Magalhães (filme)
Magalhães
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|---|---|
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| Portugal · Espanha · Filipinas · França · Taiwan 2025 • cor • 160 min | |
| Direção | Lav Diaz |
| Produção | Joaquim Sapinho Albert Serra Paul Soriano Montse Triola Marta Vieira Alves |
| Roteiro | Lav Diaz |
| Elenco | Gael García Bernal Ângela Azevedo Amado Arjay Babon Ronnie Lazaro Hazel Orencio |
| Música | Marc Verdaguer |
| Cinematografia | Lav Diaz Artur Tort |
| Edição | Lav Diaz Artur Tort |
| Companhias produtoras | Rosa Filmes Andergraun Films BlackCap Pictures Lib Films |
| Distribuição | Black Cap Pictures TEN17P (Filipinas) |
| Lançamento | |
| Idiomas | português espanhol cebuano francês |
Magalhães (em espanhol: Magallanes,[1] em inglês e francês: Magellan[2][3]) é um filme de drama histórico épico de 2025, escrito, dirigido e coeditado pelo cineasta filipino Lav Diaz.[4] O filme é estrelado por Gael García Bernal como o explorador português Fernão de Magalhães e retrata seu papel nas campanhas coloniais portuguesas e espanholas no Sudeste Asiático no início do século XVI.[5]
O filme teve sua estreia mundial na seção Cannes Premiere do Festival de Cinema de Cannes de 2025 em 18 de maio de 2025. Foi escolhido como o representante das Filipinas para a categoria Melhor Filme Internacional no 98.º Oscar.[6]
Enredo
Em 1511, Fernão de Magalhães participa da Conquista de Malaca sob o comando de Afonso de Albuquerque e é ferido em batalha. Ele compra um escravo cebuano a quem dá o nome de Enrique e leva-o consigo ao retornar para Portugal. Magalhães é cuidado até recuperar-se por Beatriz Barbosa, com quem se casa. Anos depois, o rei D. Manuel I de Portugal rejeita a proposta de Magalhães de circum-navegar o globo para encontrar uma rota comercial que evitasse os competidores espanhóis, levando Magalhães a ir para a Espanha, onde sua proposta é aceita. Em 1519, ele parte em sua viagem, deixando para trás uma Beatriz grávida.
Magalhães enfrenta múltiplos desafios durante sua viagem. Ele manda executar um tripulante por praticar atos homossexuais e abandona outro tripulante e um padre na Patagônia por motim. Vários motins resultam na perda de diversos navios, com tripulantes executados ou amarrados como punição. Enquanto sua frota avança pelo Oceano Pacífico, a prolongada viagem deixa a tripulação em condições terríveis. Magalhães sonha com Beatriz, que lhe informa sobre a morte dela e de seu filho.
Enrique avista a ilha de Cebu, levantando o ânimo da tripulação. Em terra, são recebidos pelo chefe local, Rajah Humabon, com Enrique atuando como tradutor. Magalhães leva uma estatueta do Santo Niño e seu estoque pessoal de marmelo para o filho doente de Humabon na esperança de curá-lo. Quando o menino se recupera, a esposa de Humabon atribui o evento ao Santo Niño, desencadeando celebrações na comunidade. Magalhães e Humabon firmam um pacto de sangue e ele convence Humabon e seus súditos a se converterem ao cristianismo. Dentro de dias, porém, Magalhães e sua tripulação atraem a ira dos nativos ao queimar as imagens de seus anitos, enquanto a esposa de Humabon adverte que eles enfrentarão a retribuição de seus deuses.
Humabon instrui seus homens a espalhar rumores sobre a existência de Datu Lapu-Lapu, um wak-wak que caça humanos. Magalhães, que descarta Lapu-Lapu como um fantasma, é atraído a combatê-lo após ser informado que ele e seus súditos estão desafiando-o. Magalhães e suas forças partem para a batalha, apenas para serem dizimados enquanto ele cambaleia pelo campo de batalha antes de cair. Enrique observa Humabon e seus súditos carregando o cadáver de um dos tripulantes de Magalhães e sua cabeça decepada em celebração, enquanto revela em voice-over que foram Humabon e suas forças que atacaram Magalhães e que Lapu-Lapu não existia. Enrique também revela que participou do massacre da maioria dos homens restantes de Magalhães para recuperar sua liberdade.
Elenco
- Gael García Bernal como Fernão de Magalhães
- Ângela Azevedo como María Caldera Beatriz Barbosa
- Amado Arjay Babon como Henrique de Malaca
- Ronnie Lazaro como Rajah Humabon
- Hazel Orencio como Juana
- Tomás Alves como Francisco Serrão
- Bong Cabrera como Rajah Colambu
- Brontis Jodorowsky como Bispo Juan de Fonseca
- Baptiste Pintaux como Padre Dela Reina
- Darío Yazbek Bernal como Duarte Barbosa
- Roger Alan Koza como Afonso de Albuquerque
- Rafael Morais como João Carvalho
Produção
Desenvolvimento
O projeto teve origem em 2018, quando Lav Diaz conheceu Joaquim Sapinho — que mais tarde serviria como produtor delegado — em Berlim, durante a estreia de Season of the Devil. Sapinho propôs que Diaz realizasse um filme sobre a Idade dos Descobrimentos, ligando Oriente e Ocidente a partir de uma perspetiva oriental. Os dois começaram a trocar livros e acabaram por concluir que a figura central deveria ser Fernão de Magalhães, cuja história mantém uma ligação natural às Filipinas.[7]
Lav Diaz desejava há muito tempo fazer um filme sobre Magalhães e tinha-se igualmente fascinado com a ideia de que a NASA continuava a utilizar métodos pioneiros do navegador. Diaz redigiu uma proposta e começou a escrever o argumento intitulado Beatriz, The Wife. A sua primeira inspiração veio da vida de Beatriz Barbosa de Magalhães, esposa de Magalhães, com quem este se casou apenas dois anos antes de partir na expedição que levaria o seu nome.[8]
Em 2019, Joaquim Sapinho, através da Rosa Filmes, assegurou financiamento em Portugal e convidou Albert Serra a juntar-se ao projecto como coprodutor. Serra e Diaz já se conheciam, pois Serra havia anteriormente comissariado uma retrospectiva dos filmes de Diaz em Barcelona. Considerou-se que a sua participação era essencial, uma vez que a produção necessitava de acesso a uma caravela funcional; a única embarcação adequada disponível era a Santa Cruz, localizada em Sevilha. Serra conseguiu obter financiamento em Espanha em 2022, juntando-se formalmente ao projecto.[9]
Anunciado pela primeira vez em 2019 como Beatriz, The Wife, Diaz inspirou-se inicialmente na vida de Beatriz Barbosa de Magalhães, esposa de Magalhães, com quem este se casara apenas dois anos antes da partida na expedição. [9]
Durante encontros em Berlim e Lisboa em 2023, Sapinho discutiu o filme com Gael García Bernal, que aceitou o papel de imediato, encarando a interpretação de Magalhães como uma oportunidade de sonho.[8]
Com um produtor filipino também associado, os preparativos para a rodagem estavam praticamente concluídos. Magalhães era português, a expedição que comandou era espanhola e a sua morte ocorreu nas Filipinas — tornando a colaboração filipina crucial. No entanto, pouco antes do início das filmagens, o projecto perdeu o seu coprodutor filipino. Dado que duas fases principais da rodagem estavam previstas para as Filipinas, toda a produção ficou em risco.[10]
Diaz afirmou que os seus sete anos de investigação em fontes históricas o levaram a retratar Lapulapu, o datu de Mactan, como um “mito” em vez de uma figura histórica. Argumentou que Lapulapu poderá ter sido criado por Rajah Humabon para desencorajar a tripulação de Magalhães de converter mais pessoas ao Cristianismo, observando que “ninguém alguma vez viu Lapulapu”. Devido ao reconhecimento amplo e oficial de Lapulapu como figura histórica nas Filipinas, Diaz reconheceu que a sua interpretação poderia ser criticada como “revisionista”.[11] [12]
Gael García Bernal aprendeu a falar português para interpretar Magalhães. Hazel Orencio, que interpreta Juana, teve de aprender cebuano (bisaya) para este filme, com o apoio do assistente de realização, Sanny Joaquin, falante nativo da língua.Durante a pós-produção, o material filmado foi dividido em duas longas-metragens: Magellan será a primeira, enquanto um segundo filme ainda sem título terá uma versão de nove horas centrada na perspetiva de Beatriz.
O cineasta Lav Diaz e o produtor Albert Serra se conheceram quando este último foi curador do trabalho de Diaz para um museu em Barcelona. Serra, um cineasta espanhol contemporâneo de Diaz no slow cinema, e Joaquim Sapinho, que é português, disseram separadamente a Diaz no final da década de 2010 que estavam interessados em financiar uma coprodução internacional entre seus respectivos países. Na época, Diaz já estava pesquisando a vida do explorador português Fernão de Magalhães, que navegou para as Filipinas sob a coroa espanhola, e assim basearia o projeto do filme em sua pesquisa sobre a figura histórica.[13]
Originalmente anunciado em 2019 como Beatriz, The Wife, Diaz se inspirou primeiramente na vida da esposa de Magalhães, Beatriz Barbosa de Magalhães, com quem se casou apenas dois anos antes de partir para a expedição de Magalhães.[10] O filme foi produzido pelo estúdio português Rosa Filmes, juntamente com a Andergraun Films da Espanha, a Black Cap Pictures das Filipinas e a Volos Films de Taiwan.[10]
Diaz afirmou que seus sete anos de pesquisa em fontes históricas o levaram a retratar Lapulapu, o datu (chefe) de Mactan, como um "mito" em vez de uma figura histórica.[14] Ele argumentou que Lapulapu pode ter sido criado por Rajah Humabon para desencorajar a tripulação de Magalhães de converter mais pessoas ao cristianismo, comentando que "ninguém jamais viu Lapulapu". Devido ao amplo e oficial reconhecimento de Lapulapu como uma figura histórica nas Filipinas,[15][16] Diaz reconheceu que sua interpretação poderia ser criticada como "revisionista".[17]
Na pós-produção, o material filmado foi dividido em dois longas-metragens. Magalhães foi o primeiro, e um segundo filme, ainda sem título, terá uma versão estendida de nove horas contando o lado da história de Beatriz.[5]
Filmagens
As filmagens ocorreram nas cidades de Sampaloc e Mauban, em Quezon, nas Filipinas, no último trimestre de 2024, seguidas de gravações no sul de Portugal e em Cádis, na Espanha. A produção foi concluída em dezembro.[13] A réplica da nau Victoria que estava em Cádis também foi utilizada como set de filmagem.[13] Arthur Tort, colaborador habitual do produtor Albert Serra, foi o diretor de fotografia ao lado do cinematografista fixo de Diaz, Larry Manda. Durante as filmagens, Lav Diaz adoeceu com tuberculose.[18]
Lançamento
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Magalhães teve sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes de 2025, em 18 de maio.[13][19] O filme foi exibido na seção Cannes Premiere, enquanto o segundo filme ainda está em pós-produção.[20]
Antes de sua estreia mundial, a Nour Films adquiriu os direitos de distribuição do filme na França.[21] Os direitos de distribuição para a América do Norte foram adquiridos pela Janus Films, anúncio feito após o festival.[22][23] Nas Filipinas, a Ten17P detém os direitos de distribuição do filme no país.[24]
O filme teve sua estreia australiana no 72º Festival de Cinema de Sydney. Está programado para fazer sua estreia norte-americana no Festival Internacional de Cinema de Toronto, seguida pela estreia nos Estados Unidos no Festival de Cinema de Nova York, na seção Main Slate.[25] Em setembro de 2025, foi anunciado que o filme teria sua estreia no Reino Unido no Festival de Cinema de Londres.[26]
O lançamento nas Filipinas será em 10 de setembro de 2025.[27]
Recepção
Crítica
No site agregador de resenhas Rotten Tomatoes, o filme tem uma taxa de aprovação de 100% com base em 11 avaliações.[28]
Guy Lodge, da Variety, descreveu o filme como "magnificamente produzido" e "politicamente rigoroso", observando que, com suas duas horas e quarenta e cinco minutos, é comparativamente curto para Diaz, mas mesmo assim "não é uma concessão artística", mantendo intacto o espírito do slow cinema.[29] Escrevendo para The Hollywood Reporter, Jordan Mintzer comentou de forma semelhante, afirmando que o filme foi "primorosamente elaborado" e que pode ser uma das obras mais acessíveis de Diaz, ao mesmo tempo em que enfatizou que seu estilo austero e meditativo ainda o coloca firmemente dentro da filmografia do diretor.[30] Jonathan Romney, da Screen International, o caracterizou como um "estudo sardônico, distanciado, mas cativante".[31] Já Josh Slater-Williams, da IndieWire, considerou-o uma das "conquistas mais fascinantes" do diretor, chamando-o de "épico histórico e espiritual hipnotizante" e elogiando suas qualidades imersivas ao abranger décadas de história, algo que, em sua opinião, poucas narrativas do gênero conseguem alcançar com sucesso.[31] Os críticos também elogiaram a atuação de Gael García Bernal. Jonathan Romney observou que a "atuação contida de Garcia Bernal... evoca vividamente o desgaste físico e mental de um viajante".[32]
Outros críticos enfatizaram o estilo visual e a ambição do filme, com elogios específicos ao diretor de fotografia Arthur Tort, que trabalhou ao lado de Diaz. Àngel Quintana, da Caimán Cuadernos de Cine, celebrou sua "dimensão épica" alcançada sem recorrer ao espetáculo,[33] enquanto Diego Batlle, do Otroscines.com, destacou a capacidade de Diaz de compor planos com "densidade, dimensão e poder sugestivo".[34] Clarence Tsui, do South China Morning Post, enalteceu suas "imagens deslumbrantes" e a "narrativa de queima lenta, mas incessantemente ardente".[35]
Prêmios e indicações
| Cerimônia | Data da cerimônia | Categoria | Indicado | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| Festival de Cinema de Munique | 6 de julho de 2025 | Cineastas | Lav Diaz | Indicado | [36] |
Referências
- ↑ «Magallanes (2025)» (em espanhol). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ «Magellan (2025)» (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ AlloCine. «Magellan» (em francês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Rithdee, Kong (13 de maio de 2025). «Cannes 2025: What's on our watch list». Bangkok Post (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ a b Goodfellow, Melanie (6 de abril de 2025). «Lav Diaz Hints At Cannes Debut For Ferdinand Magellan Film With Gael García Bernal; Reveals Near-Death Experience: "It Became A Personal Journey To Understanding Immortality"». Deadline (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Mallorca, Hannah (1 de setembro de 2025). «Lav Diaz's 'Magellan' is PH entry for Best International Feature Film at 2025 Oscars». INQUIRER.net (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Macnab, Geoffrey. «Portugal's Rosa Filmes prepares new Lav Diaz, Albert Serra projects (exclusive)». Screen (em inglês). Consultado em 2 de dezembro de 2025
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- ↑ a b Macnab, Geoffrey. «Portugal's Rosa Filmes prepares new Lav Diaz, Albert Serra projects (exclusive)». Screen (em inglês). Consultado em 2 de dezembro de 2025
- ↑ a b c «Lav Diaz prepares Alexandre Dumas adaptation; hopes to launch 'Magellan' at Cannes». Screen (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Romero, Alexis. «'Hero' Lapu-Lapu gets special day». Philstar.com. Consultado em 2 de dezembro de 2025
- ↑ «Latest Articles». cebueskrima.s5.com. Consultado em 2 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 3 de julho de 2012
- ↑ a b c d Payo, Jasmine (24 de abril de 2025). «Lav Diaz on Cannes-bound 'Magellan,' Gael Garcia Bernal, and how he 'almost died'». RAPPLER (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Cruz, Marinel (28 de abril de 2025). «Lav Diaz aims to spark debate at Cannes with 'Magellan'». INQUIRER.net (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Guerrero, Rafael Ma (1983). Readings in Philippine Cinema (em inglês). [S.l.]: Experimental Cinema of the Philippines. Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Manila Standard (em inglês). [S.l.]: Manila Standard. Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ France-Presse, Agence (21 de maio de 2025). «Was Lapulapu a figment of the imagination?». Daily Tribune (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
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- ↑ mraultpauillac (8 de maio de 2025). «The Screenings Guide of the 78th Festival de Cannes». Festival de Cannes (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Purnell, Kristofer. «Lav Diaz, Gael Garcia Bernal's 'Magellan' film getting Cannes premiere». Philstar.com. Consultado em 5 de setembro de 2025
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- ↑ Grobar, Matt (3 de junho de 2025). «Janus Films Acquires Lav Diaz Drama 'Magellan' Starring Gael García Bernal». Deadline (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
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- ↑ Philippines, Rolling Stone (29 de agosto de 2025). «'Magellan' to Premiere in Philippine Cinemas This September». rollingstonephilippines.com (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ «Magellan | Rotten Tomatoes». www.rottentomatoes.com (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
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- ↑ Mintzer, Jordan (24 de maio de 2025). «'Magellan' Review: Gael Garcia Bernal Plays the Famous Explorer in Lav Diaz's Exquisitely Shot Challenge of an Arthouse Epic». The Hollywood Reporter (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ a b Slater-Williams, Josh (18 de maio de 2025). «'Magellan' Review: Gael García Bernal and Lav Diaz Unite for a Hypnotizing Historical and Spiritual Epic». IndieWire (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ Romney, Jonathan. «'Magellan' review: Lav Diaz directs Gael Garcia Bernal as the titular Portuguese explorer». Screen (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ CdC, Caimán (20 de maio de 2025). «Magalhães (Lav Diaz). Cannes 2025 - Cannes Première». Caiman Ediciones (em espanhol). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ https://www.tarsio.com.ar. «Festival de Cannes 2025: crítica de "Magalhâes" ("Magellan"), película de Lav Diaz con Gael García Bernal (sección Cannes Premiere)» (em espanhol). Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ «Review | Magellan, conqueror of Philippines, as we've never seen him before». South China Morning Post (em inglês). 19 de maio de 2025. Consultado em 5 de setembro de 2025
- ↑ «MAGALHÃES». www.filmfest-muenchen.de. Consultado em 5 de setembro de 2025
