João Gilberto Coelho
João Gilberto Lucas Coelho | |
|---|---|
![]() João Gilberto Lucas Coelho | |
| Vice-governador do Rio Grande do Sul | |
| Período | 15 de março de 1991 até 1º de janeiro de 1995 |
| Governador | Alceu Collares |
| Antecessor(a) | Sinval Guazzelli |
| Sucessor(a) | Vicente Bogo |
| Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul | |
| Período | 1 de fevereiro de 1975 até 1 de fevereiro de 1987 (3 mandatos) |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 25 de abril de 1945 (80 anos) Quaraí, Rio Grande do Sul |
| Partido | MDB (1967-1979) PMDB (1980-1988) PSDB (1988-2012) |
| Profissão | professor e escritor |
João Gilberto Lucas Coelho (Quaraí, 25 de abril de 1945) é um advogado, radialista, professor e político brasileiro. Foi vereador de Santa Maria, deputado federal pelo Rio Grande do Sul e vice-governador do estado.
Vida pessoal
Filho de Vicente Coelho e Celina Lucas Coelho, tem três irmãos, Eloá Coelho da Silva, João Érico Lucas Coelho e João Batista Lucas Coelho.
Bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de Santa Maria. Advogado, radialista e professor de história, foi técnico contratado pela Prefeitura de Santa Maria entre 1969 e 1971.
Casou-se com Albanise Pfeifer Coelho, com quem teve três filhos.[1]
Carreira política
Foi eleito vereador de Santa Maria em 1972 na legenda do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Assumiu o mandato em fevereiro do ano seguinte, mas em novembro de 1974 elegeu-se deputado federal pelo Rio Grande do Sul pelo MDB e tomou posse na Câmara dos Deputados em fevereiro de 1975.
Foi reeleito nas eleições de 1978. Foi presidente da Fundação Pedro Horta, atualmente Fundação Ulysses Guimarães, órgão do PMDB, entre os anos de 1981 e 1982.
Nas eleições de novembro de 1982 foi reeleito para Câmara dos Deputados. Em seu terceiro mandato consecutivo, foi novamente membro da Comissão de Comunicação e da Comissão de Constituição e Justiça. Especialista em direito constitucional, defendeu a nova Constituição mesmo antes de se iniciarem os trabalhos para sua elaboração. Encerrou o mandato em janeiro de 1987.
Foi membro fundador do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em 1988. Nas eleições estaduais do Rio Grande do Sul em outubro de 1990 candidatou-se a vice-governador na chapa vitoriosa encabeçada por Alceu Collares, do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Empossado no cargo em março de 1991, nele permaneceu até o fim do mandato, em 1º de janeiro de 1995.[1][2]
Anos depois, se desfiliou do PSDB, criticando o mesmo e o Partido dos Trabalhadores (PT) por "excessivo apego ao poder" e por ele "sacrificarem itens de programa e de conduta".[3] Nas eleições de 2018 declarou voto crítico em Fernando Haddad (PT).[4]
Obras
- Problemas ferroviários (1975)
- O Brasil, a direita e o Terceiro Mundo (1975)
- Movimento estudantil (1975)
- Por um novo modelo político (1975)
- O papel dos partidos políticos (1975)
- Desnacionalização e contratos de risco (1975)
- Os direitos humanos na guerra fria (1975)
- A nova Constituição — avaliação do texto e perfil dos constituintes (em colaboração com Antônio Carlos Nantes de Oliveira, 1989)
Referências
- ↑ a b Fundação Getulio Vargas. «COELHO, JOAO GILBERTO LUCAS». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 18 de agosto de 2017
- ↑ Cristina Strohschoen dos Santos (30 de setembro de 2022). «Coelho, João Gilberto Lucas». Universidade Federal de Santa Maria. Consultado em 27 de janeiro de 2026
- ↑ «ENTREVISTA. Para João Gilberto Lucas Coelho, o resultado das eleições sinaliza tempos difíceis no País». Blog Claudemir Pereira. 23 de outubro de 2018. Consultado em 27 de janeiro de 2026
- ↑ «Fundador do PSDB, João Gilberto Lucas Coelho abre apoio para Haddad». sul21. 18 de outubro de 2018. Consultado em 27 de janeiro de 2026
| Precedido por Sinval Guazzelli |
Vice-governador do Rio Grande do Sul 1991 - 1995 |
Sucedido por Vicente Bogo |
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