Máscara mortuária de Tutancâmon
| Máscara mortuária de Tutancâmon | |
|---|---|
![]() Visão frontal da máscara | |
| Material | Ouro |
| Criado | c. 1323 a.C. |
| Descoberto | 28 de outubro de 1925 |
| Localização atual | Museu Egípcio, Cairo |
A máscara mortuária de Tutancâmon é uma máscara mortuária do faraó Tutancâmon da XVIII dinastia do Antigo Egito (reinou de 1332 a 1323 a.C.). Foi descoberta por Howard Carter em 1925 no túmulo KV62 e está exposta, desde 1925, no Museu Egípcio no Cairo.[1] A máscara é uma das mais conhecidas obras de arte do mundo.[2]
De acordo com o egiptólogo Nicholas Reeves, a máscara é "não só por excelência do túmulo de Tutancâmon, mas talvez seja o objeto mais conhecido do próprio Egito Antigo".[2] Em 2001, uma pesquisa sugeriu que originalmente a máscara poderia ter sido destinada à Rainha Neferneferuaten;[3] pois seu nome real (Ankhkheperure) foi encontrado em um cartucho parcialmente apagado no interior da máscara.[4]
Acidente com a máscara mortuária
Um acidente causou danos irreversíveis na máscara, os conservadores utilizaram epóxi para corrigir um dano causado na peça que compõe a barba, atualmente não existem maiores detalhes sobre o incidente.[5]
Referências
- ↑ Reeves, p. 511.
- ↑ a b Reeves, p. 522.
- ↑ Eaton-Krauss, Marianne (2015). The Unknown Tutankhamun. [S.l.]: Bloomsbury Academic. p. 111. ISBN 978-1-4725-7561-6
- ↑ Seidel, James (26 de novembro de 2015). «Tutankhamun's mask: Evidence of an erased name points to the fate of heretic Queen Nefertiti». News Corp Australia. Consultado em 28 de novembro de 2015
- ↑ «A famosa máscara do faraó egípcio Tutancâmon foi "danificada de forma irreversível"». Consultado em 24 de Janeiro de 2015
Bibliografia
- Reeves, Carl Nicholas (2015). Bulletin of the Egyptological Seminar. 19. [S.l.]: Egyptological Seminar of New York. ISBN 978-0-9816-1202-7

