NV Anhatomirim (M-16)
NV Anhatomirim
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| Operador | Marinha do Brasil |
| Fabricante | Abeking & Rasmussen |
| Homônimo | Ilha de Anhatomirim |
| Batimento de quilha | 2 de abril de 1969 |
| Lançamento | 4 de novembro de 1970 |
| Comissionamento | 30 de novembro de 1971 |
| Descomissionamento | 18 de novembro de 2016 |
| Número de registro | M-16 |
| Estado | Inativo |
| Características gerais | |
| Tipo de navio | Navio-varredor |
| Classe | Aratu |
| Deslocamento | 280 t (carregado) |
| Maquinário | 4 motores a diesel |
| Comprimento | 47,4 m |
| Boca | 7,2 m |
| Calado | 2,4 m |
| Propulsão | 2 propulsores |
| - | 4 500 cv (3 310 kW) |
| Velocidade | 24 nós (44 km/h) |
| Autonomia | 710 milhas náuticas a 20 nós (1 315 km a 37 km/h) |
| Armamento | 1 canhão de 40 mm |
| Tripulação | 4 oficiais 32 marinheiros |
O NV Anhatomirim é um navio-varredor que foi operado pela Marinha do Brasil e a segunda embarcação da Classe Aratu.
Construção
Construído na Alemanha pelo Estaleiro Abeking & Rasmussen, na cidade de Lemwerder, seguiu o projeto original da Classe Schütze em uso naquele país. Foi o segundo de uma série de seis embarcações encomendados pela Marinha do Brasil, desta classe.
Origem do nome
É uma homenagem a Ilha de Anhatomirim localizada no litoral do estado de Santa Catarina. Na língua tupi tem o significado de "pequena ilha do diabo". É o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, o primeiro foi a Barca Canhoneira Anhatomirim (1825).
Referências
- A Guerra de Minas na Marinha do Brasil. Revista Tecnologia e Defesa, n° 104.
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