins Ribeiro Guimarães tomou posse como presidente do clube, cargo que ocupou até sua morte em 31 de outubro de 1931. A primeira sede do clube foi na Rua Santa Bárbara, no centro da cidade, utilizada até fevereiro de 1922.[9] 1921 foi marcado pela inauguração do estádio do União Barbarense, na rua 13 de Maio, e pela filiação do clube à APEA, permitindo que o clube fizesse sua estreia na Divisão do Interior do Campeonato Paulista.[10] O primeiro troféu conquistado em sua praça de esportes foi a Taça Usina Santa Bárbara, vencida em um jogo contra o XV de Piracicaba no dia 31 de dezembro de 1922. Na Divisão do Interior, o Leão da 13 participou de seis edições da competição, não conseguindo chegar à fase final em nenhuma vez. Teve uma boa temporada de estreia em 1921, terminando em terceiro lugar no grupo, mas acumulou 13 derrotas em 18 jogos disputados nos dois anos seguintes. O desempenho do clube barbarense foi melhor em 1925, com um quarto lugar no grupo. O União Barbarense ficou de fora do campeonato em 1926, retornando em 1927, e depois de mais dois anos de ausência, disputou a divisão pela última vez em 1930.

Durante o período, o União Barbarense também realizava torneios amistosos locais. Em 1932, o clube fez o seu primeiro jogo interestadual, recebendo o time da Aviação Naval, do Rio de Janeiro, em um amistoso, vencido por 4 a 2.[9] Com a criação da Federação Paulista de Futebol em 1941, o clube foi filiado de forma automática à nova entidade, e passou a disputar o Campeonato Amador de São Paulo. No ano seguinte, filiou-se também à Liga Barbarense de Futebol.

O primeiro campeonato vencido pelo União Barbarense foi o Campeonato Amador de Santa Bárbara, em 1946. Na fase amadora, o clube ainda venceu o título amador da região, em 1946, e foi tricampeão da Taça Cidade de Santa Bárbara, em 1957, 1961 e 1963.[4]

Era Profissional

O União Agrícola Barbarense se profissionalizou em 1964,[4][11] ano em que estreou na quarta divisão do Campeonato Paulista. A primeira partida profissional do clube foi realizada em 16 de agosto de 1964: uma derrota por 3 a 1, fora de casa, para o Alumínio.[4] Na temporada de estreia, o Leão da 13 terminou em terceiro lugar em seu grupo, não conseguindo avançar para a segunda fase do estadual. Após ficar pelo caminho na primeira fase também em 1965, o União Barbarense chegou à segunda fase em 1966, mas não chegou à fase final. Mesmo assim, o clube foi convidado pela FPF a disputar a Segunda Divisão Profissional (na prática, o terceiro nível do Campeonato Paulista) em 1967. A equipe, comandada pelo técnico Carlos Verginelli Neto, o Lilo, aproveitou a oportunidade e venceu o campeonato daquele ano, vencendo o quadrangular final e conquistando o primeiro título profissional de sua história, além do acesso ao segundo nível do Campeonato Paulista.[10]

Nos três primeiros anos na divisão, o União Barbarense teve um desempenho razoável, não conseguindo avançar às fases decisivas mas também sem correr riscos de rebaixamento. Em 1971, avançou pela primeira vez à segunda fase, mas não conseguiu nenhuma vitória nos 9 jogos desta etapa. Em crise financeira, o clube pede licença da Federação Paulista de Futebol por um ano, retornando ao campeonato em 1973, onde novamente chega à segunda fase mas não avança à fase final. Após um ano ruim em 1974, com 7 derrotas em 12 jogos, o União Barbarense reagiu em 1975, avançando à segunda fase e ficando de fora da final por conta dos critérios de desempate. Em 1976, volta a cair na primeira fase, terminando em quarto lugar de seu grupo.[10]

Litígio com a Federação e rebaixamento

Em 1977, o União Barbarense foi deixado de fora da recém-criada Divisão Intermediária, o novo segundo nível estadual. Isso levou o clube a entrar com ação na Justiça Comum contra a Federação Paulista de Futebol. Foram dois anos sem partidas do time profissional, que retornou às atividades em 1979, punido com o rebaixamento administrativo para a quinta e última divisão estadual, na qual o clube faz uma campanha de pouco brilho. Em 1980, com a reestruturação do futebol paulista em três divisões, o clube alvinegro retorna à principal divisão de acesso., na qual faz uma boa campanha, mas fica de fora da fse final.[9] Após cair na primeira fase em 1981 e parar sem vitórias na segunda fase em 1982, o União Barbarense volta a fazer uma boa campanha em 1983, perdendo uma vaga na fase final para o XV de Piracicaba. O Leão da 13 volta a ficar perto do acesso em 1984 e 1986, quando chega ao quadrangular final. Após uma campanha ruim em 1987, o clube ficou de fora da nova divisão intermediária criada em 1988, passando então a figurar no terceiro nível do futebol paulista. O União Barbarense fez campanhas medianas em 1988 e 1989, parando na segunda fase, mas em 1990 teve a segunda melhor campanha da competição e conquistou o retorno à segunda divisão.[10]

Anos 90: Da quase queda à ascensão meteórica

De volta à principal divisão de acesso, o União Barbarense fez campanhas seguras em 1991 e 1992, mas longe de brigar pelo acesso. Já em 1993, o time chegou ao quadrangular final, e precisando de um empate para garantir o título e o acesso inédito à elite, acabou sendo goleado por 4 a 1 para o Paraguaçuense, e terminou o quadrangular em terceiro. Além disso, outra reestruturação no Campeonato Paulista dividiu a elite em duas divisões, e a Segunda Divisão de 1993 passou a ser a Série A-3 em 1994.[9] Agora no terceiro nível, o União Barbarense fica em 10º lugar em 1994. Em 1995, o clube foi desclassificado da Série A-3, mas manteve a vaga para 1996, ano em que o União Barbarense escapa do rebaixamento para a quarta divisão graças ao critério de desempate, superando o Monte Azul por apenas um gol de saldo.[10]

A situação foi completamente diferente em 1997: o União Barbarense termina a primeira fase na liderança do grupo e, no quadrangular final, consegue o segundo lugar e o acesso à Série A-2, ao lado do Mirassol. Em 1998, emendou o segundo acesso consecutivo ao vencer o inédito título da Série A2 do Campeonato Paulista. A equipe de Santa Bárbara d'Oeste terminou a primeira fase em quarto lugar, com os mesmos 34 pontos de Santo André, Paulista e Botafogo, mas conquistou a vaga no quadrangular pelos critérios de desempate.[12] A equipe barbarense chegou à última rodada da fase decisiva em segundo lugar, precisando vencer e contar um tropeço da Ponte Preta – o que se concretizou no dia 31 de maio de 1998, com a vitória por 2 a 0 sobre o Noroeste, e a derrota da equipe de Campinas para o América de Rio Preto pelo mesmo placar.[13][14] Assim, após 84 anos, o União Barbarense iria disputar a principal divisão do futebol de São Paulo.[15]

1999–2002: Primeiros anos na elite

O União Barbarense foi considerado a sensação do Campeonato Paulista de 1999. Com uma equipe de jogadores pouco conhecidos, emprestados sem custo, e uma folha salarial de R$ 150 mil mensais, o clube comandado por Jair Picerni chegou à segunda fase da competição em seu ano de estreia, tendo a melhor pontuação entre os clubes do interior.[16] A campanha alvinegra incluiu vitórias contra o então campeão brasileiro Corinthians, por 3 a 1, e Santos, por 2 a 0.[17] No segundo semestre, a equipe chega às quartas de final da Copa Estado de São Paulo.

Em 2000, sem o mesmo brilho da temporada de estreia, o clube faz uma campanha sólida, chegando novamente na segunda fase, desta vez sem conseguir derrotar um dos quatro grandes do estado. 2001 foi um ano de altos e baixos para o União Barbarense: no primeiro semestre, o clube ficou apenas um ponto acima da zona de rebaixamento no Paulistão, mas fechou o ano com o vice-campeonato na Copa Coca-Cola, perdendo a final para o Bandeirante. Após mais uma campanha sem brilho no Estadual em 2002, o União Barbarense vai bem na edição de 2003, chegando às quartas de final após liderar o grupo 1, ficando à frente de Guarani e Palmeiras, mas foi derrotado em jogo único para o eventual campeão Corinthians.[10]

2003–2006: Investimento europeu

Em junho de 2003, o União Barbarense fechou uma parceria no valor de US$ 440 mil com a Union Balcan Corporation, empresa suíça e com financiamento russo e ucraniano.[1][18] O departamento de futebol foi separado em um clube empresa, chamado União Barbarense Futebol Clube Limitada, no dia 18 de junho.[9] A UB Corporation, por meio do gestor ucraniano Sergei Shibynsky, assumiu o controle total do departamento de futebol, quitando as dívidas do clube, promovendo reformas de infraestrutura e passando a ter direito a 85% dos valores de qualquer negociação de atletas.[19][1][18]

No mesmo ano, o União Barbarense fez a sua estreia em competições nacionais, disputando a Série C do Campeonato Brasileiro. Sua primeira partida foi um empate por 1 a 1 com o União Bandeirante.[9] O Leão da 13 terminou a primeira fase invicto e com liderança de seu grupo, mas foi eliminado logo na segunda fase, em confronto eliminatório contra o eventual campeão Ituano, decidido no critério dos gols marcados fora de casa.[20]

Em 2004, ano em que o clube completou 90 anos de sua fundação, o União Barbarense teve a temporada mais vitoriosa de sua história. No Campeonato Paulista, avançou para a fase de mata-mata, caindo para o Santos nas quartas de final.[21] Na mesma temporada, o clube fez sua primeira participação na Copa do Brasil, sendo eliminado logo na primeira fase, perdendo para o CENE nos pênaltis.[22] No segundo semestre, disputando pela segunda vez a Série C, o União Barbarense vence o título da terceira divisão nacional. A equipe alvinegra liderou seu grupo na primeira fase, passou pela Portuguesa Santista na segunda fase, pelo rival Rio Branco na terceira fase e pelo Iraty na quarta fase, e no quadrangular final, garantiu o acesso para a Série B com duas rodadas de antecipação, vencendo o Gama, fora de casa, por 4 a 1, no dia 14 de novembro de 2004. O título foi confirmado na rodada seguinte, mesmo com uma derrota por 2 a 0 para o Limoeiro, em Fortaleza.[9][23]

Apesar do sucesso em campo, em 2004 também surgiram as primeiras crises com a UB Corporation, com atrasos de salários já em março.[24] Em 2005, o União Barbarense não conseguiu repetir o desempenho do ano anterior, sendo rebaixado tanto no Paulistão quanto na Série B do Campeonato Brasileiro.[10] No final de 2005, o atacante Gilson Batata, ídolo do clube, entrou na Justiça por três meses de salários atrasados.[25] O ápice da crise até então e o fim da parceria foi em 2006, quando os jogadores do clube, revoltados pelos atrasos no pagamento, atiraram uma cama, um fogão e duas caixas de luz do primeiro andar do hotel onde o clube se concentrava.[26] O desempenho em campo também foi ruim: no estadual, o clube foi rebaixado pelo segundo ano seguido, com uma única vitória em 18 jogos na Série A-2, e na Série C, não passou da primeira fase, ficando sem calendário nacional a partir de então.[10]

Oscilação e aprofundamento da crise

A estadia da União Barbarense na Série A-3 durou apenas dois anos. Após uma temporada estável em 2007, o clube conseguiu o acesso à Série A-2 no ano seguinte. De volta ao segundo nível do Paulista, o clube oscilou – ficou no meio da tabela em 2009, brigou pelo acesso em 2010, e contra o rebaixamento em em 2011 – até conseguir o acesso em 2012, ano em que chegou à final da competição, ficando com o vice-campeonato diante do São Bernardo, após dois empates. Assim, o União Barbarense garantiu o retorno à principal divisão estadual após sete anos de ausência.[10]

A segunda passagem do Leão da 13 na elite durou apenas uma temporada. O clube teve o pior ataque da competição e foi rebaixado na 18ª posição. De volta à Série A-2, a equipe barbarense se mantém no meio da tabela em 2014 (12º) e 2015 (10º), mesmo ano em que chegou às semifinais da Copa Paulista. Em 2016, se classifica entre os oito primeiros na Série A-2, mas perde os dois jogos para o Mirassol nas quartas de final, e no ano seguinte, termina em último lugar e é rebaixado.[10]

Fora de campo, o clube seguia cada vez mais endividado. Em junho de 2016, as dívidas trabalhistas do União Barbarense chegavam a R$ 2,7 milhões, o que levou a Justiça do Trabalho de Santa Bárbara d'Oeste a determinar a penhora imediata do Estádio Antonio Guimarães.[27] O clube também possuía dívidas de mais de R$ 1 milhão com a prefeitura local por atrasos no pagamento do IPTU.[28] Em maio de 2017, o futebol do União Barbarense passa a ser administrado por um grupo de empresários locais, chamados de Grupo de Apoio.[29] Sem condições financeiras, o União Barbarense abriu mão da disputa da Copa Paulista naquele ano. Apesar da mudança, em 2018 a equipe barbarense foi rebaixada novamente, desta vez à quarta e última divisão do Campeonato Paulista, em uma campanha marcada pela punição de oito jogadores e do técnico da equipe, Claudemir Peixoto, por manipulação de resultados.[30] A situação no clube chegou ao ponto que o volante Cláudio Britto, que havia treinado a equipe em 2017, saiu da aposentadoria para ajudar o clube, e teve de atuar como goleiro por falta de atletas na última rodada da competição.[31]

Em fevereiro de 2019, as dívidas trabalhistas do clube chegavam a R$ 10 milhões, e o estádio do União Barbarense foi à leilão judicial.[32] Eliminado ainda na primeira fase da Segunda Divisão em 2019 e 2020, o União Barbarense abriu mão da disputa em 2021 e 2022 por falta de recursos financeiros.[33][34] De volta em 2023, o Leão da 13 chega às quartas de final da competição, o que permitiu que o clube fosse incorporado à nova Série A-4, em 2024. O clube chega às quartas de final, perdendo para a Francana.

Em 2025, em meio ao leilão de seu estádio e disputas judiciais para torná-lo patrimônio histórico de Santa Bárbara d’Oeste, o União Barbarense volta a levantar uma taça após 21 anos, vencendo a Série A4. Na campanha, o União Barbarense terminou a primeira fase na liderança geral, eliminou Colorado Caieiras, Nacional e derrotou o Paulista na final, conquistando o acesso à Série A-3.[35] De volta à Série A3, o clube se classifica para as quartas de final já em 2026.

Cultura do clube

Cores e símbolos

As cores oficiais do clube são o branco e o preto, com uniforme tradicionalmente listrado, definido em reunião ordinária no dia 23 de abril de 1920.[9] O apelido do clube de Leão da 13 é decorrente do endereço da sede do clube: a rua 13 de Maio, no bairro de Vila Aparecida.[5] Já o hino oficial do União Barbarense foi criado em 1959, com letra do Professor José Dagnoni e melodia de Hermosa Hadad Baruque Murbach.[4]

Rivalidades

O principal rival do União Agrícola Barbarense é o Rio Branco, da cidade vizinha de Americana. O primeiro confronto entre as duas equipes foi em 1915, ainda na fase amadora. Até março de 2026, as equipes se enfrentaram 104 vezes, com o União Barbarense levando vantagem no histórico de vitórias – 44 a 30, com outros 30 empates.[36]

Títulos

Profissional
Regional
  • Jogos Abertos do Interior: 1996.[37]
  • Jogos Regionais: 1998[37] e 2002.[37]
Amador
  • Liga Barbarense de Futebol: 1946.[38]
  • Taça Cidade de Santa Bárbara: 1957,[38] 1961[38] e 1963.[38]
Categorias de base
  • Campeonato Paulista Sub-20 - 2º Divisão: 1988.[37]

Notas e referências

Notas

  1. Diversos campeonatos e títulos honoríficos com a denominação "Campeonato ou Troféu do Interior" foram organizados ou atribuídos por instituições e meios de comunicação. Vale destacar que o título conquistado pelo clube em 1999 não deve ser confundido com a competição organizada pela Federação Paulista entre 2007 e 2022.

Referências

  1. 1 2 3 4 «União Barbarense completa hoje 106 anos de história». SB Notícias. 22 de novembro de 2020. Consultado em 28 de abril de 2025. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2024 Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome ":0" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  2. Bellani 2014, pp. 41, 63, 79, 113.
  3. «Estádio do União Barbarense pode ser leiloado para arcar com dívidas do clube; veja detalhes». ge. 17 de agosto de 2021. Consultado em 28 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2021
  4. 1 2 3 4 5 6 «União Agrícola Barbarense Futebol Clube». Federação Paulista de Futebol. Consultado em 5 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2022
  5. 1 2 3 Gonçalves & Junior 2001, p. 256. Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome ":2" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  6. 1 2 3 4 5 Bellani 2014, p. 4.
  7. 1 2 «União Barbarense é o novo campeão do Paulistão A4». CNN Brasil. 26 de abril de 2025. Consultado em 28 de abril de 2025. Cópia arquivada em 27 de abril de 2025
  8. Botta, Emilio; Lourenço, Leonardo (20 de maio de 2024). «"Nem a chave vamos ter": por que um clube campeão de Série C se vê prestes a perder estádio centenário». ge. Consultado em 24 de março de 2026
  9. 1 2 3 4 5 6 7 8 João José Bellani (2014). A HISTÓRIA DOS 100 ANOS DE ATIVIDADES DO UNIÃO AGRÍCOLA BARBARENSE FC (PDF). [S.l.]: Fundação Romi. Arquivado do original (PDF) em 6 de maio de 2021
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  11. Bellani 2014, p. 67.
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  13. «Barbarense conquista o título da A-2». Folha de S.Paulo. 1 de junho de 1998. Consultado em 24 de março de 2026
  14. «União Barbarense era campeão e subia à elite pela primeira vez há 22 anos». Futebol Interior. 31 de maio de 2020. Consultado em 24 de março de 2026
  15. Victor, Fábio; Cobos, Paulo (21 de janeiro de 1999). «Paulista concretiza sonho de 84 anos». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de março de 2026
  16. Calafiori, Luciano (30 de dezembro de 1999). «Futebol: Sucesso de 99 dificulta contratações». Folha de S.Paulo. Consultado em 24 de março de 2026
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  18. 1 2 Chade, Jamil (23 de janeiro de 2004). «Barbarense com um pé na Suíça, mas com dinheiro russo». O Estado de S.Paulo. Consultado em 24 de março de 2026
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  26. «Jogadores quebram concentração por falta de pagamento». A Tarde. 25 de abril de 2006. Consultado em 24 de março de 2026
  27. Andriotti, Marcelo (8 de agosto de 2016). «Barbarense tem estádio penhorado por conta de dívidas com ex-atletas». globoesporte.com. Consultado em 24 de março de 2026
  28. «Presidente do Barbarense diz não ter sido informado da penhora do estádio». globoesporte.com. 10 de agosto de 2016. Consultado em 24 de março de 2026
  29. «CAF aprova proposta, e empresários assumem o futebol do Barbarense». ge. 17 de maio de 2017. Consultado em 24 de março de 2026
  30. «Retrospectiva: União sofre em ano com denúncias e campanha melancólica na Série A3». ge. 30 de dezembro de 2018. Consultado em 24 de março de 2026
  31. Carneiro, Gabriel (26 de março de 2018). «Time rebaixado tem suposta manipulação, goleiro improvisado e mala branca». UOL. Consultado em 24 de março de 2026
  32. «Com R$ 10 milhões em dívidas trabalhistas, União Barbarense terá estádio levado a leilão». ge. 2 de abril de 2019. Consultado em 24 de março de 2026
  33. Alonso, Rodrigo (28 de maio de 2021). «União Barbarense decide não disputar a Bezinha neste ano». Liberal. Consultado em 24 de março de 2026
  34. «União Barbarense não consegue parceiros e deve ficar de fora da Segundona de 2022». SBNotícias. 10 de fevereiro de 2022. Consultado em 24 de março de 2026
  35. Seneme, Gustavo (10 de junho de 2025). «Como campeão nacional tenta retomada depois de quase desaparecer». ge. Consultado em 24 de março de 2026
  36. Pitor, Gabriel; Ardito, Lucas (24 de janeiro de 2026). «Rio Branco x União Barbarense: rivalidade centenária volta à cena em 2026». Liberal. Consultado em 24 de março de 2026
  37. 1 2 3 4 Bellani 2014, p. 5.
  38. 1 2 3 4 «Na última divisão, União Barbarense chega aos 107 anos de história neste 22 de novembro». 22 de novembro de 2021. Consultado em 5 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2021

Bibliografia

Ligações externas