Damita Jo (álbum)

Damita Jo
Álbum de estúdio de Janet Jackson
Lançamento30 de março de 2004
GravaçãoAgosto de 2002—Fevereiro de 2004
Estúdio(s)
Vários
Gênero(s)
Duração65:02
Gravadora(s)Virgin
Produção
Vários
Cronologia de Janet Jackson
20 Y.O.
(2006)
Singles de Damita Jo
  1. "Just a Little While"
    Lançamento: 2 de fevereiro de 2004
  2. "I Want You"
    Lançamento: 19 de fevereiro de 2004
  3. "All Nite (Don't Stop)"
    Lançamento: 27 de abril de 2004

Damita Jo é o oitavo álbum de estúdio da cantora estadunidense Janet Jackson. A EMI Music Japan lançou o álbum primeiro no Japão, em 22 de março de 2004, e na Europa, pela EMI, uma semana depois. Nos Estados Unidos, foi lançado pela Virgin Records em 30 de março de 2004. Jackson começou a trabalhar no disco em agosto de 2002, após o término da All for You Tour, e continuou até fevereiro de 2004, com o auxílio de diversos produtores, incluindo Kenneth "Babyface" Edmonds, Dallas Austin, Kanye West e Scott Storch, além dos seus colaboradores de longa data, a dupla Jimmy Jam e Terry Lewis. Com seu título levando o nome do meio de Jackson, Damita Jo é um álbum de R&B, pop e hip hop que explora temas de amor e romance.

Damita Jo estreou em segundo lugar na tabela estadunidense Billboard 200, vendendo 381.000 cópias em sua primeira semana. Para promovê-lo, três singles foram lançados: "Just a Little While", "I Want You" e "All Nite (Don't Stop)", enquanto "R&B Junkie" foi lançado como single promocional. O álbum recebeu críticas mistas dos críticos musicais, que elogiaram sua produção, mas criticaram seu conteúdo sexual excessivo e sua duração longa. Foi indicado ao Grammy de Melhor álbum contemporâneo de R&B, enquanto "I Want You" recebeu uma indicação na categoria de Melhor performance vocal feminina de R&B na 47ª edição da premiação. O álbum vendeu três milhões de cópias em todo o mundo.

A apresentação de Jackson no show do intervalo do Super Bowl XXXVIII, antes do lançamento do álbum, que terminou com a exposição controversa do seio de Jackson pelo convidado surpresa Justin Timberlake, teve um grande impacto no desempenho comercial do álbum. Os conglomerados envolvidos na transmissão, que receberam multas altíssimas da Comissão Federal de Comunicações (FCC), incluindo a Viacom e suas subsidiárias CBS, MTV e Infinity Broadcasting, impuseram uma proibição da veiculação dos singles e videoclipes de Jackson, embora Timberlake não tenha sido afetado. A proibição gerou controvérsia entre os críticos, que declararam que o álbum e seus singles provavelmente teriam sido um sucesso comercial se o incidente não tivesse ocorrido.

Antecedentes e desenvolvimento

Em abril de 2001, Jackson lançou seu sétimo álbum de estúdio, All for You. Para o disco, a artista recrutou novos produtores pela primeira vez desde Control (1986), enquanto manteve sua parceria com Jimmy Jam and Terry Lewis.[1] Estreou em primeiro lugar nos Estados Unidos, vendendo 605.128 cópias em sua primeira semana, e havia vendido 3,1 milhões de cópias em todo o país até setembro de 2009, de acordo com a Nielsen SoundScan.[2][3] Sua faixa-título tornou-se a primeira canção de uma artista feminina na década a atingir o número um nos Estados Unidos, onde permaneceu por sete semanas, tornando-se seu segundo single a ficar mais tempo no topo.[4][5] All for You recebeu três indicações na 44ª edição no prêmio Grammy, vencendo na categoria de Melhor Gravação de Dance pela faixa-título.[6][7] Após o lançamento do álbum, Jackson embarcou na All for You Tour, que arrecadou mais de 40 milhões de dólares em vendas de ingressos.[8]

Após a conclusão da turnê em 2002, Jackson começou a gravar um novo álbum. Seu colaborador de longa data, Jimmy Jam, afirmou que eles "conversaram sobre um milhão de coisas diferentes possíveis de se fazer e finalmente decidiram fazer um álbum novo", pois a cantora estava "ansiosa para voltar ao estúdio", esperando lançá-lo no início de 2003.[9] Enquanto Jackson concluía o trabalho no álbum, ela foi anunciada como atração no show de intervalo do Super Bowl XXXVIII, que ocorreu em 1 de fevereiro de 2004, em Houston.[10] Ao final da apresentação, o artista convidado Justin Timberlake arrancou uma parte do figurino de Jackson, o que acidentalmente expôs seu seio direito. Embora o rasgo no figurino tenha sido orquestrado, a exposição de seu seio não foi o resultado pretendido.[11] No entanto, a cantora sofreu uma forte reação da mídia, que a acusou de planejar o incidente como um golpe publicitário para seu álbum que seria lançado em breve.[12]

Escrita e desenvolvimento

Fotografia de Babyface
Fotografia de Kanye West
Fotografia de Scott Storch
Damita Jo apresenta contribuições de Kenneth "Babyface" Edmonds, Kanye West e Scott Storch (em sentido horário).

As sessões de gravação de Damita Jo duraram um total de 18 meses, o período mais longo que Jackson passou gravando um álbum.[13] Jackson começou a trabalhar no disco em agosto de 2002, reunindo-se com Jam e Lewis para as sessões iniciais de composição, sendo concluídas em fevereiro de 2004.[9][14] Durante as sessões iniciais, Jam descreveu sua direção musical como "variada", desde as usuais canções de house de Jackson até "coisas com toques de guitarra", bem como algumas tendo "uma certa característica de música ambiente nelas".[15] Ele esclareceu que não havia uma direção clara naquele momento; eles escreviam canções e viam do que gostavam ou não, como parte do processo de descoberta.[15] Ele também revelou que eles estiveram ouvindo Zero 7 e Télépopmusik durante o processo – este último produziu um interlúdio para o álbum.[15]

O disco viu Jackson se unindo a vários novos produtores, entre eles Kenneth "Babyface" Edmonds, Kanye West, Dallas Austin, Scott Storch e a dupla Bag & Arnthor, composta por Anders Bagge e Arnthor Birgisson, além de Jam e Lewis.[16][17] Sessões com West ocorreram em outubro de 2003; ele descreveu o trabalho deles juntos como "inacreditável".[18] Austin trabalhou com Jackson em Atlanta do final de 2003 até o início de 2004 antes de decidir quais canções entrariam no corte final.[14] Ele considerou "facilmente a coisa mais sexy que ela já fez" e que era "o seu Dirty Mind". Ele também o descreveu como um "disco realmente sexy, mas não de uma forma sensual. É ousado, é divertido, é realmente positivo. Ninguém está triste, ninguém está bravo. São apenas canções muito divertidas onde ela por acaso está falando francamente sobre sexo". Do seu ponto de vista, foi também "um dos melhores discos que ela já fez".[14] O compositor Sean Garrett descreveu ter ficado "deslumbrado", chamando a sessão de uma parte essencial do início de sua carreira. "Achei que trabalhar com Janet mudaria minha vida e definitivamente mudou. O disco colocou outro grande nome na minha lista, mas aquela foi uma experiência muito legal".[19]

Várias colaborações foram planejadas durante as sessões de gravação do álbum. Jam discutiu a possibilidade de escrever um dueto com Timberlake para o álbum em seus estágios iniciais, mas nunca se concretizou.[9] Além disso, colaborações com Richard X e Basement Jaxx foram anunciadas, embora não tenham acontecido; o primeiro gravou uma base para a qual ela deveria escrever a letra, mas "aquele encontro desapareceu em uma nuvem de fumaça", ele relembrou.[20][21][22] Sessões com Daniel Bedingfield, Mario Winans e Diddy também foram planejadas, mas não ocorreram.[23][24] Outras sessões com produtores como a dupla Dre & Vidal e 7 Aurelius aconteceram, com o primeiro revelando que ele e Jackson fizeram "dance music de vanguarda e impactante" para Damita Jo. No entanto, as faixas não apareceram no produto final.[15][25]

Como seus lançamentos anteriores, o conceito de Damita Jo foi influenciado pela vida e pelos sentimentos de Jackson na época.[26] Jam afirmou: "Os álbuns dela são sempre o que ela está pensando no momento. [...] Seus pensamentos podem mudar daqui a seis meses. A maior coisa para ela é ser honesta com seus fãs. Qualquer coisa de que ela queira falar, está vindo de seu coração".[15] A cantora confessou que estava se "divulgando um pouco mais neste álbum, e é definitivamente muito mais íntimo. Esse é outro lado de mim mesma que as pessoas já viram, mas não a este nível".[27] Comparando o processo de produção à direção, Jackson buscou "pessoas sensíveis que possam expressar tecnicamente o que estou passando emocionalmente" ao procurar novos colaboradores.[28] A cantora considerou escrever uma canção sobre o incidente em sua apresentação no Super Bowl para expressar suas preocupações,[29] já que "mais de meia dúzia de canções" não haviam sido concluídas até aquele ponto.[30]

Composição

Temas

"Um compositor é como um romancista. Você inventa personagens. Como eles nascem do seu cérebro, eles refletem você. Mas bons personagens são independentes de você e vivem suas próprias vidas. Espero que Strawberry seja uma boa personagem. Sexualmente, ela está pegando fogo. Ela não mede as palavras. Ela tem que ter o que quer e não se importa com quem saiba."

— Jackson sobre as personagens do álbum[28]

O conteúdo lírico de Damita Jo divide-se entre temas de amor e romance, discutindo a luxúria e a intimidade monogâmica. Um tema subjacente de personalidades alternativas é explorado, com as identidades alternativas de Jackson, "Damita Jo" e "Strawberry", aparecendo em diversas canções. Jackson explicou que o disco mostra diferentes facetas de sua personalidade que ela exibe em diferentes momentos de sua vida, bem como um "lado mais privado".[27] Entre várias canções estão inseridos interlúdios "mistificadores", nos quais a cantora tenta comunicar intimamente seus pensamentos internos com o ouvinte.[31] Comentando sobre os temas do álbum, Jackson disse:

"Se existe algum tipo de obsessão, é a exigência desta cultura de que sejamos categorizados sexualmente como gays, héteros ou bi. [...] Eu realmente acho que eles simplificam demais a sexualidade. Se aceitamos essas categorias, nos sentimos constrangidos a escolher. Mas as categorias são artificiais e muitas vezes arbitrárias. Não somos uma coisa só, mas muitas coisas. Somos tudo ao mesmo tempo. Em diferentes momentos de nossas vidas – em diferentes momentos no decorrer de um único dia – respondemos de maneiras diferentes. O denominador comum não deveria ser a orientação sexual. Deveria ser o amor. Gosto de pensar que Damita Jo é todo sobre amor".[28]

As identidades alternativas apresentadas incluem "Damita Jo", uma persona agressiva mencionada na faixa-título do álbum e em "Sexhibition", bem como "Strawberry", uma performer lasciva que surge em "Strawberry Bounce".[13] Falando sobre as personas, Jackson disse: "Ela é outra forma de expressar e expor uma parte mais profunda de mim".[28] Ela detalhou suas personalidades, revelando que Damita Jo era muito mais dura e "rápida para colocar você no seu lugar", enquanto Strawberry era a mais sexual de todas e a mais selvagem.[32] Rob Tannenbaum escreveu em um artigo para a revista Blender que esta última identidade representa "um momento em que ela não precisa ser a Janet educada e profissional, e pode se transformar na Strawberry crua e desenfreada".[32] Jackson acrescentou: "Não é uma indulgência cotidiana. Nem mesmo semanal. Mas, de vez em quando, gosto de brincar nesse modo".[28] Ela disse ainda que as personagens vivem "absolutamente" dentro dela, e que "é maravilhoso" libertá-las.[28] Após o incidente no show do intervalo do Super Bowl, Jackson foi instada a remover ou suavizar as letras sugestivas de várias canções, mas resistiu à pressão. "Muita gente teve preocupações e queria que eu tirasse certas músicas do álbum, mas eu recusei, porque, ao fazer isso, eu não seria quem eu sou. Não vou mudar, e está tudo bem. Ou eles gostam, ou não gostam", afirmou.[33]

Música e letras

O monólogo de abertura do álbum, "Looking for Love", serve como um prelúdio ao conteúdo de romance e paixão do disco.[34] Jackson decifra a unificação da sociedade dentro do desejo de afeto em um tom ofegante sobre uma base eletrônica espacial e "onírica": "Tantos personagens diferentes vivem dentro de nós – todos procurando por amor".[35] A segunda canção, "Damita Jo", é composta de hip hop e um funk rígido.[34] A instrumentação inclui sinos, sons de "fiufiu" e scratches com inflexão de rap, acompanhados por vocais "timidamente sexuais".[35] Tematicamente, a cantora descreve seu alter ego como sendo "Sensual, quieta / Tímida, mas pronta para um bom momento", mas também afirmando que "Há um outro lado, que eu não escondo, mas que talvez nunca mostre".[33][36] A faixa seguinte, "Sexhibition", é uma canção funk com influências de electro, composta por trocadilhos verbais "habilmente elaborados", entregues com uma "assertividade atrevida".[37] A canção abre com tablas vibrantes e guitarras entrecortadas.[38] Na letra, Jackson canta novamente do ponto de vista de "Damita Jo", em "bolhas vocais intermitentes" para discutir os prazeres que pretende proporcionar; ela declara "Relaxe, é apenas sexo" ao final da música.[39]

A quarta faixa, "Strawberry Bounce", apresenta Jackson em uma atuação técnica de exibição sensual como o alter ego "Strawberry"; caracterizando-se como um "clube de cavalheiros" de uma mulher só, Jackson pede ao seu parceiro: "Deixe-me ser seu parquinho".[39] A canção inclui um trecho dos vocais de Jay-Z na música "Can I Get A..." (1998) em sua instrumentação de sinos, ritmos estalados e sintetizadores.[38][40][41] Mesclando hip hop moderno com pop, ela canta "veja como eu pulo, o jeito que eu rebolo vai fazer você continuar gozando", em um "arfar febril".[39][40] "My Baby" conta com a participação de Kanye West sobre uma produção de hip hop com toques acústicos, enquanto Jackson entrega o refrão de maneira tranquilizadora, descrita como um "murmúrio em sotto voce".[42][43][44] É uma canção de amor sobre o frio na barriga sentida pela protagonista.[45] "The Islands" é um segmento de recitação no qual a cantora confessa sua admiração pela ilha de Anguila, pela praia e pela umidade tropical.[31] O interlúdio faz a transição para "Spending Time with You", que captura Jackson em um momento de amor, enquanto canta: "Use toda a nossa energia / Sob o luar fazendo amor".[46]

A cantora fala sobre noites relaxantes no local mencionado anteriormente no breve interlúdio "Magic Hour", que transita para "Island Life", a nona faixa do álbum.[35] Em "Island Life", Jackson refere-se a si mesma e a um companheiro em um paraíso exótico com um vocal melodioso: "Ilha ao sol, apenas você e eu iremos / Surfar na onda como o Echo". Sua instrumentação contém um baixo pulsante e misturas leves de música caribenha e ragga pop.[31][44] "All Nite (Don't Stop)", o terceiro single e décima faixa, contém elementos de electro-funk e house,[41][47] com influências de samba, grime e percussão latina.[48][49] A letra discute o vício em dançar em um ambiente de clube.[50][51] A faixa seguinte, "R&B Junkie", é uma saudação ao R&B antigo, que transforma um breve sample de Evelyn King em uma nova composição.[46][43] Construída sobre um sample acelerado de "Close to You" do B. T. Express, "I Want You" é influenciada pela música da Motown dos anos 1950.[40] A instrumentação da canção inclui uma textura repleta de carrilhões, violinos, bateria pesada e um arranjo de girl group sobre uma produção descrita como uma "reconstrução eletrônica".[34][43][38]

Começando com um cantar de "doo-doo-doo-doo-doos", a 13ª faixa "Like You Don't Love Me" traz uma "exigência por um sexo bom e vigoroso": "Você precisa fazer amor comigo / Como se não me amasse", ela canta para seu parceiro.[43] Acompanhada por guitarras acústicas na balada "Thinkin' 'Bout My Ex", Jackson exibe humanidade no tópico de saudade de um antigo companheiro enquanto está em um novo relacionamento.[44] Ela se desculpa com seu parceiro atual: "Quando estou te segurando tarde da noite / Estou pensando no meu ex [...] E eu sei que desculpas não consertam seu coração partido".[44] "Warmth" é descrita como uma "jornada auditiva" na qual Jackson pratica sexo oral em seu parceiro enquanto está em um veículo em movimento.[39] Jackson exibe novamente sua técnica de atuação;[52] sussurros e gemidos são ouvidos, enquanto Jackson elogia seu companheiro e atua com autoridade sobre a batida mínima de baixo da faixa: "Assim como a água da margem / Deixe sua chuva derramar [...] Mas nada se compara ao calor da minha boca".[34] Jackson canta sobre o som leve de chuva e trovão, representando o clímax e o êxtase.[28] Agrupado em uma "suíte oral", o tom erótico continua em "Moist", na qual Jackson está recebendo prazer.[34][53] Liricamente, ela aborda como seu amante está "prestes a fazer a chuva cair".[54]

O breve interlúdio "It All Comes Down to Love" mostra a cantora descrevendo o amor como verdadeiro, honesto, inegável, sincero e inesquecível.[35] A canção seguinte, "Truly", possui uma produção quiet storm, com a entrega vocal de Jackson sendo descrita como "suave, em camadas e quase hipnótica".[55] As letras foram descritas como sendo sobre "amor total".[36] O interlúdio "The One" acompanha o último monólogo de romance de Jackson com arranjos de música eletrônica, levando a "SloLove", uma canção de dance-pop influenciada pelo house acompanhada pela respiração vocal de Jackson.[39][56][35] No interlúdio "Country", a cantora explica a origem de seu nome do meio e se questiona se é um nome "caipira", enquanto um banjo toca.[57] A faixa final do álbum é o primeiro single "Just a Little While", que combina guitarra new wave e teclados.[46] Tematicamente, a letra é sobre Jackson querendo apenas um "sexo rápido" com seu amante e também alude à masturbação.[58]

Arte da capa e lançamento

O título do álbum, Damita Jo, foi revelado após a apresentação de Jackson no show do intervalo do Super Bowl XXXVIII em 1 de fevereiro de 2004, por meio de um comunicado à imprensa.[59] O disco foi nomeado em homenagem ao seu nome do meio e a um de seus alter egos presentes no disco. Jackson planejava usar seu nome do meio para um projeto alternativo, mas decidiu usar o conceito naquele momento em vez de esperar. A cantora desejava gravar um álbum que fosse um "afastamento completo" do trabalho pelo qual ela era conhecida e usar seu nome do meio, pois ela "realmente não queria que ninguém soubesse que era eu cantando no álbum"; no entanto, ela foi convencida por Austin a usar o título quando compartilharam seus nomes do meio durante as sessões de gravação.[13] Jackson usou o título como forma de autoaceitação, já que nunca se sentiu confortável com o nome, presumindo que "Jo" era por causa de seu pai Joseph, do qual era emocionalmente distante.[28] Ela afirmou ainda que Damita Jo era "definitivamente quem eu sou hoje, em todas as suas personalidades esquizofrênicas".[13]

A arte da capa de Damita Jo foi fotografada por Andrew McPherson. Na capa, Jackson aparece em topless, vestindo apenas calças jeans de cintura baixa, com os braços em volta dos seios banhados por sombras, representando visualmente o tema íntimo e sensual do disco.[60] Um porta-voz de Jackson negou inicialmente que a foto fosse para o álbum, alegando que a imagem era fabricada. Um porta-voz da Virgin explicou que a cantora "queria uma foto simples e jovial que ela sentisse que as pessoas gostariam. É bonita, suave. Até agora, os fãs estão adorando", acrescentando que "os sites ficaram loucos" com a foto.[60] A Billboard observou que, embora a capa tivesse atraído atenção substancial da mídia, não era mais provocativa do que as artes dos álbuns anteriores Janet (1993) e All for You (2001).[61] A capa de Damita Jo foi considerada uma das "30 Capas de Álbuns com Nudez Mais Quentes de Todos os Tempos" pela VH1.[62]

A EMI Music Japan lançou Damita Jo no Japão em 22 de março de 2004, com duas faixas bônus: "I'm Here" e "Put Your Hands On". Uma semana depois, a EMI o distribuiu em países europeus,[63][64] bem como na Austrália,[65] enquanto a Virgin Records lançou o álbum no Reino Unido no mesmo dia.[66] Em 30 de março de 2004, Damita Jo foi lançado nos Estados Unidos através da Virgin Records.[67] Uma festa de lançamento foi realizada em Nova Iorque no dia anterior ao seu lançamento no país, com a presença de várias celebridades.[68] Naquela noite, Jackson foi presenteada pela Virgin com um colar de diamantes com a inscrição "Damita Jo" pelo lançamento do álbum, desenhado por Jacob the Jeweler.[69] Devido ao seu conteúdo sexual explícito, Damita Jo carrega o selo Parental Advisory.[70] Por esta razão, uma edição limpa foi lançada, editando cinco faixas devido ao conteúdo sexual e omitindo inteiramente duas canções – "Warmth" e "Moist".[71][72] Na mesma data, "I'm Here" e "Spending Time with You" foram disponibilizadas para audição no website da BET.[73]

Promoção

Para promover o disco, Jackson foi entrevistada em programas de entrevistas apresentados por David Letterman (esquerda) e Jay Leno (direita).

Em março de 2004, a Billboard informou que Jackson embarcaria em uma extensa campanha promocional para Damita Jo, abrangendo regiões como América do Norte, Europa e Japão.[61] Ela viajou primeiro para a Europa, aparecendo em programas de televisão, incluindo TRL UK,[74] Top of the Pops,[75] e CD:UK.[76] Ao retornar aos Estados Unidos, Jackson foi entrevistada no The Late Show with David Letterman,[77] 106 & Park,[78] e The Tonight Show with Jay Leno.[79] A cantora foi então convidada do Good Morning America e do On Air with Ryan Seacrest, com os programas sendo exibidos com um atraso de cinco segundos devido às preocupações após sua performance no Super Bowl.[80] Ela foi a anfitriã e atração musical no Saturday Night Live; a rede do programa, NBC, insistiu que o programa fosse ao ar sem atrasos.[81] Com a aparição de Jackson, o programa obteve seus melhores índices de audiência desde 2002.[82]

A BET exibiu o especial About... Janet, onde Jackson falou sobre suas inspirações musicais e de vida, enquanto a VH1 documentou sua vida e carreira em um especial para o Driven.[61][83] Ela também apareceu em várias capas de revistas nos Estados Unidos, incluindo Ebony, Upscale e Essence.[61] A cantora viajou posteriormente para o Canadá, onde foi convidada nos programas Much on Demand,[84] MuchMoreMusic Live,[85] e Canada AM.[86] Jackson fez um breve retorno ao seu país natal para se apresentar nos estúdios da MSN Music e no Wango Tango antes de seguir para o Japão, onde fez uma performance não anunciada no MTV Video Music Awards Japan e recebeu o "Inspiration Award".[87][88][89]

Depois disso, Jackson retornou à Europa e foi entrevistada no Friday Night with Jonathan Ross antes de se apresentar no Festivalbar na Itália e no Gala Xacobeo na Espanha,[90][91][92] além de aparecer em um especial de televisão intitulado Janet hos Jarl, conduzido pelo ator Jarl Friis-Mikkelsen.[93] Ao retornar aos Estados Unidos, a cantora fez uma aparição surpresa na Marcha do Orgulho de Nova Iorque,[94] e se apresentou no BET Awards de 2004;[95] a premiação foi televisionada sem atraso, ao contrário da maioria dos programas de televisão em que Jackson aparecia ao vivo na época.[96] Em novembro de 2003, o website oficial de Jackson confirmou que uma turnê mundial em apoio a Damita Jo aconteceria no verão de 2004, após o lançamento do álbum.[97] Mario Winans estava previsto para ser um dos atos de abertura, mas a turnê nunca aconteceu.[98]

Singles

Jackson apresentando "All Nite (Don't Stop)" na Unbreakable World Tour de 2015–2016; tornou-se o único single do álbum a não entrar na parada americana Billboard Hot 100.[99]

Jackson considerou "All Nite (Don't Stop)", "My Baby" e "R&B Junkie" para o primeiro single do álbum, antes de se decidir por "Just a Little While".[100] O single foi lançado em 2 de fevereiro de 2004, após um vazamento prematuro.[13] Após seu lançamento, "Just a Little While" rapidamente se tornou a música mais adicionada e tocada nos formatos de rádio pop[101] e alcançou consideráveis números de downloads,[56] com sua execução nas rádios aumentando mais de 500% em contraste com o período anterior ao seu lançamento oficial.[102] Alcançou a posição 45 na parada Billboard Hot 100 nos Estados Unidos, se tornando seu single de menor pico na tabela desde "Come Give Your Love to Me" (1983).[17] No entanto, "Just a Little While" atingiu o topo da parada Dance Club Songs[103] e foi um sucesso comercial mundialmente, alcançando o número três no Canadá e seis na Espanha.[104][105] Também chegou ao top 10 na Hungria,[106] bem como ao top 20 na Austrália, Itália e Reino Unido.[107][108][109]

Para o segundo lançamento, as estações de rádio mostraram interesse em vários singles potenciais, incluindo "Sexhibition", "Island Life", "Thinkin' 'Bout My Ex" e "My Baby", o que Jackson disse ser "um bom problema para se ter".[33] "I Want You" foi lançada para download digital em 22 de fevereiro de 2004,[110][111] e enviada para as rádios urbanas nos Estados Unidos em 1 de março, respondendo rapidamente à demanda, pois ainda não havia um single planejado para aquele formato de rádios.[86][112] Gerou uma impressão de audiência de 21,1 milhões nos formatos aptos a tocar a música durante sua primeira semana de lançamento.[113] Nos Estados Unidos, "I Want You" alcançou o número 57 na parada Billboard Hot 100, enquanto atingiu o número 18 na Hot R&B/Hip-Hop Songs, tornando-se seu 33º sucesso consecutivo a adentrar o top 40 da parada.[99][114] O single foi posteriormente certificado como platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), denotando remessas de mais de 1.000.000 de cópias em todo o país.[115]

"All Nite (Don't Stop)" foi enviada para as rádios contemporâneas como o terceiro single do álbum na semana de 17 de maio de 2004, nos Estados Unidos.[116] O single apenas conseguiu alcançar o número 19 na Bubbling Under Hot 100 Singles, que serve como uma extensão da Billboard Hot 100, mas liderou a parada Dance Club Songs.[103][117] No Reino Unido, foi lançado como um duplo Lado A com "I Want You", e alcançou o número 19.[109] "All Nite (Don't Stop)" também alcançou o top 30 em países como Austrália, Romênia e Espanha.[105][107][118] A Music Week inicialmente confirmou "My Baby" como o quarto single do álbum, mas seu lançamento nunca se materializou.[119] Em 30 de dezembro de 2004, "R&B Junkie" foi lançada como um single promocional, liderando a Bubbling Under R&B/Hip-Hop Singles e alcançando o número 17 na parada Adult R&B Songs nos Estados Unidos.[120][121] A faixa-título do álbum e "My Baby" também entraram na parada Bubbling Under R&B/Hip-Hop Singles sem terem sido lançadas como singles, atingindo o pico nas posições 17 e 9, respectivamente.[120]

Análise da crítica

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 53/100[122]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 2 de 5 estrelas.[123]
Entertainment Weekly C+[31]
Blender 4 de 5 estrelas.[124]
The Globe and Mail 1.5 de 5 estrelas.[125]
The Guardian 4 de 5 estrelas.[38]
Pitchfork 7.8/10[46]
Q 3 de 5 estrelas.[126]
Rolling Stone 2 de 5 estrelas.[54]
Slant Magazine 3 de 5 estrelas.[52]
USA Today 3 de 4 estrelas.[33]

Após seu lançamento, Damita Jo recebeu críticas mistas dos críticos de música. O álbum detém uma pontuação média de 53 baseada em 13 avaliações no Metacritic.[122] Steve Jones, do USA Today, observou que, apesar da publicidade negativa em torno do álbum, Jackson não estava se desgastando musicalmente, pois ela "persegue livremente suas fantasias sexuais e amorosas" nele, notando que "esta é uma Jackson feliz e amorosa, tão propensa a passeios românticos na praia quanto a rapidinhas na beira da estrada". Para Jones, os novos colaboradores da cantora induziram um efeito de "frescor", mantendo a familiaridade com seus lançamentos anteriores.[127] A crítica Ann Powers, da Blender, considerou o disco "artisticamente estruturado, assumidamente explícito", bem como "erotismo em sua forma mais amigável e equilibrada", e observou que ele "até apaga a memória da desajeitada exposição dos seios no Super Bowl". Ela acrescentou que "Jackson traz a felicidade de volta a um assunto que muitas beldades de boca suja tornaram tedioso por meio da superexposição".[124] Para Alexis Petridis, do The Guardian, Damita Jo foi "não apenas inventivo, mas brilhantemente construído", com ganchos persistentes e refrões "explosivos". Ele também afirmou que sua "taxa de acerto é notavelmente alta. É um material triunfante".[38]

Robert Christgau, do The Village Voice, observou que o álbum "começa ousado", mas à medida que o disco avança, "torna-se mais real, majoritariamente com sussurros softcore na segunda metade, mesmo quando são canções de amor propriamente ditas. Chamem-me de imaturo, mas acho que nunca há sexo bom o suficiente no mundo". Ele considerou Damita Jo como "bom sexo" em uma cultura "inundada por pornografia suja".[37] Neil Strauss, da Rolling Stone, escreveu que Damita Jo "soa como se estivesse tentando demais", pois "quer ser todas as coisas para todos os fãs de pop". Ele também observou que "se reduzido a um quarto de seu tamanho (tem vinte e duas faixas), Damita Jo poderia ser um ótimo CD".[54] Da mesma forma, Ian Wade, da BBC Music, sentiu que "com 22 faixas ao longo de 65 minutos, sua atenção começa a divagar e você quase esquece que está tocando", sugerindo que "um pouco de edição e algumas faixas dançantes matadoras o teriam tornado ainda melhor".[128] Sal Cinquemani, da Slant Magazine, disse que o álbum apresentava "uma série de baladas sexuais melosas e sem estrutura que se tornaram a marca registrada de Janet" e, embora Jackson tenha recrutado novos produtores, "ela não cria realmente um novo som para si mesma aqui". Cinquemani chamou as canções "Like You Don't Love Me" e "Moist", produzidas por Jam e Lewis, de "duas das melhores do álbum".[52]

Para Angus Batey, do Yahoo! Music UK, embora tenha elogiado várias faixas, o álbum era "apenas o próximo disco em uma linha obscena que se estende por uma década", já que "Janet vem falando obscenidades há anos".[129] David Browne, da Entertainment Weekly, ecoou esses sentimentos, observando que, tematicamente, Damita Jo era "essencialmente o mesmo disco que ela vem fazendo desde 'janet.' de 1993, seu primeiro trabalho abertamente carnal", e que "desta vez, a tentativa de Jackson de um álbum sensual também carece de um certo vigor", e que, embora ocasionalmente algumas faixas "fiquem com você", outras "evaporam enquanto você as ouve".[31] Para Stephen Thomas Erlewine, do AllMusic, Jackson "desaparece" em meio à produção do álbum, "tornando-se parte do arranjo em vez de se destacar à frente dele", considerando a "obsessão sexual" da cantora como "cansativa" e "embaraçosa" a este ponto.[123] Robert Everett-Green, do The Globe and Mail, criticou negativamente Damita Jo por seu conteúdo sexual excessivo, embora tenha elogiado "Just a Little While" e "I Want You"; ele também apontou que "outras boas faixas parecem ter sido construídas com o objetivo perverso de levar o desapego erótico da estrela ao limite".[125]

Prêmios e indicações

Em sua análise de fim de ano dos álbuns lançados em 2004, a revista Blender classificou Damita Jo na 50ª posição, observando: "Da mais notória exibicionista de 2004, um R&B maduro e sensual; que é mais quente do que um show de intervalo do Super Bowl".[130] Na 47º edição do Grammy, o álbum foi indicado para Melhor álbum contemporâneo de R&B, enquanto "I Want You" recebeu uma indicação na categoria de Melhor performance vocal feminina de R&B.[131] Além disso, "All Nite (Don't Stop)" foi reconhecida como a "Melhor Canção Pop" no BMI London Awards de 2005.[132] Retrospectivamente, Damita Jo foi considerado um dos 120 Álbuns Pop Essenciais pelo The Daily Telegraph, com o jornalista Ben Thompson escrevendo: "Ouvir o luxuoso clássico perdido de 2004 da irmã de Michael é como jantar uma refeição de sete pratos feita inteiramente de marshmallows derretidos".[133]

Desempenho comercial

Nos Estados Unidos, Damita Jo estreou em segundo lugar na Billboard 200, atrás de Confessions de Usher (foto).

Nos Estados Unidos, previu-se que Damita Jo venderia cerca de 200.000 cópias em sua primeira semana de lançamento,[61] enquanto outros acreditavam que superaria as vendas do predecessor All for You, que foi certificado com platina dupla.[134] Damita Jo vendeu 381.000 cópias em sua primeira semana, estreando em segundo lugar na Billboard 200, atrás de Confessions, de Usher.[135] Tornou-se o primeiro álbum de Jackson a não atingir o número um nos Estados Unidos desde Dream Street (1984); no entanto, o álbum proporcionou a Jackson a segunda melhor semana de vendas de sua carreira desde que a Nielsen SoundScan começou a rastrear as vendas em 1991.[113] O disco caiu para o número três na semana seguinte, vendendo 147.000 cópias, representando uma queda de 67% nas vendas.[136] Permaneceu ao total na parada por 19 semanas.[137] Até março de 2009, Damita Jo havia vendido 1.002.000 cópias nos Estados Unidos.[3] Recebeu a certificação de platina da Recording Industry Association of America (RIAA) dois meses após o lançamento, em 27 de maio de 2004.[138]

No Canadá, Damita Jo estreou em sétimo lugar com vendas de 9.100 unidades, e em décimo lugar no Japão com 27.510 cópias vendidas.[139][140] Foi certificado como platina pela Music Canada (MC) e ouro pela Associação da Indústria de Gravação do Japão (RIAJ) por vendas de 100.000 cópias em cada país.[141][142] O álbum também alcançou a posição 32 na UK Albums Chart e foi certificado como prata pela British Phonographic Industry (BPI) em 2 de abril de 2004, denotando remessas superiores a 60.000 cópias naquela região.[143][144] Tornou-se o nono álbum mais vendido de Jackson no Reino Unido.[145] Foi certificado como ouro pela Recording Industry Association Singapore (RIAS) em junho de 2004[27] e também atingiu o top 20 da Austrália.[146] Damita Jo teve sucesso semelhante na parada pan-continental European Top 100 Albums, chegando ao número 20.[147]

De acordo com diferentes fontes, Damita Jo vendeu 2,4 milhões[148] ou até 3 milhões de cópias em todo o mundo, o que foi considerado um resultado decepcionante pela mídia em comparação aos discos anteriores de Jackson.[17] Doug Rule, da Metro Weekly, comparou o desempenho do álbum ao de American Life de Madonna, dizendo que após Madonna lançar o "maior fracasso de sua carreira", era duvidoso que Jackson tivesse planejado sua apresentação no Super Bowl para ser "toda aquela revelação que foi. Ela também não contou com a reação negativa, uma reação que na verdade causou a ela o mesmo destino que Madonna: apatia do público em relação à sua música."[149] Por outro lado, Ernest Hardy, da LA Weekly, observou que suas vendas na primeira semana foram "muito mais fortes do que as de lançamentos recentes de Madonna, Britney, Whitney ou J-Lo".[43] enquanto Edna Gundersen, da USA Today, também afirmou que o álbum "superou estreias recentes de Madonna, Jennifer Lopez e Christina Aguilera".[33] Kelefa Sanneh, do The New York Times, observou que o disco era "ainda mais polido e sexy que seu predecessor, All for You, e em tempos mais lúcidos, isso seria o suficiente para garantir seu sucesso".[150] Em relação ao desempenho comercial do álbum, Jackson declarou: "É claro que todos querem vender discos e ser número um. E acho que isso é importante. Mas para muitos artistas hoje, trata-se apenas do dinheiro em oposição à arte. O que aconteceu com os artistas criando esse maravilhoso conjunto de músicas que tocam as pessoas e mudam suas vidas?".[151]

Boicote comercial

Após o incidente na apresentação do show de intervalo do Super Bowl, os conglomerados envolvidos na transmissão foram pesadamente multados pela FCC e levados ao tribunal por vários anos em processos que chegaram à Suprema Corte dos Estados Unidos. Em retaliação, os conglomerados supracitados — Viacom (incluindo a CBS, MTV, produtora do show de intervalo, e o grupo de estações de rádio Infinity Broadcasting) e a Clear Channel Communications — impuseram um boicote aos singles e videoclipes de Jackson em muitos formatos de rádio e canais de música, pois o presidente da CBS, Les Moonves, considerou o pedido de desculpas de Jackson como "insuficiente".[152][153] O boicote foi colocado em vigor antes do lançamento de Damita Jo, afetando seus álbuns subsequentes, e terminou com o lançamento de Discipline (2008).[154][155] Timberlake, que se apresentou com Jackson durante o incidente, não recebeu o mesmo tratamento.[154] Um executivo sênior da Viacom afirmou que a MTV estava "abandonando totalmente" Damita Jo pois "os superiores ainda estão furiosos" com ela, chamando isso de uma medida punitiva".[32] Daniel Kreps, da Rolling Stone, revelou que o boicote foi resultado da CBS e da Viacom estarem supostamente irritadas porque a performance causou o banimento das redes da produção de futuros shows de intervalo, e que "graças à lista negra das rádios e da televisão musical, o LP teve um desempenho inferior em comparação aos lançamentos anteriores de Janet".[152]

"Os vídeos 'Spanking New' da MTV em alta rotação incluem uma Beyoncé girando e exibindo o decote [em 'Naughty Girl'] e um Eminem com áudio censurado com seu grupo D12 ['My Band']. No entanto, o novo e comedido vídeo de Janet Jackson — uma figura constante no canal a cabo por quase duas décadas e seu primeiro 'MTV Icon' — esteve ausente de sua programação. Enquanto isso, o nome de Jackson mal foi mencionado na MTV — algo incomum para uma superestrela cujos projetos anteriores tipicamente recebiam vasta promoção".

The Associated Press sobre a ausência dos vídeos de Jackson na MTV.[156]

Embora o primeiro single "Just a Little While" tenha sido inicialmente previsto por jornalistas como um sucesso,[38][56][157] seu desempenho comercial mudou com o início do boicote, desaparecendo das rádios "sem muito alarde" menos de dois meses após seu lançamento.[158] A proibição chamou a atenção dos críticos ao comentarem sobre o álbum. Langston Wertz Jr., do The Charlotte Observer, comentou que o incidente tornou Jackson uma das "artistas femininas mais vilipendiadas de todos os tempos" na mídia e, como resultado, "as rádios não tocavam e a MTV não exibia seus vídeos para 'I Want You' e 'All Nite', duas músicas que teriam sido sucessos estrondosos em qualquer outro momento da carreira de Jackson".[159] Allan Raible, da ABC News, expressou que "se o incidente do Super Bowl não tivesse acontecido, tenho a sensação de que a pegada rock de 'Just a Little While' e a ajuda de Kanye West em 'Strawberry Bounce' teriam sido suficientes para tornar o álbum um sucesso maior".[160] Além disso, Doug Rule, da Metro Weekly, apontou que "as melhores faixas de Damita Jo provavelmente seriam barradas do tempo comercial" devido à lista negra, acrescentando que no caso de "Just a Little While", single "nunca chegou a sair do lugar" como reflexo da lista negra.[149]

Canais de música de propriedade da Viacom, incluindo MTV e VH1, recusaram-se a exibir os vídeos de Jackson ou apenas os exibiram em rotação mínima após o incidente; isso foi classificado como "um grande catalisador" no desempenho do álbum.[119] Comentando sobre a ausência de Jackson na MTV após a performance no Super Bowl, Jam disse: "Você provavelmente pode ler as entrelinhas com a MTV. Eu imagino que, se a MTV quisesse tocar, tocaria, mas isso é apenas especulação da minha parte. Certamente poderia levantar algumas questões se você tiver uma mente investigativa".[156] Roger Friedman, da Fox News, ridicularizou a decisão, afirmando: "Uma coisa é certa, no entanto: Janet está sendo usada como bode expiatório por seu 'erro de figurino' no Super Bowl. [...] Imagine que a MTV, onde o analfabetismo e a lascívia prosperam a maior parte do dia, baniria o novo vídeo de Janet por causa de sua 'reputação'. Quem eles estão tentando enganar? É claro que a MTV é uma prima corporativa da CBS, onde a confusão original aconteceu. Mas isso é apenas uma coincidência!".[161]

Influência

Vários críticos observaram que o tema de Damita Jo influenciou artistas ao usarem conceitos semelhantes de identidades alternativas em campanhas de álbuns, considerando Jackson como a lançadora da tendência em que cantoras "se declaram em posse de múltiplas personalidades".[162] Observou-se que o álbum Britney Jean (2013), de Britney Spears, foi intitulado com influência de Damita Jo; a ABC News Radio afirmou: "seguindo o exemplo do álbum de 2004 de Janet Jackson, Damita Jo, Britney Spears combinou seu primeiro e segundo nomes – Britney Jean – para criar o título de seu aguardado oitavo álbum de estúdio".[163] Spears declarou que uma persona alternativa, Britney Jean, vive dentro dela, de forma semelhante a Jackson expressando que Damita Jo era uma das personagens que vive dentro dela. Ela também apareceu de topless em sua capa.[33][164] Vários críticos observaram que a persona Sasha Fierce de Beyoncé e seu álbum I Am... Sasha Fierce (2008) foram influenciados por Damita Jo. Bernard Zuel, do The Sydney Morning Herald, apontou que, de forma semelhante ao conceito de Jackson, Beyoncé tinha uma persona que "assume o controle quando é hora de eu trabalhar e quando estou no palco; esse alter ego que criei meio que me protege e protege quem eu realmente sou".[162] Eric R. Danton, do Hartford Courant, comentou: "sua antecessora musical Janet Jackson é ocasionalmente conhecida como Damita Jo, então por que Beyoncé também não deveria ter um alter ego?".[165]

Lista de faixas

Damita Jo – Edição padrão
N.º TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Looking for Love"  
  • Janet Jackson
  • David Ritz
  • Fabrice Dumont
  • Christophe Hetier
  • Stephan Haeri
1:29
2. "Damita Jo"  
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
  • B. R. Avila[a]
  • Iz[a]
2:46
3. "Sexhibition"  
Austin 2:29
4. "Strawberry Bounce"  
  • West
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
3:11
5. "My Baby" (com part. de Kanye West)
  • West
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
4:17
6. "The Islands"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
0:39
7. "Spending Time with You"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • B. R. Avila
  • I. J. Avila
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
  • B. R. Avila[a]
  • Iz[a]
4:14
8. "Magic Hour"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
0:23
9. "Island Life"  
  • Storch
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
3:53
10. "All Nite (Don't Stop)"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Tolbert
  • Anders Bagge
  • Arnthor Birgisson
  • Herbie Hancock
  • Paul Jackson
  • Melvin M. Ragin
  • Bag & Arnthor
  • J. Jackson
3:26
11. "R&B Junkie"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Tolbert
  • Michael Jones
  • Nicholas Trevisick
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
3:11
12. "I Want You"  
  • West
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
3:57
13. "Like You Don't Love Me"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • B. R. Avila
  • I. J. Avila
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
  • B. R. Avila[a]
  • Iz[a]
3:31
14. "Thinkin' Bout My Ex"  
Babyface 4:36
15. "Warmth[b]"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • [Dana Stinson
  • Tolbert
  • Rockwilder
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
3:44
16. "Moist[b]"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • B. R. Avila
  • I. J. Avila
  • Tolbert
  • Jimmy Jam & Terry Lewis
  • J. Jackson
  • B. R. Avila[a]
  • Iz[a]
4:54
17. "It All Comes Down to Love"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Jimmy Jam and Terry Lewis
  • J. Jackson
0:39
18. "Truly"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Jimmy Jam and Terry Lewis
  • J. Jackson
3:59
19. "The One"  
  • J. Jackson
  • Ritz
  • Harris
  • Lewis
  • Jimmy Jam and Terry Lewis
  • J. Jackson
1:02
20. "SloLove"  
  • J. Jackson
  • Shelly Poole
  • Tommy Danvers
  • Bagge
  • Birgisson
  • Bag & Arnthor
  • J. Jackson
3:44
21. "Country"  
  • J. Jackson
  • Harris
  • Lewis
  • Jimmy Jam and Terry Lewis
  • J. Jackson
0:31
22. "Just a Little While"  
  • J. Jackson
  • Austin
Austin 4:11
Duração total:
64:46
Damita Jo – Edição japonesa (faixas bônus)[166]
N.º TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
23. "I'm Here"  
  • J. Jackson
  • Bagge
  • Birgisson
  • Dennis
  • Bag & Arnthor
  • J. Jackson
4:16
24. "Put Your Hands On"  
  • Bag & Arnthor
  • J. Jackson
3:56
Duração total:
73:12
Notas
  • ↑a denota co-produtor
  • ↑b nas versões censuradas do álbum, "Warmth" e "Moist" não estão incluídas devido o conteúdo explícito e "Sexhibition" é renomeada como "Exhibition".[71][72]
Créditos de amostras
  • "Strawberry Bounce" contém elementos de "Can I Get A..." de Jay-Z com participação de Amil and Ja Rule.
  • "All Nite (Don't Stop)" contém elementos de "Hang Up Your Hang Ups" de Herbie Hancock.
  • "R&B Junkie" contém elementos de "I'm in Love" de Evelyn King.
  • "I Want You" contém elementos de "Close to You" de B.T. Express.
  • "Put Your Hands On" contém elementos de "The Message" escrita por Edward Fletcher, Sylvia Robinson, Melvin Glover e Clifton Chase.

Créditos e pessoal

Créditos adaptados do encarte de Damita Jo.[167]

Locais de gravação

  • DARP (Atlanta)
  • Platinum Sound (Nova Iorque)
  • Sony Music Studios (Nova Iorque)
  • Flyte Time Studios (Los Angeles)
  • Larrabee Sound Studios (Los Angeles)
  • Record Plant (Los Angeles)
  • Murlyn Studios (Estocolmo, Suécia)

Equipe

  • Janet Jackson – vocais, vocais de apoio, produtora
  • Dallas Austin – batidas, teclados, guitarra Line 6, produtor
  • Bobby Ross Avila – baixo, bateria, coprodutor, guitarra, teclados, Moog lead, violão de nylon, produtor, piano elétrico Rhodes
  • Babyface – instrumentação, produtor
  • BAG & Arnthor – arranjadores, engenheiros, produtores, programação
  • Miri Ben-Ari – violino, arranjadora de violino, produtora de violino
  • Paul Boutin – engenheiro
  • Billy Brown – vocais de apoio
  • Henrik Brunberg – engenheiro assistente
  • Jason Carson – engenheiro
  • Fran Cooper – maquiagem
  • Ian Cross – engenheiro
  • Roger Davies – gestão
  • Kevin "KD" Davis – mixagem
  • Freckles – vocais de apoio
  • Brian "Big Bass" Gardner – masterização
  • Jon Gass – mixagem
  • Serban Ghenea – assistente de mixagem
  • Johnny Gill – guitarra
  • Lee Groves – programação
  • Cesar Guevara – engenheiro assistente
  • Stephan Haeri – mixagem
  • Rob Haggett – assistente de programação
  • Doug Harms – engenheiro assistente
  • Terri Harris – assistente pessoal
  • Jeri Heiden – direção de arte, design
  • Steve Hodge – engenheiro, mixagem, engenheiro de mixagem
  • Keenan "Kee Note" Holloway – baixo
  • Kameron Houff – engenheiro
  • Kevin Hunter – guitarra
  • Jun Ishizeki – engenheiro
  • Iz – baixo, coprodutor, bateria, guitarra elétrica, guitarra, metais, sintetizador Moog, percussão, scratches
  • Jimmy Jam – programação de bateria, bateria, teclados, percussão, produtor
  • Glenn Jeffery – guitarra
  • Henrik Jonback – guitarra
  • Goran Kajfes – metais
  • Brent Kolatalo – engenheiro assistente
  • Ken Lewis – instrumentação
  • Terry Lewis – produtor
  • Wayne Scot Lukas – figurino
  • Matt Marrin – engenheiro de mixagem
  • Manny Marroquin – mixagem
  • Andrew MacPherson – fotografia
  • Glen Nakasako – direção de arte, design
  • Big Jon Platt – A&R
  • Ervin Pope – teclados
  • Joni-Ayanna Portee – vocais de apoio
  • Magnum Coltrane Price – baixo
  • Tony Reyes – vocais de apoio, baixo, guitarra Line 6
  • Tim Roberts – assistente de mixagem
  • Lindsay Scott – gestão
  • Rick Sheppard – engenheiro, MIDI, design de som
  • Xavier Smith – engenheiro assistente
  • Mark "Spike" Stent – mixagem
  • Scott Storch – produtor
  • Télépopmusik – produtores
  • Tony "Prof T" Tolbert – vocais de apoio
  • David Treahearn – assistente de mixagem
  • Rabeka Tuinei – assistente de mixagem
  • Max Vadukul – fotografia
  • Kanye West – vocais, produtor
  • Colin Wolfe – baixo
  • Ghian Wright – engenheiro assistente, assistente de mixagem
  • Bradley Yost – engenheiro assistente
  • Janet Zeitoun – cabeleireira, estilista

Tabelas musicais

Histórico de lançamento

Região Data Edição(ões) Formato(s) Gravadora(s) Ref.
Japão 22 de março de 2004
  • Padrão
  • censurada
EMI Music Japan [191][192]
Áustria 29 de março de 2004 EMI Music Austria [63]
Alemanha EMI Music Germany [64]
Reino Unido Virgin [66][193]
Austrália EMI Music Australia [65]
Estados Unidos 30 de março de 2004 Virgin [67][194][195]

Referências

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