Imprensa marrom
| Jornalismo |
|---|
Imprensa marrom é uma expressão de cunho pejorativo, utilizada popularmente no Brasil para se referir à imprensa sensacionalista - isto é, veículos de comunicação (principalmente jornais, mas também revistas e emissoras de rádio e TV) que buscam elevadas audiências e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos, sem compromisso com a autenticidade.[1][2] É uma transgressão da ética jornalística.[3][ligação inativa]
Associada a grandes jornais de circulação massiva, a imprensa amarela teve papel relevante na formação da opinião pública e no debate político nos Estados Unidos. A historiografia analisa esse fenômeno como parte das transformações da cultura midiática moderna[4], destacando seu impacto sobre as práticas jornalísticas, as representações visuais e as relações entre mídia, política e sociedade no final do século XIX.[5]
No contexto da Guerra Hispano-Americana (1898) a imprensa de grande circulação desempenhou um papel relevante na difusão de informações e na formação da opinião pública nos Estados Unidos. No final do século XIX período marcado pela expansão imperialista e pelo crescimento da imprensa na Revolução Industrial os jornais tornaram-se importantes mediadores entre os conflitos internacionais e o público leitor, articulando narrativas políticas, culturais e simbólicas sobre a guerra contra a Espanha. [6]
Yellow press

Nos Estados Unidos, a expressão yellow press surgiu por causa do personagem de histórias em quadrinhos The Yellow Kid, criado por Richard Felton Outcault e um dos focos da disputa entre os jornais New York World e New York Journal American. Como as duas publicações se destacavam também pela competição levada às últimas consequências, os críticos começaram a se referir a ambas como "imprensa amarela".[7]
A expressão acabou se estendendo a outros jornais que se utilizavam das mesmas técnicas para chamar atenção do New York World: manchetes em letras garrafais, grandes ilustrações e exploração de dramas pessoais.[8]
O final do século XIX foi marcado pela intensificação do imperialismo e pela ampliação dos meios de comunicação de massa. Nesse contexto, a imprensa industrializada passou a atuar como um dos principais canais de circulação de narrativas sobre conflitos internacionais, contribuindo para a construção de consensos políticos e culturais.A historiografia sobre o período destaca que a expansão imperialista esteve acompanhada por esforços de legitimação simbólica e cultural, nos quais a opinião pública passou a ocupar papel relevante.[9]
Difusão do termo
Nos Estados Unidos, esse processo manifestou-se na emergência da Yellow Press ou imprensa amarela, termo que designava os jornais sensacionalistas de grande circulação. Publicações como o New York Journal, de William Randolph Hearst, e o New York World, de Joseph Pulitzer, popularizaram o consumo de notícias ao recorrer a narrativas emocionais, imagens impactantes e exageros retóricos . De acordo com Getchell [10] no que se encaixa sobre como a imprensa circulava nas ruas, ajudou a ampliar a infraestrutura cultural sobre o expansionismo americano, transformando conflitos distantes em problemas mais próximos a populaçãoNesse processo, a cobertura jornalística frequentemente apresentou o conflito em termos morais e dramatizados, associando a Espanha a representações negativas e simplificadas. A historiografia analisa essas narrativas como parte de um processo de mobilização simbólica da opinião pública no período.[11]
Ao explorar o sofrimento a população cubana e demonizar a presença espanhola, os jornais transformaram o conflito colonial em uma cruzada moral. A narrativa dominante retratava os espanhóis como vilões cruéis e decadentes, enquanto os cubanos eram apresentados como vítimas indefesas à espera da salvação americana. O apelo humanitário e o patriotismo se entrelaçaram, e a guerra deixou de ser uma decisão apenas estatal para se tornar uma demanda popular. Eric Hobsbawm [12] argumenta que o imperialismo de massas redefiniu o papel da opinião pública, convertendo-a em uma força política central. Nesse contexto, a guerra passou a ser apresentada como um espetáculo nacional, enquanto a figura do inimigo foi construída e disseminada por meio da imprensa e da fotografia.
Surgimento da expressão “imprensa amarela”

O termo “imprensa amarela” está relacionado à concorrência entre os jornais New York World, de Joseph Pulitzer, e New York Journal, de William Randolph Hearst. A disputa por leitores levou ao uso recorrente de manchetes chamativas, ilustrações impactantes e narrativas dramatizadas, frequentemente com pouca verificação factual.[13]
A consolidação da imprensa amarela ocorreu em um contexto de crescimento urbano, alfabetização em massa e expansão do mercado consumidor nos Estados Unidos. A redução do preço dos jornais e o uso de estratégias visuais ampliaram o alcance dessas publicações entre novos públicos leitores.[14]
Nesse cenário, o conteúdo jornalístico passou a privilegiar narrativas simplificadas e personalizadas, com forte apelo emocional, frequentemente associadas a temas como crime, escândalos políticos e conflitos internacionais. A cobertura desses eventos tendia a apresentar personagens claramente definidos, o que facilitava a identificação de heróis e vilões nas narrativas veiculadas.[15]
The Yellow Kid

O termo "Yellow Press" surgiu especificamente devido a uma popular tira de quadrinhos colorida chamada "The Yellow Kid" (O Garoto Amarelo), que ambos os jornais usaram como arma nessa guerra de circulação, tornando-se um símbolo desse tipo de jornalismo sensacionalista.The Yellow Kid foi um personagem de histórias em quadrinhos criado por Richard F. Outcault, publicado entre 1894 e 1898 nos jornais New York World e New York Journal. O personagem aparecia em tiras ambientadas no cenário urbano conhecido como "Hogan’s Alley"[16], representando crianças em áreas populares de Nova York e caracterizado pela camisola amarela distinta.[17]

O nome do personagem tornou-se associado ao termo “imprensa amarela” em inglês ("yellow journalism"), usado para descrever o estilo sensacionalista de jornalismo que proliferou nos Estados Unidos na década de 1890, especialmente durante a guerra pela circulação entre os jornais de Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst.[18]


Originalmente publicado no New York World de Pulitzer, o personagem tornou-se tão popular que Hearst contratou Outcault para o seu New York Journal em 1896, iniciando uma batalha judicial e editorial pela exclusividade do garoto.[19]
Como Pulitzer contratou outro artista para continuar a tira em seu jornal, a cidade de Nova York passou a ter dois "Garotos Amarelos" circulando simultaneamente, o que levou a imprensa concorrente, liderada pelo New York Press, a cunhar o termo depreciativo "Yellow Journalism" para descrever o estilo sensacionalista de ambos os jornais.[20] Essa disputa marcou a transição do jornalismo para um modelo de entretenimento de massa, priorizando narrativas que gerassem impacto emocional e aumentassem as vendas.[21]
William Randolph Hearst e o jornalismo de ação
William Randolph Hearst desempenhou papel central na consolidação da imprensa amarela ao defender uma concepção de jornalismo que ultrapassava a simples transmissão de informações. Hearst encontrava no jornal como um instrumento ativo de intervenção social, ideia que ficou conhecida como “jornalismo de ação”. Nessa perspectiva, a imprensa deveria atuar como agente de denúncia de injustiças, correção de abusos e preenchimento de lacunas deixadas pela ineficiência das autoridades públicas.[22]
Após obter sucesso editorial com o "San Francisco Examiner" [23], Hearst adquiriu o "New York Morning Journal" [24]em 1895, por cerca de 150 mil dólares, passando a disputar diretamente o mercado nova-iorquino com o "New York World", de Joseph Pulitzer. Essa concorrência intensificou a chamada “guerra de circulação”, marcada por investimentos elevados, inovação editorial e estratégias agressivas de mercado. Hearst atraiu profissionais experientes de jornais concorrentes ao oferecer salários significativamente mais altos e contratos plurianuais, prática incomum no jornalismo da época.[25]
Outro aspecto central do modelo editorial de Hearst foi a valorização das imagens e da linguagem visual. Ilustrações, caricaturas e fotografias eram consideradas elementos fundamentais para ampliar o alcance dos jornais entre as camadas populares. Hearst defendia que os recursos visuais estimulavam a imaginação do público leitor e facilitavam a compreensão das notícias por leitores com menor familiaridade com textos longos, reforçando o caráter acessível e emocional de suas publicações.[26]
Um dos episódios mais recorrentes na memória pública sobre a imprensa amarela é a anedota segundo a qual William Randolph Hearst teria afirmado ser capaz de “fornecer” uma guerra por meio de seus jornais. De acordo com essa narrativa, o artista Frederic Remington, enviado por Hearst a Cuba em 1897 para produzir ilustrações, teria comunicado por telegrama que a situação no local estava tranquila e que não haveria conflito.[27] Hearst, então, teria respondido: “Please remain. You furnish the pictures, and I’ll furnish the war” (“Por favor, permaneça. Você fornece as imagens e eu fornecerei a guerra”).[22]
Pesquisas historiográficas posteriores indicam que esse diálogo é provavelmente mito. A história foi popularizada por James Creelman[28] em suas memórias publicadas em 1901[29]. Creelman era um jornalista conhecido por seu estilo retórico e por narrativas marcadas por hipérboles, frequentemente colocando a si próprio e seus contemporâneos como protagonistas centrais dos acontecimentos. Não existem registros documentais originais de tais telegramas, e o próprio Hearst negou veementemente a autoria da frase, classificando-a como "absurdo total"[27][29]
Legado e ética jornalística
Os excessos associados à imprensa amarela no final do século XIX, marcados pelo sensacionalismo, pela dramatização de eventos e pela flexibilização dos critérios de verificação factual, tiveram impactos duradouros sobre o campo do jornalismo. No contexto da Guerra Hispano-Americana, esse estilo de cobertura é analisado pela historiografia como um dos fatores que contribuíram para a intensificação do clima belicista nos Estados Unidos, especialmente no que diz respeito às campanhas militares em Cuba e nas Filipinas.[30]Apesar de a imprensa amarela não ter sido a única causa da Guerra Hispano-Americana, ela atuou como um poderoso catalisador ao manipular a indignação popular. O ápice dessa influência ocorreu após a explosão do navio de guerra U.S.S. Maine no porto de Havana, em 15 de fevereiro de 1898[31]. Antes mesmo de qualquer investigação oficial, os jornais de Hearst e Pulitzer publicaram rumores e manchetes acusando a Espanha de traição, utilizando o bordão "Lembre-se do Maine, para o inferno com a Espanha" (Remember the Maine, to Hell with Spain).[19]
Essa cobertura transformou o conflito em um espetáculo nacional, exercendo uma pressão sem precedentes sobre o presidente William McKinley para que declarasse guerra. Hearst chegou a se autodenominar correspondente de guerra, comandando um navio equipado com prensas de impressão para relatar as vitórias americanas diretamente do fronte em Cuba. O legado desse período foi a consolidação do poder da imprensa em moldar a política externa e a opinião pública através do sensacionalismo[19]
Como reação a essas práticas, setores da imprensa norte-americana passaram a defender modelos editoriais alternativos, baseados na contenção retórica, na imparcialidade e na separação mais rigorosa entre informação e opinião. Um exemplo frequentemente citado é a reformulação editorial do The New York Times sob a direção de Adolph Ochs, a partir de 1896. Nesse período, o jornal passou a enfatizar a apresentação concisa dos fatos, o uso de linguagem sóbria e o compromisso com a credibilidade informativa, buscando atrair leitores que rejeitavam o caráter melodramático e espetacular das publicações associadas à imprensa amarela.[27]
Imprensa, opinião pública e representação do inimigo
A historiografia analisa a imprensa amarela como um dos elementos centrais envolvidos na formação das representações do conflito e do inimigo espanhol no contexto da Guerra Hispano-Americana .Por meio de narrativas que retratavam a Espanha como violenta, opressora e moralmente inferior, a cobertura jornalística contribuiu para reforçar a oposição entre a Espanha e os Estados Unidos no período que antecedeu o conflito armado.[32]
No caso da Guerra Hispano-Americana, a representação do inimigo espanhol esteve associada, principalmente, à divulgação recorrente de relatos sobre violência e abusos cometidos pela administração colonial espanhola em Cuba. Essas narrativas, muitas vezes baseadas em informações incompletas ou não verificadas, foram amplamente difundidas pela imprensa norte-americana.[33]
A utilização de caricaturas e ilustrações reforçou estereótipos culturais e políticos , contribuindo para a desumanização do adversário e para a legitimação simbólica do conflito. Esse processo é analisado pela historiografia como parte de uma dinâmica mais ampla de mobilização da opinião pública em contextos de guerra.[34]
A atuação da imprensa amarela no final do século XIX é analisada como um dos fatores que contribuíram para a intensificação do clima belicista nos Estados Unidos no período que antecedeu a Guerra Hispano-Americana A ampla circulação dessas narrativas influenciou a percepção pública do conflito e de seus atores envolvidos.[35]

No campo político, a cobertura jornalística do período ampliou a visibilidade da questão cubana e reforçou a percepção pública da Espanha como potência colonial em declínio. Esse contexto favoreceu a consolidação de discursos nacionalistas e expansionistas nos Estados Unidos ao final do século XIX .[36]
Do ponto de vista da história da imprensa, a experiência da imprensa amarela contribuiu para o desenvolvimento de debates sobre ética jornalística, verificação de informações e limites entre informação e entretenimento. Esses debates ganharam força nas décadas seguintes, influenciando a profissionalização do jornalismo norte-americano no início do século XX.[37]
No campo historiográfico, a imprensa amarela passou a ser estudada como um exemplo histórico das relações entre mídia, política e opinião pública. O fenômeno é frequentemente utilizado como referência em debates contemporâneos sobre sensacionalismo, desinformação e cobertura midiática de conflitos armados.[38]
Essas análises reforçam a importância da imprensa amarela como objeto de estudo para a compreensão das relações entre mídia, guerra e política externa no final do século XIX.
No Brasil
Segundo Alberto Dines, o conceito foi utilizado pela primeira vez no Diário da Noite, em 1960. Ao noticiar o suicídio de um cineasta, ele escreveu que a tragédia era resultado da atuação irresponsável da "imprensa amarela". O chefe de reportagem Calazans Fernandes, então, substituiu a tradução pelo termo "imprensa marrom", alegando que o amarelo é uma cor alegre, enquanto o marrom seria mais apropriado por ser a cor dos excrementos.[39][40]
Características
Embora "imprensa marrom" seja normalmente considerada o equivalente brasileiro da "yellow press", Leandro Marshall propõe uma diferenciação. Para ele, a imprensa amarela seria uma fase anterior, marcada pelo sensacionalismo, com fatos sendo exagerados nas páginas de jornais apenas com o objetivo comercial de atrair mais leitores, enquanto a imprensa marrom seria mais caracteristicamente definida como a manipulação da notícia com fins comerciais.[41] Outros autores, porém, argumentam que o escândalo, a intriga política e a chantagem já eram alguns dos métodos utilizados pelos primeiros jornais sensacionalistas.[42] Norbert Bolz aponta como principal característica desse tipo de jornalismo a comunicação direta, que abre mão de qualquer abordagem mais complexa sobre o mundo.[43]
Ver também
Referências
- ↑ Manual básico de mídia impressa Arquivado em 7 de setembro de 2012, no Wayback Machine.. Governo de Sergipe - Secretaria de Comunicação Social, p. 18
- ↑ Novo Manual da Redação - Folha de S.Paulo, 1996
- ↑ «Como surgiu a expressão "imprensa marrom"?». Superinteressante. Consultado em 4 de setembro de 2019
- ↑ Genest, Marc A.; Getchell, Michelle D. (2 de dezembro de 2019). «The Cuban Junta in Exile and the Origins of the Spanish-American War». Georgetown University Press: 62–77. Consultado em 20 de outubro de 2025
- ↑ Burns, Adam (2017). American Imperialism: The Territorial Expansion of the United States, 1783-2013. [S.l.]: Edinburgh University Press. ISBN 978-1-4744-0213-2. doi:10.3366/j.ctt1g0514c. Consultado em 19 de janeiro de 2026
- ↑ Campbell, W. Joseph (2017). Getting It Wrong: Debunking the Greatest Myths in American Journalism (em inglês). [S.l.]: Univ of California Press. ISBN 978-0-520-29129-4. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ Luz vermelha para a imprensa marrom Arquivado em 11 de maio de 2012, no Wayback Machine.. Observatório da Imprensa, 25 de julho de 2011
- ↑ MIRANDA, Flávia da Silva. AQUI UMA SUPER NOTÍCIA: o leitor convocado por dois jornais populares de Belo Horizonte Arquivado em 5 de dezembro de 2014, no Wayback Machine.. Encontro dos Programas de Pós-graduação em Comunicação de Minas Gerais, 2009
- ↑ HOBSBAWM, Eric J. The Age of Empire: 1875–1914. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
- ↑ Genest, Marc A.; Getchell, Michelle D. (2 de dezembro de 2019). «The Cuban Junta in Exile and the Origins of the Spanish-American War». Georgetown University Press: 62–77. Consultado em 20 de outubro de 2025
- ↑ Campbell, W. Joseph (2017). Getting It Wrong: Debunking the Greatest Myths in American Journalism (em inglês). [S.l.]: Univ of California Press. ISBN 978-0-520-29129-4. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ HOBSBAWN, Eric J. (1988). "The Age of Empire: 1875–1914". Rio de Janeiro: Paz e terra. p. 188
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ O termo "imprensa amarela" derivou da tira de quadrinhos Hogan's Alley, desenhada por Richard F. Outcault. O personagem principal, conhecido como The Yellow Kid (O Garoto Amarelo), era um menino careca de camisola amarela que vivia nos cortiços de Nova York
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ a b c «Milestones in the History of U.S. Foreign Relations - Office of the Historian». history.state.gov. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ «Milestones in the History of U.S. Foreign Relations - Office of the Historian». history.state.gov. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ «Milestones in the History of U.S. Foreign Relations - Office of the Historian». history.state.gov. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ a b Whyte, Kenneth (1 de maio de 2009). The Uncrowned King: The Sensational Rise of William Randolph Hearst (em inglês). [S.l.]: Catapult. ISBN 978-1-58243-985-3. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ Lançado em 1865, tornou-se um dos principais jornais de São Francisco.Foi o palco para grandes nomes da literatura e jornalismo, como Jack London, Mark Twain e Ambrose Bierce, publicando obras importantes e tendo um papel central na história jornalística americana.[1]
- ↑ O New York Morning Journal (frequentemente referido apenas como The Journal) foi um jornal diário influente de Nova Iorque, fundado em 1882 por Albert Pulitzer (irmão de Joseph Pulitzer). O Journal é historicamente famoso por ter influenciado a opinião pública a favor da Guerra Hispano-Americana de 1898, com manchetes exageradas e sensacionalistas sobre Cuba.[2]
- ↑ Nasaw, David (12 de agosto de 2013). The Chief: The Life of William Randolph Hearst (em inglês). [S.l.]: Houghton Mifflin Harcourt. ISBN 978-0-547-52472-6. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ Whyte, Kenneth (1 de maio de 2009). The Uncrowned King: The Sensational Rise of William Randolph Hearst (em inglês). [S.l.]: Catapult. ISBN 978-1-58243-985-3. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ a b c Campbell, W. Joseph (2017). Getting It Wrong: Debunking the Greatest Myths in American Journalism (em inglês). [S.l.]: Univ of California Press. ISBN 978-0-520-29129-4. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ «Ficheiro:James Creelman.jpg – Wikipédia, a enciclopédia livre». commons.wikimedia.org. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ a b Creelman, James (1901). On the great highway : the wanderings of a special correspondent. Robarts - University of Toronto. [S.l.]: Boston : Lothrop. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ Creelman, James (1901). On the great highway : the wanderings of a special correspondent. Robarts - University of Toronto. [S.l.]: Boston : Lothrop. Consultado em 18 de janeiro de 2026
- ↑ Campbell, W. Joseph (8 de outubro de 2013). The Year That Defined American Journalism (em inglês) 0 ed. [S.l.]: Routledge. ISBN 978-1-135-20505-8. doi:10.4324/9780203700495. Consultado em 19 de janeiro de 2026
- ↑ Walker, Malea. The Spanish-American War and the Yellow Press. Library of Congress, 2024.
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ Green, Adam. «Yellow Journalism: The "Fake News" of the 19th Century». The Public Domain Review (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2026
- ↑ COSTA, Pâmela Berton, e ota, Daniela Cristiane. Análise do Conteúdo Televisivo no Caso Isabella Nardoni. XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Natal, RN – 2 a 6 de setembro de 2008
- ↑ «Como surgiu a expressão "imprensa marrom"?». Super. Consultado em 16 de junho de 2020
- ↑ A imprensa cor-de-rosa. Observatório da Imprensa, 7 de outubro de 2003
- ↑ RABAÇA, Carlos Alberto, e BARBOSA, Gustavo Guimarães. Dicionário de Comunicação. Ed. Campus, 5ª edição
- ↑ Caso Wulff evidencia poder do jornal sensacionalista alemão "Bild". Deutsche Welle, 6 de janeiro de 2012
Ligações externas
- Chart – Real and Fake News (2014) (2016)/Pew Research Center (em inglês)
- Imprensa marrom - Jornal O Globo (em português)