Glauber Braga

Glauber Braga
Glauber Braga em 2017
Deputado Federal pelo Rio de Janeiro
Suspenso por 6 meses, desde 10/12/2025
Período1.º de fevereiro de 2011
até à atualidade[nota 1]
Dados pessoais
Nome completoGlauber de Medeiros Braga
Nascimento26 de junho de 1982 (43 anos)
Nova Friburgo, RJ, Brasil
ProgenitoresMãe: Saudade Braga
Pai: Roberto Ricardo Braga
Alma materCentro Universitário Euroamericano
CompanheiraSâmia Bomfim
PartidoPSB (2001–2015)
PSOL (2015–atualidade)
Profissãoadvogado
político

Glauber de Medeiros Braga (Nova Friburgo, 26 de junho de 1982) é um advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).[1] Está no quarto mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro.

Carreira

Filho de Saudade Braga, ocupou diversas secretarias na prefeitura de Nova Friburgo, no governo de sua mãe, primeiramente entre os anos de 2001 e 2002, e de 2005 a 2008.[2][3]

Candidato a deputado federal em 2006, com 51.259 votos,[4] ficou com a primeira suplência, assumindo o mandato em 6 de janeiro de 2009, devido à licença de Jorge Bittar (PT). Permaneceu no cargo até 31 de março de 2010, completando a participação na legislatura a partir de 5 de janeiro de 2011 até o dia 31 de janeiro, em virtude do afastamento de Luiz Sérgio (PT), que passou a ocupar o colegiado de ministros da presidente Dilma Rousseff.[3]

Nas eleições de 2010, com 57.549 votos, foi eleito deputado federal e tomou posse em 1.º de fevereiro de 2011.[5]

Em fins de 2013, Glauber protocolou representação contra o então presidente estadual do PSB-RJ, Alexandre Cardoso, acusando-o de indicar a filiação em outros partidos pessoas que queriam se filiar ao partido socialista, bem como de não acatar decisão da executiva federal quanto ao rompimento com os governos de Dilma Rousseff e de Sérgio Cabral Filho. Com a intervenção realizada em seguida no diretório estadual do Rio, Alexandre foi destituído e Romário foi provisoriamente colocado como presidente, sendo Glauber seu vice.[6][7]

Presidiu em 2014 a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.[8] Em junho do mesmo ano, Glauber foi eleito presidente do diretório estadual.[9] Em setembro de 2015, deixou o PSB e se filiou ao PSOL.[10]

Durante as discussões sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, mais precisamente em 15 de abril de 2016, discursou em Plenário contra o prosseguimento do processo. Seu voto contrário à admissibilidade do processo, em 17 de abril daquele ano, foi um dos mais repercutidos na imprensa.[11]

Eduardo Cunha, você é um gangster.[12] O que dá sustentação a sua cadeira cheira a enxofre. Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história. Voto por Marighella, por Plinio de Arruda Sampaio, por Luis Carlos Prestes, eu voto por Olga Benário, eu voto por Zumbi dos Palmares, eu voto não!

— Glauber Braga, do PSOL[13][14][15]

Em janeiro de 2017, assumiu a liderança da bancada do PSOL no Congresso Nacional.[16]

Eleições de 2016

Nas eleições de 2016 foi candidato ao executivo friburguense pela coligação Construção Coletiva, formada pelo PSOL, PCdoB, PPL e PCB, tendo o vereador Cláudio Damião, também do PSOL como companheiro de chapa. Recebeu pouco mais de 24 mil votos, o que representa 23,79% dos votos, terminando a disputa na segunda colocação, atrás de Renato Bravo (PP).[17]

Pré-candidatura à Presidência

Em maio de 2021, Glauber colocou seu nome à disposição do PSOL para concorrer à Presidência da República pelo partido nas eleições de 2022.[18] Em uma rede social, Glauber escreveu que "É possível defender unidade na esquerda contra Bolsonaro e ao mesmo tempo ser pré-candidato a presidente do Brasil pelo PSOL apresentando o programa da esquerda radical de forma não sectária" e agradeceu o apoio dos filiados e militantes.[carece de fontes?]

A pré-candidatura recebeu apoio de cinco dos nove companheiros de bancada na Câmara dos Deputados, Luiza Erundina, Sâmia Bomfim, David Miranda, Vivi Reis e Fernanda Melchionna. Porém, o apoio ao anúncio não foi unânime dentro do partido, Talíria Petrone, líder da bancada na Câmara, definiu a ação como "precipitada" e afirmou que "sem unidade, seremos derrotados", já o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, considerou inoportuno o debate, "é hora de lutar pela unidade das esquerdas e por um programa anti-neoliberal para 2022".[19]

Detenção durante a ocupação da UERJ em 2024

Glauber Braga e deputados de esquerda defendendo a manutenção dos vetos presidenciais contra o projeto para estabelecer um marco temporal das terras indígenas, em 2023

Em 20 de setembro de 2024, Braga participou da ocupação de uma das alas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), sendo detido pela Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ) ao tentar evitar uma invasão da tropa de choque. Ele foi liberado dez horas depois.[20]

Processo de cassação

Em 9 de abril de 2025, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, por 13 votos a 5, o parecer que recomenda a cassação do mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) por quebra de decoro parlamentar.[21][22] A acusação está relacionada a um incidente ocorrido em 16 de abril de 2024, no qual Braga teria empurrado e chutado Gabriel Costenaro, militante do Movimento Brasil Livre (MBL), após este ter chamado de "corrupta" a mãe de Glauber, a médica, política e ex-prefeita de Nova Friburgo Saudade Braga, posteriormente falecida.[23][24][25]

Parlamentares de esquerda criticaram o processo, acusando o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) de articular o processo de cassação de Braga. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), esposa de Glauber, classificou as tentativas de acordo como uma "cortina de fumaça" em um jogo com "cartas já marcadas".[26]

Em resposta à decisão, Glauber Braga anunciou que faria uma greve de fome e que passaria as noites na sala onde ocorreu a votação do Conselho de Ética até a conclusão do processo.[26][27]

"Vou permanecer nessa sala, no Congresso, até a finalização desse processo. Estou o dia inteiro de jejum e, a partir de agora, não vou me alimentar. Vou aguardar a decisão irrevogável. Vou permanecer aqui nesse plenário. Quem quiser chamar de greve de fome, chame como queira."

— Glauber Braga[26]

Em 17 de abril, Glauber Braga encerrou a greve de fome, que durou 9 dias. Durante esse período, assessores disseram que o parlamentar consumiu apenas água, soro e bebidas isotônicas, perdendo cerca de quatro quilos.[28][29] A decisão ocorreu após conversas com parlamentares do PSOL, apoiadores e a costura de um acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que se comprometeu a adiar em 60 dias a votação em plenário do processo de cassação do mandato de Braga.[30][31]

Em carta enviada a Hugo Motta, um grupo de juristas alertou que a possível cassação do mandato de Braga representaria um risco à democracia, por considerá-la "uma punição com viés político".[32][28] No documento, os especialistas argumentaram que o processo contra o parlamentar ameaçava a liberdade de expressão e o livre exercício do mandato parlamentar, princípios fundamentais do estado democrático de direito.[28]

Em 29 de abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) confirmou o processo de cassação do mandato de Braga. O colegiado rejeitou por 44 votos a 22 o recurso do deputado, e o caso seguiu para o plenário da Câmara, onde seriam necessários 257 votos favoráveis para confirmar sua cassação.[33][34][22]

Durante a sessão de 9 de dezembro, Braga ocupou a cadeira do presidente da Câmara em protesto. O deputado foi retirado à força pela Polícia Legislativa, ao mesmo tempo em que as transmissões da sessão pela TV Câmara e YouTube foram cortadas e a imprensa foi retirada do local.[35] Jornalistas foram agredidos, e uma série de entidades jornalísticas como a Fenaj, ABI e Abraji condenaram o episódio alertando para os riscos à democracia.[36]

Ao fim do processo, Glauber teve o mandato suspenso em 10 de dezembro de 2025, após o Plenário da Câmara dos Deputados acolher uma emenda que substituiu a cassação pela suspensão de seis meses, impedindo também que ele ficasse inelegível por oito anos.[37] A emenda foi acolhida por 226 votos a 220, e então a suspensão foi aprovada por 318 votos a 141.[38][39] A suspensão por prazo superior a 120 dias levou a primeira suplente Heloísa Helena (REDE-RJ) a assumir a vaga de Glauber no período.[40]

Desempenho eleitoral

Ano Eleição Cargo Partido Coligação Despesas (R$) Votos % Resultado Ref
2006 Estaduais do Rio de Janeiro Deputado Federal PSB 4080 Um Rio de Todos (PSB, PT, PCdoB) 128.800,22 51.259 0,65% Não eleito
(1° suplente)
[41]
2010 Estaduais do Rio de Janeiro Frente de Mobilização Socialista (PSB, PMN) 346.973,50 57.549 0,72% Eleito [42]
2014 Estaduais do Rio de Janeiro Frente Popular I (PSB, PT, PCdoB) 559.589,27 82.236 1,08% Eleito [43]
2016 Municipal de Nova Friburgo Prefeito PSOL 50 Construção Coletiva (PSOL, PPL, PCdoB, PCB) 218.628,78 24.472 23,79% Não eleito
(2° lugar)
[44]
2018 Estaduais do Rio de Janeiro Deputado Federal 5080 Mudar é Possível (PSOL, PCB) 321.872,91 40.199 0,52% Eleito [45]
2022 Estaduais do Rio de Janeiro Federação PSOL REDE (PSOL, REDE) 1.422.604,25 78.048 0,9% Eleito [46]

Vida pessoal

É filho de Saudade Braga, ex-prefeita de Nova Friburgo.[47]

Em janeiro de 2020, anunciou relacionamento com Sâmia Bomfim, deputada federal pelo PSOL de São Paulo.[48] Em dezembro de 2020, Sâmia anunciou estar grávida. Em junho de 2021, nasceu Hugo, primeiro filho do casal, cujo nome foi inspirado em Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela.[49][50]

Referências

  1. Edson Sardinha (6 de novembro de 2012). «Os perfis dos melhores deputados». Congresso em Foco. Consultado em 3 de outubro de 2013 
  2. O Globo, 7/01/2009, pág. 8
  3. a b «Biografia: Glauber Braga (PSB/RJ)». Câmara dos Deputados. Consultado em 13 de fevereiro de 2011 
  4. «Eleições 2006 - Apuração - Rio de Janeiro». UOL. Consultado em 13 de fevereiro de 2011 
  5. «Apuração - Rio de Janeiro». Eleições 2010. UOL. Consultado em 13 de fevereiro de 2011 
  6. Pradera, Humberto (16 de outubro de 2013). «Diretório Nacional confirma intervenção no RJ e mantém comissão provisória». Partido Socialista Brasileiro. Consultado em 11 de setembro de 2014. Arquivado do original em 11 de setembro de 2014 
  7. «PSB afasta Alexandre Cardoso da presidência do diretório do Rio». O Globo. 25 de setembro de 2013. Consultado em 11 de setembro de 2014 
  8. Partido Socialista Brasileiro. «Glauber Braga do PSB é eleito presidente da CE». Consultado em 17 de janeiro de 2017 
  9. PSB (23 de junho de 2014). «Convenção do PSB Rio elege Glauber como Presidente no Estado e homologa a sua candidatura para Deputado Federal». Consultado em 11 de setembro de 2014. Arquivado do original em 11 de setembro de 2014 
  10. Joranal Opção (23 de junho de 2014). «Deputado Glauber Braga deixa PSB e se filia ao PSOL». Consultado em 23 de setembro de 2015 
  11. «Veja frases dos deputados durante a votação do impeachment». Folha de S.Paulo. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016 
  12. «Maioria do STF suspende mandato e tira Cunha da presidência da Câmara». Operação lava jato. 5 de maio de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016 
  13. Felipe Amorim (4 de dezembro de 2015). «Após Rede, PSOL e PDT se posicionam contra o impeachment de Dilma». Uol. Consultado em 23 de março de 2016 
  14. «Os discursos mais corajosos na votação do impeachment». UOL. 18 de abril de 2016. Consultado em 18 de abril de 2016 [ligação inativa]
  15. «Deputados autorizam impeachment de Dilma, saiba quem votou a favor e contra». UOL. 18 de abril de 2016. Consultado em 18 de abril de 2016 [ligação inativa]
  16. «Glauber Braga é o novo líder do PSOL na Câmara». Site do PSOL. Consultado em 31 de janeiro de 2017. Arquivado do original em 3 de fevereiro de 2017 
  17. «Resultado do 1º Turno em Nova Friburgo». UOL. Consultado em 30 de outubro de 2016 
  18. «Glauber Braga lança pré-candidatura ao Planalto; presidente do PSOL vê momento 'inoportuno'». Carta Capital. Consultado em 10 de maio de 2021 
  19. «Pré-candidatura de Glauber Braga à presidência divide Psol». Congresso em Foco. UOL. Consultado em 10 de maio de 2021 
  20. «Glauber Braga é solto após prisão por defender ocupação na Uerj». Brasil de Fato. 21 de setembro de 2024. Consultado em 21 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2024 
  21. Medeiros, Israel (2 de abril de 2025). «Glauber Braga diz que processo de cassação é tentativa de silenciá-lo». Política. Consultado em 10 de abril de 2025 
  22. a b Borges, Rebeca. «Conselho de Ética aprova parecer pela cassação de Glauber Braga». CNN Brasil. Consultado em 10 de abril de 2025 
  23. Dia, O. (9 de maio de 2024). «Morre Saudade Braga, ex-prefeita de Nova Friburgo». O Dia. Nova Friburgo. Consultado em 10 de abril de 2025 
  24. «Relator pede cassação de mandato do deputado Glauber Braga no Conselho de Ética - Notícias». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 10 de abril de 2025 
  25. «Conselho de Ética ouve testemunhas de processo contra Glauber Braga». Congresso em Foco. 30 de outubro de 2024. Consultado em 27 de junho de 2025 
  26. a b c Nogueira, Carolina; Bacellar, Maria Eduarda (9 de abril de 2025). «Glauber Braga anuncia greve de fome após processo de cassação». UOL. Consultado em 10 de abril de 2025 
  27. Junqueira, Caio. «PSOL prevê Glauber cassado no plenário e planeja ir a Lula e STF». CNN Brasil. Consultado em 11 de abril de 2025 
  28. a b c «Dores no corpo e 4 kg a menos: Glauber Braga completa uma semana em greve de fome». Valor Econômico. 16 de abril de 2025. Consultado em 18 de abril de 2025 
  29. Cavalcante, Isabella (17 de abril de 2025). «Em greve de fome, Glauber toma isotônico e assiste Black Mirror, diz PSOL». CNN Brasil. Consultado em 18 de abril de 2025 
  30. Henrique, Guilherme (17 de abril de 2025). «Entre razões e emoções, a saída». revista piauí. Consultado em 18 de abril de 2025. O acordo, segundo Braga, aconteceu após uma conversa "que durou bastante tempo" envolvendo sua esposa, Sâmia Bomfim, a deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e outros parlamentares. "O prazo faz com que evidentemente essa análise não aconteça antes do recesso parlamentar", celebrou o deputado grevista. 
  31. Lima, Francisco Artur de (17 de abril de 2025). «Glauber Braga encerra greve de fome após acordo com Hugo Motta». Política. Consultado em 18 de abril de 2025 
  32. «Em carta a Motta, juristas alertam que cassação de Glauber Braga representa risco à democracia». Valor Econômico. 15 de abril de 2025. Consultado em 18 de abril de 2025 
  33. «CCJ da Câmara mantém processo de cassação de Glauber Braga; caso vai a plenário». O Globo. 29 de abril de 2025. Consultado em 10 de dezembro de 2025 
  34. «Veja como votou cada deputado da CCJ no recurso de Glauber contra processo de cassação». CartaCapital. 29 de abril de 2025. Consultado em 10 de dezembro de 2025 
  35. «Sob ameaça de cassação, Glauber ocupa cadeira de Motta na Câmara e é retirado à força pela Polícia Legislativa; vídeo». O Globo. 9 de dezembro de 2025. Consultado em 10 de dezembro de 2025 
  36. «Repórter do UOL é agredida na Câmara após retirada à força de Glauber Braga». UOL. 9 de dezembro de 2025. Consultado em 10 de dezembro de 2025 
  37. «Câmara salva mandato de Glauber Braga e suspende deputado por seis meses». CNN Brasil. 10 de dezembro de 2025. Consultado em 11 de dezembro de 2025 
  38. «Câmara decide votar pedido de suspensão por seis meses do mandato de Glauber Braga». Câmara dos Deputados do Brasil. 10 de dezembro de 2025. Consultado em 10 de dezembro de 2025 
  39. «Câmara suspende por seis meses deputado Glauber Braga; deputado era alvo de processo de cassação». G1. 10 de dezembro de 2025. Consultado em 11 de dezembro de 2025 
  40. «Heloísa Helena volta ao Congresso após 18 anos para a vaga de Glauber». Congresso em Foco. 11 de dezembro de 2025. Consultado em 11 de dezembro de 2025 
  41. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. Consultado em 18 de julho de 2025 
  42. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. Consultado em 18 de julho de 2025 
  43. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. Consultado em 18 de julho de 2025 
  44. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. Consultado em 18 de julho de 2025 
  45. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. Consultado em 18 de julho de 2025 
  46. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». TSE. Consultado em 18 de julho de 2025 
  47. CNN, Da. «Mãe do deputado Glauber Braga morre aos 75 anos». CNN Brasil. Consultado em 8 de maio de 2025 
  48. UOL (27 de janeiro de 2020), Deputada Sâmia Bomfim assume namoro com o deputado Glauber Braga, consultado em 9 de junho de 2021 
  49. «Deputada Sâmia Bomfim anuncia gravidez do primeiro filho com Glauber Braga», UOL, 28 de dezembro de 2020, consultado em 9 de junho de 2021 
  50. Mazza, Luigi (3 de fevereiro de 2022). «O casal federal». revista piauí. Consultado em 17 de abril de 2025. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2022. O nome da criança foi uma sugestão do pai, que quis homenagear o ex-presidente da Venezuela, um de seus ídolos. “Hugo Rafael Chávez Frias, nascido em Sabaneta de Barinas”, recita Braga, com devoção. 

Notas

  1. Mandato suspenso pela Câmara dos Deputados entre 10 de dezembro de 2025 e 09 de junho de 2026.

Ligações externas