Paulo Dantas (escritor)
| Paulo Dantas | |
|---|---|
| Nascimento | 13 de janeiro de 1922 Simão Dias, Sergipe |
| Morte | 11 de junho de 2007 (85 anos) São Paulo, SP |
| Nacionalidade | brasileiro |
Paulo Dantas Neto (Simão Dias, 13 de janeiro de 1922 - 11 de junho de 2007) foi um escritor, jornalista, editor e crítico literário sergipano[1].
Biografia
Nascido em Simão Dias em 1922, mudou-se com a família para a Bahia em 1938. Depois mudou-se para o Rio de Janeiro, trabalhando na Civilização Brasileira e no jornal Dom Casmurro[2].
Foi um dos fundadores, juntamente com Sérgio Milliet, da União Brasileira de Escritores, em 17 de janeiro de 1958, decorrente da fusão da Associação Brasileira de Escritores (de 1942) e da Sociedade Paulista de Escritores (de 1951)[1].
Publicou mais de 30 livros, entre romances, novelas e biografias. Foi biógrafo de autores como Lima Barreto, Aluísio Azevedo e Afonso Arinos[1]. Trocou cartas com Guimarães Rosa, as quais publicou no livro Sagarana Emotiva[3].
Trabalhou como editor da Livraria Francisco Alves. Editou Carolina Maria de Jesus[2].
Morreu aos 85 anos, no dia 11 de junho de 2007, em São Paulo[1][2].
Principais obras
- Muralhas Cinzentas (1943) - novela
- As Águas não Dormem (1946) - novela
- Cidade Enferma (1950) - romance
- Chão de Infância (1953) - novela
- Purgatório (1955) - romance
- Capitão Jagunço (1959) - ficção narrativa
- Euclides, Opus 66
- Os Sertões de Euclides e Outros Sertões, Estórias e Lendas do Nordeste (antologia)
- Sagarana Emotiva - Cartas de Guimarães Rosa ao Autor
Prêmios
- Prêmio Coelho Neto da Academia Brasileira de Letras com o romance Cidade Enferma[4].
- Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras com a novela Muralhas Cinzentas.
- Prêmio Câmara Municipal de São Paulo com Os Sertões de Euclides e Outros Sertões.
Referências
- ↑ a b c d «Paulo Dantas». Museu Brasileiro de Rádio e Televisão
- ↑ a b c «Paulo Dantas - Dados biográficos». Linguagem viva
- ↑ «Obras de Paulo Dantas». Linguagem Viva
- ↑ «Ad immortalitatem» (PDF). A Manhã. Letras e Artes - Suplemento. 8 de julho de 1951