Rodox
| Rodox | |
|---|---|
| Origem | São Paulo, São Paulo |
| País | Brasil |
| Gênero(s) | |
| Período em atividade | 2002–2004 2026–atualmente |
| Gravadora(s) | Warner Music Brasil |
| Integrantes | Rodolfo Abrantes Fernando Schaefer Patrick Laplan Pedro Nogueira Victor Pradella |
| Ex-integrantes | DJ Bob Marcelo Magal Marcus Ardanuy Canisso |
| Página oficial | https://www.rodoxoficial.com.br |
Rodox é uma banda brasileira de hardcore punk e nu metal formada em 2002 em São Paulo.[1] É atualmente formada por Rodolfo Abrantes (vocais e guitarra), Patrick Laplan (baixo), Fernando Schaefer (bateria), Pedro Nogueira (guitarra) e Victor Pradella (guitarra).
Foi fundada por Rodolfo Abrantes após sua saída da banda de hardcore Raimundos em 2001, inicialmente como um projeto experimental entre ele e os produtores DJ Bob e Tom Capone. O álbum Estreito (2002) trouxe uma fusão de guitarras pesadas com elementos de música eletrônica e hip hop. Já o segundo e último trabalho inédito do grupo, Rodox (2003), trouxe composições colaborativas entre todos os integrantes.
Ao longo de sua carreira, o Rodox experimentou trocas de formação e discussões em torno de suas letras, que por vezes abordavam a fé de seu vocalista. Passaram pelo grupo, também, o baixista Canisso, ex-companheiro de Rodolfo nos Raimundos. A banda encerrou suas atividades em 2004, após conflitos em um show em Salvador, e um terceiro álbum acabou por ser cancelado. Em 2026, o grupo anunciou seu retorno com uma turnê comemorativa e com a maioria dos integrantes da formação original.
História
Formação, Estreito e Rodox (2001–2003)
Rodolfo, depois de sair dos Raimundos em 2001, no auge da carreira, ausentou-se por algum tempo do cenário musical. Uma das suas poucas aparições públicas naquela época foi a sua participação na música "Homem do Povo", da banda Natiruts.[2] Muitos pensavam que ele não iria mais tocar, mas nesse período ele estava compondo, tocando e gravando hip hop junto ao DJ Bob (Daniel Scviero). Depois as músicas foram mudando de forma e Tom Capone foi chamado para produzir. Ele recrutou, para o projeto, o baterista Fernando Schaefer, que tinha feito parte de bandas como Pavilhão 9 e Korzus. As guitarras e baixo do álbum Estreito foram gravadas por Rodolfo. Em cinco dias, nasce Rodox.[3][4]
Completaram a formação do grupo o baixista Patrick Laplan que, na época, tinha saído da banda Los Hermanos, Marcus Ardanuy (irmão de Edu Ardanuy, guitarrista do Dr. Sin; ex-roadie dos Raimundos, Tork) na guitarra, e por fim Pedro Nogueira na outra guitarra. Pelo teor de algumas das letras, o Rodox foi considerado inicialmente como uma banda de rock cristão,[4] em virtude da faixa que abre o CD, "Olhos Abertos" e também "Cego de Jericó". Mas nas faixas seguintes era possível ouvir hardcorepunk rock de todo tipo, nova-iorquino, estilo Skate, etc. No CD também existem reggaes pesados ("Continuar de pé"), baladas ("Quem tem coragem não finge"), hip hop com rock ("3 reis", dividida em três vocais, Rodolfo, o rapper Xis, e Marcelo Falcão, de O Rappa). A banda saiu em turnê, e o álbum Estreito[5] deu origem a quatro músicas de trabalho: "Olhos Abertos", "Dia Quente", "Quem Tem Coragem não Finge" e "De Uma Só Vez". O disco vendeu um pouco mais de 40 mil cópias em um ano.[6]
Depois de vários shows bem aproveitados pela banda e com a formação fixada em sexteto, o grupo partiu para o estúdio para produzir o segundo álbum, chamado Rodox (2003). O título foi escolhido por ter se tratado de um álbum com composição colaborativa, com Rodolfo exclusivamente focado nas letras. A música de trabalho foi "De Costas para o Mar", escrita por Rodolfo e Laplan. No entanto, a formação sofreu mudanças logo que o álbum foi lançado. Pedro Nogueira, o guitarrista da banda, anunciou sua saída do Rodox por diferenças musicais com o estilo da banda.[6] Marcelo Magal, ex-guitarrista da banda Dick Vigarista, entra em seu lugar. No entanto, quando dias depois da saída de Pedro, Patrick Laplan anunciou também a sua saída, afirmando estar insatisfeito com a gestão empresarial da banda. Rodox continuou com seus shows, com Marcelo e Marcus Ardanuy assumindo o baixo.[7]
Com o passar do tempo houve muitos boatos no fórum da banda sobre uma possível reunião de Rodolfo e Canisso, que havia deixado os Raimundos.[8] Os rumores se concretizaram e a nova música de trabalho, "Foi Bom Esperar", já contou com Canisso no clipe.[9]
Fim da banda e projetos inacabados (2004–2005)
Sábado, 7 de agosto de 2004, foi realizado o último show do Rodox, no Rock in Rio Café Salvador, na Bahia. Fontes informaram que lá pela quarta música Fernandão (que desde o início do show parecia irritado com algo) literalmente chutou a bateria, tendo a banda inteira saído do palco.[10] O então vocalista da banda Rodolfo falou apenas "boa noite, obrigado" e saiu do palco deixando os fãs que foram conferir a banda que tinha mais de um ano que não tocava na cidade sem entender o que estava acontecendo. O baterista retornou algum tempo depois para pedir desculpas e comunicar que tudo estava acabado. No dia seguinte, apareceu no fórum da banda mensagem creditada ao baterista Fernandão falando sobre o fim da banda e o seu relacionamento com Rodolfo. Comentando o fim da banda Rodox, que havia anunciado há alguns dias, Rodolfo publicou uma mensagem falando sobre o preconceito de rotular a banda como gospel, e que além disso, buscou nos integrantes mostrar o caminho de Deus, sem sucesso.[11][12][13][14] Ainda agradeceu a todos os fãs que o seguiram na jornada dentro do Rodox. E terminou o texto com a frase: "A vida continua e quem está na linha vai seguir."[15]
Em 2004, o Rodox estava em estúdio trabalhando no terceiro álbum, que nunca foi concluído, existem boatos, que surgiram através de uma entrevista com o Rodolfo Abrantes, em que ele diz ter colocado vocais em 2 músicas, inclusive informando aos fãs que pedissem com jeitinho ao Fernandão, que ele as liberaria. Fernando Schaefer negou a informação, falando que apenas os instrumentais estavam prontos, e em pouco tempo criou a proposta de aproveitá-los com um novo vocalista, que seria escolhido através de um concurso em sua página do myspace, o que acabou não acontecendo.
Hiato e projetos paralelos (2006–2023)
Após o fim da banda, Rodolfo seguiu carreira solo e se focou num repertório mais explicitamente evangélico. Na época, lançou os álbuns: Santidade ao Senhor (2006), Enquanto é Dia (2007), Ao Vivo (2010), R.A.B.T - Rompendo a Barreira do Templo (2012), Joio ou Trigo (2015), Fornalha (2015) e O Dia que Será pra Sempre (2018). Ao longo dos anos, desenvolveu uma relação dúbia com o legado de suas ex-bandas, especialmente o Raimundos, da qual chegou a dizer que se arrependia pelas letras que tinha escrito, o que provocou críticas públicas de seus ex-colegas, Digão e Canisso.[16] Durante a pandemia de COVID-19, no entanto, Digão e Rodolfo fizeram as pazes. Depois, Abrantes disse que "Hoje, eu consigo olhar para meu passado e respeitá-lo. Não quero voltar, mas olho para a minha história e trato com respeito e gratidão".[17]
Já Patrick Laplan lançou dois projetos autorais (Eskimo com o disco F.I.B., e dois EPs com a 2BUNK), e produziu trabalhos dos artistas Gabriel Ventura, Saudade, Duda Beat (co-produção), Ambivalente, El Efecto, Sound Bullet, João Capdeville, R.Sigma, Fleeting Circus, Planar, dentre outros. Foi músico convidado do Biquini Cavadão de 2001 ao fim de 2008, e foi membro dos projetos Trêmula (com Peu Sousa) e Real Imaginário.
Pedro Nogueira integrou a banda Luxúria, trabalhou na gravação do segundo disco da banda, mas como o disco não saiu, acabou acompanhando a vocalista Meg Stock em carreira solo. Marcus Ardanuy fez parte da banda Tork. Fernando Schaefer voltou a integrar suas bandas Treta e Pavilhão 9, depois montou a banda Endrah e também participou das bandas Paura e Worst.
Marcelo Magal, logo depois do fim do Rodox, entrou para banda O Surto. Em 2006 lançou o disco De Onde foi que paramos mesmo?, no qual teve oportunidade de coproduzir. Por divergências de opinião acabou deixando a banda em 2008. Montou seu estúdio e se integrou na produtora Cinderellas onde realiza trabalhos como produtor. No mesmo ano foi convidado para produzir o segundo DVD do Biquini Cavadão (80 Vol. II). Em 2009, foi convidado para tocar nos shows do Biquini, só que dessa vez como baixista.
Canisso retornou ao Raimundos, além de fazer parte do projeto Rockafellas, com Jean Dolabella (ex-baterista do Sepultura), Marcão (ex-guitarrista do Charlie Brown Jr.) e Paul Di'Anno (ex-vocalista do Iron Maiden). Permaneceu no Raimundos pelo resto da sua vida e morreu em 13 de março de 2023, aos 57 anos, vítima de infarto.[18]
DJ Bob morreu na madrugada do dia 06 de janeiro de 2022. A causa da morte não foi divulgada.[19]
Retorno (2024–atualmente)
Rodolfo voltou a ouvir canções do Rodox em 2024, e começou a incluir músicas da banda em seus shows solo. Fernando Schaefer também fez o mesmo, em projetos musicais paralelos, como o Fernando Schaefer & Rodox Crew. Os dois se reuniram no palco em novembro de 2025 na casa de shows Hangar 110, em São Paulo. Na ocasião, tocaram "De Uma Só Vez", "De Costas para o Mar" e "Olhos Abertos". Na época, Rodolfo disse que "Eu estava acompanhando, nós estávamos nos falando desde 2023. Sentir o Fernandão depois de 20 e tantos anos… o melhor Fernandão com quem já toquei é esse de agora". Ao mesmo tempo, a execução de músicas do grupo reacendeu o interesse por parte do público no retorno da banda, e Abrantes sinalizou que isso poderia ocorrer, mas apenas com a formação original. Ele entrou em contato com os músicos e apenas o guitarrista Marcus Ardanuy não estava disponível. Com isso, integraram o guitarrista Victor Pradella, que tocou por anos com Rodolfo em carreira solo.[20]
No dia 12 de janeiro de 2026, o grupo anunciou nas redes sociais seu retorno, com turnê programada para o ano de 2026.[21][22]
Integrantes
- Formação atual
- Rodolfo Abrantes - vocal, guitarra, violão (2002–2004, 2026–atualmente)
- Fernando Schaefer - bateria (2002–2004, 2026–atualmente)
- Patrick Laplan - baixo, backing vocal, guitarra (2002–2003, 2026–atualmente)
- Pedro Nogueira - guitarra (2002–2003, 2026–atualmente)
- Victor Pradella - guitarra (2026–atualmente)
- Ex-integrantes
- Marcus Ardanuy - guitarra (2002–2004), baixo (2003)
- Marcelo Magal - guitarra, backing vocal (2003–2004)
- Canisso - baixo elétrico (2003–2004)
- DJ Bob - picape, teclado, programações (2002–2004)
Linha do tempo

Discografia
Estilo musical e influências
Gêneros
A música do Rodox foi descrita sob uma série de influências musicais, como o hardcore punk e reggae, que também caracterizava Rodolfo nos Raimundos, mas também hardcore melódico, crossover thrash e new metal. Entre as bandas e artistas que influenciaram o grupo nesta fase, estão nomes como Linkin Park e P.O.D.. Rodolfo, em especial, também se declarou fã do grupo de rap Apocalipse 16, liderado pelo rapper Pregador Luo.[2]
Temas líricos
Com todas as letras escritas por Rodolfo, as canções do Rodox geralmente refletem questões da vida do cantor, especialmente sua conversão ao protestantismo em 2001. Por isso, parte da imprensa chegou a considerar o Rodox como uma banda evangélica.[5] O grupo também chegou a ter uma aparição em veículos jornalísticos evangélicos, o que aumentou as dúvidas.[15] Tanto contemporaneamente quanto retrospectivamente, Rodolfo discordou que se tratasse de uma banda religiosa e que ele sempre foi o único evangélico do grupo. No retorno do grupo em 2026, afirmou que "é possível você ter bons amigos que pensam diferente. Sabe? Que têm pensamentos diferentes".[23] A estreia do Rodox coincidiu com uma época em que bandas com músicos evangélicos não rotulavam o gênero de suas músicas com base em suas crenças, incluindo uma das principais influências do Rodox, o grupo P.O.D.[2] Já do lado evangélico, também surgia o novo movimento no circuito de bandas de rock alternativo.[24]
Legado
Durante seus anos iniciais de atividade, Rodox foi uma banda que dividiu opiniões entre o público e a imprensa. Sobre isso, Rodolfo chegou a afirmar que o grupo não era bem quisto por grande parte dos seus fãs anteriores no Raimundos. Um dos principais motivos eram a abordagem lírica do grupo e, principalmente, a sua saída turbulenta de sua antiga banda.[7] O jornal Folha de S.Paulo descreveu, em 2003, a existência de blogs anti-Rodox com fãs do Raimundos. Na época, o vocalista disse que "Isso é besteira. É como chamarem o Jairzinho de traidor porque ele saiu do Balão Mágico".[6]
Ao se lembrar de um show do Rodox em 2003 no livro Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar, o jornalista Ricardo Alexandre disse que estranhou o vocalista dizer "Pô, galera, pra que brigar? Vocês não estão prestando atenção na mensagem das letras?" após uma briga no público, e considerou que não somente a banda teria prazo curto, quanto a fé de Rodolfo compunha uma situação inédita no rock brasileiro. Ao mesmo tempo, sobre o músico na época, afirmou que "me impressionou o quanto ele falava, e como falava com coerência, articulação e inteligência. Nem imaginava que por trás do pothead de antes houvesse alguém assim.[25]
O vocalista avaliou que, ao passar dos anos, as músicas do Rodox envelheceram bem e o grupo ganhou um público inédito que não existia na época, em contraste com as críticas que o grupo recebeu na época de sua atividade.[26]
Referências
- ↑ Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. «Rodox». Consultado em 19 de março de 2010
- ↑ a b c «Rodolfo volta ao palco ao som de reggae». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ «Entrevista - Rodolfo (Rodox)». Consultado em 23 de maio de 2013. Arquivado do original em 4 de dezembro de 2008
- ↑ a b «Banda Rodox inicia turnê e tenta encerrar polêmica sobre religião». Folha de S.Paulo. 24 de agosto de 2002
- ↑ a b «Folha de S.Paulo - Música: Rodolfo se lança ao hardcore evangélico - 23/02/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 27 de maio de 2024
- ↑ a b c «Banda tenta evitar "síndrome do 2º disco" com "estréia"». Folha de S. Paulo. Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ a b Rodolfo Abrantes - Ex Raimundos & Rodox. Papo com Clê. 18 de dezembro de 2025. Consultado em 14 de janeiro de 2026 – via YouTube
- ↑ Tavares, Tatiana (2 de setembro de 2003). «Rodox ganha reforço do baixista Canisso». Omelete. Consultado em 27 de maio de 2024
- ↑ «Rodox: A banda se encontrou no segundo e último disco». whiplash.net. 16 de julho de 2013
- ↑ «Rodox: banda encerra atividades com confusão em show». whiplash.net. 7 de agosto de 2004
- ↑ «Quem - NOTÍCIAS - Ex-cantor dos Raimundos paralisa as atividades da banda Rodox para se dedicar à pregação evangélica». Revista Quem. Arquivado do original em 20 de dezembro de 2016
- ↑ «Rodolfo decide encerrar a banda Rodox - Cultura». Estadão. Consultado em 18 de agosto de 2022
- ↑ Toffolo, Luciana (18 de agosto de 2004). «Poison on the rocks». Omelete. Consultado em 27 de maio de 2024
- ↑ «Rodox anuncia seu fim». Vírgula. 9 de agosto de 2004. Consultado em 27 de maio de 2024
- ↑ a b «Rodolfo anuncia sua saída do Rodox, baterista anuncia fim da banda». Super Gospel. Consultado em 18 de agosto de 2022 [ligação inativa]
- ↑ «Rodolfo Abrantes responde críticas». Trip. 13 de junho de 2014. Consultado em 19 de janeiro de 2026
- ↑ «Raimundos: Rodolfo Abrantes diz que Digão mudou sua vida com telefonema de paz». Rolling Stone Brasil. 13 de novembro de 2024. Consultado em 19 de janeiro de 2026
- ↑ «Canisso, baixista do Raimundos, morre aos 57 anos». G1. 13 de março de 2023. Consultado em 7 de fevereiro de 2025
- ↑ Chapeleta, Marcos (6 de janeiro de 2022). «Morre DJ Bob do Rodox, antigo grupo de Rodolfo Abrantes». Ligado à Música. Consultado em 7 de fevereiro de 2025
- ↑ «Os bastidores da volta do Rodox, narrados por Rodolfo». Igor Miranda. Consultado em 19 de janeiro de 2026
- ↑ Fernandes, André Luiz (12 de janeiro de 2026). «Post nas redes indica volta do Rodox após mais de 20 anos». Igor Miranda.com. Consultado em 13 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2026
- ↑ Maiato, Gustavo (12 de janeiro de 2026). «Rodox sugere que deve voltar com Rodolfo (ex-Raimundos) e fãs vão a loucura nas redes». Whiplash.net. Consultado em 13 de janeiro de 2026. Cópia arquivada em 13 de janeiro de 2026
- ↑ «Rodolfo fala sobre Rodox ser visto como banda cristã: "é para todos"». Tenho Mais Discos que Amigos. Consultado em 19 de janeiro de 2026
- ↑ «Desmistificando o novo movimento ou crossover no meio cristão». O Propagador. Consultado em 30 de agosto de 2015. Arquivado do original em 24 de setembro de 2015
- ↑ Alexandre, Ricardo (2013). Cheguei bem a tempo de ver o palco desabar: 50 causos e memórias do rock brasileiro (1993-2008). Porto Alegre: Arquipélago Editorial. ISBN 9788560171545
- ↑ «Rodolfo publica vídeo e oficializa retorno do Rodox aos palcos». Rádio Rock. Consultado em 19 de janeiro de 2026