Plínio Cavalcanti de Albuquerque
Plínio Cavalcanti | |
|---|---|
![]() Plínio Cavalcanti | |
| Deputado federal por São Paulo | |
| Período | 1947-1951 1953-1955 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 27 de novembro de 1907 Jambeiro, SP |
| Morte | 17 de julho de 1995 (87 anos) São Paulo, SP |
| Alma mater | Colégio Militar do Rio de Janeiro |
| Partido | PSD (1945–1953) PTB (1953–1955) PDC (1958) |
| Profissão | militar, advogado, jornalista, empresário, agropecuarista |
Plínio Cavalcanti de Albuquerque, ou apenas Plínio Cavalcanti (Jambeiro, 27 de novembro de 1907 — São Paulo, 17 de julho de 1995) foi um militar, advogado, jornalista, empresário, agropecuarista e político brasileiro, outrora deputado federal por São Paulo.[1][2]
Dados biográficos
Filho de João Cavalcanti de Albuquerque e Maria José Cavalcanti. Formado pelo Colégio Militar do Rio de Janeiro em 1926, tornou-se advogado pela Universidade de São Paulo em 1930 e depois foi delegado de polícia em Atibaia, Batatais, Guaratinguetá, Itapetininga, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São Carlos, além de dirigir a Guarda Civil, Escola de Polícia e a Casa de Detenção de São Paulo.[1] Enquanto jornalista, trabalhou no Correio Paulistano, Diário da Noite, Diário de São Paulo, Folha da Manhã e Folha da Noite, integrando a Associação Paulista de Imprensa, o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o Instituto dos Advogados e a Sociedade de Medicina Legal.[1]
Derrotado na eleição para deputado federal em 1945, venceu a eleição para o respectivo cargo pelo PSD em 1947,[nota 1] figurando como primeiro suplente em 1950.[3][4] Adido comercial no México, ingressou no PTB e assumiu a presidência da Comissão Federal de Abastecimento e Preços em 1953, por escolha de Getúlio Vargas.[2][5] Entretanto, exerceu tal função por pouco tempo, pois foi efetivado deputado federal com a eleição de Antônio Feliciano à prefeitura de Santos no mesmo ano. Mais tarde, foi secretário de Segurança no último ano do governo Lucas Nogueira Garcez.[6][nota 2]
Em 1958, foi candidato a deputado federal via PDC, sem obter sucesso. Três anos depois, assumiu uma cadeira no conselho consultivo do Instituto Brasileiro do Café e chefiou o escritório da autarquia em Beirute, Líbano, até 1968. De volta do Brasil, dedicou-se ao cultivo de café e a criação de gado Holstein-Frísia em Campinas e Monte Mor, além de dirigir o Departamento de Café na Sociedade Rural Brasileira, fundar o Sindicato Rural de Monte Mor e a Cooperativa Agropecuária de Campinas.[1][2]
Pai do também político, Marcos Cintra.
Notas
- ↑ Eleito em 19 de janeiro de 1947, sob o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (Art. 11 § 2º inciso II) da Constituição de 1946 para atingir o número de deputados previstos em lei.
- ↑ Nesse momento, Marino Machado já havia renunciado em favor de Carlos Cirilo Júnior, então, por votação decrescente, os próximos suplentes do PSD paulista eram Horácio Lafer e Alcides Vidigal.
Referências
- ↑ a b c d BRASIL. Fundação Getúlio Vargas. «Biografia de Plínio Cavalcanti no CPDOC». Consultado em 25 de agosto de 2025
- ↑ a b c BRASIL. Câmara dos Deputados. «Biografia do deputado Plínio Cavalcanti». Consultado em 25 de agosto de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1947». Consultado em 25 de agosto de 2025
- ↑ BRASIL. Presidência da República. «Constituição de 1946». Consultado em 25 de agosto de 2025
- ↑ BRASIL. Senado Federal. «Lei n.º 1.522 de 26/12/1951». Consultado em 25 de agosto de 2025
- ↑ BRASIL. Câmara dos Deputados. «Biografia do deputado Antônio Feliciano». Consultado em 25 de agosto de 2025
