Invasão de Pernambuco
Após o êxito da Companhia Holandesa das Índias Orientais, fundada em 1602, os holandeses criaram, em 1621, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, cujo objetivo era atacar o Brasil para dominar o Atlântico Sul e assumir o lucrativo comércio do açúcar,[1] então controlado por Portugal e Espanha. As invasões realizadas por essa Companhia ocorreram entre 1624 e 1654 e tinham como foco justamente o monopólio açucareiro. Expulsos de Salvador em 1625, os holandeses concentraram seus esforços em Pernambuco, onde lançaram uma nova ofensiva em 1630 e, apesar dos desafios iniciais, acabaram ocupando grande parte da região Nordeste.
Antecedentes
Antes da União Ibérica, em 1580, Portugal mantinha um comércio intenso com a Holanda. Com a expansão da produção açucareira no Brasil, os holandeses passaram a financiar engenhos, refinar o açúcar e distribuí-lo pela Europa – era extremamente lucrativo. Entretanto, desde 1568 a Holanda travava uma guerra contra a Espanha e, logo após conquistar sua independência em 1579, viu Portugal ser incorporado à Coroa Espanhola no ano seguinte. Como consequência, a administração das colônias portuguesas passou aos espanhóis, que proibiram o comércio com os holandeses.

A situação ficou temporariamente estabilizada com a Trégua dos Doze Anos (1609-1621), firmada entre Espanha e Holanda. Quando o acordo expirou, em 1621, foi criada a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais — uma empresa privada de capital aberto que recebeu dos Estados Gerais o monopólio do comércio com as colônias ocidentais já conquistadas ou ainda por conquistar, e incluindo o monopólio do tráfico de escravos. Seu principal objetivo foi recuperar o lucrativo comércio do açúcar produzido no Nordeste brasileiro[2], então a região açucareira mais importante do mundo, com mais de 200 engenhos, dos quais cerca de 150 ficavam apenas em Pernambuco[3]. Controlar essa área significava atingir diretamente a economia do Império Espanhol, que enfrentava não apenas a Holanda, mas diversos outros adversários na Guerra dos Trinta Anos.
A primeira ofensiva holandesa ocorreu em 1624, na captura de Salvador. Embora tenham tomado a cidade com rapidez, não conseguiram dominar o restante da capitania. A resistência luso-brasileira, liderada por Matias de Albuquerque, utilizou táticas de guerrilha – a chamada “Guerra Brasílica” – baseadas em ataques de surpresa, mobilidade e iniciativa individual, impedindo o avanço inimigo. Após esse fracasso, a Companhia acumulou dívidas até 1628, quando o corsário Piet Heyn capturou a frota espanhola da prata, obtendo mais de 10 milhões de florins[4]. O saque quitou os débitos e permitiu novos investimentos, abrindo caminho para outra tentativa de invasão.
A Invasão de Pernambuco
O próximo alvo da Companhia era Pernambuco, uma capitania hereditária e não real, isto é, menos defendida, além de se localizar mais próxima do continente europeu e do litoral africano. Os batavos acreditavam que, baseados em Recife, conseguiriam dominar facilmente o restante da colônia e apossar-se dos muitos engenhos que produziam mais de mil toneladas de açúcar por ano.[5]
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Os agentes espanhóis e portugueses obtiveram informações, em 1629, na Holanda, de que uma grande esquadra tinha como destino o Brasil. A Coroa Espanhola recomendou ao Governador-Geral do Brasil, Diogo Luís de Oliveira, fortificar as cidades mais expostas ao inimigo. De lá quase nada foi enviado: apenas Matias de Albuquerque com seus 27 soldados[6]. Ele, que outrora estava encarregado de organizar a resistência de Salvador, foi nomeado Superintendente da guerra de Pernambuco, visitador e fortificador das capitanias do Norte. Ao chegar no Brasil, preocupou-se em fortificar as cidades de Olinda e Recife. Com um efetivo de mil soldados, organizou-os em 4 companhias. Ofereceu ajuda o indígena Filipe Camarão, que se apresentou com sua tribo.
No dia 15 de fevereiro de 1630, a ameaçadora e poderosa esquadra holandesa chega ao seu destino. Comandada sob o almirante Hendrick Lonck, compunha-se de 77 navios, com um total de 7.280 homens. Após uma tentativa fracassada de tomar a praça, inicia-se um longo bombardeio as fortificações de Recife. Os invasores não puderam desembarcar devido a intensidade dos tiros de canhões dos fortes, mas havia um outro plano. Enquanto a maior parte da esquadra lutava em Recife, alguns navios transportando cerca de 3.000 soldados velejaram ao norte e desembarcaram na desguardada Praia de Pau Amarelo.[7] No dia 16 de fevereiro, ao amanhecer, os soldados que haviam desembarcado marcharam rumo à Olinda, ao sul, sob comando do Tenente-Coronel Van der Elst, Van Callenfels e Major Foulcke Hounckes. Ao obter notícias que os invasores estavam próximos de Olinda, Matias de Albuquerque desloca-se com pouco mais de 800 homens para defender o território, travando uma batalha perto do Rio Doce. Devido à superioridade do inimigo, os luso-brasileiros tiveram que recuar em direção à Olinda. Logo em seguida, Van Elst investe sobre a vila. Enquanto a vanguarda atacou pela direita, na direção do convento dos jesuítas, as tropas de Van Callenfels atacaram o centro, chegando, posteriormente, depois de forte resistência, no Alto da Sé.[8] Após um desembarque ao sul de Olinda com cerca de 500 soldados, a batalha foi decidida. A cidade foi abandonada por Matias de Albuquerque, que se retirou para Recife.
Queda de Recife
Já em Recife, Matias reforçou as trincheiras e as fortificações que guarneciam o território. Sabendo que não seria possível resistir por muito tempo devido ao alto poder do inimigo, Albuquerque decide incendiar os armazéns e navios repletos de mercadorias. No dia 20, Van Callenfels iniciou um assédio, com cerca de 600 soldados, contra o Forte Novo de São Jorge, guarnecido por apenas 37 homens. Após uma forte resistência, a guarnição do forte consegue segurar a ofensiva holandesa, que foram forçados a recuar. Nove dias após o fracasso, os holandeses voltaram a atacar o forte, que, depois de dois dias, capitulou. No dia seguinte à queda, 03 de março, veio a ocupação de Recife.[9]
Arraial Velho do Bom Jesus

Reunindo os sobreviventes, Matias de Albuquerque estabeleceu o Arraial do Bom Jesus. Foi construído uma formidável defesa com baluartes, trincheiras e fossos. O objetivo foi criar resistência ao invasor e confiná-lo ao litoral, dificultando-lhe o abastecimento e o acesso aos engenhos de açúcar do interior. Como descrito pelo português Manuel Calado (1648): "Foi neste tempo que o General Matias de Albuquerque ajuntando gente, e por conselho de homens práticos na guerra, fez uma fortaleza quase inexpugnável uma légua em distância do arrecife, e outra da vila, pouco mais ou menos, para fazer ao inimigo todo o mal que pudesse, e impedir-lhe a que não saísse por a terra dentro a destruir fazendas, e matar moradores; acabou-se a fortaleza com brevidade, e forneceu-se com artilharia, e formou-se ali arraial em forma: logo lhe acudiram de toda a Capitania muitos, e valorosos mancebos que divididos em estâncias, entre o arraial, vila, e arrecife, tinham tão encurralado o Holandês, que não era senhor nem de sair a buscar água para beber, nem faxina para suas fortificações, porque em saindo de suas trincheiras, logo davam sobre elas, e os matavam, e nem senhores eram de sair da vila para o arrecife, nem do arrecife para a vila, senão em grandes tropas, porque os nossos se deitavam a nado, e se era ocasião de maré vazia, passavam o rio: e postos em emboscadas dia lhe faziam tanto dano, que andavam assombrados [...]." (CALADO, Manuel. O Valeroso Lucideno, p. 52)[10]
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Durante o restante de 1630 até a metade de 1632, a invasão ficou estagnada. Por um lado, os luso-brasileiros utilizaram - novamente - a técnica de guerrilha, organizando emboscadas e impossibilitando os invasores saírem de Recife. Por outro, ao longo de 1630-31, os holandeses recebiam mais e mais reforços, enquanto a resistência só recebeu nos fins de setembro de 1631, após a esquadra luso-espanhola de Antonio de Oquendo vencer uma batalha naval em Abrolhos. Destacaram-se nesta fase de resistência luso-brasileira líderes militares como Martim Soares Moreno, Filipe Camarão e Henrique Dias.[11]
Queima de Olinda
A ligação terrestre Olinda-Recife transformou-se em estrada fatal para os holandeses. Como não conseguiam sair de Recife para buscar comida, tornaram-se dependentes dos alimentos que vinham da Europa, mas era insuficiente para todos. Começaram a utilizar o caminho marítimo para a obtenção de recursos. Tornou-se, então, insustentável a permanência em Olinda devido aos frequentes ataques luso-brasileiros às instalações da vila. Decidiram fortificar Recife e queimar Olinda, mas antes propuseram a Matias um resgate custando mil caixas de açúcar, que respondeu: — queimai Olinda se a não podeis guardar, não nos faltarão os meios de melhor a reedificarmos. No dia 24 de novembro de 1631 Olinda é incendiada. O incêndio durou dois dias até que o fogo se extinguiu com o último edifício.[12]
A Traição de Calabar
Se os holandeses não conseguiam dominar o interior, também não demonstravam qualquer intenção de abandonar o Recife. No final de 1631, voltaram suas forças para dois pontos estratégicos: o Forte dos Três Reis Magos, no Rio Grande do Norte, e o Forte de Cabedelo, na Paraíba. Ambas as investidas fracassaram, revelando mais uma vez a dificuldade que os flamengos tinham ao se afastar das zonas costeiras. No entanto, em 1632, surgiu um personagem que mudaria o equilíbrio do conflito: Domingos Fernandes Calabar[13]. Mameluco e senhor de engenho, profundo conhecedor da complexa geografia pernambucana, Calabar passou para o lado holandês e ofereceu aos invasores algo que lhes faltava — informação precisa, domínio do terreno e habilidade na guerra de emboscadas. Sua coragem e astúcia, antes empregadas contra os flamengos, agora se voltavam contra os luso-brasileiros, tornando-se um dos maiores trunfos da Companhia das Índias Ocidentais.
A mudança de Calabar teve efeito quase imediato. Já em maio de 1632, ele convenceu o comando holandês a atacar Igarassu, então a segunda maior vila da Capitania de Pernambuco. A operação foi executada de madrugada, com um pequeno esquadrão que usou surpresa e velocidade como armas principais. O resultado foi devastador: os invasores capturaram ouro e joias, além de gado, armas e provisões.[14]
Outra investida crucial foi o Reduto do Rio Formoso, erguido por Matias de Albuquerque como parte de uma linha de pequenas fortificações destinadas a proteger o litoral sul de Pernambuco.[15] Situado na margem direita do rio, dois quilômetros acima de sua foz, o reduto guardava um ancoradouro importante para o abastecimento das tropas portuguesas. Em 7 de fevereiro de 1633, os holandeses, sob comando do Major Von Schkoppe, lançaram uma ofensiva contra a posição. Ele dispunha de um destacamento de 600 soldados — força esmagadora em comparação aos apenas 20 defensores que guarneciam o local.[15]
A batalha foi brutal. Von Schkoppe ordenou três ataques consecutivos, todos rechaçados pelos defensores, que resistiram até o limite. No quarto assalto, o reduto finalmente caiu. Uma vitória pírrica que custou a vida de 80 soldados holandeses. Quando adentraram o reduto, encontraram 19 corpos dos 20 luso-brasileiros que ali estavam.[16] Apenas o comandante, Pedro de Albuquerque, sobrevivera. Gravemente ferido, foi capturado, tratado e posteriormente enviado para Lisboa. Lá continuou sua carreira militar e, anos depois, alcançou o posto de governador do Maranhão, onde faleceu em 6 de fevereiro de 1644.
Barbarismo
Nessa altura dos acontecimentos, a guerra tomara um carácter tão bárbaro, que os chefes militares de um e outro lado concordaram em acabar com os atos de crueldade praticados pelos combatentes.
Segundo as condições proferidas por Robert Southey: "Não se queimaria igreja alguma, nem se destruiria imagens; mas se dentro de qualquer templo se opusesse resistência, ou se alguém tentasse fortificar-se em algum, não seria em tal caso obrigatório este artigo. Em batalha, recontro, emboscada, ou de qualquer forma que um soldado caísse em poder do inimigo, logo que pedisse quartel, nenhum mal mais se lhe faria […]." (SOUTHEY, Robert. História do Brasil, Volume I, p. 476-477)[17]
Estes artigos foram assinados por Matias de Albuquerque e o Conde de Bagnuolo, de um lado, e por Van Ceulen e Ghijselin, do outro.
Incursões
Animados pelos sucessos obtidos com o auxílio de Calabar, os holandeses começaram a se expandir. Expulsaram os defensores da ilha de Itamaracá, fundando uma colônia agrícola, e saquearam Goiana, Barra Grande, Alagoas e Muribeca.[18] Incendiaram a vila de Nossa Senhora da Conceição, mas foram repelidos após uma outra tentativa de incêndio, na vila de Santa Luzia.
No dia 12 de dezembro de 1633, capitulou o Forte dos Reis Magos, no Rio Grande do Norte. Vindos do Recife em 15 navios sob o comando do Almirante Jan Cornelisz Lichthart, uma tropa de 800 soldados desembarcou na Ponta Negra sob o comando do Tenente-coronel Byma, cercando o forte numa operação combinada terrestre e naval. A pequena guarnição de 85 homens ao comando do Capitão Pedro Mendes de Gouveia resistiu durante dias, mas foi obrigada a ceder diante a desproporção de forças[19]. Praticamente ocupado o Rio Grande, onde contavam agora com o apoio dos Tapuias, a Paraíba ficava entre dois focos inimigos. Preparando a conquista da capitania, em outubro de 1634, os holandeses e seus aliados indígenas atacaram e conquistaram um forte no rio Cunhaú e o engenho Potengi.[20]
A 4 de dezembro, barcaças holandesas apresentam-se no Cabo Branco. Poderosas forças, comandadas por Von Schkoppe e Crestofle Arciszewski, iniciam o ataque contra o Forte da Restinga, surpreendendo os defensores, sendo "passados a fio de espada", por não terem se rendido. No dia 15 de dezembro, o Forte de Cabedelo[21] foi bombardeado; e os holandeses enviaram uma carta intimando-os à rendição. A guarnição recusou. No dia seguinte (16), o forte capitulou. Depois, o Forte de Santo Antônio[22], na margem fronteira, resistiu apenas quatro dias. Estava conquistada a Paraíba.
Queda do Arraial
O ano de 1635 mostrava-se sombrio. O fiel da balança pendia para o lado holandês, que além de receber mais reforços, tinha a preciosa ajuda de Domingos Calabar. Após a vitória na Paraíba, os holandeses seguiram a sugestão do traidor e tomaram Porto Calvo. Ao longo de março, os invasores iniciaram ofensivas contra vários ponto-chaves luso-brasileiros. Por um lado, o Coronel Von Schkoppe iniciou o assédio contra o Forte de Nazaré, que era o único ponto de comunicação com o exterior, de onde os defensores poderiam receber ajuda vinda por mar da Europa e da Bahia. Por outro, o coronel Arciszewski deu início ao sítio do Arraial Velho do Bom Jesus.[23] Após um mês desde o início do cerco do Arraial, Arciszewski tinha 1.200 soldados em torno da fortificação, enquanto os defensores dispunham-se de 547. Os sitiados não tinham como se alimentar, "chegando a comer treze cavalos, couros de bois e outras sevandilhas; e muitos soldados saíam a buscar umas ervas como beldroegas, que havia em uns alagadiços". Depois de três meses de assédio, os defensores do Arraial capitularam. Era o dia 08 de Junho de 1635. Estavam entre os prisioneiros Henrique Dias e o senhor de engenho João Fernandes Vieira.
No dia seguinte à queda do Forte de Nazaré em 02 de julho, Matias de Albuquerque inicia a retirada de Serinhaém para Alagoas, conduzindo mais de 7.000 pessoas, entre soldados, índios, moradores e escravos. Pernambuco não pôde mais se manter. O percurso ficou marcado por mortes, cansaço e fraqueza.[24]
Porto Calvo
A estrada que levava os retirantes passava por Porto Calvo, recém-conquistado pelos holandeses, que estava guarnecido por cerca de 400 soldados sob comando do major Alexandre Picard. Lá também estava Calabar. Auxiliado por Sebastião do Souto, Matias de Albuquerque ataca o reduto dos batavos e inicia o sítio a vila. A 19 de julho, os holandeses capitulam. Os capitulantes ainda tentaram, como condição, salvar a vida de Calabar. Matias não cedeu - deixou que todos partissem, exceto o traidor. Por obrar em favor dos invasores, foi executado dia 22.[25] Escreveu o Visconde de Porto Seguro, Varnhagen, sobre Calabar: "...dos males que causou à Pátria, a História, a inflexível História, lhe chamará infiel, desertor e traidor, por todos os séculos". Em agosto, as mais de 7.000 pessoas chegam a Alagoas. Matias de Albuquerque é substituído por Rojas y Borja, pois recebeu ordens para ir à Lisboa, onde, posteriormente, foi preso por 5 anos acusado de incompetência.
Consequências
O mais novo comandante, confiante, pretendeu ir em busca do inimigo. No dia 6 de janeiro de 1636, Rojas y Borjas marchou para o norte, levando cerca de 1.400 homens, na direção de Porto Calvo. Neste ínterim, o conde Bagnuolo estava na vila de Santa Luzia com a missão de defendê-la. No dia 18 de janeiro, é travada a Batalha de Mata Redonda. Os holandeses, liderados por Arciszewski, tinham um efetivo de 1.500 homens. Durante a brava resistência holandesa, Rojas y Borjas, atingido por um tiro, morreu.[26] Sem liderança, os lusobrasileiros se retiraram. Em função disso, Bagnuolo assumiu o comando.[27] Formaram-se companhias de emboscadas sob a liderança dos célebres militares, como Rebelinho, Dias Cardoso, Camarão, Domingos Fagundes e outros. As incursões destruíam canaviais e engenhos, puniam os colaboracionistas e impediam que os holandeses conseguissem usufruir das terras conquistadas - até a chegada de Maurício de Nassau.
Bibliografia
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