Pastor Gildenemyr

Pastor Gildenemyr
Deputado Federal pelo Maranhão
Período1 de fevereiro de 2019
a atualidade
Legislatura57ª legislatura (2023 — 2027)
Dados pessoais
Nome completoGildenemir de Lima Sousa
Nascimento8 de novembro de 1971 (54 anos)
Monção, Maranhão
Nacionalidadebrasileiro
PartidoPFL (1998-2007)
DEM (2007-2013)
PPS (2013-2017)
PSC (2017-2018)
PMN (2018-2019)
PSL (2019)
PL (2019-presente)
OcupaçãoPolítica
Pastor

Gildenemir de Lima Sousa, conhecido como Pastor Gildenemyr (Monção, 8 de novembro de 1971) é um pastor e político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Nas eleições de 2018 foi eleito deputado federal pelo Maranhão,[1][2] com 47.758 (1,46% dos votos válidos), pelo Partido da Mobilização Nacional - PMN, na coligação "Juntos pelo Maranhão" (PMN/PHS). Para disputar as eleições em 2018, recebeu 95% do “sim” dos participantes da Convenção do Conselho Política da Assembleia de Deus no Maranhão (CEADEMA) realizada no mesmo ano, e foi escolhido como o candidato

Com 21 anos de trajetória na Assembleia de Deus, Pastor Gil, como é conhecido, foi secretário-geral da CEADEMA – Convenção Estadual da Assembleia de Deus no Maranhão. O cargo ocupado pelo religioso é o segundo mais importante ficando atrás apenas do presidente, Pastor Pedro Aldir Damasceno.

Em 7 de fevereiro de 2025, o blog do portal G1 revelou que as conversas obtidas pela Polícia Federal do Brasil mostram como funcionava o suposto esquema de venda de emendas parlamentares indicadas pelos deputados do Partido Liberal, Josimar Maranhãozinho e Pastor Gildenemyr, e pelo suplente Bosco Costa ao município de São José de Ribamar, Maranhão.[3] Em 28 de fevereiro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar os deputados do PL, Josimar Maranhãozinho, Pastor Gildenemyr e Bosco Costa, denunciados por supostos desvios de dinheiro de emendas parlamentares.[4] Em 11 de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade tornar réus os deputados federais Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil e o suplente Bosco Costa, ambos do Partido Liberal (PL) pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.[5] Em novembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao STF a condenação dos três deputados por organização criminosa e corrupção passiva.[6]

Referências

  1. Pastor Gildenemyr 3344 (PMN) Deputado Federal | Maranhão
  2. Banco de dados do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão
  3. Camila Bomfim e Márcio Falcão (7 de fevereiro de 2025). «Venda de emendas por deputados do PL: conversas obtidas pela PF mostram como funcionava esquema de desvios; veja prints». G1. Consultado em 7 de fevereiro de 2025 
  4. Márcio Falcão (28 de fevereiro de 2025). «Turma do STF começa a julgar nesta sexta deputados do PL por desvio de dinheiro de emendas parlamentares». G1. Consultado em 28 de fevereiro de 2025 
  5. André Richter (11 de março de 2025). «STF torna réus deputados e suplente do PL por suspeita de corrupção». Agência Brasil. Consultado em 21 de março de 2025 
  6. Fernanda Vivas (10 de novembro de 2025). «PGR pede ao STF condenação de deputados do PL por desvios em emendas parlamentares». G1. Consultado em 26 de novembro de 2025