Língua suruí-paiter
| Suruí-Paiter Paiter | ||
|---|---|---|
| Pronúncia: | [pa.i'te:ɾ̥] | |
| Outros nomes: | Paiter-Suruí, Paiter, Suruí de Rondônia, Suruí do Jiparaná | |
| Falado(a) em: | ||
| Região: | Amazônia | |
| Total de falantes: | cerca de 1375[2] | |
| Família: | Tronco tupi Mondé Suruí-Paiter | |
| Escrita: | Alfabeto latino | |
| Códigos de língua | ||
| ISO 639-1: | --
| |
| ISO 639-2: | --- | |
| ISO 639-3: | sru
| |
![]() | ||
A língua suruí-paiter, também conhecida como suruí, paiter ou paiter-suruí é uma língua indígena brasileira falada pelos paiter nos estados de Rondônia e Mato Grosso, sendo parte da família linguística mondé, do tronco tupi. Atualmente, seus falantes são cerca de 1375 pessoas na Terra Indígena Sete de Setembro. É considerada uma língua ameaçada pela UNESCO (grau: vulnerável).[3][4]
Etimologia
As duas principais nomenclaturas utilizadas para ser referir à etnia indígena suruí de Rondônia são paiter e suruí. A primeira delas é um endônimo, o qual é relativo tanto ao povo suruí-paiter quanto à sua língua. Ele é formado pela junção do prefixo pessoal para a primeira pessoa do plural inclusiva "pa-" (nós, incluindo o ouvinte) com "ítehr" (verdade): /paíte:ɾ̥/.[5][6]
O exônimo suruí surge a partir do contato oficial com não indígenas servidores da FUNAI, que atribuíram o nome pensando ser a expressão usada pela etnia zoró. Na verdade, os zoró chamavam os suruí-paiter de yori iwajey, que significa "inimigo de rosto pintado" na língua zoró.[7]
Distribuição
Atualmente, há apenas um povo falante de suruí-paiter, composto por aproximadamente 1500 pessoas que habitam a T.I. Sete de Setembro.[6]
A terra indígena localiza-se numa região de fronteira entre os estados de Rondônia e Mato Grosso, mais precisamente, entre os municípios de Cacoal e Aripuanã. Eles estão distribuidos em 30 aldeias, com quatro clãs distintos (Gameb, Gamir, Makor e Kaban). As aldeias variam em habitantes, podendo abrigar desde 45 pessoas até algumas centenas.[6][8]
Alguns relatos orais, transmitidos de pai para filho, indicam um processo diaspórico, partindo da região de Cuiabá a Rondônia. A emigração dos paiter teria sido motivada pela perseguição empreendida por brasileiros lusófonos. Além disso, durante a fuga, conflitos com outros grupos indígenas e não indígenas teriam ocorrido.[6]
Apesar da penetração da língua portuguesa, o suruí-paiter ainda é a língua materna falada por quase todos nas aldeias. Boa parte da população é bilíngue, falando também o português, que em alguns casos atua como língua franca para a comunicação entre diferentes povos indígenas e os não indígenas.[9]
Línguas relacionadas
O suruí é uma das línguas mondé, do tronco tupi, faladas no estado de Rondônia. Pesquisas recentes indicam que essa família é composta por três línguas, nomeadamente, o suruí-paiter, o Salamãy (Mondé) e uma terceira língua formada por quatro dialetos:[10]
- Gavião de Rondônia (Ikolééy)
- Zoró (Pãgiñééy)
- Aruá
- Cinta Larga (três etnias: Kabínééy, Kakínééy e Maamééy)
Esses últimos dialetos são mutuamente inteligíveis, sobretudo Gavião e Zoró. Das trés línguas, suruí é a mais distante, seguida de Salamãy.[11]
História
Sabe-se muito pouco sobre a história dos suruí e sua língua no período que antecede o contato oficial servidores da FUNAI, ocorrido em 1969, conduzida pelos sertanistas Francisco Meirelles e Apoena Meirelles, em razão da ausência de documentação escrita. A maioria das informações vêm de relatos orais.[6]
Os suruís mantêm a lembrança remota de terem emigrado da região de Cuiabá ao que hoje corresponde ao estado de Rondônia, ainda no século XIX, fugindo da perseguição de colonos, chocando-se com outros agrupamentos indígenas no processo. Mindlin aponta esses choques como responsáveis por dizimar aldeias menores da região.[12]
Contudo, a partir de 1969, o contato tido com a sociedade não indígena trouxe grande número de mortes por doenças infecto-contagiosas, principalmente gripe e sarampo. Estima-se que a população suruí era composta por cerca de cinco mil indivíduos antes do contato oficial. Ao longo da década de 70 e 80, fora reduzida a 200 ou 300 pessoas. Desde 1989, percebe-se um aumento populacional.[4][6]
História da documentação
Assim como a maioria das línguas indígenas brasileiras, o suruí-paiter possuía uma tradição exclusivamente oral. Na ausência de uma escrita, pouco fora documentado sobre a língua paiter antes do contato de 1969. A língua somente começa a ser estudada a partir da década de 1960, surgindo os primeiros escritos. Foram missionários do Summer Institute of Linguistics os primeiros a realizar estudos gramaticais e fonológicos sobre o suruí, com finalidade de evangelização.[13]
A primeira análise da fonologia suruí é de autoria de Willem Bontkes e Carolyn Bontkes, intitulada "Phonemic Analysis of Surui" (1978). Foi a primeira a estabelecer uma forma de escrever os sons da língua.[13]
Fonologia
O idioma suruí-paiter é marcado por sua fonologia e forte tradição oral. Ainda há muita discussão acerca da fonologia da língua, havendo incongruência de informações entre autores. A principal causa disso é a carência de dados.[14]
De acordo com Mariana Guerra (2004), há um total de 38 fonemas na língua suruí, os quais, foneticamente, podem se manifestar em um número muito maior de sons.[15]
Consoantes
Para Mariana, o idioma possui 18 fonemas para consoantes. No entanto, a quantidade de sons pode ser muito maior devido à alofonia.[16]
| Labial | Alveolar | Palatal | Velar | Glotal | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Plosiva | desvoz. | p | t | tʃ | k | |
| voz. | b | d | dʒ | ɡ | ||
| Nasal | m | n | ɲ | ŋ | ||
| Fricativa | β | ʃ | h | |||
| Tap ou Flap | ɾ | |||||
| Aproximante | l | j | ||||
Vogais
O idioma possui 20 fonemas para vogais, os quais derivam das mesmas cinco vogais: /a/ /i/ /ɨ/ /e/ e /o/. A nasalidade (oral/nasal) e a duração (longa/curta) são fatores necessários para distinguir vogais em suruí-paiter.[17]
| Oral | Nasal | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Anterior | Central | Posterior | Anterior| | Central | Posterior | |
| Fechada | i | ɨ | ĩ | ɨ̃ | ||
| Média | e | o | ẽ | õ | ||
| Aberta | a | ã | ||||
Tons
O suruí-paiter distingue dois tons: alto, indicado por /´/ sobrescrito à vogal, e baixo, representado pela ausência de /´/. Esses tons ocorrem nas vogais, independente de sua duração. Há apenas um tom por vogal e uma vogal por sílaba. Assim, o número de tons em uma palavra é sempre igual a quantas vogais ou sílabas estão presentes nela.[18] A seguir estão alguns exemplos de tons em suruí-paiter:
| Suruí-paiter | Inglês | Português |
|---|---|---|
| ité:ɾ | sequence | sequência |
| íte:ɾ | true | verdade |
| olá:ɾ | I'm hanging | estou pendurado |
| óla:ɾ | to cut me | me cortar |
| ikáp | his/her egg | ovo dele/a |
| íkap | he/she is fat | ele/a é gordo |
Ortografia
O suruí-paiter não possui escrita oficial, tampouco uma convenção ortográfica estabelecida. Contudo, até o momento o alfabeto latino foi usado para as diferentes formas de registro do idioma.[13]
A convenção ortográfica abaixo foi proposta pelo professor indígena Joaton Suruí e vem sendo ensinada em pelo menos duas escolas indígenas de Cacoal. O alfabeto suruí de Joaton é formado por 39 letras e escrito da esquerda para a direita. O diacrítico til (~) indica a nasalização de uma vogal. Não há sinais para os tons.[20]
Esforços da Universidade de Brasília (UnB), liderados pela linguista Ana Suelly, foram responsáveis por expandir a iniciativa de Joaton, com o treinamento de indígenas suruís na escrita da língua materna.[21]
| Maiúscula | Minúscula | Pronúncia (IPA) | Aproximação com o português |
|---|---|---|---|
| A | a | /a/ | harpa |
| AH | ah | /a:/ | pronunciado como /a/, porém longo |
| Ã | ã | /ã/ | maçã |
| ÃH | ãh | /ã:/ | pronunciado como /ã/, porém longo |
| B | b | /b/ | bola |
| D | d | /d/ | dado |
| E | e | /e/ | cerca |
| EH | eh | /e:/ | pronunciado como /e/, porém longo |
| Ẽ | ẽ | /ẽ/ | menos |
| ẼH | ẽh | /ẽ:/ | pronunciado como /ẽ/, porém longo |
| G | g | /g/ | agora |
| G̃ | g̃ | /ŋ/ | manga |
| H | h | /h/ e suas variações | resto (em algumas variantes) |
| I | i | /i/ | milho |
| IH | ih | /i:/ | pronunciado como /i/, porém longo |
| Ĩ | ĩ | /ĩ/ | limpo, com o /i/ nasalizado |
| ĨH | ĩh | /ĩ:/ | pronunciado como /ĩ/, porém longo |
| J | j | /ʤ/ (ou /d͡ʑ/) | dia (em algumas variantes) |
| K | k | /k/ | castelo |
| L | l | /l/ | leite |
| M | m | /m/ | mosqueteiro |
| N | n | /n/ | nevasca |
| Ñ | ñ | /ɲ/ | senha |
| O | o | /o/ | molho |
| OH | oh | /o:/ | pronunciado como /o/, porém longo |
| Õ | õ | /õ/ | sonho, com o /o/ nasalizado |
| ÕH | õh | /õ:/ | pronunciado como /õ/, porém longo |
| P | p | /p/ | papagaio |
| R | r | /ɾ/ | arara |
| S | s | /h/ e suas variações | alternativa ao <h> |
| T | t | /t/ | tamanduá |
| TX | tx | /t͡ʃ/ (ou /t͡ɕ/) | tchau |
| U | u | /ɨ/ | pronunciado como /i/ com a língua recuada |
| UH | uh | /ɨ:/ | o mesmo /ɨ/, porém longo |
| Ũ | ũ | /ɨ̃/ | pronunciado como /i/ com a língua recuada e nasalizado |
| ŨH | ũh | /ɨ̃:/ | o mesmo /ɨ/, porém longo e nasalizado |
| X | X | /ʃ/ | chá |
| W | w | /β/ (ou /ɸ/) | pronunciado como /v/ (ou /f/) enconstando os lábios |
| Y | y | /j/ | boia |
Gramática
A morfologia do suruí-paiter faz distinção entre três classes principais: elementos flexionáveis, partículas e ideofones. O primeiro grupo constitui-se das palavras que podem flexionar ou combinar-se a outras, como nomes, adjetivos, verbos e posposições. As partículas, por outro lado, são invariáveis e não possuem estrutura interna.[22]
No geral, os ideofones assemelham-se às partículas, com a diferença de carregarem conteúdo lexical e poderem se combinar a alguns morfemas da classe dos flexionáveis. Por meio de sons, eles expressam ações, estados ou eventos.[23]
Verbos
Os verbos do suruí classificam-se em dois tipos semânticos: verbos semanticamente ricos (ou seja, exprimem ações, eventos e/ou processos) ou verbos auxiliares. Os primeiros podem ser tanto transitivos quanto intransitivos, enquanto os segundos são sempre intransitivos. verbos transitivos em paiter são flexionados por meio de afixos pessoais que indicam o objeto, enquanto os intransitivos requerem prefixos pessoais que indicam o seu sujeito. Em ambos os casos, a pessoa do prefixo é o único elemento para o qual os verbos flexionam.[24]
A depender da transitividade verbal, a função dos afixos é alterada (sujeito/objeto), bem como sua forma.[24] Veja-os na tabela abaixo.
| Número | Pessoa | Intransitivo | Transitivo |
|---|---|---|---|
| Singular | 1ª | o- | o- |
| 2ª | e- | e- | |
| 3ª | a- | ∅ ~ i- ~ xi- | |
| Plural | 1ª incl. | pa- | pa- |
| 1ª excl. | toy- | tóy- | |
| 2ª | mey- | méy- | |
| 3ª | a- | tá- |
Essa distinção ligada à transitividade verbal presente nos afixos é relacionada ao alinhamento misto do idioma, apontado como nominativo-absolutivo. Em relação aos verbos principais, o alinhamento é absolutivo, enquanto aos auxiliares, nominativo.[26]
| Absolutivo | Nominativo |
|---|---|
| S e O | S |
| S-verbo.intransitivo | S-auxiliar |
| O-verbo.transitivo | S-auxiliar |
Tempo e modo
Em suruí-paiter, não há marcação gramatical de tempo, somente aspecto. O aspecto é marcado por verbos auxiliares. Há dois desses verbos: -de/-je, para o aspecto perfectivo, e -lade, que indica o aspectivo imperfectivo.[26]
Exemplos:
- Emaur maha eje e. 'Você quebrou o seu arco'
(2s-arco quebrar 2s-perfectivo) - Akarba-ka lade kuja e. 'Hoje eu estou alegre'
(hoje 1s-imperfectivo alegre)
Pronomes
Em geral, os pronomes não são expressos de maneira independente, mas ligados a outros termos, com a exceção dos pronomes demonstrativos. Assim, a ideia de pronome é expressa por meio de outras estratégias morfossintáticas, como pela prefixação em nomes e verbos.[22]
Pronomes pessoais e possessivos
Os pronomes pessoais são expressos com o auxílio de afixos pessoais ligados a verbos auxiliares, ou clíticos, quando o sujeito de uma oração é livre. Semelhantemente, a relação de posse ocorre com a junção entre afixo e nome. Em geral, os afixos utilizados coincidem com os de verbos transitivos.[22]
| 1º pessoa | 2ª pessoa | 3ª pessoa | |
|---|---|---|---|
| Singular | oen | een | xien |
| Plural | paen / toyen | meyen | taen |
Nomes relativos, ou inalienáveis, estabelecem relação de posse ao combinar-se com prefixos pessoais ou diretamente com outro nome, seguindo a ordem determinante-núcleo. Por sua vez, nomes absolutos, ou alienáveis, dividem-se em dois subtipos: os que podem ser possuídos e os que não. Aqueles nomes absolutos que podem ser possuídos necessitam da partícula mediadora de posse "ma".[27]
Exemplos de possessivos:
- Olob. 'Meu pai'
- Ximabeja. 'A vó dele'
Vocabulário
Cantigas suruí
O povo suruí-paiter é frequentemente reconhecido por seus cantos e por contar histórias, exemplos de sua forte tradição oral. A seguir encontram-se as transcrições da letra de alguns dos cantos suruí. É possível acessá-los para ouvir online no website Cantos da Floresta.
| Letra em suruí-paiter | Pronúncia | Letra em português | |
|---|---|---|---|
| Canto da onça - Meko perewabe | Eaba pamãy are wa kaled Mabikũrey a oay txar |
Engabapa mãngaré ua caled
Mabicãnaiá ongaitxar Auábecaté ongaitxar Mbixarïb |
Não mexa com a gente, dizem os Mabikũrey
Mas eu como mesmo assim, nhác nhác |
| Canto do mutum - Wakoyah perewabe | Ma wakoy xãrme,
ma wakoy xãrme xãrme, xãrme, xãrme (2X) |
Mõacoi xarmé,
mõacoi xarmé xarmé, xarmé, xarmé (2X) |
Olha a canela comprida do mutum
Canela, canela, caneeeeela! (2X) |
| Canto da anta - Wasa perewabe | Yobayah kabi omekabi (2x)
heya heya heya darãga kabi omekabi (2x) heya heya heya… |
Iubaiá cabí omecabí (2x)
Êia, eiá eiá Drangá cabí omecabí (2x) Êia, eiá, eiá! |
Eu vou a caminho do coco do buriti. Eiá!
“Kreck” no coco do buriti! Eiá, eiá, eiá! |
Referências
- ↑ Lewis, M. Paul (ed.), 2009. Ethnologue: Languages of the World, Sixteenth edition. Dallas, Tex.: SIL International. Online version.
- ↑ «Quadro Geral dos Povos - Povos Indígenas no Brasil». Povos Indígenas no Brasil. Consultado em 8 de fevereiro de 2025
- ↑ Evans, Lisa (15 de abril de 2011). «Endangered languages: the full list» [Línguas ameaçadas: a lista completa]. The Guardian (em inglês). Consultado em 12 de fevereiro de 2025
- ↑ a b SURUI, Tiago Iteor. Descrevendo a língua dos Paiter ej (Suruí de Rondônia): contribuições de um falante nativo. 2020. 106 f., il. Dissertação (Mestrado em Linguística)—Universidade de Brasília, Brasília, 2020.
- ↑ Suruí 2020, p. 22.
- ↑ a b c d e f «Surui Paiter - Povos Indígenas no Brasil». pib.socioambiental.org. Consultado em 12 de fevereiro de 2025
- ↑ Suruí 2020, p. 14.
- ↑ «Povos Uru-eu-wau-wau e Paiter Suruí lutam para manter a floresta em pé e adiar o fim do mundo». Conectas. 27 de setembro de 2023. Consultado em 15 de fevereiro de 2025
- ↑ Suruí 2016, p. 10.
- ↑ Moore 2005, pp. 515-516.
- ↑ Moore 2005, p. 517.
- ↑ Mindlin 1985, pp. 25-28.
- ↑ a b c Suruí 2020, pp. 18-19.
- ↑ Guerra 2004, pp. 1-2.
- ↑ Guerra 2004, pp. 6, 36.
- ↑ Guerra 2004, p. 36.
- ↑ Guerra 2004, p. 6.
- ↑ Guerra 2004, p. 54.
- ↑ Allin 1976, p. 74.
- ↑ a b «Nasce o registro escrito de uma língua indígena». Nova Escola. Consultado em 2 de março de 2025
- ↑ «Suruís treinam escrita da Paiter | Terras Indígenas no Brasil». terrasindigenas.org.br. Consultado em 2 de março de 2025
- ↑ a b c Suruí 2020, pp. 21-22.
- ↑ Suruí 2020, p. 67.
- ↑ a b Suruí 2020, pp. 49-51.
- ↑ Suruí 2020, pp. 22-26.
- ↑ a b Suruí 2020, p. 95.
- ↑ Suruí & 2020 pp22-26.
Bibliografia
- Bontkes, Willem (1978). Dicionário preliminar suruí-português, português-suruí. Porto Velho: Summer Institut of Linguistics
- Guerra, Mariana (2004). Aspects of Suruí Phonology and Phonetics [Aspectos da fonologia e fonética do suruí] (Tese de Doutorado) (em inglês). Bruxelas: Université Libre de Bruxelles
- Meer, Tine (1982). Fonologia da língua suruí (Tese de Mestrado). Campinas: Universidade Estadual de Campinas. doi:10.47749/T/UNICAMP.1982.52647
- Mindlin, Betty (1985). Nós Paiter: Os Suruí de Rondônia. Petrópolis: Vozes
- Moore, Denny (2005). «Classificação interna da família linguística Mondé» (PDF). Estudos Linguísticos. 34: 515-520
- Suruí, Naraiel (2016). Palavras polissêmicas na língua paiter-suruí (PDF) (Tese de Graduação). Barra dos Bugres: Universidade do Estado de Mato Grosso
- Suruí, Tiago (2020). Descrevendo a língua dos Paiter ej (Suruí de Rondônia): contribuições de um falante nativo (PDF) (Tese de Mestrado). Brasília: Universidade de Brasília
Ligações externas
- Vocabulário suruí - LARAIA, Roque de Barros (Museu Nacional do Rio de Janeiro-ILV).

