Língua fusiva
| Tipologia linguística |
|---|
| Morfológica |
| Língua analítica |
| Línguas isolantes |
| Língua sintética |
| Língua flexiva |
| Língua aglutinante |
| Língua polissintética |
| Língua oligossintética |
| Morfossintática |
| Alinhamento |
| Nominativo-acusativo |
| Nominativo marcado |
| Ergativo-absolutivo |
| Ergativo dividido |
| Austronésio |
| Ativo-estativo |
| Sujeito nulo |
| Papel theta |
| Pivô sintático |
| Língua ativa |
| Língua tripartite |
| Ordem das palavras |
| Sujeito-verbo-objeto |
| Sujeito-objeto-verbo |
| Verbo-sujeito-objeto |
| Verbo-objeto-sujeito |
| Objeto-sujeito-verbo |
| Objeto-verbo-sujeito |
| Tempo-maneira-lugar |
| Lugar-maneira-tempo |
| Léxico |
| Nome das cores |
| Numeral |
Língua fusiva, flexiva,[1] flexional ou amalgamente[2] é uma língua composta de semantemas e morfemas expressos através de flexão. Sabe-se que tanto as línguas indo-europeias como as línguas semitas são flexivas.[3] O português é exemplo de língua fusiva, pois pode encaixar mais de um morfema dentro de uma mesma palavra: menino-s corr-em feliz-es.
Referências
Bibliografia
- Borba, Francisco da Silva. Introdução aos estudos lingüísticos. São Paulo: Companhia Editora Nacional
- Jota, Zélio dos Santos (1976). Dicionário de lingüística. Rio de Janeiro: Presença