Trepadeira-azurita

Trepadeira-azurita
Trepadeira-azurita no Jardim Botânico de Cibodas [en], Java, Indonésia
Trepadeira-azurita no Jardim Botânico de Cibodas [en], Java, Indonésia
Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Sittidae
Gênero: Sitta
Espécie: S. azurea
Nome binomial
Sitta azurea
Lesson, 1830
Distribuição geográfica
Área de distribuição da trepadeira-azurita
Área de distribuição da trepadeira-azurita
Sinónimos[2]
 • Callisitta azurea (Lesson, 1830)

 • Poliositta azurea (Lesson, 1830)
 • Dendrophila flavipes (Swainson, 1838)
 • Sitta flavipes (Swainson, 1838)

A trepadeira-azurita (Sitta azurea) é uma espécie de ave da família Sittidae. É uma trepadeira de tamanho médio, com cerca de 13,5 cm de comprimento. A espécie, que apresenta leve dimorfismo sexual, exibe uma coloração marcante, distinta de qualquer outro membro de seu gênero. Sua cabeça é preta ou azul-escura, com partes superiores azuladas, próximas ao roxo, adornadas com penas azuis brilhantes. As asas têm bordas pretas. A garganta e o peito são brancos ou de um tom couro claro, contrastando com as partes superiores e a barriga, que é de um azul muito escuro. As penas coberteiras são geralmente claras, azul-acinzentadas ou arroxeadas.

A ecologia da trepadeira-azurita é pouco conhecida, mas ela se alimenta de pequenos invertebrados encontrados em árvores, com reprodução ocorrendo de abril a junho ou julho. Também forrageia em bandos mistos em grupos maiores. Pode ser encontrada na Península da Malásia e nas ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, onde habita florestas tropicais ou subtropicais úmidas de planície e florestas montanas tropicais ou subtropicais acima de 900 m de altitude.

Três subespécies são reconhecidas: S. a. expectata, S. a. nigriventer e S. a. azurea, que diferem principalmente na coloração de seus mantos, peitos e barrigas. Seus parentes mais próximos são a trepadeira-de-bico-vermelho (S. frontalis), a trepadeira-de-bico-amarelo (S. solangiae) e a trepadeira-filipina (S. oenochlamys). A população da espécie não foi determinada, mas parece estar em baixo risco de extinção devido à extensão de sua distribuição. Foi classificada como pouco preocupante pela União Internacional para a Conservação da Natureza.[1]

Taxonomia

A trepadeira-azurita foi descrita pela primeira vez em 1830 sob seu atual nome binomial, Sitta azurea, pelo naturalista francês René Primevère Lesson (1794–1849).[3][4] Sitta deriva do nome em grego antigo para trepadeiras, σίττη, sittē.[5][6] "Nuthatch" (em inglês), registrado pela primeira vez em 1350, vem de "nut" (noz) e uma palavra provavelmente relacionada a "hack" (cortar), já que essas aves cortam nozes que encaixam em fendas.[7] O gênero pode ser dividido em sete subgêneros,[nota 1] dos quais a trepadeira-azurita é colocada sozinha em Poecilositta (Buturlin 1916).[8]

As trepadeiras formam um gênero, Sitta, de pequenos passeriformes da família Sittidae,[9] caracterizadas por asas curtas e comprimidas, caudas curtas e quadradas com 12 penas, corpo compacto, bicos longos e pontiagudos, dedos fortes com garras longas e, comportamentalmente, por sua maneira única de descer troncos de árvores de cabeça para baixo. A maioria das trepadeiras tem partes superiores cinzentas ou azuladas e uma faixa ocular preta.[10] Em 2006, o ornitólogo Edward C. Dickinson propôs dividir Sitta em múltiplos gêneros com base em traços morfológicos distintos. Ele sugeriu como candidatas a trepadeira-de-bico-vermelho (Sitta frontalis) e a trepadeira-azurita, cuja morfologia ele descreve como "um tanto aberrante ... apesar de um traço característico (bordas brancas nas penas das asas) compartilhado com Sitta formosa", e que isso poderia exigir a separação da trepadeira-soberba (S. formosa). Ele afirmou, no entanto, que um estudo molecular seria necessário antes de qualquer reclassificação.[11][12]

Em 2014, Eric Pasquet e colegas publicaram uma filogenia baseada no exame de DNA nuclear e DNA mitocondrial de 21 espécies de trepadeiras.[nota 2] A posição da trepadeira-azurita dentro do gênero não foi estabelecida com certeza, apresentando uma correlação muito menor que muitas outras no modelo. No entanto, segundo os achados, a espécie parece melhor representada por um clado que inclui a trepadeira-de-bico-vermelho e a trepadeira-filipina (S. oenochlamys). Essas trepadeiras asiáticas tropicais formam um clado irmão de outro que compreende o subgênero Sitta (Micrositta) (às vezes chamado grupo canadensis), junto com a trepadeira-de-cabeça-castanha [en] (S. pusilla) e a trepadeira-pigmeia [en] (S. pygmaea).[10][13]

Detalhe da árvore filogenética
Detalhe filogenéticos das trepadeiras segundo Pasquet et al. (2014):[10]

Subespécies

Três subespécies da trepadeira-azurita são reconhecidas.[14]

  • S. a. expectata (Hartert, 1914), descrita em 1914 pelo ornitólogo alemão Ernst Hartert como Callisitta azurea expectata a partir de um holótipo coletado no Passo Semangko, na Península da Malásia, em Pão;[15] também encontrada em Sumatra;[14]
  • S. a. nigriventer (Robinson & Kloss, 1919), descrita em 1919 pelos zoólogos britânicos Herbert Christopher Robinson [en] e Cecil Boden Kloss como Poliositta azurea nigriventer a partir de um holótipo coletado no Monte Gede [en],[16] em Java Ocidental, Indonésia.[14] O ornitólogo britânico William Swainson descreveu a subespécie sob o nome dendrophila flavipes em 1838, mas o nome foi pouco usado posteriormente e pode ser considerado um nomen oblitum ("nome esquecido");[17]
  • S. a. azurea (Lesson, 1830), a subespécie nominada, foi descrita em 1830 por René Primevère Lesson[3] a partir de um espécime possivelmente coletado no estratovulcão Arjuno-Welirang; habita o centro e leste de Java.[14]

Descrição

A trepadeira-azurita é uma trepadeira de tamanho médio, com comprimento médio de 13,5 cm. Seu peso é desconhecido,[18] mas pode ser comparável ao da trepadeira-azul-da-argélia (Sitta ledanti), que também mede 13,5 cm de comprimento e pesa entre 16,6 g e 18 g.[19] Sua aparência difere significativamente de todas as outras trepadeiras. Todas as suas subespécies são amplamente pretas e brancas[20] (especialmente em condições de pouca luz, quando sua coloração azul-escura não é aparente) e têm plumagem superior com notas dramáticas de cobalto, azul e tons mais claros de azul, além de cinzas e roxos. A cabeça é preta ou azul-escura com um amplo anel ocular azul-claro.[21][22]

As três subespécies variam predominantemente na coloração de seus mantos, peitos e barrigas. As partes superiores são azul-escuras no manto ou arroxeadas em algumas subespécies. As rectrizes, que são as penas de voo da cauda, são azul-claras no centro com uma borda preta, contrastando fortemente com as áreas escuras da plumagem. A garganta e o peito são brancos ou com um tom bege claro, especialmente em S. a. nigriventer. A barriga e o abdômen são enegrecidos, contrastando com penas coberteiras azul-acinzentadas ou arroxeadas. O bico é lavanda, ligeiramente tingido de verde, e preto na ponta; as pernas são azul-acinzentadas claras, e as garras são ardósia ou pretas.[21][22]

A espécie não apresenta dimorfismo sexual significativo, mas o ornitólogo japonês Nagamichi Kuroda [en] descreve a fêmea como tendo partes superiores ligeiramente mais opacas. Os filhotes se assemelham aos adultos, mas têm um píleo e coberteiras auriculares mais opacas, além de um tom acastanhado que não cobre todo o corpo. A barriga é preta opaca, e as coberteiras de cauda inferior são variavelmente bordadas de branco-creme. O bico do filhote é enegrecido, com a base rosada. Os adultos passam por uma muda parcial antes da estação reprodutiva (fevereiro–março para S. a. expectata; março–abril para S. a. azurea), envolvendo garganta, peito e manto; uma muda completa ocorre após a estação reprodutiva (março–abril e agosto em Java e na Malásia).[22]

Vocalizações

As vocalizações da espécie incluem um tup ou tip melodioso, um whit súbito, um sit sibilante fino e um chit mais cheio, duro e forte. Quando excitada, as notas sit e chit são frequentemente emitidas rapidamente e repetitivamente como um chi-chit, chit-chit-chit ou chir-ri-rit, que pode ser prolongado, acelerado em um trinado staccato tititititititik, ou até tornar-se um tr-r-r-r-r-r-t. Outros chamados incluem um zhe fino e agudo, um zhe-zhe, um nasal semelhante a um brinquedo snieu ou kneu, e um chirr-u zumbido. O repertório vocal da trepadeira-azurita é bastante variado e lembra o da trepadeira-de-bico-vermelho e, em menor grau, o da trepadeira-filipina.[12]

Comportamento e ecologia

A trepadeira-azurita é muito ativa, frequentemente vista correndo em pares,[23] em grupos maiores ou misturando-se em bandos mistos de forrageamento.[24]

Dieta

A trepadeira-azurita se alimenta de artrópodes, dos quais alguns foram identificados como comuns em sua dieta, incluindo besouros do gênero Trachypholis, da família Elateridae e da subfamília Eumolpinae, além de aranhas e lagartas de mariposas.[25] Geralmente forrageia por presas na metade superior de árvores grandes e, ocasionalmente, em árvores menores.[24] Enquanto prospecta em troncos, a ave protege suas córneas de cascas caindo e outros detritos ao contrair a pele nua ao redor dos olhos – uma adaptação aparentemente única para a espécie.[26]

Reprodução

A reprodução da espécie não foi extensivamente estudada. O ninho é feito em um pequeno buraco de árvore, onde a ave deposita três a quatro ovos branco-sujos,densamente salpicados de vermelho-marrom e cinza, medindo 19,3 × 13,4 mm. Na Península da Malásia, filhotes que haviam acabado de atingir a maturidade foram observados no final de junho; na ilha de Java, a estação reprodutiva ocorre de abril a julho, e em Sumatra, um adulto alimentando seus filhotes foi observado em 9 de maio.[24]

Predação

Pouco foi relatado especificamente sobre predadores da trepadeira-azurita, mas um indivíduo foi visto "congelar" durante a passagem de uma águia-malaia [en] (Ictinaetus malayensis) prospectando.[23]

Distribuição e habitat

Uma trepadeira-azurita em um tronco de árvore em Fraser's Hill, na Malásia.

Esta espécie vive na Península da Malásia (no extremo sul da Tailândia e norte da Malásia) e na Indonésia, nas ilhas de Sumatra e Java.[1][14] Na Malásia, a espécie foi observada em Bukit Larut [en], no estado de Peraque, nas Montanhas Titiwangsa, no sul do distrito de Hulu Langat [en], no estado de Selangor, além de populações isoladas nas encostas do massivo Monte Benom [en] no estado de Pão, no Monte Tahan, localizado na fronteira entre Pão e Calantão, no Monte Rabong em Calantão e no Monte Padang no Sultanato de Trenganu.[24]

Em Sumatra, a ave é encontrada ao longo das Montanhas Barisane, tendo sido observada nas Terras Altas de Gayo, na província de Achém, nas Terras Altas de Batak, no norte de Sumatra, e no Monte Dempo, no sul da ilha.[24] Em uma expedição de 1918 por Robinson e Kloss, eles comentaram: "do início da selva densa nas encostas do vale até cerca de 2.400 metros no Kerintji, esta trepadeira de cores marcantes era muito comum, alimentando-se em troncos de árvores altas em grupos de seis ou sete."[27]

A trepadeira-azurita é tipicamente encontrada em montanhas, habitando florestas tropicais ou subtropicais úmidas de planície e florestas montanas tropicais ou subtropicais. Na Malásia, é encontrada de 1.070 m até o ponto mais alto do país, a 2.186 m. Em Sumatra, a espécie foi relatada em uma faixa altitudinal entre 900 m[24] e 2.400 m,[24] e em Java, entre 915 m e 2.745 m. O ornitólogo John MacKinnon relatou alguns avistamentos raros em altitudes mais baixas nas planícies de Java.[28]

Ameaças e proteção

A trepadeira-azurita é uma ave comum em Sumatra, incluindo a área do Parque Nacional de Kerinci Seblat,[27] e relativamente comum na Malásia e em Java.[24] Possui uma área de distribuição muito ampla, aproximando-se de 361.000 km².[29] A população não foi rigorosamente estimada, mas é considerada significativa e em baixo risco, apesar da observação da BirdLife International de que algum declínio é provável (mas ainda não confirmado) devido à conhecida destruição e fragmentação de áreas habitadas pela espécie.[29] A trepadeira-azurita é classificada na categoria espécie pouco preocupante pela União Internacional para a Conservação da Natureza.[1]

Notas

  1. Sendo Callisitta, Poecilositta, Oenositta, Sitta, Mesositta, Micrositta e Leptositta.[8]
  2. As 21 espécies são de 24 reconhecidas como compondo o gênero por Harrap e Quinn em 1996. Destas, o estudo omitiu a trepadeira-indiana (Sitta castanea), a trepadeira-de-bico-amarelo (Sitta solangiae) e a trepadeira-dos-chim (Sitta victoriae). O Congresso Ornitológico Internacional, no entanto, reconheceu 28 espécies em 2012, com base na elevação de quatro táxons de subespécies para status de espécie plena, incluindo a trepadeira-de-faces-brancas (S. przewalskii) e três espécies do grupo europaea.[10]

Referências

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  2. Dickinson, Edward C.; Loskot, Edward C.; Loskot, Vladimir M.; Morioka, Hiroyuki; Somadikarta, Soekarja (2000). «Systematic notes on Asian birds. 66. Types of the Sittidae and Certhiidae». Zoologische Mededelingen (80): 287–310 
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  5. Jobling, James A. (2010). The Helm Dictionary of Scientific Bird Names. [S.l.]: Christopher Helm. p. 357. ISBN 978-1-4081-2501-4 
  6. Matthysen 2010, p. 4.
  7. «Entry for 'Nuthatch'». Oxford English Dictionary. Oxford University Press. Consultado em 17 de abril de 2014 
  8. a b Matthysen 2010, p. 269–270.
  9. Sibley, David; Elphick, Chris; Dunning, John Barnard (2001). Sibley guide to bird life and behavior. [S.l.]: Alfred A. Knopf. p. 434. ISBN 978-0-679-45123-5 
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Bibliografia

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  • Matthysen, Erik (2010). The Nuthatches (em inglês). Ilustrado por David Quinn. [S.l.]: A & C Black. ISBN 978-1-4081-2870-1