Paromoeocerus barbicornis

Besouro-viola
Paromoeocerus barbicornis
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Coleoptera
Subordem: Polyphaga
Infraordem: Cucujiformia
Superfamília: Chrysomeloidea
Família: Cerambycidae[1][2]
Subfamília: Cerambycinae[3]
Tribo: Unxiini[3][4][5]
Género: Paromoeocerus
Espécie: P. barbicornis
Nome binomial
Paromoeocerus barbicornis
(Fabricius, 1793)[1][5]
Distribuição geográfica
O besouro P. barbicornis está distribuído em parte da região neotropical (em verde, no mapa), no Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.[3]
O besouro P. barbicornis está distribuído em parte da região neotropical (em verde, no mapa), no Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.[3]
Sinónimos
Saperda barbicornis Fabricius, 1793
Callidium barbicorne ̈(Fabricius, 1793)
Compsocerus barbicornis (Fabricius, 1793)
Orthostoma barbicorne (Fabricius, 1793)
Paraoeocerus barbicornis (Fabricius, 1793)
Cosmisoma equestre Guérin-Méneville, 1844
Compsocerus equestris (Guérin-Méneville, 1844)
Paromoeocerus equestris (Guérin-Méneville, 1844)
(GBIF/BioLib.cz)[2][6]

Paromoeocerus barbicornis é um inseto da ordem Coleoptera e da família Cerambycidae,[1] subfamília Cerambycinae; um besouro cujo habitat são as florestas tropicais da região neotropical meridional, no sul da região nordeste (Bahia) e toda região sudeste e sul do Brasil, além do Paraguai, Argentina e Uruguai.[3] A espécie, descrita em 1793 por Johan Christian Fabricius com a denominação Saperda barbicornis,[1][2][5] na obra Entomologia systematica emendata et aucta (17921799),[7] é um dos miméticos besouros-viola, caracterizados por sua semelhança com a espécie de maior importância econômicaː Compsocerus violaceus (White, 1853).[6][8]

Descritor específico

O significado da palavra usada em seu descritor específico (barbicornis), em latim, quer dizer "chifre barbudo", numa alusão aos expandidos tufos negros em suas antenas;[9] maiores do que em C. violaceus[8] e tocando a base das pernas posteriores do inseto,[4] ao contrário dos tufos de violaceus.[8]

Referências

  1. a b c d «Paromoeocerus barbicornis (Fabricius, 1793)» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 7 de dezembro de 2024 
  2. a b c «Paromoeocerus barbicornis (Fabricius, 1793)» (em inglês). BioLib.cz. 1 páginas. Consultado em 7 de dezembro de 2024 
  3. a b c d «SubFamily Cerambycinae; Unxiini» (em inglês). Cerambycidae Catalog. 1 páginas. Consultado em 6 de dezembro de 2024. barbicornis (Fabricius, 1793) - Brazil (BA, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS), Paraguay, Argentina, Uruguay. 
  4. a b «Paromoeocerus barbicornis (Fabricius, 1793)» (em inglês). BioLib.cz. 1 páginas. Consultado em 7 de dezembro de 2024 
  5. a b c «Paromoeocerus Gounelle, 1910» (em inglês). SiBBr - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. 1 páginas. Consultado em 7 de dezembro de 2024 
  6. a b «Compsocerus violaceus (White, 1853)» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 6 de dezembro de 2024 
  7. Fabricius, Johann Christian (1792–1799). «Entomologia systematica emendata et aucta : Secundun classes, ordines, genera, species, adjectis synonimis, locis, observationibus,» (em inglês). Impensis Christ. Gottl. Proft., Hafniae. (WorldCat). p. 1. Consultado em 7 de dezembro de 2024 
  8. a b c «Compsocerus violaceus (White, 1853), male» (em inglês). BioLib.cz. 1 páginas. Consultado em 6 de dezembro de 2024 
  9. «Lasiorhynchus barbicornis (Fabricius, 1775)» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 7 de dezembro de 2024. barbicornis ("bearded horn").