Julien Baker
| Julien Baker | |
|---|---|
![]() Baker em 2023 | |
| Informações gerais | |
| Nome completo | Julien Rose Baker |
| Nascimento | 29 de setembro de 1995 (30 anos) Germantown, Estados Unidos |
| Gênero(s) | |
| Ocupação |
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| Instrumento(s) |
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| Período em atividade | 2010–presente |
| Gravadora(s) |
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| Afiliação(ões) | Boygenius Julien Baker & Torres |
| Página oficial | julienbaker |
Julien Rose Baker (Germantown, 29 de setembro de 1995) é uma cantora, compositora e guitarrista estadunidense. Sua música é conhecida pelo estilo melancólico e confessional, além de explorar abertamente temas como cristianismo, adicção, condições de saúde mental e a natureza humana. Ela recebeu seis indicações ao Grammy Awards e tem três vitórias como integrante do Boygenius.[2]
Baker lançou seu primeiro álbum solo, Sprained Ankle, em 2015, seguido por Turn Out the Lights (2017) e Little Oblivions (2021). Em 2018, passou a integrar o supergrupo Boygenius ao lado de Phoebe Bridgers e Lucy Dacus, lançando um EP homônimo no mesmo ano. Em 2024, formou uma dupla country com a cantora Torres.
Biografia
Julien Rose Baker[3] nasceu em 29 de setembro de 1995[4] em Germantown, Tennessee, e cresceu na cidade de Bartlett.[5] Seus pais trabalharam como fisioterapeutas e Baker declarou que foi inspirada pelo pai que, após um acidente na juventude, passou pela amputação de uma perna, e dedicou sua vida à produção de próteses experimentais.[6]
Baker cresceu em uma família de batistas devotos e seu primeiro contato com a música foi na igreja.[5] Foi inspirada a explorar músicas alternativas ao ver o Green Day na televisão e começou a ouvir bandas como My Chemical Romance e Death Cab for Cutie.[6] Posteriormente, ficou fascinada pelas cenas punk, hardcore, metalcore e screamo e disse que algumas das suas bandas favoritas são mewithoutYou, Underoath, The Chariot, Norma Jean, e Whitechapel.[6][7] Ela lutou contra o abuso de substâncias na adolescência, mas encontrou apoio na comunidade de shows locais em Memphis e foi inspirada pela subcultura punk straight edge.[6][8] No ensino médio, fundou a banda Star Killers, renomeada para Forrister em 2015.[9][10]
Baker frequentou a Arlington High School e, posteriormente, a Middle Tennessee State University (MTSU), onde trabalhou no departamento de audiovisual e inicialmente cursou engenharia de áudio antes de mudar para o curso de literatura e educação.[11][12] Ela abandonou os estudos após o lançamento do álbum Sprained Ankle, mas retornou ao campus em 2019 para se graduar em literatura.[13]
Carreira
2015–2017: Sprained Ankle e Turn Out the Lights

O primeiro projeto musical de Baker foi um conjunto de post-rock durante o ensino médio.[14] Ela começou a escrever músicas no seu primeiro ano da faculdade, frequentemente utilizando as salas de ensaio da universidade que ficavam abertas até tarde.[15] Nesse perídio, escreveu em seu dormitório e gravou em estúdios livres gratuitos o que viria a ser o álbum Sprained Ankle. Baker declarou que nunca pensou que o EP atingiria um público tão grande, tendo o colocado no Bandcamp apenas para que os seus amigos pudessem ouvir.[16]
Sprained Ankle foi eventualmente lançado em outubro de 2015 pela gravadora 6131 e atingiu o topo de diversas listas; o sucesso do álbum levou à publicação de matérias no The New Yorker e The New York Times, com muitos críticos classificando-o como "comovente", "hipnótico" e "impressionante".[17][6][18] Em março de 2016, Baker esteve no Tiny Desk da NPR, a primeira das quatro apresentações no programa.[19][20][21][22] Nesse mesmo ano, ela também se apresentou nos festivais South by Southwest e Newport Folk.[23][24] Suas performances desse período foram descritas como "eventos silenciosos e reverentes", com o público frequentemente permanecendo quieto e emocionado.[17]
Em outubro de 2016, contribuiu para a coletânea Say Yes! A Tribute to Elliott Smith, com um cover da música "Ballad of Big Nothing".[25]
Em 2017, assinou com a gravadora Matador e lançou um single de sete polegadas com as músicas "Funeral Pyre" (anteriormente intitulada "Sad Song 11") e "Distant Solar Systems".[26]
O seu segundo álbum, Turn Out the Lights, foi gravador com o engenheiro e produtor Calvin Lauber no Ardent Studios em Memphis e lançado em 27 de outubro de 2017 sob muitas aclamações.[27][28] Baker passou o ano seguinte em turnê pelos Estados Unidos e exterior, se apresentando ao lado de artistas como The National, Father John Misty, Half Waif, Adam Torres e Lucy Dacus, e fazendo aparições nos programas This Morning e The Late Show with Stephen Colbert.[29][30][31]
Baker colaborou e abriu os shows de vários artistas, incluindo Death Cab for Cutie, Conor Oberst, Paramore e Hayley Williams, The National, The Decemberists, Belle & Sebastian, Frightened Rabbit, The Front Bottoms, Touché Amoré, Manchester Orchestra e Bright Eyes. Durante o festival Eaux Claires em julho de 2018, se apresentou com o poeta Hanif Abdurraqib, misturando "Claws in Your Back", do álbum Turn Out the Lights, com um ciclo de poemas do livro How Can Black People Write About Flowers at a Time Like This de Abdurraqib.[32][33]
2018–2023: Boygenius e Little Oblivions
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Em 2018, Baker fundou o supergrupo de rock Boygenius com as cantoras e compositoras Phoebe Bridgers e Lucy Dacus, com quem já havia estado em turnê anteriormente. O grupo lançou três músicas em agosto do mesmo ano e, posteriormente, anunciaram o EP Boygenius, lançado em 26 de outubro de 2018 com grande aclamação da crítica.[34] A banda passou o mês de novembro daquele ano em turnê e apresentaram "Me & My Dog" no Late Night with Seth Meyers.[35] O trio continuou colaborando nos projetos solos umas das outras, fazendo vocal de apoio para duas músicas do álbum indicado ao Grammy Punisher (2020), de Bridgers; "Please Stay" do álbum Home Video (2021), de Dacus; "Favor", do álbum Little Oblivions de Baker; e o single "Roses/Lotus/Violet/Iris", do álbum Petals for Armor (2020) de Hayley Williams.[36]
Em 2019, Baker lançou dois singles de sete polegadas: o primeiro, em junho, com as músicas "Red Door" e "Conversation Piece", e o segundo, em outubro, com as músicas "Tokyo" e "Sucker Punk" como parte da série de singles da gravadora Sub Pop.[37] Todas as quatro canções tinham um som um pouco mais produzido em relação aos seus trabalhadores anteriores e foram recebidas com críticas positivas.[38] Ela também contribuiu na coletânea Tiny Changes: A Celebration of Frightened Rabbit's 'The Midnight Organ Fight' com o cover de "The Modern Leper".[39]
Em 21 de outubro de 2020, Baker anunciou o seu terceiro álbum de estúdio, Little Oblivions, acompanhado pelo single principal "Faith Healer" e um ensaio do poeta Hanif Abdurraqib.[40] Little Oblivions foi lançado em 26 de fevereiro de 2021, precedido pelos singles "Hardline" e "Favor".[36] A maior parte do álbum foi escrito ao longo do ano de 2019, um ano difícil e formativo para Baker, pois ela teve que cancelar várias datas da turnê, teve dificuldades para se manter sóbria e com a sua saúde mental, e decidiu voltar à universidade para concluir a sua graduação.[13] Em janeiro, ela apresentou a música "Faith Healer" no The Late Show with Stephen Colbert.[41]
Em 2022, Baker lançou o EP B-Side do Little Oblivions com o single "Guthrie".[42]
2023–2024: The Record
Em março de 2023, Boygenius relançou o seu primeiro álbum de estúdio, The Record, e foi muito aclamado.[43] A banda se apresentou no festival Coachella em abril de 2023. Mais tarde, embarcaram na Re:SET Concert Series e se juntaram à Phoebe Bridgers para abrir alguns shows da The Eras Tour de Taylor Swift.[44] Em junho de 2023, se apresentaram vestidas de drag queen no estado natal de Baker, Tennessee, em protesto à legislação anti-drag sancionada pelo governador do estado Bill Lee e barrada pela justiça federal.[45] Após a turnê na América do Norte, elas se apresentaram na Europa antes de retornar aos Estados Unidos para a segunda metade da turnê.
Em outubro de 2023, o grupo lançou seu segundo EP, The Rest. Durante a segunda parte da turnê do álbum The Record, elas lançaram músicas todas as noites, com Baker tendo mais destaque na última canção, "Powers".[46] O álbum também recebeu seis indicações no Grammy Awards de 2024, incluindo Álbum do Ano e Gravação do Ano, ganhando três, incluindo Melhor Álbum de Música Alternativa. Boygenius está em hiato desde fevereiro de 2024 e descreveram a pausa como uma "ausência por um futuro próximo."[47]
Baker lançou a faixa "Thick Skull" (Re: Julien Baker) na versão de remix do álbum This Is Why, do Paramore.[48] Ela também compôs o tema de abertura da série Orphan Black: Echoes, que estreou em novembro de 2023.[49]
Em 2024, Baker se apresentou no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas com a Orquestra Sinfônica dos Estados Unidos.[50] Mas tarde, embarcou em turnê no outono daquele ano, onde lançou as músicas "Middle Children" e "High in the Basement",[51][52] e foi atração principal do festival All Things Go Music em Nova Iorque.[53] Ela também colaborou com vários artistas, participando em faixas de Thomas Powers, integrante do The Naked and Famous, Touché Amoré e Medium Build.[54][55][56]
2024–presente: Send a Prayer My Way
Após cantarem algumas músicas juntas nos shows de Baker em Nova Iorque em 2024, ela e a musicista Torres foram anunciadas como uma dupla na programação de vários festivais em 2025, incluindo o Big Ears em Knoxville, Tennessee, e o High Water Music Festival em Charleston, Carolina do Sul.[57] A dupla lançou uma nova música, "Sugar in the Tank, durante o The Tonight Show Starring Jimmy Fallon em 10 de dezembro de 2024.[58] Em 29 de janeiro de 2025, lançaram o segundo single, "Sylvia", e anunciaram o seu álbum de estreia, Send a Prayer My Way, lançado em 18 de abril de 2025.[59] Em abril, entraram em turnê pelo sul dos Estados Unidos, mas foi cancelada logo após o início por motivos de saúde.[60]
Características artísticas
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Baker é conhecida por suas composições pessoais e confessionais e a sua música tem sido categorizada como uma mistura de indie rock, indie folk, alternativo e emo.[1] Os arranjos esparsos em álbum de estreia "frágil [e] gentil", Sprained Ankle (2015), trazem apenas os seus vocais, guitarra e o eventual piano, e as suas apresentações ao vivo por muitos anos foram apenas ela sozinha com um pedal de loop.[27] A revista Paste avaliou que "a habilidade de Baker está em suas composições narrativas, que penetram profundamente em suas experiências".[61] O álbum Turn Out the Lights, de 2017, contou com adições ocasionais de violinos, bem como órgaos e "produção de som cavernosos".[27][62] Suas apresentações ao vivo desse período foram chamadas de "eventos silenciosos e reverentes", com o público frequentemente permanecendo quieto e emocionado.[17]
Baker experimentou um som com banda completa no seu álbum de 2021, Little Oblivions, e comentou sobre se sentir limitada pelas expectativas de manter o seu estilo já estabelecido.[62] O álbum contou com bateria, baixo, teclado, bandolim e banjo, todos tocados por Baker na gravação.[63] Na turnê após o lançamento, ela se apresentou com uma banda completa e estreou novos arranjos multi-instrumentais de seus trabalhos anteriores, descrevendo o som da banda como "post-rock".[64][65]
"O toque delicado de Baker não deixa espaço para descrições infantilizadas ou clichês do tipo "vulnerabilidade é força"; em vez disso, evoca um mundo inteiro – de sofrimento e cura, entusiasmo e medo, solidão e companheirismo, distância e intimidade – em busca de uma verdade mais humana."
— Marissa Lorusso, "The 200 Greatest Songs By 21st Century Women", NPR[66]
A escrita de Baker é repleta de temas religiosos e frequentemente se destaca pela imagética violenta.[27][13] Esperança, redenção, amor, vício, vergonha, autoaversão e apelos diretos a Deus são temas recorrentes em toda a sua obra.[67] Sua música apresenta frequentes explorações francas de adicção e sobriedade e Baker discute com honestidade as suas experiências com abuso de substâncias e saúde mental.[68][69][70]
Em 2020, o poeta Hanif Abdurraqib definiu a obra de Baker como:[40]
O grande projeto de Julien Baker, como sempre o projetei em mim mesmo, é a questão central do que alguém faz com as muitas calamidades de uma vida que não pediu, mas quer aproveitar ao máximo. Há muito tempo que abandonei a ideia da esperança num mundo tão brutal e implacável, mas gosto de pensar que [a sua] música me aproxima da velha ideia a que outrora me agarrei. Mas essas são canções de sobrevivência e canções para reimaginar um eu melhor, e o que é isso senão esperança? Esperança de que do outro lado de nossos destroços — criados por nós mesmos ou não — possa haver uma porta. E através da abertura dessa porta, uma árvore debruçando sua sombra sobre algo que amamos. Um banco e, sobre ele, uma jaqueta que pertenceu a alguém que enterramos. Pássaros que nos pedem para sermos a plateia de seu canto. Um pequeno e generoso canto da Terra que ainda não foi destruído ou desapareceu. Posso me convencer desse tipo de esperança, mesmo enquanto luto contra ela. Ouvir alguém lutando e ainda assim agradecido pelas circunstâncias de uma vida que pode revelar algum brilho se qualquer um de nós simplesmente permanecer por tempo suficiente.
Vida pessoal
Baker é lésbica e as suas experiências conturbadas com o cristianismo organizado influenciam muito a sua obra.[17][71] Ela se assumiu para os seus pais aos 17 anos, após anos vivendo no armário e vendo os seus amigos sendo mandados para fazer terapia de conversão ou sendo expulsos de casa. No entanto, ela descobriu que sua família era "radicalmente receptiva".[17] Baker já referiu a si mesma como socialista cristã, mas comentou como ter sido constantemente rotulada como "cristã queer sóbria" no começo da sua carreira foi maléfico para a compreensão da própria identidade e a levou a questionar e reavaliar vários aspectos fundamentais da sua vida.[72][73][74][13] Desde então, ela vem discutindo a natureza mutável da sua relação com a fé, dizendo que não tem mais interesse em rotular suas crenças de forma rígida e que está tentando adotar uma visão de mundo menos dicotômica do que aquela com a qual foi criada, chamando essa percepção de "libertadora".[75][76][74] Baker foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e depressão.[70]
Em fevereiro de 2024, Baker foi nomeada professora honorária da indústria fonográfica em sua alma mater, Middle Tennessee State University.[77] Baker morou em Nashville, Tennessee, até 2023, quando se mudou para Los Angeles, Califórnia.[78] Está em um relacionamento com Lucy Dacus desde março de 2025.[79]
Discografia
Discografia de Julien Baker
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|---|---|
| Álbuns de estúdio | 3 |
| Extended plays (EPs) | 5 |
| Singles | 16 |
Álbuns de estúdio
- Sprained Ankle (2015)
- Turn Out the Lights (2017)
- Little Oblivions (2021)
EPs
- Sprained Ankle (2014)
- Spotify Sessions (2016)
- Audiotree Live (2016)
- Little Oblivions: The Remixes (2021)
- B-Sides (2022)
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- ↑ Ewens, Hannah (19 de março de 2025). «Boygenius's Julien Baker and Torres on their queer country album». The Independent (em inglês). Consultado em 29 de janeiro de 2026
- ↑ Petrusich, Amanda (17 de março de 2025). «The Subversive Love Songs of Lucy Dacus». The New Yorker (em inglês). ISSN 0028-792X. Consultado em 29 de janeiro de 2026
Ligações externas
- «Página oficial» (em inglês)
