Provido de longos cornos anelados desenvolvendo-se em espiral. Próprio das regiões de deserto, possui cascos largos e arredondados, bem adaptados à marcha sobre a areia. A sua cor é amarelada, com cabeça e pescoço negros, sendo a cauda e as patas brancas.[carecede fontes?]
Distribuição
Hoje encontra-se em grande risco de extinção, restando poucos exemplares no Chade, na Mauritânia e no Níger. Contudo, no dia 27 de junho de 2010, o zoológico de Brasília, no Brasil, divulgou que conseguiu montar um banco genético de genes de animais mamíferos, o maior da América Latina. Neste banco, têm-se o sêmen e embriões de mamíferos americanos, para futura perpetuação das espécies. O banco genético contém dados não só de mamíferos americanos, mas também de outras regiões do planeta, inclusive do ádax. Dessa forma, o ádax não será de todo extinto. No Brasil, o Zoológico de São Paulo possui exemplares deste antílope em exposição no recinto dedicado à planície africana.[carecede fontes?]
Dieta
O ádax se alimenta preferencialmente de gramíneas. Na falta dessas pode comer acácias e outras leguminosas.[4]
Hábitos
Ádax pastando em condições secas.
O ádax é um animal gregário. Hoje em dia são encontrados em pequenos grupos vagando pelo deserto em busca de comida. Antigamente era possível que as manadas contivessem mais de mil animais. O bando é liderado por uma fêmea mais velha[5] e contém tanto machos quanto fêmeas.
O ádax tem hábitos noturnos e crepusculares. Durante o dia ele se protege do calor repousando em covas rasas que escava na areia do deserto.[carecede fontes?]