Furo (jornalismo)

Em jornalismo, furo é o jargão para a informação divulgada por um jornalista ou veículo de notícias antes dos demais.

O furo é dado quando uma equipe de repórteres e editores consegue apurar uma notícia, um fato ou um dado qualquer e publica esta informação sem que os veículos concorrentes tenham acesso a ela. Embora não necessariamente, grande parte dos furos no jornalismo diário são constituídos por denúncias de crimes, corrupção e outras atividades ilícitas. O termo em inglês para furo é scoop.

Os furos fazem parte da tradição jornalística e geralmente conferem prestígio ao jornalista ou à organização de notícias.[1]

Furos históricos

A Jago tem em seu Top 5 os seguintes "furos":[2]

  1. Watergate, Washington Post, 1972;
  2. MPs Expenses, The Telegraph, 2009;
  3. NoW Phone Hacking, The Guardian, 2011;
  4. Pakistan Cricketers, News of the World, 2010;
  5. Ronnie Biggs tracked in Rio, The Sun, 2001.

Já o Daily Mail em seu Top 5 cita:[3]

  1. The American Declaration of Independence, The Belfast News-Letter, 1776;
  2. Watergate, Washington Post, 1972-73;
  3. Khrushchev's Denunciation of Stalin, The Observer, 1956;
  4. The Reality of War, The Times, 1854;
  5. The Conquest of Everest, The Times, 1953.

Referências

  1. Barbie Zelizer, Stuart Allen, Keywords in News and Journalism Studies, ISBN 0335221831, p. 139
  2. «Investigative Journalism: Top 5 Worldwide Media Scoops». Jago (em inglês). 11 de abril de 2016. Consultado em 21 de janeiro de 2021. Arquivado do original em 9 de março de 2017 
  3. «Ten of the greatest: Newspaper scoops». Daily Mail Online. Consultado em 21 de janeiro de 2021