Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed IV: Black Flag
DesenvolvedoraUbisoft Montreal[a]
PublicadoraUbisoft
Diretores
  • Jean Guesdon
  • Ashraf Ismail
  • Damien Kieken
ProdutoresMartin Schelling
Designers
  • Eric Baptizat
  • Jean-Sebastien Decant
EscritorDarby McDevitt
ArtistaRaphael Lacoste
CompositorBrian Tyler
MotorAnvilNext[1]
SérieAssassin's Creed
Plataformas
Lançamento
Lista
  • PlayStation 3, Xbox 360
    Wii U
    PlayStation 4
    • AN: 15 de novembro de 2013[6][7]
    • AU: 29 de novembro de 2013
    • EU: 22 de novembro de 2013[8]
    Windows
    • AN: 19 de novembro de 2013[3][6][7]
    • AU: 21 de novembro de 2013
    • EU: 22 de novembro de 2013[3]
    Xbox One
    • WW: 22 de novembro de 2013[6][7]
    Nintendo Switch
    • WW: 6 de dezembro de 2019
    Google Stadia
    • WW: 14 de setembro de 2021
GênerosAção-aventura
Furtivo
Modos de jogoUm jogador
Multijogador

Assassin's Creed IV: Black Flag é um jogo eletrônico de ação e aventura de 2013 desenvolvido pela Ubisoft Montreal e publicado pela Ubisoft. É o sexto título principal da série Assassin's Creed. Seu período histórico precede o de Assassin's Creed III (2012), mas suas sequências no tempo presente sucedem as do próprio III. Black Flag foi lançado originalmente para PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U em outubro de 2013 e um mês depois para PlayStation 4, Windows e Xbox One. Mais tarde, foi portado para o Nintendo Switch como parte de The Rebel Collection ao lado de Assassin's Creed Rogue em dezembro de 2019. O jogo foi lançado para Google Stadia em setembro de 2021.

O enredo se passa em uma história fictícia de eventos do mundo real e segue a luta milenar entre a Assassinos, que lutam para preservar a paz e o livre arbítrio, e os Templários, que desejam a paz através do controle. A história de enquadramento se passa no século XXI e retrata o jogador como um funcionário da Abstergo Industries (uma empresa usada como fachada pelos Templários dos dias modernos), que é manipulado para descobrir segredos relacionados ao conflito Assassinos-Templários e à raça precursora conhecida como a Primeira Civilização. A história principal se passa nas Índias Ocidentais durante a Era de Ouro da Pirataria de 1715 a 1722, e segue o notório pirata galês Edward Kenway, avô do protagonista de Assassin's Creed III, Ratonhnhaké:ton / Connor, e pai do antagonista Haytham Kenway, enquanto ele busca por fortuna e um local mítico chamado Observatório, que é procurado tanto pelos Assassinos quanto pelos Templários. Um elemento importante do enredo diz respeito à tentativa de estabelecimento de uma república pirata independente no Caribe.

Ao contrário dos jogos anteriores, os elementos de jogabilidade se concentram mais na exploração baseada em navios do mapa contínuo de mundo aberto, ao mesmo tempo em que retêm a exploração terrestre em terceira pessoa, o combate corpo a corpo e o sistema de furtividade da série. O multijogador também retorna, embora com modos e configurações apenas em terra. O cenário do jogo abrange as Índias Ocidentais com as três cidades principais de Havana, Nassau e Kingston, juntamente com inúmeras ilhas, navios naufragados e fortes. Os jogadores têm a opção de arpoar grandes animais marinhos e caçar animais terrestres. Pela primeira vez na série, a exploração naval é uma parte importante de um jogo Assassin's Creed, onde Edward comanda o Jackdaw, um brigue que ele captura de uma frota espanhola em uma missão no início do jogo. Vários pacotes de conteúdo para download (DLC) foram lançados para apoiar Black Flag, incluindo Assassin's Creed Freedom Cry, uma expansão de história que foi posteriormente disponibilizada como um jogo independente em 2014. Ambientado mais de uma década após a campanha principal de Black Flag, Freedom Cry segue Adéwalé, o ex-contramestre de Edward que se tornou um Assassino.

Black Flag é geralmente considerado um dos melhores jogos eletrônicos já feitos. Ele recebeu aclamação da crítica e se tornou um dos jogos mais vendidos de 2013, com mais de 11 milhões de cópias vendidas até 2014. Os críticos elogiaram a jogabilidade de mundo aberto, o combate naval, as missões secundárias, os gráficos, a narrativa, os personagens e o tema pirata. No entanto, a história dos dias modernos e o combate receberam uma resposta um pouco mais mista, enquanto as críticas recaíram sobre os aspectos das missões históricas que foram consideradas repetitivas. O jogo recebeu vários prêmios e indicações, incluindo a vitória no prêmio Spike VGX 2013 de Melhor Jogo de Ação e Aventura. Ele foi seguido por Assassin's Creed Rogue e Assassin's Creed Unity em novembro de 2014. Em março de 2026, um remake intitulado Assassin's Creed: Black Flag Resynced foi confirmado em desenvolvimento.[9]

Jogabilidade

Assassin's Creed IV: Black Flag é um jogo eletrônico de ação e aventura e furtivo ambientado em um ecossistema de mundo aberto e jogado a partir de uma perspectiva em terceira pessoa. O jogo apresenta três cidades principais: Havana, Kingston e Nassau, que residem sob influência espanhola, britânica e pirata, respectivamente.[10] Além disso, locais como Porto Príncipe e Grande Inágua são usados como pontos principais da história. Ele também apresenta 50 outros locais individuais para explorar, incluindo atóis, fortes marítimos, ruínas maias, plantações de açúcar e naufrágios subaquáticos, com um equilíbrio de 60/40 entre exploração terrestre e naval.[1] O jogo foi projetado para ser mais aberto do que os títulos anteriores de Assassin's Creed, com um mapa de uma grande seção do Caribe de onde os locais menores e individuais podem ser acessados. Ele também apresenta menos restrições para o jogador em comparação com Assassin's Creed III, que tinha missões muito roteirizadas e não dava aos jogadores a liberdade de explorar até que o jogo estivesse bem avançado em seu primeiro ato.[10][11][12][13] O jogador encontrará selvas, fortes, ruínas e pequenas vilas, e pode engajar, abordar e capturar navios que passam ou nadar para praias próximas de forma contínua.[1][14] Além disso, o sistema de caça foi mantido de Assassin's Creed III, permitindo ao jogador caçar em terra e pescar na água, com os recursos reunidos usados para melhorar o equipamento através de um sistema de criação.[1]

Um novo aspecto no jogo é o Jackdaw, o navio que o protagonista Edward Kenway comanda. O Jackdaw pode ser melhorado ao longo do jogo e é facilmente acessível ao jogador quando necessário.[11] Além disso, um novo componente subaquático foi adicionado, permitindo que os jogadores explorem naufrágios em vários locais marcados.[10] O jogador tem acesso a uma luneta, permitindo a examinação de navios distantes, juntamente com sua carga e força. Ela também pode ajudar a determinar se uma ilha ainda tem animais para caçar, tesouros para encontrar, pontos altos para alcançar para sincronização ou missões secundárias adicionais para concluir, como assassinatos e contratos navais.[10] Uma forma atualizada do sistema de recrutamento introduzido em Assassin's Creed: Brotherhood está presente no jogo,[10] permitindo que Edward recrute membros para a tripulação. Embora a tripulação de Kenway permaneça leal a ele, eles podem ser promovidos para capitanear navios adquiridos e são necessários para ajudar na abordagem de embarcações inimigas. Eles não podem ajudar no combate ou realizar assassinatos à distância, como nos jogos anteriores; a Ubisoft removeu esse aspecto do sistema Brotherhood, acreditando que ele permitia aos jogadores contornar cenários tensos e desafiadores com muita facilidade.[15]

No presente, nos escritórios da Abstergo Entertainment — uma subsidiária da Abstergo Industries — em Montreal, Quebec, os jogadores controlam um protagonista não nomeado a partir de uma perspectiva em primeira pessoa e se envolvem em pirataria nos dias modernos através da exploração dos escritórios da Abstergo, escutas clandestinas e invasões de sistemas (hacking), tudo sem combate. Minijogos de "hacking", semelhantes aos quebra-cabeças de clusters e glifos dos jogos anteriores, também estão presentes, e concluí-los revela vários segredos sobre a Abstergo.[16]

O multijogador também retorna, com novas configurações e modos de jogo, embora seja inteiramente baseado em terra.[10]

Sinopse

Personagens

O personagem principal do jogo é Edward Kenway (dublado por Matt Ryan),[17] um galês[18] corsário que se tornou pirata e eventual membro da Irmandade dos Assassinos. Edward é o pai do futuro Grão-Mestre dos Templários Coloniais Haytham Kenway, e avô do Assassino Ratonhnhaké:ton, os dois personagens jogáveis de Assassin's Creed III. Durante o jogo, Edward conhece e interage com várias figuras históricas da vida real, incluindo os notórios piratas Edward "Barba Negra" Thatch[note 1][19] (Mark Bonnar),[17] Benjamin Hornigold (Ed Stoppard), Mary Read (Olivia Morgan), Stede Bonnet (James Bachman), Anne Bonny (Sarah Greene), John Rackham (O-T Fagbenle) e Charles Vane (Ralph Ineson).[17]

Cenário

Como é o caso nos jogos anteriores de Assassin's Creed, a história é dividida em duas metades entrelaçadas, com uma ambientada no tempo presente e a outra em um cenário histórico. Embora a história do tempo presente tenha estabelecido anteriormente que um Animus era necessário para visualizar as memórias dos ancestrais de alguém, o final de Assassin's Creed III revela que a Abstergo agora pode visualizar as memórias genéticas de um hospedeiro simplesmente sequenciando o DNA do hospedeiro. Como tal, o personagem invisível do jogador é contratado pela Abstergo Entertainment para investigar um personagem fundamental na ancestralidade de Desmond Miles, Edward Kenway.[20] Um notório pirata e corsário operando durante a Era de Ouro da Pirataria, a história de Kenway se passa no Caribe e mistura exploração em mundo aberto baseada em navios com combate e aventuras terrestres em Cuba e na Jamaica, e em várias ilhas caribenhas, partes do sul da Flórida e leste do México.[21][22][23]

Enredo

Em 2013, meses após o sacrifício de Desmond Miles em Assassin's Creed III, amostras retiradas do corpo de Desmond permitem à Abstergo Industries continuar explorando suas memórias genéticas com as recém-descobertas habilidades de computação em nuvem do Animus. O personagem não nomeado do jogador é contratado pela Abstergo Entertainment, uma subsidiária da Abstergo, para examinar as memórias do ancestral de Desmond, Edward Kenway, um famoso pirata do século XVIII. Aparentemente, isso é para reunir material para um longa-metragem interativo alimentado pelo Animus. Na realidade, a Abstergo — os Templários do tempo presente — estão procurando por uma estrutura da Primeira Civilização conhecida como Observatório nas memórias de Edward.

Como Edward, o jogador desvenda uma conspiração entre Templários de alto escalão dentro dos impérios britânico e espanhol. Sob o pretexto de limpar a pirataria no Caribe, eles usaram suas posições para localizar o Sábio — mais tarde identificado como Bartholomew Roberts (Oliver Milburn) — o único homem que pode levá-los ao Observatório. Ele pode monitorar qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo quando fornecido uma amostra de sangue, o qual eles pretendem usar para espionar e chantagear líderes mundiais. Edward inadvertidamente se envolve quando mata um Assassino renegado, Duncan Walpole. Vendo uma oportunidade de lucro, Edward toma o lugar de Walpole em uma reunião de Templários em Havana, e conhece Woodes Rogers (Shaun Dingwall) e o Governador de Cuba e Grão-Mestre Templário Laureano Torres (Conrad Pla). Sua imprudência coloca a Irmandade dos Assassinos em perigo, levando-o a perseguir o Sábio e os conspiradores desde a Península de Iucatã até a Jamaica, eventualmente capturando Roberts na ilha do Príncipe, na costa da África Central.

Enquanto isso, um bando de piratas notórios — incluindo Barba Negra, Stede Bonnet, Benjamin Hornigold, Mary Read (sob o pseudônimo "James Kidd") e Charles Vane — sonham com uma utopia pirata onde o homem é livre para viver além do alcance dos governantes. Com a ajuda de Edward, eles assumem o controle de Nassau e estabelecem uma república pirata. No entanto, a má governança, a falta de uma economia e um surto de doenças levam a república à beira do colapso, com os fundadores divididos. Edward tenta resolver a disputa, mas chega tarde demais para impedir os Templários de explorar a situação, resultando em Barba Negra sendo morto pelos britânicos após sua aposentadoria, Hornigold se juntando aos Templários e Vane enlouquecendo após o motim de Jack Rackham.

Eventualmente, Edward e Roberts descobrem a localização do Observatório e recuperam o artefato que o alimenta. Roberts trai Edward, e os britânicos o prendem. Ele é aprisionado, mas escapa quando Ah Tabai (Octavio Solorio), o Mentor Assassino, se infiltra na prisão para resgatar Mary Read e Anne Bonny. Lá, ele descobre que Rackham e Bonnet já haviam sido enforcados, enquanto Vane está na prisão aguardando sua própria execução. Mary logo morre em decorrência do parto, e um Edward desanimado decide se juntar à Irmandade. Perseguindo e eliminando Roberts e os conspiradores Templários, Edward recupera o artefato e o devolve ao Observatório, selando-o. Ele recebe uma carta informando-o do falecimento de sua esposa e da chegada iminente de sua filha até então desconhecida, Jennifer Scott. Edward retorna à Inglaterra, prometendo a Ah Tabai que continuará lutando contra os Templários. Anos depois, Edward assiste à The Beggar's Opera na Royal Opera House com Jennifer e seu filho Haytham.

No presente, John Standish, gerente de tecnologia da informação da Abstergo Entertainment, persuade o jogador a investigar o que seus empregadores estão tentando esconder deles. Sob a orientação de John, eles hackeiam vários terminais do Animus e entregam as informações a Shaun Hastings (Danny Wallace) e Rebecca Crane (Eliza Schneider), Assassinos disfarçados que se infiltraram na Abstergo. Quando a instalação é bloqueada após a descoberta dos hacks, John instrui o jogador a acessar o núcleo do Animus, ponto em que Juno (Nadia Verrucci) se materializa em uma forma incorpórea. Ela revela que o mundo ainda não está pronto para ela e que ela é incapaz de possuir o jogador como seus agentes pretendiam.

John é revelado como o Sábio reencarnado e tenta assassinar o jogador para encobrir a ressurreição fracassada de Juno, mas é morto pela segurança da Abstergo, implicando-o como responsável pelos hacks. Durante seu tempo como Roberts, o Sábio admite a Edward que não deve lealdade aos Assassinos ou aos Templários e, em vez disso, usa quem representar sua melhor chance de alcançar seus fins. Com o Sábio morto, o jogador é contatado pelos Assassinos, mas nenhum dos lados é capaz de explicar a presença do Sábio ou identificar seus seguidores, os Instrumentos da Primeira Vontade.[note 2]

Desenvolvimento

No início de fevereiro de 2013, durante sua teleconferência financeira trimestral com investidores, o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, confirmou que o próximo jogo de Assassin's Creed, previsto para ser lançado antes de abril de 2014, apresentaria um novo herói, período de tempo e equipe de desenvolvimento.[24] Em 28 de fevereiro de 2013, a Ubisoft publicou sua primeira imagem promocional e capa para seu próximo jogo de Assassin's Creed, após o vazamento de material de marketing dias antes.[25] A imagem anunciou o título do jogo como Assassin's Creed IV: Black Flag e apresentava um personagem não nomeado segurando uma pederneira e uma espada com uma bandeira preta ao fundo contendo o símbolo dos Assassinos com uma caveira.[25] Uma falha relatada no site oficial de Assassin's Creed IV sugeria que o jogo seria lançado em consoles da próxima geração e em 29 de outubro como data de lançamento,[26] o que foi confirmado pelo primeiro trailer do jogo, lançado em 4 de março de 2013 (originalmente vazado em 2 de março de 2013, mas retirado rapidamente pela Ubisoft).[1][27][28]

Assassin's Creed IV: Black Flag foi anunciado com um trailer cinematográfico em 4 de março de 2013.[27] O desenvolvimento começou em meados de 2011 na Ubisoft Montreal por uma equipe separada da de Assassin's Creed III, com trabalho adicional feito pelos estúdios da Ubisoft em Annecy, Bucareste, Kiev, Milão, Montpellier, Singapura e Sófia.[10]

O gerente de conteúdo principal, Carsten Myhill, afastou o sentimento de que a sequência deveria ter sido um spin-off na mesma linha de Assassin's Creed: Brotherhood ou Assassin's Creed: Revelations, dadas as aparentes semelhanças com Assassin's Creed III. Ele afirmou: "Toda a sensação do jogo é completamente fresca e nova. Vai parecer muito diferente de Assassin's Creed III. Acho que justifica completamente o apelido de Assassin's Creed IV, não apenas com o novo nome e cenário, mas com a atitude e o tom da experiência."[29] Assassin's Creed IV é o primeiro título numerado da série principal a carregar um subtítulo, uma decisão que Myhill diz ter sido tomada para distinguir claramente o tema pirata do resto da franquia.[29] O diretor Ashraf Ismail baseou o design de mundo aberto do jogo no uso de um mundo central com bolsões de mapas cheios de conteúdo em Super Mario 64.[30]

Ao utilizar o motor AnvilNext, a equipe de desenvolvimento pode trabalhar com um único motor para as versões de próxima geração e da geração atual do jogo, já que o motor AnvilNext foi projetado com recursos de próxima geração em mente, ao mesmo tempo em que funciona em sistemas da geração atual.[1] Além disso, cada sistema terá suas próprias complexidades e conjuntos de recursos, com suporte para os diferentes controles e utilizando recursos específicos de cada console.[1] A versão para PC suporta o TXAA da Nvidia.[31]

Em novembro de 2013, a Ubisoft financiou a exumação dos restos mortais do corsário espanhol Amaro Pargo com o objetivo de reconstruir seu rosto para uma possível aparição em Assassin's Creed IV: Black Flag.[32] Esta exumação levou a importantes descobertas sobre a fisionomia desse mítico corsário.[33]

Música

Assassin's Creed IV: Black Flag (Original Game Soundtrack)
Trilha sonora de Brian Tyler
Gênero(s)Trilha sonora de jogo eletrônico
Duração2:01:33
Gravadora(s)Ubisoft Music

Assassin's Creed IV: Black Flag (Original Game Soundtrack) foi composta pelo compositor estadunidense Brian Tyler, que também compôs a trilha sonora do título anterior da Ubisoft, Far Cry 3. Composições e arranjos adicionais foram fornecidos por Sarah Schachner, Omar Fadel,[34] Steve Davis, Mike Kramer, Jeremy Lamb, Matthew Llewellyn e Robert Lydecker. A trilha sonora foi lançada na Amazon MP3[35] e no iTunes em 14 de outubro de 2013.[36] Duas outras trilhas sonoras também foram lançadas:

  • Assassin's Creed IV: Black Flag (Game Soundtrack — Sea Shanty Edition), uma segunda trilha sonora contendo um conjunto de 16 canções de marinheiro compostas por vários artistas, foi lançada na Amazon MP3[37] e no iTunes em 29 de outubro de 2013.[38]
  • Assassin's Creed IV: Black Flag (Game Soundtrack — The Complete Edition), uma trilha sonora completa incluindo as duas trilhas sonoras anteriores, bem como a trilha sonora multijogador composta por Joe Henson e Alexis Smith, foi lançada na Amazon MP3[39] e no iTunes em 2 de dezembro de 2013.[40]
  • Assassin's Creed IV: Black Flag (Game Soundtrack — Sea Shanty Edition, Vol. 2), uma terceira trilha sonora contendo um conjunto de 25 canções de marinheiro compostas por vários artistas, foi lançada na Amazon MP3 e no iTunes em 16 de junho de 2014.

A trilha sonora do DLC Freedom Cry foi composta pelo compositor francês Olivier Deriviere. Ela foi gravada nos Avatar Studios em Nova Iorque com a La Troupe Makandal, um grupo dedicado à música haitiana, e nos Galaxy Studios na Bélgica com a Filarmônica de Bruxelas.[41]

Lista de faixas

Notas

Marketing e lançamento

Assassin's Creed IV: Black Flag foi lançado mundialmente para PlayStation 3 e Xbox 360 em 29 de outubro de 2013,[5][6][7] enquanto a versão para Wii U foi lançada em 29 de outubro de 2013 na América do Norte,[2][6][7] 21 de novembro de 2013 na Austrália, 22 de novembro de 2013 na Europa[3] e 28 de novembro de 2013 no Japão.[43] A versão para Wii U na Europa foi adiada em relação à sua data de lançamento original de 1º de novembro de 2013.[3] Foi anunciado em 1º de março de 2013 que o jogo também chegaria ao PlayStation 4, e em 21 de maio que seria lançado no Xbox One.[4] Ambas as versões foram títulos de lançamento, com a versão para PlayStation 4 sendo lançada em 15 e 29 de novembro de 2013 na América do Norte e Europa, respectivamente,[6][7] e 22 de novembro de 2013 mundialmente para Xbox One.[6][7]

A Ubisoft fez uma parceria com a Sony para trazer conteúdo exclusivo para as versões de PlayStation 3 e PlayStation 4 do jogo,[44] incluindo três missões apresentando a protagonista de Assassin's Creed III: Liberation, Aveline de Grandpré (Amber Goldfarb). A expansão de Aveline, que foi escrita pela roteirista de Liberation, Jill Murray, continua após a conclusão de sua história em Liberation.[45] O conteúdo também está disponível na plataforma PC, através da Uplay Gold Edition.[46]

Em 21 de junho de 2013, foi anunciado que a versão para Windows havia sido adiada por "algumas semanas" de seu lançamento planejado para 29 de outubro de 2013.[47] Suas novas datas de lançamento foram reveladas posteriormente como 19 de novembro de 2013 na América do Norte e 22 de novembro de 2013 na Europa.[3] O designer principal, Jean-Sebastien Decant, explicou que o atraso foi causado pela equipe trabalhando primeiro na "versão master", garantindo que funcionasse para então prosseguir com as outras versões. Para Black Flag, as versões de PlayStation 3 e Xbox 360 foram a master, antes de a equipe adaptá-la para os outros consoles.[48]

Em 31 de outubro de 2013, a Ubisoft anunciou que a exigência do Uplay Passport seria removida de Assassin's Creed IV e de todos os jogos futuros. O Uplay Passport vinha com todas as cópias novas do jogo e era necessário para acessar o multijogador e o minijogo Frota do Edward. Proprietários de cópias usadas podiam baixar o Uplay Passport mediante o pagamento de uma taxa antes da remoção.[49][50]

Uma adaptação em mangá japonês do jogo, escrita por Takashi Yano e ilustrada por Kenji Oiwa, começou a ser serializada na revista Jump X da Shueisha em 10 de agosto de 2013.[51] O mangá, no entanto, contradiz muitas partes do enredo real do jogo, apesar de ser uma adaptação do jogo.

Conteúdo para download

Em 8 de outubro de 2013, a Ubisoft anunciou que um Passe de Temporada (Season Pass) estaria disponível para compra no lançamento do jogo para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC, e incluiria uma expansão de história para um jogador, intitulada Freedom Cry, e o pacote Kraken Ship, com elementos para personalizar o Jackdaw, bem como elementos adicionais para um jogador e multijogador.[52]

Freedom Cry vê o jogador assumir o papel de Adéwalé, um escravo liberto de Trinidad que se tornou o contramestre de Edward Kenway e mais tarde um membro da Irmandade dos Assassinos durante os eventos de Black Flag. Ele se passa treze anos após o final de Black Flag, ponto em que Adéwalé já havia sido bem treinado nos costumes dos Assassinos. Ao interromper as operações dos Templários no Caribe, Adéwalé acaba naufragando em São Domingos, onde se depara com algumas das práticas de escravidão mais brutais das Índias Ocidentais. A história é escrita por Jill Murray, que também escreveu Assassin's Creed III: Liberation.[53] Em fevereiro de 2014, foi anunciado que Freedom Cry seria lançado como um título independente no PlayStation 3 e PlayStation 4 em 18 de fevereiro de 2014 para a América do Norte e 19 de fevereiro de 2014 para a Europa. Mais tarde, foi lançado para PC em 25 de fevereiro de 2014.[54]

Blackbeard's Wrath e Guild of Rogues introduzem três novos personagens ao modo multijogador de Black Flag; o primeiro adiciona Barba Negra, O Jaguar e A Orquídea, enquanto o último apresenta O Xamã, A Sereia e O Clandestino.[55] Blackbeard's Wrath está incluído no Passe de Temporada.[56]

No lançamento original do jogo, as versões para PlayStation 3 e PlayStation 4 continham um DLC exclusivo, Aveline, também escrito por Jill Murray. Ele segue a protagonista homônima de Assassin's Creed III: Liberation em uma nova aventura ambientada anos após os eventos daquele jogo. Mais tarde, foi disponibilizado no PC, na Uplay Digital Deluxe Edition e na Jackdaw Edition, e no Nintendo Switch como parte da Rebel Collection. O jogo foi portado para Google Stadia em 14 de setembro de 2021.[57]

Uma versão Jogo do Ano (Game of the Year), chamada de Jackdaw Edition, foi lançada no Reino Unido para venda exclusivamente na Amazon.co.uk. Mais tarde, foi disponibilizada para Xbox One, PlayStation 4 e PC. A edição inclui todos os conteúdos para download lançados anteriormente. Nenhuma edição comparável foi criada para territórios fora do Reino Unido.

Recepção

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Computer and Video Games 9/10[58]
Destructoid 8.5/10[59]
Edge 9/10[60]
Electronic Gaming Monthly 9.5/10[61]
Eurogamer 9/10[62]
Famitsu 37/40[63]
Game Informer 8.25/10[64]
GameSpot 9/10[65]
GameTrailers 9.2/10[66]
Giant Bomb 4 de 5 estrelas.[67]
IGN 8.5/10[68]
Joystiq 4 de 5 estrelas.[69]
Official Xbox Magazine (US) 9.0/10[70]
PC Gamer (UK) 90%[71]
PlayStation Official Magazine – UK 8/10[72]
VideoGamer.com 7/10[73]
Pontuação global
Agregador Nota média
Metacritic (PS3) 88/100[74]
(WIIU) 86/100[75]
(X360) 86/100[76]
(PS4) 83/100[77]
(PC) 84/100[78]

Assassin's Creed IV: Black Flag recebeu análises "geralmente favoráveis", de acordo com o site agregador de resenhas Metacritic, com os críticos elogiando a jogabilidade de mundo aberto, missões secundárias, gráficos e combate naval. Em novembro de 2013, a Hardcore Gamer classificou Black Flag como o 70º melhor jogo da era da sétima geração.[79]

Black Flag foi geralmente elogiado como superior a Assassin's Creed III,[69][73] com Joe Juba, da Game Informer, notando que a Ubisoft respondeu às críticas que o jogo anterior enfrentou e as retificou.[64] Matt Gilman, da CVG, chamou o jogo de "um retorno à forma para a franquia,"[58] enquanto Mikel Reparaz, da Official Xbox Magazine, afirmou que "Depois de enfrentar os retornos um tanto decrescentes de Revelations e ACIII, Black Flag é exatamente a injeção de ânimo que Assassin's Creed precisava."[70] Conrad Zimmerman, da Destructoid, descreveu o jogo como "Esforços impressionantes com alguns problemas notáveis o retendo. Não vai surpreender a todos, mas vale o seu tempo e dinheiro".[80] Dois dias após seu lançamento, a IGN classificou Black Flag como o 2º melhor jogo da série Assassin's Creed, atrás apenas de Assassin's Creed II.[81]

Vários críticos direcionaram grande aclamação à estrutura de mundo aberto do jogo, com a equipe da Edge declarando que Black Flag "estabelece novos padrões não apenas para a série da Ubisoft, mas para jogos de mundo aberto."[60] Tom Bramwell, da Eurogamer, chamou a jogabilidade de mundo aberto de "uma surpreendente lufada de ar fresco do mar,"[62] com Gilman afirmando que ela "revitaliza a série."[58] A grande escala do mundo aberto foi elogiada,[68] com Greg Tito da [[The The Escapist dizendo que o jogo "abre todo o Caribe."[82] Os críticos também elogiaram as missões secundárias e os colecionáveis do jogo,[58] pois encorajavam ativamente o jogador a explorar o mundo aberto,[62][68] com Shaun McInnis, da GameSpot, dizendo que "Black Flag apresenta um mundo cheio de aventura e oportunidade e cheio de razões para ir explorar."[65] Em geral, concordou-se que as missões secundárias eram superiores às missões principais,[61][64] com Marty Sliva da IGN afirmando que "Black Flag está no seu melhor [quando você] sai em busca da sua própria diversão."[68] As missões secundárias de assassinato foram particularmente elogiadas.[64][71] A exploração contínua entre navio, terra e mar sem telas de carregamento também foi elogiada.[65][71]

Os gráficos também foram amplamente aclamados. A equipe da Edge afirmou que "Do ponto de vista gráfico, o mundo de Black Flag foi construído para surpreender, independentemente da geração de console em que você o joga."[60] Os críticos elogiaram o mundo aberto do jogo como "lindo" e "deslumbrante;"[58][65] Sliva chamou Black Flag de "um dos jogos mais bonitos de 2013."[68] O nível de detalhes do jogo também foi aclamado,[61] com a água, a chuva e o mar do mundo aberto sendo citados como "incríveis" de se olhar.[58][64]

O sistema de combate naval do jogo atraiu muitos elogios. Os críticos notaram que o combate naval era a melhor característica de Assassin's Creed III e, consequentemente, elogiaram Black Flag por aprimorá-lo.[60] Tito explicou que, enquanto as missões navais de Assassin's Creed III eram lineares e limitadas, Black Flag oferecia ao jogador uma liberdade muito maior, permitindo-lhes explorar, lutar ou navegar sempre que quisessem.[82] McInnis disse que o jogo "coloca uma grande ênfase no combate naval", e afirmou que ele "se baseia nas missões navais secundárias de ACIII para criar uma experiência tão importante quanto correr em terra firme."[65] O combate naval recebeu elogios por suas adições de abordar navios e atacar fortes,[82] bem como as transições contínuas entre a jogabilidade no navio e com espada,[65][71] com Tito chamando de "um grande sistema duplo que recompensa tanto a habilidade no combate naval, quanto [na] ação pirata."[82]

A furtividade no jogo foi elogiada por ser mais flexível do que nos jogos anteriores, permitindo ao jogador mais opções para atingir seus objetivos.[58][65] A equipe da Edge disse que "Jogos de furtividade são tão bons quanto a flexibilidade de seus encontros, e a esse respeito Black Flag é o jogo Assassin's Creed mais generoso até hoje."[60] No entanto, alguns também criticaram a furtividade por ser frustrante,[64] devido aos seus controles desajeitados e mal definidos.[62][73] Críticos notaram que lutar como Edward era semelhante aos jogos anteriores,[72] com alguns criticando por ser monótono,[62] fácil demais[58] e sem nuances.[82] No entanto, também foi elogiado por ser "uma viagem de poder eficaz e violenta",[71] e por ser "fluido e vívido."[65] Alguns também reclamaram da I.A. inimiga por falta de inteligência.[72][71][73] O sistema de criação (crafting) simplificado foi elogiado por melhorar em relação ao de Assassin's Creed III,[65][70] com os críticos notando que se inspirou em Far Cry 3.[60][71]

A história recebeu uma resposta positiva no geral. Reparaz elogiou-a como "envolvente" e uma das melhores da série Assassin's Creed. Reparaz e McInnis também elogiaram os personagens, e elogiaram a maneira como a história explora o lado humano dos piratas, pintando-os sob uma luz simpática e relacionável.[65][70] Bramwell sentiu que a história "floresce", elogiando particularmente os personagens coadjuvantes e o arco de personagem de Edward.[62] Joel Gregory, da PlayStation Official Magazine, sentiu que o enredo de Black Flag não era nada único para a série, embora tenha elogiado os personagens como "muito mais interessantes, mais simpáticos e mais variados" do que os jogos anteriores.[72] Embora tenha elogiado a primeira metade da história, Gilman foi mais crítico em relação à segunda metade, acrescentando que seu ritmo e estrutura falhos resultaram na apatia do jogador em relação aos personagens.[58] Tanto Sliva quanto Juba também criticaram a história principal,[68] com Juba reclamando sobre sua falta de propósito, ou de um antagonista atraente, e sentiu que a maioria dos personagens coadjuvantes eram subdesenvolvidos.[64]

As missões da história tiveram uma recepção mista. Reparaz, que elogiou muito o jogo, sentiu que elas eram o aspecto mais fraco de Black Flag.[70] Juba e Steven Burns da VideoGamer.com sentiram que a maioria das missões da história eram repetitivas e cansativas.[64][73] Tito, no entanto, sentiu que elas eram variadas, e que as porções frustrantes compensavam por serem desafiadoras.[82] Um aspecto particular que recebeu fortes críticas da maioria dos revisores foram as missões de escuta e perseguição,[60][62][64][65][70][73][82] com vários notando que esses problemas deveriam ter sido consertados ou totalmente removidos da série.[58][72] Os objetivos de perseguição também foram estendidos para missões de navio/mar, com críticos também criticando esta forma de furtividade naval.[60][69] O ritmo e a abertura do jogo foram elogiados, pois introduziram a jogabilidade pirata sem a necessidade de um tutorial excessivamente longo,[61][68][71] com Juba notando isso como uma melhoria sobre Assassin's Creed III.[64]

Vários críticos rotularam Black Flag mais como um jogo de pirata do que um jogo de Assassin's Creed, devido ao seu forte foco na pirataria na jogabilidade, história e personagens.[60][69][72][71] Os críticos sentiram que isso era melhor para o jogo; eles elogiaram o tom e a abordagem mais descontraída de Black Flag em comparação aos jogos anteriores,[60][68][73] ao mesmo tempo em que acreditavam que o jogo sabiamente evitou o habitual enredo confuso dos Assassinos em favor de uma história pirata simplista.[68][71] Gilman afirmou que "Black Flag é um jogo de pirata melhor do que um jogo de assassino,"[58] com Tom Senior, da PC Gamer, observando que "Black Flag na verdade não quer ser um jogo de Assassin's Creed e [...] essa é uma jogada bem-vinda."[71] Reparaz o chamou de o melhor jogo de pirata que ele já havia jogado,[70] enquanto Ray Carsillo, da Electronic Gaming Monthly, declarou que Black Flag era "provavelmente a melhor simulação de pirata da história dos videogames."[61] Tito afirmou que a jogabilidade de Black Flag o lembrava mais de uma versão 3D de Sid Meier's Pirates! do que qualquer jogo de Assassin's Creed.[82] O personagem de Edward Kenway como um pirata automotivado em vez de um Assassino também foi elogiado pela maioria.[62][65][68][73] Sliva acreditava que o personagem de Edward era uma "mudança de ritmo refrescante para uma série que tinha começado a se levar um pouco a sério demais,"[68] enquanto ele e Gilman afirmaram que Edward era um protagonista "mais vivo" e "mais agradável" do que o Connor de Assassin's Creed III.[58][68]

Vendas

Durante a primeira semana de vendas no Reino Unido, Assassin's Creed IV: Black Flag tornou-se o jogo mais vendido em todos os formatos disponíveis, à frente de Battlefield 4.[83] No entanto, as vendas do jogo na semana de estreia caíram 60% em comparação com Assassin's Creed III de 2012. A Ubisoft culpou a queda na demanda pela incerteza causada pela transição iminente para os consoles da oitava geração.[84] De acordo com os números do NPD Group, Assassin's Creed IV: Black Flag foi o terceiro jogo mais vendido de novembro de 2013 nos Estados Unidos, atrás apenas de Call of Duty: Ghosts e Battlefield 4.[85] Em maio de 2014, a Ubisoft anunciou que o jogo havia distribuído mais de 11 milhões de cópias.[86] Black Flag é o jogo mais vendido da franquia Assassin's Creed, com 15 milhões de cópias vendidas até 2025.[87]

Prêmios

Assassin's Creed IV: Black Flag recebeu indicações a Jogo do Ano por veículos de mídia como a GameSpot[88] e o Inside Gaming Awards,[89] Venceu o prêmio da Spike VGX 2013 de Melhor Jogo de Ação e Aventura,[90] e os prêmios da GameSpot de Jogo do Ano para PS4 e Jogo do Ano para Xbox One.[91][92]

Os roteiristas Jill Murray, Melissa MacCoubrey, Hugo Giard e Wesley Pincombe receberam uma indicação ao Writers Guild of America Awards na 67ª edição pelo roteiro e história de Freedom Cry.[93]

AnoPrêmioCategoriaResultadoRef.
2013 Inside Gaming Awards Anual Jogo do Ano Indicado [89]
Melhor História Indicado
Escolha dos Jogadores Indicado
Spike VGX 2013 Melhor Jogo de Ação e Aventura Venceu [90]
Prêmios de Melhores de 2013 da Game Revolution Melhor Jogo de Ação e Aventura Venceu [94]
Melhor Publicadora (Ubisoft) Indicado [95]
Prêmios de Jogo do Ano 2013 da GameSpot Jogo do Ano para PS4 Venceu [91]
Jogo do Ano para Xbox One Venceu [92]
Jogo do Ano Indicado [88]
Jogo do Ano para PS3 Indicado [96]
Jogo do Ano para Xbox 360 Indicado [97]
Prêmios de Jogo do Ano 2013 da Hardcore Gamer Melhor Jogo de Aventura Venceu [98]
A Sequência das Sequências Venceu [99]
Jogo do Ano Indicado [100]
Melhor Jogo Multiplataforma Indicado [101]
Melhor Multijogador Indicado [102]
Melhor Novo Personagem (Edward Kenway) Indicado [103]
Melhores Gráficos Técnicos Indicado [104]
Melhores de 2013 da Destructoid Melhor Jogo Multiplataforma Indicado [105]
Melhor Jogo de Ação Indicado [106]
Melhor Jogo Competitivo Indicado [107]
Prêmios de Jogo do Ano 2013 da Giant Bomb Melhor Revelação Venceu [108]
Melhor Jogo Indicado [109]
13º Prêmios Anuais da National Academy of Video Game Trade Reviewers Direção de Arte, Influência de Época Indicado [110]
Design de Personagem Venceu
Design de Figurino Venceu
Design de Jogo, Franquia Indicado
Gráficos, Técnicos Indicado
Jogo, Aventura de Franquia Indicado
Prêmios de Jogo do Ano 2013 da GameTrailers Jogo do Ano Indicado [111]
Melhor Jogo Multiplataforma Indicado
Melhor Jogo de Ação e Aventura Indicado
Melhores de 2013 da IGN Melhor Jogo Multijogador para PS4 Venceu [112]
Jogo do Ano para Xbox One Venceu [113]
Melhor Jogo de Ação e Aventura para Xbox One Venceu [114]
Melhor História para Xbox One Venceu [115]
Melhor Jogo de Ação e Aventura para Wii U Venceu [116]
Melhor Som para Wii U Venceu [117]
Melhor Jogo de Ação e Aventura Geral Indicado [118]
Melhor Música Geral Indicado [119]
Melhor Jogo de Ação e Aventura para PC Indicado [120]
Melhor Jogo de Ação e Aventura para PS3 Indicado [121]
Melhor Som para PS3 Indicado [122]
Melhor História para PS3 Indicado [123]
Jogo do Ano para PS4 Indicado [124]
Melhor Jogo de Ação e Aventura para Xbox 360 Indicado [125]
Melhor Som para Xbox 360 Indicado [126]
Melhor História para Xbox 360 Indicado [127]
Melhor Som para Xbox One Indicado [128]
Jogo do Ano para Wii U Indicado [129]
Melhor Jogo Multijogador para Wii U Indicado [130]
Melhor Música para Wii U Indicado [131]
2014 Prêmios da The Escapist 2013 Jogo do Ano Indicado [132]
Melhor Jogo de Ação e Aventura Indicado [133]
Prêmios de Jogo do Ano 2013 da Official Xbox Magazine Melhor Jogo de Ação Venceu [134]
Jogo do Ano Indicado [135]
66º Writers Guild of America Awards Realização Excepcional em Roteiro de Jogo Eletrônico
(História por Darby McDevitt, Mustapha Mahrach, Jean Guesdon; Roteirista Principal Darby McDevitt;
Roteirista Jill Murray; Roteirista de IA Nicholas Grimwood; Roteirista Cingapura Mark Llabres Hill)
Indicado [136]
17º D.I.C.E. Awards Jogo do Ano Indicado [137]
Jogo de Aventura do Ano Indicado
Realização Excepcional em Animação Indicado
Realização Excepcional em Engenharia de Jogabilidade Indicado
Realização Excepcional em Engenharia Visual Indicado
10º BAFTA Video Games Awards Melhor Jogo Indicado
Ação/Aventura Indicado
Design de Jogo Indicado
Música Indicado
14º Game Developers Choice Awards Anual Melhor Tecnologia Indicado [138]
32º Golden Joystick Awards Melhor Design Visual Venceu [139]
[140]
Estúdio do Ano (Ubisoft Montreal) Venceu
Melhor Áudio Venceu
Melhor Momento nos Jogos (Canções de marinheiro) Indicado
Jogo do Ano Indicado

Críticas da PETA

A People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), uma organização de direitos dos animais, criticou Assassin's Creed IV: Black Flag pelo uso de arpões e pela representação da caça às baleias. A organização disse que era "vergonhoso para qualquer jogo glorificar [a caça às baleias]".[141] A Ubisoft respondeu às alegações dizendo que Assassin's Creed é baseado na história e é uma "obra de ficção que descreve eventos reais durante a Era de Ouro dos Piratas". A Ubisoft afirmou que eles não toleram a caça às baleias, nem o estilo de vida pirata em geral.[142]

A PETA tem um histórico de criticar jogos eletrônicos, sendo alguns dos casos notáveis os de Mario e Pokémon.[143]

Legado

Continuação da série

O ano seguinte ao lançamento de Black Flag viu o lançamento de dois títulos sequenciais. Assassin's Creed Unity, ambientado em Paris durante a Revolução Francesa e apresentando um novo enredo e personagens,[144] foi lançado mundialmente para PlayStation 4, Windows e Xbox One em 11 de novembro de 2014.[145] Assassin's Creed Rogue, ambientado durante a Guerra Franco-Indígena na América do Norte na década que antecedeu os eventos de Assassin's Creed III, apresenta vários personagens que retornam de ambos os títulos, incluindo Haytham Kenway e Adéwalé. Foi lançado mundialmente para PlayStation 3 e Xbox 360 em 11 de novembro de 2014, e para Windows em 10 de março de 2015.[146]

Uma expansão multijogador planejada para Black Flag, projetada para expandir o amplo sistema naval do jogo, entrou em desenvolvimento na Ubisoft Singapore no final de 2013. À medida que o trabalho progredia, a Ubisoft decidiu transformar a expansão em um jogo derivado independente, inicialmente intitulado Black Flag Infinite antes de ser renomeado para Skull and Bones; isso ocorreu em parte porque sua tecnologia inicial estava se tornando obsoleta.[147] O desenvolvimento do jogo foi conturbado, com o projeto passando por múltiplas mudanças de direção. Isso fez com que ele excedesse seus orçamentos iniciais e sofresse inúmeros atrasos.[147][148] Skull and Bones seria finalmente lançado em 16 de fevereiro de 2024, para PlayStation 5, Xbox Series X/S e Windows.[149]

Remake

No início de 2025, surgiram rumores de que um remake do jogo estaria em desenvolvimento.[150][151] O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, também confirmou que eles fariam remakes de vários jogos de Assassin's Creed no futuro.[152] Em março de 2026, a Ubisoft confirmou que o remake, intitulado Assassin's Creed: Black Flag Resynced, estava em desenvolvimento.[153]

Notas

  1. Trabalho adicional pela Ubisoft Annecy, Ubisoft Bucharest, Ubisoft Quebec, Ubisoft Singapore e Ubisoft Sofia.
  1. O personagem é referido como "Thatch" neste jogo, em vez do mais comum "Teach". "Thatch" é a forma do nome do Barba Negra usada em todas as fontes primárias escritas por pessoas que realmente conheceram o pirata, enquanto "Teach" era a versão usada no único jornal da América do Norte na época, o Boston News-Letter. Veja Barba Negra: Início de vida para mais informações.
  2. O jogador é capaz de encontrar itens colecionáveis espalhados pelos mundos do jogo tanto do passado quanto do presente. Esses itens estabelecem a história de fundo do Sábio e são usados como um meio de comunicação com outros agentes não identificados da Primeira Civilização.

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