Gyrostigma

Gyrostigma
Fotografia da mosca Gyrostigma rhinocerontis, vista superior. A maior mosca da África, atingindo pouco mais de 4 centímetros.[1]
Fotografia da mosca Gyrostigma rhinocerontis, vista superior. A maior mosca da África, atingindo pouco mais de 4 centímetros.[1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Diptera
Subordem: Brachycera
Família: Oestridae
Subfamília: Gasterophilinae
Género: Gyrostigma
Brauer, 1885[2][3]
Distribuição geográfica
A mosca G. rhinocerontis, espécie mais estudada do gênero, é encontrada na África Subsaariana (imagem).
A mosca G. rhinocerontis, espécie mais estudada do gênero, é encontrada na África Subsaariana (imagem).
Espécies
̈* Gyrostigma rhinocerontis (Owen, 1830)[4]
* Gyrostigma sumatrensis Brauer, 1884[5]
* Gyrostigma conjungens Enderlein, 1901[6]
(GBIF)

Gyrostigma é um gênero de insetos pertencentes à família Oestridae, contendo três espécies de moscas (Diptera; Brachycera). Foi classificado por Friedrich Moritz Brauer, em 1885, pouco tempo após descrever Gyrostigma sumatrensis,[2][5][7] e contém a maior mosca da África subsaariana: Gyrostigma rhinocerontis,[1] classificada por Richard Owen sob o nome Oestrus rhinocerontis, em 1830;[4] conhecida por sua relação de endoparasitismo; suas larvas encontradas no estômago de rinocerontes brancos e negros.[1]

Além de Gyrostigma rhinocerontis, descrita em meados do século XIX, inicialmente a partir de larvas encontradas em fezes de rinoceronte e no intestino de animais abatidos, existem duas outras espécies de Gyrostigma, provavelmente extintas: Gyrostigma conjungens e G. sumatrensis. A última observação de G. conjungens data de 1961 e apenas uma larva de G. sumatrensis é conhecida através de um rinoceronte-de-sumatra que viveu no Zoológico de Hamburgo, na Alemanha, em 1884.[7]

Referências

  1. a b c van der Walt, Vida (maio de 2019). «LIVING INSIDE THE RHINO» (PDF) (em inglês). Wildlife Vets Namibia. Edition 14. 1 páginas. Consultado em 13 de setembro de 2025 
  2. a b «Gyrostigma Brauer, 1885» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 13 de setembro de 2025 
  3. Pachaly, José R.; Monteiro-Filho, Luiz P. C.; Gonçalves, Daniela D.; Voltarelli-Pachaly, Evandra M. (agosto de 2016). «Open-access Gyrostigma rhinocerontis (Diptera: Oestridae, Gasterophilinae) in white rhinoceroses (Ceratotherium simum) imported from South Africa: occurrence in Itatiba, São Paulo, Brazil» (em inglês). Pesquisa Veterinária Brasileira 36 (08) (WILDLIFE MEDICINE: SciELO). 1 páginas. Consultado em 13 de setembro de 2025 
  4. a b «Gyrostigma rhinocerontis (Owen, 1830)» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 13 de setembro de 2025 
  5. a b «Gyrostigma sumatrensis Brauer, 1884» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 14 de setembro de 2025 
  6. «Gyrostigma conjungens Enderlein, 1901» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 14 de setembro de 2025 
  7. a b Pachaly, José R.; Monteiro-Filho, Luiz P. C.; Gonçalves, Daniela D.; Voltarelli-Pachaly, Evandra M. (agosto de 2016). «Open-access Gyrostigma rhinocerontis (Diptera: Oestridae, Gasterophilinae) in white rhinoceroses (Ceratotherium simum) imported from South Africa: occurrence in Itatiba, São Paulo, Brazil» (em inglês). Pesquisa Veterinária Brasileira 36 (08) (WILDLIFE MEDICINE: SciELO). 1 páginas. Consultado em 13 de setembro de 2025