Exército dos Revolucionários

Exército dos Revolucionários
Jaysh al-Thuwar
جيش الثوار‎‎جيش الثوار
Datas das operações3 de maio de 2015 - presente
Líder(es)Ahmed Sultan (desde de finais de 2016)
MotivosTransformar a Síria num estado democrático, federal e secular
Área de atividadeNorte da Síria
SedeTel Rifaat, Síria
IdeologiaSecularismo
Pluralismo político
Federalismo
Anti-islamismo
Efetivo3,000
Aliados Unidades de Proteção Popular
Frente dos Revolucionários de Raqqa
Outros grupos alinhados ou membros das Forças Democráticas Sírias
Inimigos Estado Islâmico do Iraque e do Levante
 Turquia
Exército Livre da Síria (Pró-Turquia)
Tahrir al-Sham
Ahrar al-Sham
Síria República Árabe Síria (2015)
ConflitosGuerra Civil Síria

O Exército dos Revolucionários (árabe: جيش الثوار‎‎, Jaysh al-Thuwar) é uma organização armada multi-étnica, ligada à Oposição Síria, que está aliadas às forças curdas das Unidades de Proteção Popular, e participa na Guerra Civil Síria como membro das Forças Democráticas Sírias[1][2].

História

Estabelecida em maio de 2015, por membros de diversos grupos que tinham estado integrados no Exército Livre da Síria como a Frente Revolucionária Síria, com presença em diversas zonas da Síria em Alepo, Hama, Idlib e Latakia[2].

Um grupo que une árabes, curdos e turcomenos[2], a organização tem como principal objectivo combater o Estado Islâmico, e, apesar de se considerar como membro da Oposição Síria[2], desde de cedo, se aliou às forças curdas, e, assim, entrando em conflito com a Turquia e grupos rebeldes islamistas[2].

Com mais de 3,000 efetivos, o grupo foi um dos fundadores das Forças Democráticas Sírias[2], integrando-se, cada vez mais, nas batalhas das forças curdas contra o Estado Islâmico e outros grupos rebeldes islamistas[2].

Referências

  1. «YPG, allies clash with Syrian opposition groups in Aleppo». Middle East Eye (em inglês) 
  2. a b c d e f g hasanmustafas (16 de novembro de 2015). «An Analysis of Jaish al-Thuwar (The Army of Revolutionaries) – A Component of the Syrian Democratic Forces». Hasan Mustafa. Consultado em 11 de junho de 2017