Universidade Federal de Viçosa
| Universidade Federal de Viçosa | |
|---|---|
![]() | |
![]() Edifício Arthur Bernardes, Campus de Viçosa. | |
| Sigla | UFV |
| Lema | Ediscere, Scire, Agere, Vincere do latim: Estudar, Saber, Agir, Vencer |
| Fundação | 30 de março de 1922 (103 anos) (ESAV) 1 de agosto de 1969 (56 anos) (universidade) |
| Tipo de instituição | Universidade pública federal |
| Localização | Viçosa, Minas Gerais, Brasil |
| Funcionários técnico-administrativos | 2.386 (2023)[1] |
| Reitor(a) | Demetrius David da Silva |
| Vice-reitor(a) | Rejane Nascentes |
| Docentes | 1.540 (2023)[1] |
| Total de estudantes | 19.064 (2023)[1] |
| Graduação | 13.686 (2023)[1] |
| Pós-graduação | 4.072 (2023)[1] |
| Campi | Três municípios: |
| Cores | Ouro, sable e gules |
| Orçamento anual | R$ 1.065.327.211 (2023)[1] |
| Página oficial | www.ufv.br |
A Universidade Federal de Viçosa (UFV) é uma universidade pública federal brasileira com sede localizada na cidade de Viçosa, no estado de Minas Gerais, possuindo campi também nas cidades de Rio Paranaíba e de Florestal.
Reconhecida como uma das melhores universidades federais do Brasil, tem como pontos fortes sua atuação nas ciências agrárias e ciências exatas.[2] Destacam-se os cursos de Direito, Engenharia de Alimentos, Engenharia Elétrica, Agronomia, Zootecnia, Enfermagem, Nutrição e Medicina.[3][4][5]
Fundada em 1922 como Escola Superior de Agricultura e Veterinária (ESAV), posteriormente denominada Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG) entre 1948 e 1969 e consolidada como Universidade Federal de Viçosa. A universidade abriga o Parque Tecnológico de Viçosa (tecnoPARQ) e uma das maiores redes de empresas júniores do país.
História
Fundação
A Universidade Federal de Viçosa teve seu início com a Lei n°761, de 6 setembro de 1920[6] assinada pelo então Presidente do Estado De Minas Gerais Arthur Da Silva Bernardes, juntamente com o Secretário da Agricultura de Minas Gerais Clodomiro Augusto de Oliveira, que autorizava a implementação de uma escola de superior de agricultura e veterinária no estado.

Art. 4º - Esta Escola terá por objetivo ministrar o ensino prático e teórico de Agricultura e Veterinária e bem assim realizar estudos experimentais que concorram para o desenvolvimento de tais ciências no Estado de Minas Gerais.
— Lei n°761, de 6 setembro de 1920
Em 1920 determinado por Arthur Bernardes ao então embaixador brasileiro nos Estados Unidos, José Cochrane de Alencar a missão de indicar um especialista capaz de "fundar, organizar e dirigir uma escola agrícola moderna".[7] Dessa forma por intermédio dos Departamento de Estado e da Agricultura dos Estados Unidos o então Diretor da Florida Agricutural College na University of Florida, o Dr. Peter Henry Rolfs foi incumbido em 1921 após aceitar o desafio de servir ao Estado de Minas e gerenciar a construção física e acadêmica da Escola Superior de Agricultura e Veterinária.

O professor Rolfs foi contratado com a função de fundar, organizar e dirigir a Escola. Com uma titulação considerável para a época, e com profundo conhecimento e experiência no trato da agricultura moderna dos Estados Unidos, Rolfs veio com a função de implantar na ESAV um modelo agrícola moderno, pautado nos métodos científicos pragmáticos dos "Land Grant Colleges", os quais proporcionariam um grande progresso para a agricultura local, regional e nacional. A ESAV foi criada com o intuito de ser um ícone da ciência agrária no Brasil, sendo necessário em seu início recursos humanos e físicos que dessem suporte para receberem o inovador método de ensino que importaram dos Estados Unidos. Pensando na excelência do ensino que seria oferecido pela instituição, a Escola foi povoada em seu início por professores de diferentes partes do mundo e do Brasil além de funcionários e alunos que vieram de diferentes partes do Brasil, inclusive da própria Viçosa.
Quatro pilastras

A entrada principal do campus de Viçosa da UFV é demarcada por quatro pilastras, cada uma com uma parte do lema da UFV escrito: Ediscere, Scire, Agere, Vincere (Estudar, Saber, Agir, Vencer). As quatro inciais das palavras do lema formam "ESAV", a sigla da "Escola Superior de Agricultura de Viçosa". A ideia de haver quatro pilastras como porta de entrada do campus remete à Universidade Purdue, antiga parceira da UFV. Seguindo a tradição, há também quatro pilastras nas entradas principais dos campus da UFV de Rio Paranaíba e e Florestal.

Localização
Logo em 1921 foi instaurada uma comissão técnica designada a estudar a melhor localização dentro do estado para se instaurar a instituição acadêmica, composta pelo Dr. Rolfs, conjuntamente do então Diretor de Agricultura da Secretaria de Estado, Dr. Álvaro da Silveira e com o auxílio do Dr. Arduino Bolivar e do Dr. Mário Monteiro Machado. O local escolhido foi a cidade de Viçosa que se encontra na zona da mata mineira, terra natal de Arthur Bernardes.[8]
"Cada vez mais se manifestou o acerto do critério de se construir a Escola e hoje só podem julgamento técnico aqueles que quiserem se furtar a realidade de argumentos concretos"
— Bello Lisbôa (Diretoria da Escola entre 1929-1936) em conferência no ano de 1935.
Bello Lisbôa (Diretoria da Escola entre 1929-1936) era crítico quando a integridade da análise técnica que levou Viçosa a ser escolhida como cidade sede da Escola, dentre melhores locais disponíveis em Minas Gerais, dando como critério decisivo a instauração da instituição em Viçosa a origem do seu padrinho e fundador Arthur Bernardes. Com Viçosa aprovada pelo decreto n° 5.806, de 30 de novembro de 1921[9] como local base, em 30 de março de 1922 foi por decreto instaurado a Escola Superior de Agricultura e Veterinária.[10]
Construção
Devido não ser vaga a área destinada a construção, juntamente com a autorização de instalação da Escola, foi emitida uma declaração de desapropriação de terrenos. Com o intuito de evitar a tomada forçada das áreas agrícolas, coube a Fernando de Mello Vianna, então Procurador Geral do Estado de Minas Gerais, a tentativa de aquisição amigável de tais terras. Apesar da resistência dos proprietários relatado pelo procurador, foram comprados 453 hectares, pelo valor de 294:800$000 Reis, que constituíram o núcleo inicial da atual UFV.[11]
Em 18 de janeiro de 1922, foi dado início às preparações para a construção, que começaram em 10 de julho de 1922, a partir do lançamento da pedra fundamental. A construção foi marcada por diversos empecilhos e dificuldades quanto à ausência de mão de obra qualificada; complicações devido à aquisição e transporte de material e o confuso e volátil teatro político da época se tornaram grandes obstáculos para os diversos engenheiros que passaram pela chefia do projeto. A inauguração das atividades se deu em 28 de agosto de 1926, após a conclusão do prédio principal do campus, o hoje chamado Edifício Arthur Bernardes, também conhecido por "Bernadão", com a presença do seu fundador o então Presidente da República Arthur Bernardes (presidente durante 1922-1926). Uma missa campal foi celebrada na escadaria lateral do prédio, seguida por uma bênção ao edifício, realizada pelo Monsenhor Alipio de Oliveira, representante do arcebispo de Mariana.
Início das atividades
No início de suas atividades educacionais, a Escola Superior de Agricultura e Veterinária oferecia três tipos de cursos: o Fundamental, que possuía um ano de duração; o Médio, com dois anos de duração e o curso Superior, com três anos de extensão. Os cursos Fundamentais e Médio tiveram início em 1° de agosto de 1927; o Superior teve sua primeira aula lecionada no primeiro semestre de 1928. Antes disso, aulas primarias eram lecionadas durante o dia aos filhos dos operários construtores da instituição, devido ao alto nível de analfabetismo. No período noturno, os operários também tinham aulas. Segundos levantamentos realizados durante os períodos de construção, mais de 80% dos operários eram analfabetos, tendo esse número sido reduzido para menos de 10% em 1926.
Universidade Rural do Estado de Minas Gerais
Intencionando o aprimoramento da instituição, o Governo do Estado de Minas Gerais a transformou, em 1948, por meio da Lei nº 272, em Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG), sendo esta composta pela Escola Superior de Agricultura, pela Escola Superior de Veterinária, pela Escola Superior de Ciências Domésticas, pela Escola de Especialização (Pós-Graduação), pelo Serviço de Experimentação e Pesquisa e pelo Serviço de Extensão.[12]
Federalização da Instituição
Em acordo com Edson Potsch Magalhães, reitor da Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, o caeteense Israel Pinheiro da Silva, então governador de Minas Gerais, promove o inicio da federalização da Universidade.[13] A iniciativa foi imediatamente acolhida pelo Ministério da Educação que, pelo Decreto-Lei nº 570, de 8 de maio de 1969, sancionado pelo presidente Arthur da Costa e Silva, autorizava o Poder Executivo a instituir, sob a forma de Fundação, a Universidade Federal de Viçosa - UFV.[14] O ato foi consolidado pelo Decreto nº 64.825, de 15 de julho daquele ano, que determinava que a UFV passasse a existir, como pessoa jurídica, a partir de 1º de agosto de 1969.[15] O primeiro reitor da instituição foi o professor Edson Potsch Magalhães, cujo mandato abrangeu o período de 15 de julho de 1969 a 15 de julho de 1971.
Convênios
A história da UFV está intimamente relacionada à atuação da Aliança para o Progresso e da USAID no Brasil, servindo de modelo para a posterior atuação daquelas agências na ESALQ e na UFRGS. Os Acordos MEC-USAID permitiram um grande avanço científico na agricultura brasileira e o controle de problemas sociais nas zonas rurais do Brasil durante a Guerra Fria.[16]
Ensino
Ingresso

O ingresso na Universidade Federal de Viçosa pode ocorrer das seguintes formas:
- SiSU: Sistema de Seleção Unificada, através do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
- Mobilidade Acadêmica: alunos de outras instituições de Ensino Superior podem pedir o Requerimento de Inscrição nos Programas de Mobilidade Acadêmica.
- Intercâmbio: alunos de outros países podem ingressar na UFV através de contratos e acordos promovidos com embaixadas internacionais, sendo estes alunos transferidos de universidades de seu país de origem ou não, e tendo sido aprovados no processo seletivo de seu país de origem.
- PASES: Programa de Avaliação Seriada. Metodologia do vestibular seriado. Ocorreu entre 2009 até 2015. Foi reativado em 2024.[17]
- Vagas Ociosas: de acordo com edital publicado semestralmente.[18]
Alunos notáveis
- José Cândido de Mello Carvalho - Diretor do Museu Nacional (1955-1961).[19] Curso Técnico ESAV.
- Ubirajara Ribeiro Martins - Entomólogo do Museu de Zoologia da USP
Inovação e Empreendedorismo
Parque Tecnológico de Viçosa (tecnoPARQ)
O Parque Tecnológico de Viçosa (tecnoPARQ), inaugurado oficialmente em 2011, é uma iniciativa da UFV em parceria com a Prefeitura Municipal de Viçosa e o Governo de Minas Gerais, por intermédio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fapemig e Finep.[20] O parque está sediado nas instalações revitalizadas e ampliadas da antiga Escola Agrícola Arthur Bernardes, vinculada à extinta Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (Funabem), às margens da BR-120, a cerca de 5 quilômetros do campus principal.
Estrutura e Abrangência
O tecnoPARQ ocupa uma área de 214 hectares, dos quais 174 são de preservação permanente, onde são desenvolvidos projetos ambientais de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.[21] Em 2024, foi apresentado um projeto de expansão urbanística que integra inovação, meio ambiente, lazer, educação e cultura em uma proposta de desenvolvimento sustentável e acessível.
Missão e Objetivos
A missão do tecnoPARQ é conectar a pesquisa acadêmica com o mercado, promovendo a transferência de conhecimento e tecnologia para o setor produtivo. O parque tecnológico busca fortalecer o ecossistema de inovação de Viçosa, atraindo investimentos, gerando empregos e contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.[22]
Impacto Econômico e Social
Os números demonstram o impacto significativo do tecnoPARQ no desenvolvimento regional. Em 2024, o parque:[22][21]
- Impactou diretamente mais de 1.240 pessoas com programas de qualificação empreendedora, totalizando mais de 1.000 horas de capacitação
- Apoiou mais de 200 negócios, entre startups, projetos e empresas
- As empresas vinculadas geraram mais de 4.600 empregos
- As empresas incubadas, residentes e graduadas geraram mais de 900 empregos diretos
- O faturamento das empresas ultrapassou R$ 7 milhões
- Impacto estimado de R$ 140 milhões na economia local
- Por meio do Innovation Link, intermediou acordos de cooperação e transferência tecnológica da ordem de R$ 3 milhões entre 2020 e 2024
Programas e Iniciativas
O tecnoPARQ desenvolve diversos programas estruturados de apoio ao empreendedorismo e inovação:
Programa de Incubação: Fortalece empresas tecnológicas nascentes, oferecendo infraestrutura, assessoria e cursos de capacitação, estabelecendo forte conexão com áreas de expertise da UFV. As empresas interessadas passam por um cuidadoso processo de seleção.
Programa tecnoPARQ Acelera: Programa de aceleração de startups que realiza planejamento e prospecção tecnológica, define tecnologias estratégicas e promove Meetups e Hackathons com o objetivo de selecionar projetos, avaliar viabilidade e acelerar negócios inovadores. O programa oferece espaço de coworking, mentorias exclusivas com especialistas do mercado, capacitações práticas e conexões estratégicas com investidores e parceiros do ecossistema de inovação.[23]
Innovation Link: Programa que conecta UFV e empresas, reconhecido entre as top 10 soluções inovadoras globais de 2022 pela International Scientific Parks Association. Facilita a intermediação de acordos de cooperação tecnológica e transferência de tecnologia.
Programa tecnoPARQ Social: Desenvolve iniciativas de capacitação e inclusão social no mercado de trabalho, em parceria com instituições como Senac e Prefeitura de Viçosa.
Programa Vivência Universitária em Empreendedorismo e Inovação (VUEI): Projeto aprovado na Chamada Pública FAPEMIG/SEDE, intitulado "CenTev/UFV Springboard: a vivência em inovação, empreendedorismo, startups, liderança e empregos do futuro", com execução prevista até julho de 2028, reforçando o papel do tecnoPARQ como vetor estratégico de desenvolvimento regional.[24]
Laboratórios
O tecnoPARQ conta com laboratórios ultra-equipados que permitem acordos e parcerias para P, D & I, certificação e controle de qualidade, consultoria para certificação e controle de qualidade, manutenção de equipamentos e controle de vidraria. Entre os laboratórios destacam-se:
- Viçosa Smart Lab: Laboratório colaborativo focado em inovação e experimentação para o crescimento econômico, social e ambiental da cidade e região
- tecnoMAKER Lab: Espaço maker para prototipagem e desenvolvimento de projetos inovadores
- agroMAKER Lab 4.0: Laboratório vivo que transforma projetos em realidade, fruto da parceria entre a UFV, o Sistema Faemg-Senar e o tecnoPARQ, voltado ao desenvolvimento de projetos de produtos e serviços inovadores no setor agropecuário
- Laboratórios de Físico-Química, Microbiologia e Biologia Molecular: Atendem as necessidades das empresas ligadas ao parque
Reconhecimentos Internacionais
O tecnoPARQ tem obtido reconhecimento internacional significativo. Sua diretora executiva, Adriana Ferreira de Faria, foi nomeada para o prêmio Digital Transformation Awards. O parque também participa ativamente de redes globais de ciência e tecnologia, ampliando conexões estratégicas e fortalecendo a representatividade da América Latina.[25]
Empresas Juniores
A UFV possui uma das mais fortes redes de empresas juniores do Brasil, sendo considerada a universidade mais empreendedora do país. O Movimento Empresa Júnior (MEJ) na UFV tem como objetivo preparar universitários para empreender através da vivência empresarial durante a graduação.[26]
As empresas juniores da UFV são constituídas pela união de alunos matriculados em cursos de ensino superior organizados em uma associação civil com o intuito de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento do país e para a formação de profissionais capacitados e comprometidos para o mercado de trabalho. Fazem parte do terceiro setor da economia e oferecem serviços de qualidade a um custo acessível, atendendo principalmente o mercado de micro e pequenas empresas.
Integração com o tecnoPARQ
Existe forte integração entre as empresas juniores da UFV e o tecnoPARQ. Em maio de 2024, a UFV sediou a Reunião Regional das Empresas Juniores da Zona da Mata, com 450 participantes, incluindo membros de empresas juniores e do Núcleo da Mata, com apoio essencial do tecnoPARQ.[27]
Durante a pandemia, o tecnoPARQ desenvolveu uma campanha de convocação de voluntários de empresas juniores da UFV para apoiar empresas vinculadas ao parque, trabalhando remotamente no desenvolvimento de estratégias e na organização de processos internos. A campanha obteve 34 empresas juniores voluntárias inscritas e realizou 9 conexões, com feedback muito positivo tanto das empresas quanto dos empresários juniores.[28]
Coordenação e Representação
A Central de Empresas Juniores (CEMP), unidade vinculada ao Centro de Desenvolvimento Tecnológico de Viçosa (CenTev), coordena e representa o movimento de empresas juniores na UFV, promovendo a cultura de inovação e empreendedorismo por meio do MEJ.
Empresas Juniores por Área
A UFV conta com empresas juniores em diversas áreas do conhecimento, incluindo:
- Ciências Agrárias: AGROPLAN-UFV (Consultoria Agronômica), EJEnt (Empresa Júnior de Entomologia - primeira do Brasil na área, fundada em 2017)[29]
- Economia: EJESC (Empresa Júnior de Economia e Administração), fundada em 1993, reconhecida pelo CORECON como a melhor empresa júnior do estado de Minas Gerais e cofundadora da Federação Mineira de Empresas Juniores (FEJEMG) em 1995[30]
- Engenharia de Produção: Soluções Consultoria[31]
- Entre outras áreas
A pluralidade de cursos e áreas de atuação gera uma rede de contatos e conhecimento significativa dentro do Movimento Empresa Júnior, permitindo qualidade nos diversos serviços prestados pelas empresas.
Cultura
Ao longo de sua trajetória, a universidade desenvolveu sua cultura própria, com eventos anuais tradicionais de relevância local e nacional.
Semana do Fazendeiro
A Semana do Fazendeiro é um evento que ocorre anualmente, reunindo empresas do setor agrícola, eventos culturais, venda de produtos regionais e apresentações musicais.[32]
Troca de Saberes
A Troca de Saberes ocorre simultaneamente à Semana do Fazendeiro, oferecendo um contraponto político, apresentando a agroecologia como caminho de resistência e soberania popular.[33]
Marcha Nico Lopes
A Marcha Nico Lopes é um evento organizado pelos estudantes da universidade que combina manifestações políticas e culturais com festa de rua. É considerada patrimônio cultural do Município de Viçosa.[34]
Olha o Trem, Marden
"Olha o Trem, Marden" é uma frase que aparece anualmente pintada na rua próxima ao trilho de trem dentro do campus UFV. A frase é uma homenagem ao estudante Marden Oliveira, atropelado e morto por um trem dentro da universidade em uma noite de 1989. Desde então, a frase aparece sobre o asfalto, marcando o local e aniversário de sua morte.[35]
Museus e espaços culturais
A Universidade Federal de Viçosa atualmente é responsável por doze museus e espaços de cultura, sendo eles:
Casa Arthur Bernardes, em 1995 a UFV adquiriu a também chamada de Memorial Arthur Bernardes. O edifício foi erguido entre 1922 e 1926 como residência de férias do então presidente Arthur da Silva Bernardes. Foi tombado em 1989 pelo IEPHA[36] e inscrito no Livro de Tombo de Belas Artes e Tombo Histórico, das obras de Artes Históricos e dos Documentos Paleográficos ou Bibliográficos. Transformado em museu, o espaço tem eventos artísticos e culturais.
Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef, derivado do Departamento de Solos (DPS) o museu abriga uma grande coleção de rochas e minerais de todas as partes do Brasil.[37]
Museu da Comunicação, abriga materiais que contam a história de temas relacionados à Comunicação, apresentando e preservando-a, por diversos suportes e meios, para a atual e para as futuras gerações.[38]
Museu de Zoologia João Moojen hoje possui mais de 20 mil peças zoológicas em seu crescente acervo, incluindo fósseis, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, em sua maioria coletados na região de Viçosa e no estado de Minas Gerais.[39]
Museu Histórico UFV (Pinacoteca), foi fundado em 1986 com objetivo de concentrar, organizar e estudar objetos e fatos históricos da UFV. O Museu Histórico compartilha seu espaço físico com a Pinacoteca UFV, que tem suas atividades destinadas a expor e apresentar de cultura e artes.[40][41]
Horto Botânico da UFV, fundado em 1938, com fins didáticos e de conservação da biodiversidade, vinculado à Secretaria de Museus e Espaços de Ciências (SEMEC) da UFV. Recebe visitas de escolas de educação básica, disciplinas do ensino superior, grupos comunitários e entusiastas.[42]
Estrutura organizacional
Reitores e diretores
Ao longo dos seus mais de 100 anos de atividade a UFV foi presidida por 24 acadêmicos. A posição de reitor inicialmente era concedida por indicação, nos dias atuais uma eleição entre o corpo docentes e estudantes e realizado para a instauração do cargo, que possui mandato com duração de quatro anos, com possibilidade de reeleição. A função de reitor implica um alto nível de complexividade e responsabilidade devido a importância da UFV no âmbito educacional nacional e internacional.
Luiz Cláudio Costa, que ocupou a função de reitor entre 11 de novembro de 2008 a 18 de janeiro de 2011, deixou a cargo devido indicação a cargo na Secretaria de Educação Superior (SESu) do Ministério da Educação, posteriormente foi nomeado presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), seguido pela Presidência da Secretária Executiva do Ministério da Educação (MEC)[43] onde ocupou até 18 de março 2015 quando tomou posse como Ministro do Ministério da Educação (MEC).[44]
Divisões administrativas
A administração da universidade é dividida em Pró-Reitorias subordinadas à Reitoria e Vice-Reitoria:
- Pró-Reitoria de Administração
- Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários
- Pró-Reitoria de Ensino
- Pró-Reitoria de Extensão e Cultura
- Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas
- Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
- Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento
Divisões acadêmicas
O campus Viçosa é divido em centros de ciências, e estes são divididos em departamentos, que são responsáveis pelos cursos de graduação e pós-graduação. Os centros e cepartamentos são:
Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCB)
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCH)
|
Centro de Ciências Agrárias (CCA)
Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCE)
|
Campus Rio Paranaíba
O campus da UFV situado no município de Rio Paranaíba, MG, foi criado no dia 25 de julho de 2006 pelo Conselho Universitário da UFV - Resolução nº 8/2006. O Campus Rio Paranaíba encontra-se situado na cidade de Rio Paranaíba-MG, localizada na região do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba. O campus possui duas áreas: a primeira está situada na MG 230 – km 8, a aproximadamente 2,8 km da cidade de Rio Paranaíba contando com biblioteca, auditório, gabinetes de professores e coordenações de cursos, além dos setores administrativos e financeiro. A segunda área está localizada a 1.300 metros da Rodovia BR 354, no km 310, a uma distância aproximada de 12 km da sede do município e conta com salas de aula, auditórios e os laboratórios.
O campus oferece graduação e pós-graduação nas áreas de conhecimento das Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas, Letras e Artes. Cursos de graduação oferecidos: Administração; Agronomia; Ciências Biológicas (Ênfase em Conservação da Biodiversidade); Ciências Contábeis; Ciências e Tecnologia de Alimentos; Engenharia Civil; Engenharia de Produção; Nutrição; Química (Ênfase em Química Ambiental); Sistemas de Informação. Cursos de pós-graduação: Agronomia (Produção Vegetal) – Mestrado e Administração Pública em Rede Nacional – PROFIAP (Mestrado Profissional).
Campus Florestal
A Fazenda-Escola de Florestal
A Fazenda-Escola de Florestal foi inaugurada em 26/04/1939 pelo então governador de Minas Gerais Benedito Valadares. A inauguração teve cobertura da Rádio Inconfidência, também criada pelo governador Valadares, e constituiu um evento de destaque na política estadual e até nacional. À época, a Secretaria da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho de Minas Gerais publicava um periódico próprio, a "Revista da Produção". A edição de número 16 da Revista da Produção foi totalmente voltada para a cobertura da inauguração da Fazenda Escola de Florestal.[45]
Também estiveram presentes à cerimônia de inauguração o então presidente Getúlio Vargas e o interventor do Rio de Janeiro, Ernani Amaral Peixoto, o então ministro da Agricultura do estado de Minas Gerais, Israel Pinheiro, e prefeitos, autoridades e produtores rurais de diversos municípios mineiros.
Organização da Fazenda-Escola
A Fazenda-Escola, quando de sua inauguração, compunha-se de quatro divisões: uma divisão administrativa, responsável pelos serviços de pessoal, contabilidade, almoxarifado, compra e venda e pelo Hotel dos Fazendeiros; uma segunda divisão composta pela Fazenda de Criação (responsável pela criação de aves, bovinos, suínos, peixes, etc); uma terceira divisão responsável pela Fazenda Agrícola e, por fim, a quarta divisão, responsável pela Escola Agrícola.
A divisão Fazenda Agrícola
A Divisão-Fazenda Agrícola tem, entre seus cabimentos, produzir sementes e mudas selecionadas para distribuição aos lavradores; estudar os melhores métodos de preparação, conservação e acondicionamento dos produtos agrícolas; fornecer elementos para difusão de conhecimentos agrícolas; e manter culturas das diversas espécies vegetais que interessam à economia do Estado, entre outros elencados no artigo 19 de seu Regulamento.[46]
A divisão Escola Agrícola
O artigo Primeiro do Regulamento da Escola Agrícola enunciava que esta tinha como fim "a formação de trabalhadores rurais, bem como de administradores de fazendas, com conhecimentos racionais de agricultura e pecuária, que serão ministrados com cunho mais prático que teórico".[47]
Mecanização e modernização
Ao ser inaugurada, a Fazenda-Escola de Florestal dispunha de equipamentos modernos para a época, como ordenhadeiras mecânicas "Alva Laval" e "Manus", lavadores a pressão "tipo Weyne" para a lavagem do gado e higienização dos estábulos,[48] desintegradores para triturar o milho e, ainda, "uma máquina para estraçalhar cana e forragens verdes ou secas, as quais, depois de passarem por essa máquina, convenientemente preparadas, inclusive o farelo, são transportadas para os vagonetes dos estábulos, por intermédio de um poderoso e eficiente elevador aspirador". A revista cita também o maquinário "moderno e eficiente" que a Fazenda-Escola dispunha para a indústria de Laticínios, com pré-aquecedor, pasteurizador e homogeneizador do leite e o "maquinismo para fabricação de manteiga", como a "desnatadeira Westfalia, com capacidade de 200 litros por hora;" e "uma batedeira para 100 quilos de creme e uma salgadeira".[49]
Segundo Versieux,[50] a ideia de unificar escolarização e trabalho agrícola, em Minas Gerais, foi sendo gestada principalmente ao longo do final do século XIX e início do século XX, ganhando impulso com as fazendas-modelo da gestão João Pinheiro[carece de fontes] e sendo retomada, algumas décadas depois, com o governo Valadares, no contexto da modernização Varguista. No final dos anos 30, já havia, também, em relação ao meio rural, a preocupação quanto à necessidade de retenção do trabalhador no campo, tendo em vista o já observável fortalecimento do êxodo rural.
Em 1943 o estabelecimento foi vinculado ao Departamento de Ensino Técnico da Secretaria de Agricultura e passou a abrigar menores, aos quais ministrava ensino primário e profissional agrícola. Cinco anos depois a Fazenda Escola foi transformada em Escola Média de Agricultura de Florestal, que inicia suas atividades no ano seguinte, oferecendo o Curso Médio de Agricultura, destinado à formação de técnicos agrícolas. A Escola foi incorporada à Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG) em 1955. No ano de 1981 foi aprovado o novo regimento interno da Escola, que passou a ser denominada Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal (CEDAF). Com quase oito décadas de destacada atuação em Florestal, na região metropolitana de Belo Horizonte e na região Centro-Oeste de Minas, em 2006 foi criado o Campus da UFV em Florestal. Evoluindo ao longo do tempo, atualmente UFV Campus Florestal continua a representar um marco diferenciado na região, com amplas perspectivas nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.
Órgãos, fundações e empresas
A Universidade tem diversas empresas e instituições associadas a ela.
Fundações de Apoio: Funarbe e FACEV
A Fundação_Arthur_Bernardes_(Funarbe) é a principal fundação de apoio da UFV, instituída em 1979, e também presta serviços a outras universidades. O Doce de Leite Viçosa, campeão brasileiro inúmeras vezes, é produzido dentro do campus em parceria com essa fundação.[51]
A Fundação Artística, Cultural e de Educação para a Cidadania de Viçosa (Facev) foi fundada em 1998 e facilita a gestão de projetos planos de trabalho para o pleno desenvolvimento institucional da universidade.[52]
Editora UFV
A Editora UFV é um órgão da Universidade Federal de Viçosa, com sede em Viçosa. Tem como objetivo democratizar o acesso ao conhecimento técnico e científico produzido na UFV e instituições similares por meio de publicações impressas e meios digitais, como livros digitais. É afiliada à Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU),[53] bem como à Asociación de Editoriales Universitarias de América Latina y Caribe (Eulac).[54]
A Editora UFV foi crida em maio de 1996. Por meio da Divisão Gráfica Universitária (DGU), lançou exclusivamente impressos até 2012, quando publicou seu primeiro livro digital (e-book) – vindo a se tornar uma das editoras[55][56] vinculadas a instituições de ensino superior que publicam nesse formato. Ao longo desses anos, realizou iniciativas como concursos literários e outras ações culturais visando à promoção do interesse pela leitura e à formação de novos escritores.
Referências
- ↑ a b c d e f UFV. «UFV em números 2024 - Ano-base 2023» (PDF). Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «UFV se destaca no Enade e mantém nota máxima no IGC, consolidando-se entre as cinco melhores universidades do Brasil». Multicampi UFV. Consultado em 22 de maio de 2025
- ↑ «Melhor curso de Direito do país é da UFV, segundo Enade. Seis cursos ficaram com nota máxima». Multicampi UFV. Consultado em 22 de maio de 2025
- ↑ Antunes, Rafael (28 de novembro de 2017). «Medicina da UFV obtém conceito máximo em avaliação do MEC». G1. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2018
- ↑ «Os melhores e piores cursos de medicina do Brasil, segundo o MEC | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 29 de março de 2018. Cópia arquivada em 29 de março de 2018
- ↑ «PUBLICAÇÃO - COLEÇÃO DAS LEIS E DECRETOS DE MINAS GERAIS - 06/09/1920 PÁG. 9 COL. 1». 6 de setembro de 1920. Consultado em 14 de Março de 2019
- ↑ Marcondes., Borges, José; Soares., Sabioni, Gustavo; Potsch., Magalhães, Gilson Faria (2006). A Universidade Federal de Viçosa no século XX 2a ed. revista e ampliada ed. Viçosa, MG, Brasil: Editora UFV. ISBN 8572692258. OCLC 451367790
- ↑ Borges, José Marcondes. Escola Superior de Agricultura: Origem, Desenvolvimento e Atualidade. [S.l.: s.n.] 3 páginas
- ↑ «PUBLICAÇÃO - COLEÇÃO DAS LEIS E DECRETOS DE MINAS GERAIS 30/11/1921». 30 de Novembro de 1921. Consultado em 15 de Março de 2019
- ↑ «PUBLICAÇÃO - COLEÇÃO DAS LEIS E DECRETOS DE MINAS GERAIS 30/03/1922». 30 de março de 1922. Consultado em 14 de Março de 2019
- ↑ A univercidade Federal de Viçosa no Século XX 2ª Edição ed. Viçosa: Editora UFV. 2016. pp. 21–23
- ↑ Gerais, Assembleia Legislativa de Minas. «LEI nº 272, de 13/11/1948 - Texto Atualizado - Assembleia Legislativa de Minas Gerais». Portal da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Consultado em 26 de novembro de 2024
- ↑ Gerais, Assembleia Legislativa de Minas. «RESOLUÇÃO nº 880, de 30/06/1969 - Texto Original - Assembleia Legislativa de Minas Gerais». Portal da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Consultado em 26 de novembro de 2024
- ↑ «Del0570». www.planalto.gov.br. Consultado em 26 de novembro de 2024
- ↑ «Portal da Câmara dos Deputados». www2.camara.leg.br. Consultado em 26 de novembro de 2024
- ↑ Ribeiro, Maria das Graças Martins (2009). «A USAID e o ensino agronômico brasileiro: o caso da Universidade Rural do Estado de Minas Gerais». Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Humanas. 4 (3): 453–463. ISSN 1981-8122. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2018
- ↑ Figueiredo, Mateus Silva (2024). «Efeitos da concorrência concomitante e separada no acesso à educação superior pública pela Lei de Cotas: simulações com dados da UFV». Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Viçosa, Departamento de Educação. Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ «Divulgado edital de Vagas Ociosas para ingresso no primeiro semestre de 2025». Multicampi UFV. 27 de dezembro de 2024. Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ «Os Diretores do Museu Nacional /UFRJ» (PDF). Museu Nacional /UFRJ. Consultado em 11 de Janeiro de 2020
- ↑ «Inaugurado o Parque Tecnológico de Viçosa». UFV. Consultado em 28 de Dezembro de 2025
- ↑ a b «tecnoPARQ apresenta projeto de expansão e reforça Viçosa como cidade inteligente com projeto urbanístico inovador». tecnoPARQ. 15 de agosto de 2025. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Conheça o Ecossistema de Inovação de Viçosa!». tecnoPARQ. 24 de fevereiro de 2025. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «tecnoPARQ Acelera 2025 inicia atividades com foco em Cidades Inteligentes». tecnoPARQ. 27 de março de 2025. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Projeto do tecnoPARQ é aprovado em chamada da FAPEMIG e SEDE». Primeiro a Saber. 5 de agosto de 2025. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Ministra do MCTI conhece projeto do tecnoPARQ em reunião com autoridades de Viçosa». Primeiro a Saber. 26 de novembro de 2025. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «O Movimento Empresa Júnior». CAMPIC - UFV. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «UFV Sedia Reunião Regional das Empresas Juniores da Zona da Mata e Reforça Liderança Empreendedora». tecnoPARQ. 20 de maio de 2024. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Campanha realizada pelo tecnoPARQ/UFV promove parceria entre Empresas Juniores e empresas vinculadas». tecnoPARQ. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Em iniciativa inédita, estudantes da UFV criam a primeira Empresa Júnior de Entomologia». Pós-Graduação em Entomologia. 18 de junho de 2019. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Empresa júnior». DEE. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Empresa Júnior - Engenharia de Produção». UFV. Consultado em 28 de dezembro de 2025
- ↑ «Semana do Fazendeiro inicia cursos de capacitação e realiza abertura solene nesta segunda-feira». UFV. 13 de julho de 2025
- ↑ «Troca de Saberes debate mulheres, infâncias e juventudes na luta pela Agroecologia». UFV. 13 de julho de 2025
- ↑ «Marcha Nico Lopes agora é Patrimônio Histórico de Viçosa». Primeiro a Saber. 7 de outubro de 2022
- ↑ «Estação Cultural recebe exposição de quadrinhos Olha o trem, Marden». UFV. 28 de agosto de 2023
- ↑ «O tombamento estadual da Casa Arthur Bernardes - IEPHA». Consultado em 16 de Março de 2019. Cópia arquivada em 16 de abril de 2019
- ↑ «Site Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeef». Consultado em 16 de Março de 2019. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2019
- ↑ «Museu da Comunicação - UFV». Consultado em 16 de Março de 2019. Cópia arquivada em 16 de abril de 2019
- ↑ «Acervo Museu de Zoologia João Moojen». Consultado em 16 de Abril de 2019. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2018
- ↑ «Museu Histórico da Universidade Federal de Viçosa». Consultado em 16 de Abril de 2019. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2019
- ↑ «Pinacoteca da UFV». Consultado em 16 de Abril de 2019. Cópia arquivada em 16 de abril de 2019
- ↑ Leticia de Castro Araújo, JEFERSON NUNES FREGONEZI, Adeline Marie Jardim Domingues, FLAVIA CRISTINA PINTO GARCIA, Luiz Claudio Medeiros Cabral da Silva, PEDRO BOND SCHWARTSBURD, Vanessa Maria da Silva Miranda (2023). «O Horto Botânico da UFV como Espaço-Ciência de Educação Ambiental». Simpósio de Integração Acadêmica da Universidade Federal de Viçosa - SIA UFV. Consultado em 17 de junho de 2025
- ↑ «Pregão Eletrônico nº 03/2017». Secretaria Executiva do Ministério Da Educação. Consultado em 19 de março de 2019. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2018
- ↑ Lima, Luciana (18 de março de 2015). «Cid Gomes deixa cargo de Ministro da Educação». Último Segundo (Portal IG). Consultado em 19 de Março de 2019. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
- ↑ Revista da Produção . Belo Horizonte: Secretaria da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho de Minas Gerais, n. 16, ano 3, mai./jun. 1939.
- ↑ Secretaria da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho de Minas Gerais (1939). Revista da Produção. Belo Horizonte: [s.n.] pp. 58–59
- ↑ Secretaria da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho de Minas Gerais (1939). Revista da Produção n. 16 ano 3 ed. Belo Horizonte: [s.n.] pp. Página 40
- ↑ Secretaria da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho de Minas Gerais (1939). Revista da Produção n. 16, ano 3 ed. Belo Horizonte: [s.n.] pp. Página 29
- ↑ Secretaria da Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho de Minas Gerais (1939). Revista da Produção n. 16, ano 3 ed. Belo Horizonte: [s.n.] pp. Página 39
- ↑ VERSIEUX, Daniela (31 de Dezembro de 2012). «A fazenda Escola de Florestal : apontamentos sobre a inserção de Minas Gerais na modernidade capitalista» v. 17 n. 2 (2012) ed. História Revista. Consultado em 7 de julho de 2022
- ↑ «Reconhecido como patrimônio de MG, doce de leite Viçosa inicia exportação para os Estados Unidos». G1. 2 de fevereiro de 2025. Consultado em 14 de julho de 2025
- ↑ «Fundações de Apoio - UFV»
- ↑ https://www.abeu.org.br/associados/
- ↑ https://eulac.org/afiliacion/afiliados/
- ↑ ANDRADE, Roberia; ARAÚJO, Wagner. Editoras universitárias e publicação de livros digitais no Brasil. In: Encontro de Usuários de Sistemas de Publicação – SISUB. </nowiki>Anais. 2017. Disponível em http://eventos.ibict.br/index.php/sispub/SISPUB2017/paper/viewFile/17/7, acesso em 2 de outubro de 2021.
- ↑ FIORI, Carla. </nowiki>Comercialização nas editoras universitárias federais no Brasil: práticas de gestão. Dissertação (mestrado em Administração Universitária) – Faculdade de Administração, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 2018. Disponível em https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/194473/PPAU0175-D.pdf?sequence=-1&isAllowed=y, acesso em 2 de outubro de 2021.

