1121

SÉCULOS: Século XISéculo XIISéculo XIII
DÉCADAS: 10701080109011001110 112011301140115011601170
ANOS: 11161117111811191120 112111221123112411251126

1121 em outros calendários
Calendário gregoriano 1121
MCXXI
Ab urbe condita 1874
Calendário arménio 570 571
Calendário bahá'í -723 -722
Calendário budista 1665
Calendário chinês 3817 3818
Início a 22 de janeiro
(aproximadamente)
Calendário copta 837 838
Calendário etíope 1113 1114
Calendários hindus
- Vikram Samvat
- Calendário nacional indiano
- Cáli Iuga

1176 1177
1042 1043
4221 4222
Calendário Holoceno 11121
Calendário islâmico 515 516
Calendário judaico 4881 4882
Calendário persa 499 500
Calendário rúnico 1371
Calendário solar tailandês 1664

1121 (MCXXI, na numeração romana) foi um ano comum do século XII do Calendário Juliano, da Era de Cristo, a sua letra dominical foi B (52 semanas), teve início a um sábado e terminou também a um sábado. No território que viria a ser o reino de Portugal estava em vigor a Era de César que já contava 1159 anos.


Rainha Urraca I de Leão e Castela. Miniatura medieval.

Eventos

  • D. Afonso II entra em Portugal, em missão de soberania, no séquito da mãe, D. Urraca.
  • Início do desempenho de funções governativas no Condado Portucalense, por Fernão Peres de Trava, membro eminente da nobreza galega que desempenhou funções militares de vigilância junto à fronteira muçulmana e terá vivido maritalmente com D. Teresa. O seu papel preponderante na corte portucalense afastou dela os principais membros da nobreza nacional, acentuou a oposição do arcebispo de Braga, grande adversário de Diego Gelmírez, e acabou por suscitar a revolta aberta dos barões portucalenses quando estes obtiveram o apoio do infante Afonso Henriques.
  • Viagem de Paio Mendes, arcebispo de Braga, a Roma para defender os seus direitos contra o arcebispo de Santiago de Compostela, tendo em Junho conseguia o reconhecimento papal dos direitos metropolíticos sobre as dioceses de Viseu, Lamego e Idanha que pertenciam anteriormente a província de Mérida, e que deviam ser, por isso, teoricamente sufragâneas de Compostela. No regresso da sua viagem, Foi preso por D. Teresa, conseguindo a sua libertação graças a intervenção do papa.
  • Afastamento da corte de D. Teresa dos representantes das mais poderosas e prestigiadas famílias nobres do Condado Portucalense, nomeadamente os Senhores de Sousa, os Senhores de de Ribadouro, os Senhores da Maia e ainda de Sancho Nunes de Barbosa, um nobre de origem galega, todos favorecidos pelo conde D. Henrique com cargos da maior confiança.
  • Invasão e saque de Portugal pelas tropas de D. Urraca, rainha do Reino de Leão e do Reino de Castela e de Diego Gelmírez, arcebispo de Compostela. É datado deste ano a primeira batalha naval de Portugal no Rio Minho entre as forças de D. Urraca e D. Teresa.
  • Este facto foi de grande humilhação para D. Teresa, que teve de recuar e de se refugiar no Castelo de Lanhoso, onde acabou por se submeter a sua irmã D. Urraca.

Mortes

Referências