Félix Aires
| Félix Aires | |
|---|---|
| Nome completo | Félix Vicente Aires |
| Nascimento | |
| Morte | 16 de novembro de 1979 (75 anos) |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Ocupação | Poeta |
| Magnum opus | Antologia de Sonetos Piauienses (1972) |
Félix Aires (Buriti Bravo, 14 de janeiro de 1904 - São Luís, 16 de novembro de 1979) foi um poeta maranhense. Foi integrante da Associação Brasileira de Imprensa, da União Brasileira de Escritores e do PEN Clube do Brasil.[1]
Em 04 de agosto de 1962 foi eleito para ocupar a Cadeira 32 da Academia Maranhense de Letras, na sucessão da poeta Mariana Luz. Foi recepcionado em 18 de setembro de 1962 pelo acadêmico Virgílio Domingues da Silva Filho.[1]
Obras
- Buriti Bravo (1931)[2]
- Apanágio (1936)[2]
- Pequenas Palestras (1936)[2]
- Poemas aos Imortais (1937)[2]
- Os mais Lindos Sonetos Piauienses (1940)[2]
- Cromos (1953)[2]
- O Natal na Poesia Brasileira (1957)[2]
- Ouro Bravo (1960)[2]
- Relâmpagos (1960)[2]
- Os Menores Versos da Língua (1962)[2]
- Antologia de Sonetos Piauienses (1972)[2]
- O Piauí na Poesia Popular (1975)[2]
- O Maranhão na Poesia Popular (1977)[2]
Referências
| Precedido por Mariana Luz |
1962 — 1979 |
Sucedido por Raymundo Carvalho Guimarães |