Partido Socialista Brasileiro (1985)
Partido Socialista Brasileiro | |
|---|---|
![]() | |
| Sigla | PSB |
| Número eleitoral | 40[1] |
| Presidente | João Campos [2] |
| Vice-presidente | Geraldo Alckmin[3] |
| Secretário-geral | Renato Casagrande[2] |
| Presidente de honra | Ariano Suassuna (até 2014)[4] |
| Fundação | 2 de julho de 1985 (40 anos)[5] |
| Registro | 1 de julho de 1988 (37 anos)[1] |
| Sede | Brasília, DF |
| Ideologia | |
| Espectro político | Centro[6][7] a centro-esquerda[8] |
| Think tank | Fundação João Mangabeira |
| Ala de juventude | Juventude Socialista Brasileira (JSB) |
| Ala feminina | Mulheres Socialistas |
| Ala LGBT | LGBT Socialista |
| Ala negra | Negritude Socialista Brasileira (NSB) |
| Antecessor | Partido Socialista Brasileiro |
| Dividiu-se de | PTB |
| Membros (2026) | 642.913 filiados[9] |
| Afiliação internacional | • Aliança Progressista[10] • Foro de São Paulo (até 2019)[11] |
| Governadores (2026) | 0 / 27 |
| Prefeitos (2024)[12] | 312 / 5 569 |
| Senadores (2026)[13] | 5 / 81 |
| Deputados federais (2026)[14] | 19 / 513 |
| Deputados estaduais (2026) | 49 / 1 024 |
| Vereadores (2024)[15] | 3 557 / 58 026 |
| Parlamento do Mercosul (2025)[16] | 2 / 138 |
| Cores | Vermelho Branco Amarelo |
| Slogan | "Socialismo e Liberdade" |
| Página oficial | |
| psb40 | |
|
| |
Partido Socialista Brasileiro (PSB) é um partido político brasileiro de centro-esquerda fundado em 1985 e registrado oficialmente em 1988.[1][5] Foi criado por um grupo político que reivindicou a legenda e sigla do antigo PSB. O partido utiliza como símbolo um pombo da paz[5] e suas cores são vermelho, amarelo e branco.[17] Com 642.913 filiados em dezembro de 2025, é o décimo maior do país, localizados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais os estados com mais membros.[9]
O PSB original (1947–1965) foi influenciado pela social-democracia europeia e por movimentos católicos progressistas, contando com intelectuais proeminentes como João Mangabeira entre os seus fundadores.[18] O PSB moderno foi fundado em 1985 vinculando os ideais socialistas do partido histórico com o ressurgimento democrático do Brasil pós-ditadura. O partido cresceu sob a liderança de Miguel Arraes de 1993 até 2005, e posteriormente sob a família Campos, com Eduardo Campos e após sua morte, seu filho João Campos.[19] Ideologicamente, o PSB se define como socialista, progressista e social-democrata,[20] mas frequentemente adota uma postura pragmática, posicionando-se como um partido "pega-tudo" dentro do espectro de centro-esquerda do Brasil, dialogando e abrigando membros além da esquerda.[21][22]
O partido teve membros ocupando importantes postos nos governos dos presidentes Itamar Franco, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.[5] Colocou-se como oposição aos governos de Fernando Collor, Michel Temer (interino) e Jair Bolsonaro, em determinados momentos, também aos governos de Fernando Henrique Cardoso e Dilma 2.[5] Atualmente, tem filiados no alto escalão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, como o vice-presidente Geraldo Alckmin.
História
No início de 1985, com a redemocratização, foi fundado um novo Partido Socialista Brasileiro, resgatando o mesmo programa e manifesto apresentados em 1947, por João Mangabeira.
Entre os signatários do partido, estavam os juristas Evandro Lins e Silva, Evaristo de Morais Filho e o escritor Rubem Braga. Para presidir a primeira comissão provisória foi escolhido o linguista Antônio Houaiss, que no ano seguinte deixou a presidência do partido para o senador Jamil Haddad. A secretaria geral ficou com Roberto Amaral (ex-PCBR).
O novo PSB nasceu buscando conquistar espaços em um eleitorado de esquerda já integrado a outros partidos (como o PT e o PDT). Em 1986, apesar da intensa mobilização, o PSB elegeu apenas uma deputada para a Constituinte. Mas dois anos depois, rompido com Leonel Brizola, o prefeito do Rio de Janeiro, Saturnino Braga deixou o PDT para retornar ao PSB, sua antiga agremiação. Em 1988, Arthur Virgílio Neto é eleito prefeito de Manaus pela legenda. Mais tarde, trocaria o PSB pelo PSDB.
Em 1989, o PSB coligou-se ao PT e ao PCdoB para formar a "Frente Brasil Popular", que lançou a primeira candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência. O PSB indicou, então, a vaga para vice, com o senador gaúcho José Paulo Bisol (ex-PMDB e PSDB).
Era Arraes
No início de 1990, após desligar-se do PMDB, o governador de Pernambuco, Miguel Arraes, anunciou sua adesão ao PSB. Candidato a deputado federal no mesmo ano, Arraes foi o mais votado do país e levou consigo mais 4 parlamentares.
Em 1992, elegeu prefeitos nas seguintes capitais: São Luís (com Conceição Andrade), Natal (Aldo Tinôco) e Maceió (com Ronaldo Lessa). Além de ganhar em outras cidades.
Situando-se entre Brizola e Lula, Arraes buscou no PSB a afirmação de sua liderança em nível nacional, consolidada em 1993, quando foi eleito presidente do partido, e no ano seguinte, quando assegurou o apoio do partido à candidatura de Lula (rompendo com o governo Itamar Franco e retirando seu ministro da Saúde, Jamil Haddad). No auge de sua popularidade, Arraes obteve 54% dos votos para o governo de Pernambuco (coligação PSB-PT-PPS-PDT) e foi eleito já no primeiro turno.
Além de Arraes, o PSB também conquistou em 1994 o governo do Amapá, com João Capiberibe, e uma vaga para o Senado no Pará, com Ademir Andrade.
O crescimento eleitoral do PSB intensificou as adesões nos anos seguintes. Em 1995, filiou-se o senador Antônio Carlos Valadares, de Sergipe, e em 1997 a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (rompida com o PT). No entanto, o partido vetou a entrada de Ciro Gomes (ex-PSDB), o que facilitou uma nova aliança nacional com o PT, apoiando novamente Lula para a presidência em 1998.
No entanto, além da derrota de Lula, Miguel Arraes não teve sucesso em sua campanha pela reeleição em Pernambuco, sendo derrotado pelo PMDB de Jarbas Vasconcelos. A perda foi compensada, em parte, pela eleição de Ronaldo Lessa como governador de Alagoas e pela volta de Saturnino Braga ao Senado, representando o estado do Rio de Janeiro.
Triênio de Garotinho
Em 2000, o PSB aceitou a filiação do governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, recém-saído do PDT após entrar em choque com Leonel Brizola.[23][24] Alguns setores do partido, porém, temiam que acontecesse o mesmo que ocorreu na década de 1950, durante a aproximação com o janismo.
A adesão do governador fluminense acarretou a desfiliação do senador Saturnino Braga[25] e do prefeito de Belo Horizonte, Célio de Castro. Ambos seguiram em direção ao PT.
Em 2002, Garotinho foi lançado candidato a presidente pelo PSB, com apoio dos pequenos PGT e PTC. Com uma plataforma populista e assistencialista, Garotinho obteve 15 milhões de votos (17,9%) em sua candidatura presidencial, ficando em terceiro lugar na disputa.[26] Também mostrou sua força no próprio estado, ao eleger sua esposa, Rosinha Garotinho como governadora.[27][28]
O partido também foi favorecido nacionalmente, elevando sua bancada para 22 parlamentares, e conquistando, além do Rio de Janeiro, os governos estaduais de Alagoas (Ronaldo Lessa, reeleito), Espírito Santo (Paulo Hartung) e Rio Grande do Norte (Wilma de Faria). No segundo turno da eleição presidencial, o PSB apoiou Lula, o que permitiu ao partido participar do governo, com a pasta da Ciência e Tecnologia (com Roberto Amaral).
O inevitável choque entre Garotinho (com sua pretensão de candidatar-se novamente em 2006) e o presidente Lula ampliou o crescente atrito entre o ex-governador e o partido, que só foi resolvido em agosto de 2003, quando a Direção Nacional do PSB realizou um recadastramento e a ficha de Garotinho não foi aceita pelo partido e significou a saída da governadora Rosinha Garotinho, sua esposa e doze deputados federais.
Retorno do grupo de Arraes
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A saída de Garotinho permitiu ao grupo político fiel a Miguel Arraes reassumir o prestígio perdido em 1998. No governo, Roberto Amaral foi substituído pelo deputado Eduardo Campos, neto e herdeiro político de Arraes (que morreria em agosto de 2014).
Fiel aliado ao governo Lula, o PSB ampliou suas filiações (chegando a 29 deputados federais) e também compensou a perda de dois governadores (Paulo Hartung, para o PMDB; e Ronaldo Lessa, para o PDT), ambos em choque com Arraes, com a filiação do ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (ex-PPS) e da senadora Patrícia Saboya.
Em 2006, o PSB anunciou apoio informal (sem coligação) à reeleição de Lula à presidência.
Em 2010, numa grande estratégia política que se provou vantajosa ao partido, a candidatura de Ciro Gomes foi deixada de lado em apoio à então ministra Dilma Rousseff. Em troca, o PT abriu mão da cabeça de chapa em diversos estados do Norte, do Nordeste e do Espírito Santo para apoiar os socialistas. O resultado foi que se tornou o segundo partido em número de governos estaduais, atrás apenas do PSDB. Em 2012, buscou um certo distanciamento de seus aliados tradicionais nas capitais, principalmente do PT, o que o ajudou a atingir o maior número de capitais e um aumento expressivo no número de prefeituras (de 310 em 2008 para 434 no primeiro turno de 2012). A candidatura do ex-presidente da sigla, Eduardo Campos, à Presidência da República nas eleições de 2014 foi anunciada pelo PSB em 14 de abril de 2014.[29]
Em 13 de agosto de 2014, o candidato a presidência Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo com um avião particular de campanha, na cidade de Santos, litoral de São Paulo.[30]
Em 2014 também, o PSB negociou um processo de fusão (ou incorporação) com o Partido Popular Socialista (PPS), com possibilidades de participação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e do Partido Ecológico Nacional (PEN), dentre outros.[31][32] Tal processo não se concretizou.
Já fazendo parte da oposição ao governo Bolsonaro, em 2021 o PSB participou de negociações para aprovar uma federação partidária com PT, PCdoB e PV. Em 2022 o partido anunciou que não participaria da federação, porém daria apoio a candidatura de Lula nas eleições.[33] Assim, indicou o recém filiado Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo pelo PSDB, como candidato a vice-presidente na chapa de Lula, vencendo a Eleição presidencial no Brasil em 2022.
Ideologia
O PSB é um partido de centro-esquerda de orientação reformista, apoiador da social-democracia,[34][35] do progressismo,[36] do federalismo[20] e do parlamentarismo.[20]
Além de sociais-democratas, o PSB agremia defensores do "socialismo criativo", ideologia que visa abordar a economia criativa sob uma perspectiva socialista de mercado,[20][37][38] deduzindo que o desenvolvimento nacional é alcançável por meio de um robusto investimento estatal em setores relacionados à criatividade como, por exemplo, ciência, cultura e tecnologia.[39]
Como minoria, a sigla ainda conta com sociais-liberais,[40][41] sendo que, de acordo com o politólogo brasilianista Scott Mainwaring, o PSB é um misto de partido pega-tudo e partido de massas.[42]
Organização
Mandatos relevantes atuais
Vice-presidente
| Vice-presidente da República | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Vice-presidente da República |
| SP | ![]() |
Geraldo Alckmin |
Senado Federal
Senadores
| Senadores atuais (6) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Senador | Ref. |
| CE | ![]() |
Cid Gomes* | |
| GO | ![]() |
Jorge Kajuru* | |
| MS | ![]() |
Soraya Thronicke* | [43] |
| MG | ![]() |
Rodrigo Pacheco* | [44] |
| PR | ![]() |
Flávio Arns* | |
| RR | ![]() |
Chico Rodrigues* | |
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
Câmara dos Deputados
Deputados Federais
| Deputados Federais Atuais (19) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado (a) | Ref. |
| BA | ![]() |
Lídice da Mata | |
| CE | ![]() |
Júnior Mano* | [45] |
| CE | ![]() |
Idilvan Alencar* | [46] |
| CE | ![]() |
Leônidas Cristino* | [46] |
| CE | ![]() |
Robério Monteiro* | [46][47] |
| DF | ![]() |
Rodrigo Rollemberg[nota 1] | [48] |
| ES | ![]() |
Victor Linhalis* | |
| ES | ![]() |
Paulo Foletto | |
| PB | ![]() |
Gervásio Agripino Maia | |
| PE | ![]() |
Eriberto Medeiros | |
| PE | ![]() |
Felipe Carreras | |
| PE | ![]() |
Lucas Ramos | |
| PE | ![]() |
Pedro Campos | |
| PE | ![]() |
Maria Arraes* | |
| PR | ![]() |
Luciano Ducci | |
| RJ | ![]() |
Eduardo Bandeira de Mello | |
| RS | ![]() |
Heitor Schuch | |
| SP | ![]() |
Jonas Donizette | |
| SP | ![]() |
Tabata Amaral | |
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
Assembleias Legislativas
Presidentes
| Presidentes de Assembleias Legislativas (1) | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Presidente |
| CE | ![]() |
Romeu Aldigueri* |
Deputados Estaduais
| Deputados Estaduais atuais | |||
|---|---|---|---|
| UF | Deputado (a) | UF | Deputado (a) |
| AC | Adailton Cruz | PB | Hervázio Bezerra |
| BA | Fabíola Mansur+ | PB | João Gonçalves |
| BA | Soane Galvão | PB | Júnior Araújo |
| CE | Antônio Granja+* | PB | Tanilson Soares |
| CE | Guilherme Landim* | PB | Tião Gomes |
| CE | Jeová Mota* | PE | Aglailson Victor |
| CE | Marcos Sobreira* | PE | Cayo Albino+ |
| CE | Marta Gonçalves* | PE | France Hacker |
| CE | Romeu Aldigueri* | PE | Francismar Pontes |
| CE | Salmito* | PE | Rodrigo Farias |
| CE | Sérgio Aguiar* | PE | Sileno Guedes |
| CE | Guilherme Bismarck+* | PE | Simone Santana |
| CE | Tin Gomes+* | PE | Diogo Moraes |
| CE | Lucílvio Girão* | PR | Luís Corti |
| DF | Dayse Amarilio | RJ | Carlos Minc |
| ES | Dary Pagung | RJ | Jari Oliveira |
| ES | Toninho da Emater | RS | Elton Weber |
| ES | Janete de Sá | SE | Kitty Lima+* |
| GO | Karlos Cabral | SP | Prof.ª Camila Godoi |
| MA | Carlos Lula | SP | Dr.Valdomiro Lopes |
| MA | Fernando Braide* | SP | Andréa Werner |
| MA | Leandro Bello* | SP | Caio França |
| MA | Othelino Neto* | SP | Marina Helou* |
| MG | Neilando Pimenta | TO | Moisemar Marinho |
| MG | Noraldino Júnior* | ||
| PA | Fábio Figueiras | ||
| PB | Chico Mendes | ||
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
Congresso Nacional do PSB
| Nome | Data | Local |
|---|---|---|
| I Congresso | outubro de 1987[5] | ? |
| II Congresso | ? | ? |
| III Congresso | ? | ? |
| IV Congresso | setembro de 1993 | Maceió[5] |
| V Congresso | novembro de 1995 | Recife[49] |
| VI Congresso | novembro de 1997 | Brasília[49] |
| VII Congresso | novembro de 1999 | Brasília[49] |
| VIII Congresso | novembro de 2001 | Brasília[49] |
| IX Congresso | dezembro de 2003 | Brasília[50] |
| X Congresso | agosto de 2005 | Brasília[51] |
| XI Congresso | junho de 2008 | Brasília[52] |
| XII Congresso | dezembro de 2011 | Brasília[53] |
| XIII Congresso | junho de 2014 | Brasília[54] |
| XIV Congresso | março de 2018 | Brasília[55] |
| XV Congresso Constituinte da Autorreforma | abril de 2022 | Brasília[56] |
Número de filiados
| Data | Filiados[9] | Crescimento anual | |
|---|---|---|---|
| dez./2006 | 332.428 | — | — |
| dez./2007 | 396.535 | +19% | |
| dez./2008 | 423.505 | +7% | |
| dez./2009 | 411.455 | -3% | |
| dez./2010 | 492.556 | +20% | |
| dez./2011 | 564.500 | +15% | |
| dez./2012 | 581.194 | +3% | |
| dez./2013 | 583.060 | +0,3% | |
| dez./2014 | 584.745 | +0,2% | |
| dez./2015 | 608.092 | +4% | |
| dez./2016 | 648.197 | +7% | |
| dez./2017 | 654.235 | +1% | |
| dez./2018 | 655.896 | +0,3% | |
| dez./2019 | 618.024 | -6% | |
| dez./2020 | 644.813 | +4% | |
| dez./2021 | 635.837 | -1,3% | |
| dez./2022 | 627.389 | -1,3% | |
| dez./2023 | 617.757 | -1,5% | |
| dez./2024 | 652.967 | +5,7% | |
| dez./2025 | 642.913 | -1,5% | |
Desempenho eleitoral
| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 48ª (1987–1991) |
1 / 494 |
0,20 | |
| 49ª (1991–1995) |
11 / 503 |
2,18 | |
| 50ª (1995–1999) |
14 / 513 |
2,72 | |
| 51ª (1999–2003) |
18 / 513 |
3,50 | |
| 52ª (2003–2007) |
22 / 513 |
4,28 | |
| 53ª (2007–2011) |
27 / 513 |
5,26 | |
| 54ª (2011–2015) |
35 / 513 |
6,82 | |
| 55ª (2015–2019) |
34 / 513 |
6,62 | |
| 56ª (2019–2023) |
32 / 513 |
6,23 | |
| 57ª (2023–2027) |
14 / 513 |
3,81 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
Eleições estaduais
| Participação e desempenho do PSB nas eleições estaduais de 2022[58] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos.
Em negrito estão os candidatos filiados ao PSB durante a eleição.
|
| Participação e desempenho do PSB nas eleições estaduais de 2018[58] | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (7 governadores e 13 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PSB durante a eleição.
|
Eleições presidenciais
| Ano | Imagem | Candidato(a) a Presidente | Candidato a Vice-Presidente | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1989 | ![]() |
Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
José Paulo Bisol
(PSB) |
Frente Brasil Popular (PT, PSB e PCdoB) |
31.076.364 (46,97%) | 2.ª |
| 1994 | ![]() |
Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
Aloizio Mercadante
(PT) |
Frente Brasil Popular pela Cidadania (PT, PSB, PCdoB, PPS, PV e PSTU) |
17.122.127 (27,04%) | 2.ª |
| 1998 | ![]() |
Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
Leonel Brizola
(PDT) |
União do Povo Muda Brasil (PT, PDT, PSB, PCdoB e PCB) |
21.475.218 (31,71%) | 2.ª |
| 2002 | ![]() |
Anthony Garotinho
(PSB) |
José Antonio Figueiredo
(PSB) |
Brasil Esperança (PSB, PGT e PTC) |
15.180.097 (17,86%) | 3.ª |
| Segundo turno: apoio ao candidato vitorioso Luiz Inácio Lula da Silva (PT)[59] | ||||||
| 2006 | ![]() |
Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
José Alencar
(PRB) |
A Força do Povo (PT, PRB e PCdoB) apoio informal do PSB[60] |
58.295.042 (60,83%) | 1.ª |
| 2010 | ![]() |
Dilma Rousseff
(PT) |
Michel Temer
(PMDB) |
Para o Brasil seguir Mudando (PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PCdoB, PSC, PRB, PTC e PTN) |
55.752.529 (56,05%) | 1.ª |
| 2014 | ![]() |
Marina Silva
(PSB) |
Beto Albuquerque
(PSB) |
Unidos pelo Brasil (PSB, PHS, PRP, PPS, PPL e PSL) |
22.176.619 (21,32%) | 3.ª |
| Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Aécio Neves (PSDB)[61] | ||||||
| 2018 | Primeiro turno: neutralidade. Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Fernando Haddad (PT), com liberação dos diretórios do DF e de SP.[62] | |||||
| 2022 | ![]() |
Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) |
Geraldo Alckmin
(PSB) |
Brasil da Esperança (FE Brasil, PSB, Solidariedade, Fed. PSOL REDE, Avante, Agir e PROS) |
60.345.999 (50,90%) | 1.ª |
Presidentes nacionais
Esta é a Lista de Presidentes Nacionais do Partido Socialista Brasileiro, desde sua fundação, em 1985.
| Presidente | Vice-presidente | Início do Mandato | Fim do Mandato |
|---|---|---|---|
| Jamil Haddad (PSB-RJ) | 2 de julho de 1985 | 13 de agosto de 1993 | |
| Miguel Arraes (PSB-PE) | Eduardo Campos (PSB-PE) | 13 de agosto de 1993 | 13 de agosto de 2005 |
| Eduardo Campos (PSB-PE) | 13 de agosto de 2005 | 13 de agosto de 2014 | |
| Roberto Amaral (PSB-CE) | 13 de agosto de 2014 | 13 de outubro de 2014 | |
| Carlos Siqueira (PSB-PE) | Paulo Câmara (PSB-PE) | 13 de outubro de 2014 | 1.º de junho de 2025 |
| João Henrique Campos (PSB-PE) | Geraldo Alckmin (PSB-SP) | 1.º de junho de 2025 | Atualidade |
Notas
- ↑ Assumiu o mandato em 31 de julho de 2025 após uma nova decisão do Supremo Tribunal Federal que alterou a interpretação da regra sobre a distribuição das sobras eleitorais nas eleições proporcionais, ficando na vaga antes assumida por Gilvan Máximo (Republicanos-DF)
Referências
- 1 2 3 TSE. «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de abril de 2021. Cópia arquivada em 4 de março de 2026
- 1 2 PSB (9 de fevereiro de 2019). «Executiva Nacional». Consultado em 2 de dezembro de 2021
- ↑ https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/com-lula-e-motta-joao-campos-e-eleito-presidente-do-psb/
- ↑ «PSB relembra Ariano Suassuna». PSB 40. Consultado em 4 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2021
- 1 2 3 4 5 6 7 PSB. «Nossa História». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ Carlomagno, Márcio; Braga, Sérgio; Angeli, Alzira Ester (2022). «Do — and why do — people interact with politicians on social media? Evidences from Brazilian state level elections». Revista Sociedade e Cultura (em inglês). Consultado em 12 de outubro de 2025
- ↑ Schwarcz, Lilia Moritz (28 de janeiro de 2025). Brazilian Authoritarianism: Past and Present (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press. Consultado em 12 de outubro de 2025
- ↑ André Shalders (11 de setembro de 2017). «Direita ou esquerda? Análise de votações indica posição de partidos brasileiros no espectro ideológico». BBC Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
- 1 2 3 TSE. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 8 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2022
- ↑ Aliança Progressista. «Parties & Organisations» (em inglês). Consultado em 7 de abril de 2021. Cópia arquivada em 4 de março de 2024
- ↑ UOL (30 de agosto de 2019). «PSB critica Venezuela e sai do Foro de São Paulo». Consultado em 7 de abril de 2021. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2025
- ↑ Mapa de apuração
- ↑ Senado Federal. «Senadores em Exercício 55ª Legislatura (2019 - 2023)». Consultado em 7 de abril de 2021
- ↑ Câmara dos Deputados. «Bancada dos partidos». Consultado em 7 de abril de 2021. Cópia arquivada em 6 de abril de 2026
- ↑ Wesley Bischoff (7 de outubro de 2024). «MDB, PP e PSD crescem e mantêm liderança no número de vereadores no Brasil; PSDB encolhe». G1. Consultado em 7 de outubro de 2024. Cópia arquivada em 22 de março de 2026
- ↑ «Lista de Parlamentares do Mercosul (2025)». Consultado em 5 de maio de 2025. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2025
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