Valentin Pavlov
Valentin Sergueievitch Pavlov | |
|---|---|
| Валéнтин Серге́евич Па́влов | |
![]() Valentin Sergueievitch Pavlov | |
| Primeiro-ministro da União Soviética | |
| Período | 14 de janeiro de 1991 – 28 de agosto de 1991 |
| Vice | Vladimir Velitchko Vitali Dogujiev |
| Antecessor(a) | Nikolai Ryzhkov |
| Sucessor(a) | Ivan Silayev |
| Ministro das Finanças | |
| Período | 17 de julho de 1989 – 26 de dezembro de 1990 |
| Antecessor(a) | Boris Gostev |
| Sucessor(a) | Vladimir Orlov |
| Presidente da Comissão Estatal de Preços | |
| Período | 15 de agosto de 1986 – 7 de junho de 1989 |
| Antecessor(a) | Nikolai Glushkov |
| Sucessor(a) | Viatcheslav Sentchagov |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Валéнтин Серге́евич Па́влов |
| Nascimento | 26 de setembro de 1937 Moscou, RSFSR, URSS |
| Morte | 30 de março de 2003 (65 anos) Moscou, Rússia |
| Prêmio(s) | |
| Filhos(as) | Serguei Pavlov |
| Partido | Partido Comunista da União Soviética |
| Profissão | Político |
Valentin Sergueievitch Pavlov (em russo: Валéнтин Серге́евич Па́влов; Moscou, 26 de setembro de 1937 – Moscou, 30 de março de 2003) foi um funcionário soviético e posteriormente banqueiro russo após a dissolução da União Soviética. Nascido na cidade de Moscou, então parte da República Socialista Federativa Soviética da Rússia, Pavlov iniciou sua carreira política no Ministério das Finanças em 1959. Mais tarde, durante a era Brejnev, tornou-se chefe do Departamento Financeiro do Comitê de Planejamento Estatal. Pavlov foi nomeado para o cargo de presidente do Comitê Estatal de Preços durante a era Gorbatchov e, mais tarde, tornou-se ministro das Finanças no segundo governo de Nikolai Ryjkov. Ele sucedeu Ryjkov como chefe do governo no cargo recém-criado de primeiro-ministro da União Soviética.
No início de 1991, o primeiro-ministro Pavlov iniciou a reforma monetária soviética de 1991, comumente chamada de reforma Pavlov. Logo no início, ele disse à mídia que a reforma foi iniciada para interromper o fluxo de rublos soviéticos transportados do exterior para a União Soviética. Embora ridicularizada na época, a declaração mais tarde se provou verdadeira. Em junho do mesmo ano, Pavlov pediu a transferência do poder do presidente da União Soviética para o primeiro-ministro e o gabinete de ministros. Quando isso falhou, ele se juntou a uma conspiração para derrubar Gorbatchov. Em agosto, ele participou da tentativa de golpe de estado na União Soviética em 1991, que tentou impedir a desintegração da União Soviética. Pavlov foi preso por seu envolvimento no golpe e passou a trabalhar no setor bancário na Rússia pós-soviética. Ele pode ser considerado o último chefe de governo soviético legítimo, já que seu sucessor, Ivan Silaiev, foi nomeado pela República Socialista Federativa Soviética Russa, violando os princípios constitucionais soviéticos.
Início de vida e carreira
Nascido em Moscou, Pavlov formou-se no Instituto Financeiro de Moscou em 1958. Iniciou sua carreira na nomenklatura (burocracia) como economista do governo; começou a trabalhar como funcionário do Ministério das Finanças em 1959 e tornou-se membro do Partido Comunista da União Soviética em 1962.[1]
No início da sua carreira, também trabalhou para o Ministério das Finanças da República Socialista Federativa Soviética Russa (RSFSR). Pavlov começou a trabalhar para o Comitê de Estatal de Planejamento (Gosplan) em 1979 e tornou-se membro do conselho do Comitê Estatal de Planejamento em 1981.[2] Ele ocupou o cargo de chefe do Departamento Financeiro do Comitê, que supervisionava todos os aspectos da economia planejada do país.[1] Ele atuou como primeiro vice-ministro das Finanças no ministério de Boris Gostev, de janeiro a agosto de 1986.[2]
Pavlov foi nomeado presidente do Comitê Estatal de Preços (Goskomtsen) em 15 de agosto de 1986, cargo que ocupou até 7 de junho de 1989.[2] Ao longo desse período, e posteriormente como Ministro das Finanças, Pavlov apoiou a proposta de reforma centralizada dos preços apresentada por Nikolai Ryjkov, Presidente do Conselho de Ministros.[3] Ele sucedeu Gostev como Ministro das Finanças no governo de Ryjkov em 1989 e seu mandato foi considerado incontroverso, embora Lira Rozenova, vice-presidente do Comitê Estatal de Preços, não tenha sido eleita para o cargo de presidente do Comitê Estatal por defender os planos apoiados por Pavlov para uma reforma de preços administrada centralmente.[4] Ele era o único ministro do Governo de Ryjkov que também era membro do Presidium do Conselho de Ministros.[5]
Juntamente com Eduard Shevardnadze, ministro das Relações Exteriores da União Soviética, Pavlov foi o único candidato do segundo governo de Ryjkov a ser eleito por maioria esmagadora pelo Soviete Supremo da União Soviética.[6] Como ministro das Finanças, Pavlov apoiou a mercantilização da economia soviética,[7] tendo supervisionado um rápido aumento da oferta monetária soviética e o aumento da inflação que isso causou. Pavlov também fixou a taxa de câmbio do rublo em relação ao dólar americano no mercado negro soviético.[8] Em 1993, ele admitiu orgulhosamente que, durante seu mandato como ministro das Finanças e, posteriormente, primeiro-ministro, havia enganado vários bancos e credores ocidentais ao mentir sobre as reservas de ouro da União Soviética.[9] Em 1989, Pavlov reuniu informações suficientes sobre os erros e omissões de Ivan Silayev, futuro primeiro-ministro soviético e primeiro-ministro da RSFS da Rússia, para enfraquecer sua posição como vice-primeiro-ministro. Silayiv nunca perdoou Pavlov e as relações entre os dois tornaram-se ainda mais frias quando Pavlov se tornou primeiro-ministro soviético.[10]
Primeiro-ministro da União Soviética (1991)
Após a renúncia de Nikolai Ryjkov, devido a um ataque cardíaco em dezembro de 1990, Pavlov foi eleito para o novo cargo de primeiro-ministro como candidato de compromisso[11] e tornou-se presidente do Gabinete de Ministros.[9][12] Ele e seus dois primeiros vice-primeiros-ministros, Vladimir Velitchko e Vitali Dogujiev, foram aprovados e eleitos pelo Soviete Supremo da União Soviética em 14 de janeiro, com 279 votos a favor, 75 contra e 66 abstenções, enquanto a aprovação da maioria de seus ministros ocorreu poucas semanas depois.[13] Pavlov foi considerado um conservador quando eleito primeiro-ministro,[14] e a imprensa soviética o descreveu como um “homem ousado e complexo” que era contra a plena mercantilização, mas acreditava que a União Soviética era ainda mais opressiva para com os trabalhadores do que mesmo as sociedades capitalistas mais avançadas.[15] Uma de suas primeiras ações como primeiro-ministro foi transferir a sede do governo soviético, o Gabinete de Ministros, do Kremlin de Moscou para a antiga sede do Comitê Estatal de Construção, a fim de fortalecer sua posição.[16]
Reforma monetária de 1991
A reforma monetária soviética de 1991, comumente chamada de reforma Pavlov, foi a última reforma monetária antes da dissolução da União Soviética, apesar de ter feito um discurso duas semanas antes, dizendo que não haveria tais reformas. Iniciada em 22 de janeiro de 1991, tinha como objetivo retirar dinheiro de circulação para realocação na produção de bens de consumo, que estavam em falta.[17][18] Em um discurso, Pavlov afirmou que o motivo da retirada era a convicção do governo de que dinheiro estava sendo enviado do exterior para a União Soviética, alimentando a inflação. Embora ridicularizado pela imprensa soviética na época, três anos depois a veracidade da afirmação de Pavlov foi comprovada.[19] Mikhail Gorbatchov assinou então o decreto n° 1329 ordenando que o sistema financeiro soviético deixasse de aceitar e trocar notas emitidas em 1961.[20][21][22] Em 23 de janeiro de 1991, o governo começou a restringir os saques mensais de depósitos bancários a 500 rublos.[22]
Sob as ordens de Pavlov, o governo liberou 40% dos preços em 1.º de janeiro de 1991 e introduziu um imposto sobre vendas de 5%. Os preços dos bens de consumo, em particular, passaram a ser considerados livres, no sentido de que tornou-se possível a negociação entre produtores e distribuidores.[23] De acordo com Philip Hanson, em seu livro The Rise and Fall of the Soviet economy: An Economic History of the USSR from 1945 (A ascensão e queda da economia soviética: uma história econômica da URSS a partir de 1945), a reforma de Pavlov foi prejudicada pelas repúblicas da União, que não seguiram as ordens de Pavlov, juntamente com a existência generalizada de monopólios locais, que tendiam a ter sua própria definição de bens de luxo e, como resultado, impunham preços mais altos a esses itens.[24]
Insatisfação com Gorbatchov
Em junho de 1991, Pavlov, que considerava que o cargo de primeiro-ministro tinha poderes limitados, descobriu que Gorbatchov planejava substituí-lo como primeiro-ministro. Em resposta, ele chegou ao Soviete Supremo da União Soviética “visivelmente nervoso” e,[25] em seu relatório ao Soviete Supremo, foi forçado a informar aos delegados sobre o estado precário da economia soviética. No entanto, Pavlov atribuiu a culpa para isso à Guerra das Leis em curso entre o Soviete Supremo da União Soviética e o Soviete Supremo da República Socialista Federativa Soviética Russa (RSFSR),[25] que, segundo ele, poderia ser resolvida com a introdução de um estado de emergência em toda a União Soviética, ou pelo menos em certos setores econômicos.[26]
De acordo com Pavlov, os problemas da união permaneciam insolúveis enquanto Gorbatchov mantivesse tanto poder e tivesse tempo limitado para tratar de questões importantes. Para quebrar o impasse, Pavlov pediu uma transferência de poder do presidente da União Soviética para o primeiro-ministro e o gabinete de ministros, (especificamente, ele queria que o Gabinete tivesse o direito de emitir decretos sobre assuntos econômicos sem a aprovação do presidente, propor legislação por conta própria, ter um papel maior na formulação de políticas sociais e econômicas, controlar o Gosbank e a inspeção tributária e ter um mandato especial para combater o crime organizado), chegando a criar uma resolução de cinco pontos para esse fim para ser considerada pelo legislativo. Pavlov recebeu apoio para a ideia do líder da facção parlamentar Soyuz, Viktor Alksnis, que pediu uma votação imediata sobre a questão. No entanto, vários membros da Soyuz também exigiram uma declaração da KGB e do Ministério da Defesa para comentar a proposta. Em retrospecto, Alksnis observa que essa resolução poderia ter se tornado um golpe de Estado se Pavlov os tivesse consultado anteriormente.[25] De acordo com o historiador Jerry F. Hough, o programa de Pavlov “não era dirigido tanto a Gorbatchov quanto a [Boris] Iéltsin”.[27]
À tarde, a maioria dos membros da Soyuz era a favor de uma votação imediata. O presidente do Soviete Supremo da União Soviética, Anatoli Lukianov, já havia partido para Novo-Ogaryovo para participar das negociações constitucionais e prometeu informar Gorbatchov sobre a votação. Em seu lugar estava Ivan Laptev, um reformista pró-Gorbatchov, que não confiava em Lukianov e tentou adiar a votação exigindo[25] uma declaração da KGB, do Ministério do Interior e do Ministério da Defesa. Segundo Laptev, o clima era tal que, se a votação tivesse ocorrido, Pavlov teria vencido.[28] Na época, tanto a polícia secreta soviética quanto as forças armadas em geral queriam fortalecer a autoridade do governo soviético e, por isso, também apoiavam o programa de Pavlov.[27] A Soyuz, por meio de uma votação, conseguiu aumentar os poderes do Gabinete de Ministros e concedeu à instituição o direito de iniciativa legislativa.[29]
Pouco tempo depois, Jack F. Matlock Jr., embaixador dos Estados Unidos na União Soviética, informou Gorbatchov sobre a possibilidade de uma tentativa de golpe contra ele,[28] e o líder soviético ficou preocupado quando Anatoli Tcherniaiev o informou sobre movimentos misteriosos de tropas fora de Moscou. Em 21 de junho, quatro dias após o discurso de Pavlov, Gorbatchov dirigiu-se ao Soviete Supremo e disse aos delegados que não havia diferenças de opinião entre ele e Pavlov. Mesmo quando conseguiu garantir sua posição, o poder de Gorbatchov dentro do sistema já estava enfraquecido,[30] embora ele tenha conseguido reverter os poderes ampliados anteriormente concedidos ao Gabinete de Ministros.[29] A luta pelo poder entre Gorbatchov e Pavlov não havia terminado, com Gorbatchov, em 29 de julho de 1991, prometendo a Iéltsin e Nursultan Nazarbayev que Pavlov, juntamente com Dmitri Iazov, Ministro da Defesa, e Vladimir Kriutchkov, presidente da KGB, seriam destituídos de seus cargos após a assinatura e ratificação do Novo Tratado da União, com Nazarbayev sendo nomeado no lugar de Pavlov como primeiro-ministro.[31]
Golpe de Agosto
A tentativa de golpe de Estado na União Soviética em 1991 foi motivada pela lenta desintegração da União Soviética, resultado da política de reformas de Gorbatchov e da campanha de Iéltsin em prol de uma Rússia independente. O Novo Tratado da União que estava sendo preparado exigia uma maior descentralização do poder para as repúblicas, o que enfraqueceu o já frágil controle do governo sobre a economia. Pavlov recebeu uma minuta do Novo Tratado da União em 12 de agosto, em uma reunião do Conselho de Segurança, e conseguiu publicá-la no The Moscow News em 14 de agosto.[32]
Opondo-se à postura de descentralização adotada no tratado, Pavlov foi um dos principais responsáveis pela criação do Comitê Estatal sobre o Estado de Emergência em agosto de 1991. A inclusão de Pavlov no comitê foi usada para demonstrar sua relutância em reverter as políticas pré-Gorbatchov. O principal objetivo do comitê era garantir que a União Soviética continuasse como um estado altamente centralizado.[33] O Comitê de Emergência era liderado por Guennadi Ianaiev, vice-presidente da União Soviética, pelo ministro do Interior Boris Pugo, pelo ministro da Defesa Dmitri Iazov e por outros membros da linha dura que estavam determinados a tomar medidas para destituir Gorbatchov. Vladimir Kriutchkov, presidente da KGB, informou Pavlov sobre o golpe em 18 de agosto, um dia antes de ele começar. Kriutchkov pediu a Pavlov que se reunisse com seus co-conspiradores no Kremlin, em Moscou, onde, em 19 de agosto, ele e seus co-conspiradores apareceram ao vivo na televisão e informaram ao povo soviético que Gorbatchov estava indisposto. À medida que o dia avançava, logo ficou claro que Pavlov estava bêbado, pois deu várias ordens contraditórias e se repetia. Em retrospecto, ele admitiu que havia bebido com seu filho no dia anterior. No mesmo dia, seus companheiros conspiradores decidiram destituir Pavlov, enviando-o para sua dacha, onde sua esposa cuidou dele. Assim como todos os outros, Pavlov foi preso após o fracasso do golpe.[34] Pouco depois, Pavlov foi hospitalizado com hipertensão enquanto permanecia sob custódia.[35] Ele foi libertado sob compromisso de não sair do país em janeiro de 1993[36] e recebeu anistia da Duma Federal em 1994.[34]
Vida posterior e morte
Após sua libertação da prisão, Pavlov tornou-se diretor do banco comercial Chasprombank entre 1994 e 1995. Ele renunciou a pedido do conselho de administração do banco, que o informou que havia decidido “conceder-lhe uma licença por tempo indeterminado”. Em fevereiro de 1996, pouco depois de sua renúncia, a licença do banco foi revogada por violar as leis bancárias estabelecidas pelo Banco Central da Rússia. Pavlov então trabalhou como consultor do Promstroybank entre 1996 e 1997 e, em 1998, também se tornou vice-presidente da empresa americana Business Management Systems. Ele trabalhou como vice-presidente da Sociedade Econômica Livre e da Academia Internacional de Gestão e, mais tarde, chefiou um departamento da União Internacional de Economistas.
Em 2000, com o apoio de Viktor Gerashchenko, o filho de Valentin Pavlov, Serguei Pavlov, tornou-se banqueiro no East-West United Bank, em Luxemburgo.[37]
Pavlov faleceu em Moscou em 30 de março de 2003 e foi sepultado em 2 de abril no Cemitério Piatnitskoie.[38]
Condecorações
Referências
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