História da tecnologia

A história da tecnologia é a história das ferramentas e das técnicas úteis para fazer coisas práticas. Relaciona-se intimamente com a história da ciência, que inclui a maneira como os seres humanos adquiriram o conhecimento básico necessário para construir coisas úteis.Os esforços científicos, especialmente nos tempos modernos, dependeram em regra de tecnologias específicas que permitiram aos seres humanos sondar a natureza do universo, de forma mais precisa do que é permitida pelos nossos sentidos. Os artefatos tecnológicos são produtos de uma economia, são uma força para o crescimento económico e constituem uma parte importante da nossa vida cotidiana.As inovações tecnológicas afetam e são afetadas pelas tradições culturais de uma sociedade. Elas são igualmente uma forma de desenvolver e projetar o poderio militar.

A história da tecnologia acompanha de forma direta a própria trajetória da humanidade, pois desde os primeiros agrupamentos humanos o desenvolvimento de ferramentas, técnicas e artefatos esteve ligado à sobrevivência, à organização social e à transformação do meio natural. Muito antes do surgimento da escrita, os seres humanos já produziam instrumentos de pedra, dominavam o fogo e criavam estratégias técnicas para caça, coleta e abrigo, o que demonstra que a tecnologia precede e fundamenta os processos posteriores de produção científica formal[1] [2]

Com o surgimento das primeiras civilizações, como as da Mesopotâmia, do Egito, do Vale do Indo e da China, a tecnologia passou a se articular de maneira mais estreita com a ciência, a economia e o poder político. A construção de cidades, sistemas agrícolas, obras hidráulicas, instrumentos de medição e técnicas de escrita exigiu conhecimentos cada vez mais especializados, ao mesmo tempo em que impulsionou novas formas de investigação racional do mundo.[3]

A tecnologia pode ser compreendida como o conjunto de técnicas, saberes, processos e artefatos desenvolvidos pelas sociedades humanas para intervir no ambiente, resolver problemas práticos e ampliar capacidades físicas e cognitivas. Sua história não se restringe à sucessão de invenções, mas envolve transformações sociais, econômicas, culturais e políticas que moldam e são moldadas pelos sistemas técnicos. Ao longo do tempo, diferentes civilizações elaboraram soluções tecnológicas em resposta a desafios específicos, evidenciando que a inovação é um fenômeno situado historicamente[4].

Na transição para sociedades agrárias complexas, o domínio de técnicas de irrigação, metalurgia, construção e registro escrito alterou profundamente as formas de organização social. Tecnologias hidráulicas permitiram maior previsibilidade produtiva, enquanto instrumentos de medição e calendários favoreceram a administração territorial e o planejamento agrícola[5]. Nesse contexto, tecnologia e poder político tornaram-se progressivamente interdependentes.

Durante períodos de intensificação dos intercâmbios culturais, o fluxo de técnicas e conhecimentos contribuiu para a difusão tecnológica entre regiões. Rotas comerciais e contatos entre civilizações favoreceram a circulação de saberes ligados à navegação, agricultura, engenharia e manufatura. A transferência de tecnologias demonstra que o desenvolvimento técnico não ocorre de forma isolada, mas em redes de interação[6].

Entre os séculos XV e XVII, a expansão marítima esteve associada a avanços em cartografia, instrumentação náutica e construção naval. Esses sistemas técnicos ampliaram a mobilidade intercontinental e transformaram economias, dinâmicas demográficas e estruturas de poder. A tecnologia passou a operar como vetor de integração global e também de dominação colonial[7].

A Revolução Científica promoveu reconfigurações decisivas na relação entre conhecimento teórico e aplicação técnica. A valorização da experimentação controlada, da matematização dos fenômenos naturais e do desenvolvimento de instrumentos de precisão consolidou novas bases para a inovação tecnológica. Telescópios, microscópios e dispositivos de medição ampliaram a capacidade humana de observar e quantificar a natureza[8].

A Revolução Industrial representou uma inflexão estrutural ao introduzir a mecanização da produção em larga escala, novas fontes de energia e reorganização do trabalho. A máquina a vapor, o sistema fabril e a padronização industrial redefiniram relações econômicas e sociais. A tecnologia assumiu papel central como motor de crescimento econômico, produtividade e transformação urbana[9].

No século XIX, a expansão das ferrovias, da eletricidade e das telecomunicações acelerou processos de integração territorial e circulação de informações. A chamada Segunda Revolução Industrial incorporou novas indústrias, materiais e modelos de produção. Pesquisa científica, engenharia e inovação empresarial tornaram-se dimensões crescentemente articuladas[10].

O século XX testemunhou avanços tecnológicos que impactaram transportes, comunicação, medicina, energia e indústria. A eletrificação, os motores a combustão, a aviação, os antibióticos e a energia nuclear ampliaram capacidades produtivas e transformaram práticas cotidianas. Paralelamente, conflitos globais estimularam o desenvolvimento de tecnologias militares e de comunicação estratégica[11].

A emergência da informática e das tecnologias digitais inaugurou uma nova fase caracterizada pela digitalização da informação, automação e conectividade em rede. Computadores, circuitos integrados e sistemas de telecomunicação redefiniram processos produtivos, científicos e culturais. A internet ampliou fluxos globais de dados, alterando dinâmicas econômicas e formas de sociabilidade[12].

No século XXI, tecnologias emergentes como inteligência artificial, biotecnologia, nanotecnologia e energias renováveis ampliaram o alcance da intervenção humana em sistemas informacionais, biológicos e ambientais. Esses avanços suscitam debates sobre ética, regulação, sustentabilidade e desigualdade no acesso tecnológico[13].

A história da tecnologia também evidencia assimetrias globais. A distribuição desigual de infraestrutura, investimento em pesquisa e capacidade industrial influencia a inserção de países na economia internacional. Tecnologias podem atuar simultaneamente como instrumentos de desenvolvimento e fatores de dependência[14].

Além de suas dimensões econômicas e científicas, a tecnologia molda práticas culturais, relações sociais e experiências subjetivas. Meios de comunicação alteram padrões de interação; tecnologias médicas impactam longevidade e qualidade de vida; sistemas de transporte redefinem noções de espaço e tempo. A tecnologia, portanto, constitui elemento estruturante da vida social[15].

Sob perspectiva histórica, a tecnologia pode ser interpretada como processo cumulativo, mas não linear. Avanços técnicos emergem de contextos específicos, respondem a demandas sociais e produzem efeitos imprevistos. A análise de sua trajetória permite compreender que sistemas tecnológicos são socialmente construídos, culturalmente mediados e politicamente regulados[16].

Dessa forma, a história da tecnologia revela a complexa interação entre criatividade humana, conhecimento científico, estruturas econômicas e dinâmicas de poder. Mais do que um inventário de artefatos, trata-se de um campo de estudo que investiga como técnicas e sistemas técnicos participam da constituição das sociedades ao longo do tempo.

Por períodos e regiões geográficas

Tecnologias primitivas

A roda foi inventada em 4000 a.C., e tornou-se uma das tecnologias mais famosas e úteis do mundo. Roda no Museu Nacional de Teerão, no Irão.)

Tempos pré-históricos

Vénus de Willendorf

Embora não existam registros escritos relativos ao tempo pré-histórico, podemos ter uma ideia a respeito de como o mundo, e seus mecanismos, foram compreendidos ou interpretados pelo homem pré-histórico, através de evidências diretas e indiretas. Um breve início a tecnologia na época pré-histórica foi com as técnicas avançadas para lascar pedras criando ferramenta. A evidência direta inclui as pinturas rupestres encontradas na Espanha e na França, e outras obras de arte como, por exemplo, a Vénus de Willendorf. As outras evidências diretas são constituídas por ossos (como os que foram objecto de trepanação), múmias e ferramentas antigas. Apesar da relativa falta da evidência direta sobre o conhecimento possuído pelo homem pré-histórico, as tecnologias pré-históricas sobreviventes também permitem conjecturar sobre a compreensão do mundo nessa era.

A sobrevivência era a prioridade; mesmo hoje, com o grande tsunami de 2004, os ilhéus de Andaman recordaram os conselhos dos seus antepassado, foram para as elevações, e sobreviveram ao tsunami, como seus antepassados fizeram em tempos imemoriais. Estas pessoas relataram este conhecimento às tripulações do avião de resgate que estavam pairando sobre as ilhas de Andaman, após o avião ter sido atacado pelas suas setas.

Embora não haja nenhum registro escrito da inovação tecnológica de alguns povos ou culturas, existem provas dos seus empreendimentos na exploração: os povos malaios, por exemplo, espalharam-se pelo arquipélago da Malásia, atravessaram o Oceano Índico até Madagascar e também atravessaram o Oceano Pacífico, o que exigiu o conhecimento das correntes oceânicas, dos ventos, do velejamento, do movimento das estrelas, da navegação celeste, e dos mapas estelares. Os mapas estelares não eram feitos de papel, mas sim com cordas, varas e conchas. Os seus barcos eram de classe oceânica, há milhares dos anos, bem antes da tecnologia marítima do Ocidente ser capaz dos descobrimentos marítimos.

Antes deles, provavelmente pela caça e pela coleta, os aborígenes australianos e os índios americanos contornaram os continentes para povoar suas partes do mundo - uma viagem de dezenas de milhares de quilômetros, e que pode ter levado milhares dos anos.

Mesopotâmia

Os babilônios forneceram elementos para a ciência no seu estado nascente, onde vários povos como os sumérios, deixaram contribuições à geografia. Todas as tecnologias vinculadas à manutenção e expansão das cidades, inclusive aquelas relativas à medicina que envolve a prevenção de moléstias que afetam grandes concentrações humanas já se encontrava presente, em alguns costumes de alimentação. Os fundamentos da matemática foram estabelecidos pelos antigos sumérios e babilônios, que viveram no segundo milênio antes da nossa era.[17]

Antigo Egito

Os egípcios inventaram e usaram muitas máquinas simples, como a rampa e a alavanca, para auxiliar os seus processos da construção. O suporte de escrita egípcio, feito do papiro, e a cerâmica, foram produzidos e exportados para toda a bacia do Mediterrâneo. A roda, contudo, só chegou quando invasores estrangeiros introduziram a quadriga.

Europa tribal

Por volta de 1.000 a.C.-500 a.C., as tribos germânicas tiveram uma civilização da idade do bronze, enquanto os Celtas estiveram na idade do ferro na época da cultura de Hallstatt. Posteriormente, as suas culturas entraram em colisão com as práticas militares e agrícolas dos Romanos, há dois mil anos. Mas o tempo e os recursos necessários para conduzir a ciência tiveram que decorrer gradualmente.

Roma Antiga

Uma estrada romana de Pompeia.

A civilização romana incluía tecnologia para:

Porque Roma Antiga se localizava numa península vulcânica, com areia que continha grãos cristalinos adequados, o betão que os romanos inventaram era particularmente durável. Alguns dos seus edifícios duraram 2.000 anos.

O romanos percebiam de hidráulica e construíram fontes, chafarizes e as termas romanas, que se tornaram a imagem de marca da sua civilização. A falta dos banhos públicos marcou o fim da civilização romana. Mas alguns banhos romanos (por exemplo, em Portugal ou Inglaterra) duraram até aos dias de hoje.

Grécia Antiga

Astrônomos gregos, com base em teorias da astronomia e matemática desenvolveram o mecanismo conhecido como Anticítera, feito com uma liga de bronze de estanho baixo.Uma máquina de relógio, projetada para prever as datas dos eclipses lunares e solares, rastrear os movimentos sutis da Lua através do céu e calcular as datas do eventos. Construído por volta de 205 aC.

Índia Antiga

Mapa da Civilização do Vale do Indo

A civilização do Vale do Indo, bem situada e com muitos recursos, constituía uma lição de sanidade e planejamento urbanos. Aqui se encontram dos primeiros exemplos de 'esgotos fechados', de banhos, de celeiros públicos etc.

Um painel encontrado em Moenjodaro, descrevendo um ofício de navegador, mostra embarcações de muitos tipos. A sua construção é descrita em pormenor no Yukti Kalpa Taru, um antigo texto indiano de construção naval nesse tempo, quando não existiam escolas, era um importante local de aprendizagem no mundo antigo. Era o centro da ensino para sábios de toda a Ásia. Muitos estudantes gregos, persas e chineses aprenderam aqui com grandes mestres - Kautilya , Panini, Jivaka, Vishnu Sharma.

As técnicas de construção e arquitetura indianas, compendiadas nos 'Vaastu Shastra", incluiam detalhes e plantas baseados em princípios científicos como a resistência dos materiais, a altura ideal da construção, a presença de fontes de água adequadas e a luz que preserva a higiene. É uma das primeiras ciências da construção a ser assim tão completa.

O Yukti Kalpa Taru, compilado por Bhoja Narapati, trata da construção naval.

A cultura da antiguidade indiana foi sempre muito variada na escolha das especiarias, dos condimentos e dos artigos ornamentais, pois a Índia era a origem do óleo de palma e do coco, do indigo e de muitos outros pigmentos e corantes vegetais, como o cinábrio. Muitos dos corantes foram usados na arte e na escultura. O uso de perfumes mostra algum conhecimento da aplicação das tecnologias químicas, particularmente nos processos de destilação e purificação.

China Antiga

Segundo o investigador Joseph Needham, os chineses foram pioneiros em muitas descobertas e desenvolvimentos. Os principais contributos tecnológicos da China Antiga incluem os detectores de sismos, fósforos, papel, o ferro fundido, o arado de ferro, o carro de mão, a ponte suspensa, o paraquedas, o gás natural como combustível, a bússola, a hélice, a besta, e a pólvora.[18]

China medieval

Uma carta realizada após uma das expedições de Zheng He

O foguete de combustível sólido foi inventado na China por volta de 1150, cerca de 200 anos após a invenção da pólvora (que era o seu principal combustível) e 500 anos após a invenção dos fósforos (ver: História dos foguetes). Ao mesmo tempo que a época dos descobrimentos tinha lugar no Ocidente, os imperadores chineses da dinastia Ming também organizaram expedições. Os navios de Zheng He chegaram a alcançar África. Mas as expedições deixaram de ser financiadas, sendo abandonadas. Quando os navios de Fernão de Magalhães chegaram ao Brunei em 1521, encontraram uma cidade rica que tinha sido fortificada por engenheiros chineses e protegida por um quebra-mar. Antonio Pigafetta anotou que muita da tecnologia do Brunei era igual à tecnologia ocidental desse tempo. Também, havia mais canhões no Brunei do que em navios de Magalhães, e os comerciantes chineses na corte do Brunei tinham-lhes vendido óculos e porcelana, que eram uma raridade na Europa. Contudo, a base científica para estes desenvolvimentos tecnológicos parece ter sido muito ténue. Por exemplo, o conceito de força não foi formulado claramente em textos chineses deste período.

Outras descobertas e invenções chinesas do período medieval, segundo a pesquisa de Joseph Needham, incluem: o barco movido a rodas de pás, a imprensa, tinta fosforescente, cadeia dentada, e a roca de fiar.

Civilizações andinas

Macchu Picchu

Os conhecimentos de engenharia dos incas eram grandes, mesmo quando medidos pelos padrões de hoje. Um exemplo é o uso nas suas construções de peças pesando mais de uma tonelada (por exemplo, Machu Picchu no Peru), colocadas de tal forma juntas que nem uma lâmina cabe entre elas. As aldeias usaram canais de irrigação e sistemas de drenagem, tornando a agricultura muito eficiente. Os andinos também dominavam a metalurgia, possuíam grande experiência no trabalho do ouro, da prata e do cobre, que sabiam utilizar, juntamente com o estanho, para obter bronze.[19] Os povos andinos têm usado metais nativos desde os tempos antigos, com recentes achados de artefatos de ouro na região andina datados de 2155-1936 a.C.[20] Descobriram a platina e a utilizavam como substituto da prata. Foi conhecido pelos espanhóis, em 1735, quando o navegador, explorador e astrônomo espanhol Antonio de Ulloa chegou à América do Sul.[21] Outras tecnologias descobertas pelos andinos incluem a fiação, tecelagem e calandragem.

Mesoamérica

Pai asteca ensina seu filho metalurgia. Códice Mendoza, folio 70.

Algumas das tecnologias dos povos mesoamericanos incluíam a escrita, metalurgia, agricultura, fiação, tecelagem, calandragem, cantaria, técnicas de construção e arquitetura.[22][23] Os principais sistemas de escrita da Mesoamérica foi a asteca e maia. A escrita asteca é um sistema de escrita pictográfico e ideográfico, a escrita maia utiliza logogramas complementados por um conjunto de glifos silábicos, com função semelhante à actual escrita japonesa.[24] A metalurgia só aparece na Mesoamérica em 800 d.C, com as melhores evidências do México Ocidental onde trabalharam principalmente em cobre durante o período inicial, com algumas ligas de arsênico baixo, bem como emprego ocasional de prata e ouro.[25][26] Mais tarde passaram a fazer ligas de cobre-prata, cobre-arsênico, cobre-estanho e cobre-arsênico-estanho.[27] [28]Entre as tecnologias usadas para a agricultura inclui-se as chinampas, as ilhas astecas de cultivo agrícola, conhecidas como chinampas é um sistema considerado por alguns como sendo a primeira forma de aquaponia para uso agrícola, onde plantas eram cultivadas em ilhas fixas (ou às vezes móveis) em lagos rasos, sendo que os dejetos eram dragados dos canais das chinampas e cidades ao redor, e utilizados para irrigar as plantas manualmente. Os mesoamericanos também dominavam a cantaria, com muitos dos seus trabalhos durando até os dias de hoje.[29]

A civilização Maia não sabia fundir os metais, mas possuía um sistema de escrita e conhecimentos de cantaria surpreendentes.

Europa

A queda do Império romano abrandou, mas não parou a inovação; os romanos preferiam o uso de óleos no banho, mas o sabão foi trazido pelas tribos que procuravam incorporar-se no império. Por altura da queda de Roma, a armadura de malha metálica que nós associamos com o cavaleiro medieval já era usada pela cavalaria pesada de Roma, até ser substituída pela armadura pesada mil anos mais tarde.

Século XIX

Locomotiva Puffing Devil. 1801

A locomotiva a vapor, inventada por Richard Trevithick, abriu o caminho ao transporte pelo caminho de ferro.

Século XX

Paineis de controlo em Oak Ridge, durante o Projecto Manhattan.
  • Locomotiva com turbina a vapor
  • Robô industrial (George Devol)

Por áreas da ciência

História da biotecnologia

  • História da agricultura
    Biotecnologia: a junção de toda e qualquer ciência biológica com diversas tecnologias para a geração de bens e serviços
  • História da alimentação
  • Alimentos geneticamente modificados
  • História das ciências agronómicas
  • História dos jardins
  • História do sushi
  • História do chá

História da engenharia civil

História das comunicações

História da computação

História da tecnologia dos bens de consumo

  • História da tecnologia textil
  • História da ciência dos materiais

História da engenharia electrotécnica

  • História da iluminação de rua

História das tecnologias da energia

História da ciência dos materiais

História da medicina

  • História da farmácia

História da tecnologia militar

História da tecnologia nuclear

História da tecnologia científica

  • História dos telescópios
  • Observatório
  • História dos microscópios
  • História da tecnologia da física de partículas
  • História da tecnologia de baixa temperatura
  • História da tecnologia da medida da temperatura e da pressão

Ver também

  • Ciclo de vida de uma tecnologia
  • História da tecnologia do motor
  • História da fotografia
  • História da tecnologia dos foguetes e do misseis
  • História do design

Referências

  1. Kranzberg, Melvin; Pursell, Carroll W. Technology in Western Civilization. New York: Oxford University Press, 1967.
  2. Mokyr, Joel. The Lever of Riches: Technological Creativity and Economic Progress. Oxford: Oxford University Press, 1990.
  3. Bunch, Bryan; Hellemans, Alexander. The Timetables of Technology. New York: Simon & Schuster, 1993.
  4. Basalla, George. The Evolution of Technology. Cambridge University Press.
  5. Mokyr, Joel. The Lever of Riches: Technological Creativity and Economic Progress. Oxford University Press.
  6. Needham, Joseph. Science and Civilisation in China. Cambridge University Press.
  7. Headrick, Daniel R. The Tools of Empire. Oxford University Press.
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  9. Landes, David S. The Unbound Prometheus. Cambridge University Press.
  10. Hobsbawm, Eric. The Age of Empire. Vintage Books.
  11. Hughes, Thomas P. Human-Built World. University of Chicago Press.
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  13. Schwab, Klaus. The Fourth Industrial Revolution. World Economic Forum.
  14. IPEA. Ciência, Tecnologia e Inovação: desafios para o desenvolvimento. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
  15. Mitcham, Carl. Thinking through Technology. University of Chicago Press.
  16. Winner, Langdon. The Whale and the Reactor. University of Chicago Press.
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