João Capistrano da Silva Mota
João Capistrano da Silva Mota | |
|---|---|
| (Coronel Mota) | |
![]() João Capistrano da Silva Mota | |
| Período | 11 de janeiro de 1890 a 8 de abril de 1895 |
| Sucessor(a) | Alfredo Venâncio de Souza Cruz |
| Período | 1 de janeiro de 1921 a 11 de fevereiro de 1922 |
| Antecessor(a) | Bento Brasil |
| Sucessor(a) | José Joaquim de Souza Junior |
| Período | 20 de outubro de 1930 a 15 de novembro de 1935 |
| Antecessor(a) | Vítor da Silva Mota |
| Sucessor(a) | João Santos |
| Período | 26 de abril de 1942 a 6 de agosto de 1942 |
| Manoel Correia | |
| Antecessor(a) | Sérgio Pessoa |
| Sucessor(a) | Manoel Correia |
| Dados pessoais | |
| Alcunha(s) | Coronel Mota |
| Nascimento | 1837 Capim |
| Morte | 6 de agosto de 1942 Boa Vista |
| Nacionalidade | Brasileiro |
| Profissão | Militar, Professor, Juiz e Político |
João Capistrano da Silva Mota, nasceu em 1837 na cidade de Capim no Estado do Pará.
Integrando uma Comissão da Delegacia Fiscal do Amazonas, encarregada de averiguar questões ligadas à Fazenda São Marcos, às margens do rio Uraricoera, aportou nesta terra em 1865, o sargento da Guarda Nacional, João Capistrano da Silva Mota.
Ainda como militar, fundou a primeira escola e se constituiu seu primeiro professor. Ele ocupou todas as funções públicas a que um homem, à época, podia almejar: de professor a promotor. De Juiz a Prefeito (quatro vezes). Em todas essas funções desempenhou papel importante para a consolidação política-administrativa da cidade de Boa Vista.
No dia 09 de julho de 1890, João Capistrano da Silva Mota recebeu das mãos do capitão Fábio Barreto Leite – emissário do Governador do Amazonas Augusto Ximeno de Villeroy – o título de “Superintendente” -, tornando-se o primeiro prefeito de Boa Vista e aqui casou-se em segunda núpcias, com Josefa de Pinho Mota. Desse casamento nasceram 12 filhos, entre eles: Rogério da Silva Mota, Manoel Mota de Souza Cruz e Vitória Mota Cruz – hoje nome de uma escola no Bairro Paraviana.[1]
Homenagens à ele
João Capistrano da Silva Mota – o Coronel Mota, faleceu em 1942, com 104 anos de idade, deixando nesta terra a tradicional família Mota e o seu entrelaçamento com quase todas as famílias deste Estado.
Em homenagem ao seus feitos, foi agraciado com a patente honorária de Coronel da Guarda Nacional. Daí o sargento João Capistrano da Silva Mota, tornou-se o Coronel Mota.Hoje seu nome denomina uma Rua no centro de Boa Vista, um Hospital e uma Escola no interior do Estado.
Em 1943 o então Presidente da República Getúlio Vargas, criou por meio do Decreto-Lei n.° 5.812, de 13 de setembro de 1943, o Território Federal do Rio Branco. E, na década de 1950 o governo do Território criou a Divisão de Produção, Terra e Colonização (DPTC), que realizava pesquisas quanto aos recursos naturais do Território, cadastrava terras e organizava colônias agrícolas, entre outras funções. Foi nesta época que foram criadas as três primeiras Colônias Agrícolas do Território, uma delas recebeu o nome de: “Colônia Coronel Mota” (na região do Taiano/Alto Alegre). As outras duas, foram as Colônias: Braz de Aguiar (hoje o Cantá) e Fernando Costa (Mucajaí). Na próxima terça-feira, daremos prosseguimento à esta história.[2]
Referências
- ↑ Cândido, Francisco (23 de fevereiro de 2022). «Minha Rua Fala BOA VISTA 125 Anos de Historia 1121». Folha BV. Consultado em 15 de janeiro de 2026
- ↑ Cândido, Francisco (23 de fevereiro de 2022). «Minha Rua Fala BOA VISTA 125 Anos de Historia 1121». Folha BV. Consultado em 15 de janeiro de 2026
