Maqbara
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O termo em árabe maqbara (مقبرة المسلمين "cemitério"; plural: مقابر maqâbir) deriva da palavra qabr, que significa túmulo. Embora maqbara se refira genericamente aos túmulos de todos os muçulmanos, o termo é usado sobretudo para designar um cemitério islâmico.
Em algumas culturas islâmicas (especialmente sob influência indo-paquistanesa), também pode designar os túmulos chamados raula ou rauza (termos persas e urdu que significam "jardim" ou "mausoléu"), geralmente dedicados a figuras religiosas conhecidas como Waliyullahs (literalmente "amigos de Deus", santos ou líderes espirituais). Esses personagens são considerados pessoas que dedicaram sua vida ao Islã, buscando viver como muçulmanos exemplares e ensinando outros a seguir os ensinamentos do profeta Maomé.
Em países asiáticos, maqbara também é utilizado para se referir ao darga (santuário construído sobre o túmulo de um santo muçulmano) de Waliyullahs, sufis, xeiques, imames, Qutbs (título dado a líderes espirituais de alto grau) e Ghouses (termo usado para santos de elevada hierarquia). Existem numerosos dargahs de Waliyullahs em toda a Índia, e seus maqbaras estão presentes nesses locais.[1] [2]
Referências
- ↑ Sarr Marroco, Bilal (2024). Maqbara. Espacios, rituales y ceremoniales de enterramientos islámicos (em espanhol). Granada: Alhulia
- ↑ Chagas, Gisele Fonseca (2015). «Rituais fúnebres no Islã: notas sobre as comunidades muçulmanas no Brasil». Religião & Sociedade. 35 (1): 137–160. doi:10.1590/0100-85872015v35n1cap06
