Giselle (Disney)
| Giselle | |
|---|---|
| Personagem de Encantada | |
![]() Amy Adams interpretando Giselle em Encantada. | |
| Informações gerais | |
| Primeira aparição | Encantada (2007) |
| Última aparição | Desencantada (2022) |
| Criado(a) por | Bill Kelly Kevin Lima Mark Henn |
| Interpretado(a) por | Amy Adams |
| Voz original | Amy Adams (Estados Unidos) |
| Dublador(a) no Brasil | Andrea Murucci Sylvia Salustti (Canções) (Brasil) |
| Informações pessoais | |
| Pseudônimos | Princesa de Andalasia |
| Idade | 19-20 anos em Encantada 32 anos em Desencantada |
| Origem | Andalasia |
| Características físicas | |
| Sexo | feminino |
| Cor do cabelo | loiro-morango |
| Família e relacionamentos | |
| Família | Mãe sem nome † Robert Philip (marido) Morgan Philip (enteada) Sofia Philip (filha) |
| Informações profissionais | |
| Ocupação | Protetora da Floresta Encantada (antes de ir para o mundo real) Princesa de Andalasia (quase; antes de se casar com Robert) |
| Aliados | Pip Príncipe Edward |
| Inimigos | Rainha Narissa Nathaniel |
| Aparições | |
| Filme(s) | Encantada (2007) Desencantada (2022) |
Giselle é uma personagem fictícia dos filmes de animação/live-action dos estúdios Walt Disney Pictures, Encantada (2007), e de sua sequência, Desencantada (2022).[1][2] Ela foi criada a partir do arquétipo da Disney Princesas.[3] Na versão original norte-americana, Giselle é dublada e interpretada pela atriz e cantora Amy Adams, cuja atuação foi amplamente elogiada. No Brasil, a personagem é dublada por Andrea Murucci nas falas, e por Sylvia Salustti nas canções.
Criada pelo roteirista Bill Kelly e pelo diretor Kevin Lima, Giselle é uma paródia e uma homenagem às personagens clássicas das Princesas da Disney, especificamente pegando emprestado inspiração de Branca de Neve, Cinderela, Aurora e Ariel. Adams foi selecionada entre aproximadamente 300 atrizes que fizeram o teste para o papel. Embora Lima sempre quisesse escalar uma artista desconhecida como Giselle, os executivos da Disney inicialmente hesitaram em contratar Adams devido à sua relativa obscuridade na época. As sequências animadas de Giselle foram supervisionadas pelo veterano animador da Disney, James Baxter, que fez referência a cenas live-action de Adams para garantir que a personagem fosse uma combinação coesa de Adams e da estética clássica das Princesas da Disney.
Giselle foi amplamente elogiada pelos críticos pela sua personalidade ‘encantadora’, tornando-se um dos personagens mais populares da Disney. A atuação de Adams também foi elogiada pela crítica cinematográfica, que elogiou seu timing cômico, seu canto e seu comprometimento com a personagem. Adams foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz - Filme de Comédia ou Musical,[4] e o papel é creditado por estabelecê-la como uma protagonista em Hollywood.[5] Algumas publicações atribuem a Giselle ao renascimento dos filmes de Princesas da Disney, já que na época a Disney havia decidido dar uma pausa nos filmes de princesas. Devido a divergências sobre a compensação de Adams pelo uso de sua imagem, a Disney cancelou seus planos iniciais de introduzir Giselle na franquia Disney Princess como nono membro oficial.[6]
Desenvolvimento
Origem e concepção
Em um rascunho original da história, a heroína do filme pede para ser enviada ao "mundo real" para escapar de um amor não correspondido de um personagem do tipo Príncipe Encantado.[7] Quando a Disney adquiriu o roteiro original de Encantada, o filme era destinado a um público muito mais velho.[8] O roteirista Bill Kelly escreveu uma cena em que Giselle é confundida com uma stripper ao chegar ao distrito da luz vermelha de Nova Iorque.[9] Ela é contratada para uma despedida de solteiro, cujos participantes ficam bravos com ela quando ela se recusa a se despir,[10] levando Robert a cancelar a festa e resgatá-la.[9] O produtor executivo Doug Short afirma que a despedida de solteiro não foi abandonada exclusivamente por causa de seu tom maduro, mas sim a remoção dos amigos de Robert naturalmente permitiu que a história priorizasse o relacionamento de Giselle e Robert.[9] Em 2005, a Disney contratou Kelly para escrever um novo rascunho que se alinhasse com a tradição do estúdio de heroínas ansiosas.[11] O diretor Kevin Lima revisou o roteiro com Kelly para que Giselle chegasse à Times Square,[12] e a despedida de solteiro foi finalmente substituída por Giselle pendurada em um outdoor em forma de castelo, onde ela conhece Robert pela primeira vez.[9]
Short disse que a parte mais difícil de desenvolver Giselle como personagem foi estabelecer um equilíbrio entre suas palhaçadas cômicas e a capacidade de identificação, sem simplesmente torná-la uma "tola" ou evoluí-la às custas de sua personalidade feliz.[9] Por ser uma paródia e homenagem aos clássicos de Princesas da Disney,[13] os cineastas se inspiraram em várias Princesas da Disney, com Lima descrevendo Giselle como "80% Branca de Neve" com traços de Cinderela e Aurora, combinados com a coragem de Ariel.[14] Caroline Siede do The AV Club observou que os três originais se prestam mais facilmente à paródia como "os filmes de Princesas da Disney menos progressistas", enquanto Ariel representa uma transição para heroínas mais empoderadas.[15] Lima observou que a característica distintiva de Giselle é que, enquanto seus predecessores são em grande parte reativos, o cenário contemporâneo de Encantada força Giselle a se tornar uma participante ativa em seu próprio conto de fadas e confiar em sua capacidade inata de se adaptar a novas situações para sobreviver a circunstâncias desconhecidas.[14] Kelly identificou Giselle como sua personagem favorita para escrever.[16]
O produtor Barry Josephson descreveu Lima, um ex-animador da Disney, como um especialista em personagens Princesas da Disney, a quem ele creditou por ajudar a desenvolver Giselle.[14] Da mesma forma, Short credita Lima por estabelecer o tom apropriado para a evolução de Giselle, sem recorrer a simplesmente zombar da cultura de Princesas da Disney.[9] De acordo com Adams, a jornada de sua personagem é sobre descobrir emoções humanas genuínas e amor: "Ela descobre que a vida é mais complicada do que pareceu até agora em sua vida e que não se trata apenas de finais felizes, mas pode ser muito emocionante".[17] Um momento significativo no desenvolvimento do personagem de Giselle é quando ela experimenta o sentimento de raiva pela primeira vez durante uma discussão com Robert, ao notar os pelos do peito dele, uma característica normalmente omitida em personagens animados.[14] Alguns membros da equipe criativa debateram fortemente se o filme justificava uma batalha final, mas Short finalmente decidiu que o momento era necessário para completar a transformação de Giselle em alguém que não precisa mais ser resgatado.[9] Lima explicou que o final fornece uma "história mais contemporaneamente responsável" para Giselle, ao contrário das personagens femininas tradicionais que parecem independentes até serem resgatadas no final de seus filmes.[18] Apesar de algumas objeções dos fãs, Lima sustentou que separar Giselle de Edward no final era necessário para finalizar seu crescimento.[19]
Voz e interpretação
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Adam Shankman foi um dos primeiros diretores vinculados ao filme antes de Lima; Shankman havia expressado interesse em oferecer o papel principal a Kate Hudson ou Reese Witherspoon.[20][21][22][23] Atrizes consagradas como Cameron Diaz, Renée Zellwegger, Jennifer Garner e Christina Aguilera também foram consideradas,[24] mas Lima queria especificamente uma atriz desconhecida para que o público não se distraísse com sua imagem pública,[25][26] mantendo, por sua vez, a ilusão da inocência sobrenatural da personagem.[27][28] Aproximadamente 300 atrizes fizeram o teste,[29][30] para o qual Adams respondeu a um chamado que exigia canto, atuação e dança.[31] Quando Adams fez o teste em 2005,[32] Lima já havia entrevistado 250 candidatas,[27] e começou a duvidar que encontraria a atriz certa.[33] No entanto, Lima ficou imediatamente impressionado com sua audição, acreditando que ela parecia uma Princesa da Disney,[34] e a descreveu como a única candidata capaz de representar o papel sinceramente sem zombar da personagem.[33][29] Embora ela fosse sua única escolha,[35] a Disney inicialmente hesitou em contratar a relativamente à desconhecida Adams porque acreditava que precisava de uma estrela estabelecida para atrair o público.[10][36] O presidente da Disney, Dick Cook, cedeu ao ver seu teste de tela, enquanto Josephson disse que Adams demonstrou a amplitude emocional necessária para o papel.[10] Lima comparou a contratação de Adams à Disney apresentando Julie Andrews ao mundo em Mary Poppins (1964).[10][37][38] Para apaziguar o estúdio na escolha de um ator menos conhecido, Lima se ofereceu para contratar atores mais consagrados, como Patrick Dempsey, para papéis coadjuvantes.[28][39]
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Giselle foi o primeiro papel principal de Adams,[40] para o qual ela foi atraída por causa da gentileza da personagem e da oportunidade de seus parentes mais jovens vê-la em um filme para toda a família.[41] Ela imaginou Giselle como uma personagem forte, apesar de sua natureza doce, explicando que sua inocência vem da inexperiência em oposição à fraqueza,[17] e se esforçou para preservar sua gentileza à medida que ela se torna mais mundana e madura.[17][42] Como Encantada não foi filmado em ordem cronológica, Adams prestou atenção especial para garantir que a personalidade e a fisicalidade de sua personagem fossem precisas para cada período de tempo.[43] Ela não estudou intencionalmente os filmes da Disney para se preparar para o papel porque os assistia constantemente enquanto crescia,[44] e queria evitar imitar qualquer princesa específica em favor de criar a sua própria.[43] Aos 19 anos, Adams fez um teste sem sucesso para interpretar uma princesa em um dos parques temáticos da Disney.[44] Apesar da personagem ser uma princesa, Adams disse que tratava Giselle tão seriamente quanto trataria qualquer outro papel,[43] mas sentia um senso adicional de responsabilidade em manter uma imagem positiva como um modelo potencial para meninas.[17]
Como o filme é um musical, Adams estava determinada a não ter seu canto dublado por outro artista e passou por um treinamento vocal intensivo para executar todas as músicas de sua personagem.[32] Ela gravou três das músicas originais do filme para sua trilha sonora,[45] e ouviu Princesas da Disney anteriores para obter um tom suave e cadenciado.[43] Apesar de sua formação em teatro musical,[17] ela descreveu as cenas musicais, de romance e de ação como as mais desafiadoras de filmar porque ela confiou em sua imaginação para interagir com elementos animados e CGI.[17] Adams trabalhou com alguns ratos e pássaros vivos para filmar "Happy Working Song", mas se recusou a filmar com baratas.[42] Ela teve aulas de dança de salão com Dempsey para se preparar para a sequência de salão do filme e achou difícil aprender a dançar com um parceiro, apesar de ser uma dançarina treinada.[17]
Os figurinos de Giselle foram desenhados por Mona May.[46] A personagem começa Encantada vestindo trajes tradicionais de Princesa da Disney; no entanto, suas roupas gradualmente se tornam mais modernas quanto mais tempo ela permanece em Nova Iorque, para espelhar sua evolução de uma princesa animada para uma "mulher de verdade".[47][48] Seu traje mais elaborado, o vestido de noiva, provou ser um desafio para Adams se mover ou sentar devido ao seu material e peso de 45 libras.[17][39][41][43] May desenhou o vestido com base nas instruções de Lima para entregar um contraste distinto com as cenas desenhadas à mão do filme, costurando várias camadas de anáguas no vestido para fazê-lo parecer o maior possível.[46] Adams caiu sob seu peso várias vezes,[49] mas credita a ele por ajudar a informar como Giselle se moveria na câmera.[17] Sua primeira troca de figurino em Nova Iorque é um vestido feito de cortinas azuis com cintura império e mangas curtas, que May disse que lhe permite se mover muito mais livremente na cidade de Nova Iorque, apesar de ainda ter "um visual muito princesa".[48] A transformação de Giselle em uma mulher moderna e a decisão de permanecer humana em direção ao clímax do filme culminam em um vestido de gala cinza-lavanda justo, desprovido de "volume e tolice",[48][50] cujo design May intencionalmente manteve em segredo do público.[51] Ela desenhou o vestido para parecer que poderia tê-lo comprado em uma loja de departamentos e o baseou em vestidos usados pela atriz Ginger Rogers durante a década de 1930 e na arte conceitual de diferentes Princesas da Disney.[51]
Referências
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