Ecco the Dolphin (jogo de videogame)

Ecco the Dolphin
DesenvolvedoraNovotrade International
PublicadoraSega
DiretoresLászló Szenttornyai
László Mérő (Game Gear)
ProjetistasE. Ettore Annunziata
László Szenttornyai
SérieEcco the dolphin
PlataformasMega Drive, Master System, Game Gear, Sega CD
LançamentoDezembro, 1992
GénerosAcção, Aventura
Modos de jogoUm Jogador
SistemaMega Drive, Master System, Game Gear, Sega CD
Ecco: The Tides of Time

Ecco the Dolphin é um jogo de ação e aventura desenvolvido por Ed Annunziata e Novotrade International e publicado pela Sega para Mega Drive. Versões para Sega CD, Master System e Game Gear lançadas nos anos seguintes. É o primeiro título da série de jogos Ecco the Dolphin e foi distribuído em Portugal pela Sega Portugal (Ecofilmes). O jogador controla um golfinho-nariz-de-garrafa que viaja no tempo para combater extraterrestres hostis nos oceanos da Terra e em uma nave espacial alienígena.

Ecco the Dolphin recebeu críticas favoráveis e tornou-se um best-seller no Mega Drive. Foi relançado diversas vezes, incluindo na Nintendo Virtual Console,[1] Xbox Live Arcade,[2] Steam,[3] iOS, Nintendo 3DS e no serviço Nintendo Classics. Uma sequela, Ecco: The Tides of Time, foi lançada em 1994.

Jogabilidade

Ecco pode atacar inimigos investindo contra eles a alta velocidade. A velocidade de natação pode ser aumentada pressionando um botão específico e mantendo-o pressionado. Os jogadores podem realizar um giro puramente estético no ar ao saltar da água.

Duas características da jogabilidade são baseadas em hábitos reais de golfinhos: um botão faz com que Ecco cante, permitindo que ele se comunique com outros cetáceos e interaja com certos objetos. O mesmo botão é usado para ecolocalização, mantê-lo pressionado faz com que o canto retorne, gerando um mapa da área. Vários níveis contêm enormes cristais chamados glifos, que reagem de maneiras diferentes se Ecco os tocar ou cantar para eles. Alguns bloqueiam caminhos, e um "glifo-chave" deve ser encontrado nesses casos para prosseguir. Outros fornecem informações e alguns, em níveis posteriores, restauram a saúde/ar e concedem à Ecco invulnerabilidade temporária.

Além disso, por ser um mamífero, Ecco deve subir à superfície periodicamente para respirar ou para encontrar uma bolsa de ar. Se o medidor de ar se esgotar, Ecco perde vida rapidamente, simulando o afogamento. A sua saúde é medida por um medidor separado, posicionado acima do medidor de ar. A saúde é perdida ao enfrentar inimigos ou quando o medidor de ar atinge zero. Ela pode ser restaurada comendo peixes, "cantando" para mariscos ou, mais tarde no jogo, interagindo com estátuas ou glifos especiais.

A canção de Ecco pode receber aprimoramentos opcionais em dois momentos distintos da jornada: um aprimoramento permite que a canção seja usada em combinação com um ataque de investida como uma arma de longo alcance; o outro desorienta temporariamente os tubarões e congela inimigos menores. Tocar um inimigo com qualquer parte do corpo, exceto durante um ataque, faz com que Ecco sofra dano. Os inimigos variam de cavalos-marinhos inofensivos a polvos gigantes.

Enredo

O jogo começa com Ecco, um golfinho-nariz-de-garrafa, nadando com seu grupo em sua baía natal. Um companheiro de grupo desafia Ecco a uma competição de saltos. No ar, aparece uma enorme tromba d'água que suga toda a vida marinha da baía, exceto Ecco, deixando-o sozinho. Ao sair da baía, Ecco nada e encontra outras espécies marinhas, incluindo outros golfinhos que lhe contam sobre a tempestade e o caos que assolam o oceano. Uma orca que Ecco encontra e aconselha a viajar para o Ártico em busca do "Grande Azul", uma antiga baleia-azul reverenciada pela vida marinha por sua idade e sabedoria, que talvez possa ajudar Ecco em sua jornada. Ao chegar ao Ártico após uma longa viagem pelo oceano, Ecco encontra o Grande Azul, que explica que as tempestades ocorrem a cada 500 anos. Embora o Grande Azul não saiba a causa das tempestades, ele sugere que Ecco procure o Asterite, a forma de vida mais antiga da Terra. Seguindo esse conselho, Ecco deixa o Ártico e viaja para uma caverna nas profundezas do oceano, onde encontra o Asterite. Para seu desespero, embora o Asterite tivesse o poder de ajudá-lo, no momento não pode, pois algumas esferas de seu corpo se perderam há muito tempo. O Asterite diz a Ecco para ir às ruínas submersas da cidade de Atlântida, onde ele poderá usar a máquina do tempo deixada pelos atlantes para recuperar as esferas.

Ecco viaja até a cidade submersa da Atlântida, onde descobre uma antiga biblioteca repleta de glifos e cristais gigantes cheios de informações. Na biblioteca, Ecco aprende a origem das tempestades: uma raça alienígena conhecida como o Vórtice perdeu a capacidade de produzir alimentos em seu planeta natal.

De acordo com os textos, quando os planetas se alinham a cada 500 anos, o Vórtice utiliza sua tecnologia para extrair recursos das águas da Terra. Os atlantes travaram uma longa guerra contra o Vórtice, que só terminou quando este disparou um raio contra a Atlântida, afundando a cidade nas profundezas do oceano. Ao tomar conhecimento disso, Ecco ativa a máquina do tempo e viaja 55 milhões de anos no tempo para o passado da Terra. Lá, ele aprende uma antiga canção para se comunicar com um pteranodon. Ecco localiza o Asterita no passado, mas ele é imediatamente atacado por ele. Forçado a lutar, ele consegue arrancar um globo da criatura. Isso abre um portal do tempo e o devolve ao presente.

Após receber o globo, o Asterita lhe concede o poder de transformar seu sonar em uma arma mortal contra o Vórtice, além da habilidade de respirar debaixo d'água e de regenerar lentamente a saúde perdida. O Asterita o instrui a usar a máquina do tempo para regressar à hora da colheita. Desta vez, ele consegue ser sugado pelo jato d'água com sua cápsula.

Ecco é então lançado pelo espaço sideral até uma gigantesca máquina tubular. Atravessando a estrutura, Ecco chega ao planeta Vórtice e enfrenta os alienígenas em combate. Ele finalmente alcança a Rainha do Vórtice e a enfrenta em luta. Quando a Rainha é derrotada, ela cospe a cápsula de Ecco, e os golfinhos escapam juntos de volta para a Terra.

Desenvolvimento

A existência de Ecco the Dolphin foi alvo de muitos rumores na indústria antes de ser finalmente revelada pela Sega em 1992 como um exclusivo para Mega Drive/Genesis, então conhecido simplesmente como Dolphin.[4] Após decidir criar um jogo baseado em golfinhos, o criador Ed Annunziata pesquisou sobre o assunto e foi particularmente inspirado pelo livro Sounding, de Hank Searls, que explicava como essas criaturas usam a ecolocalização.[5] Annunziata trabalhou com a equipa de música na banda sonora, mostrando-lhes músicas de Pink Floyd para ilustrar a sensação que ele procurava.[5] Annunziata disse mais tarde: "Eu estava paranoico com o aluguer do jogo e como as crianças podiam acabar o jogo em pouco tempo. Então... eu... uh... o tornei difícil".[6] A sua fase favorita era "Welcome to the Machine", que ele considerava "extremamente desafiadora".[5]

Annunziata havia considerado nomear o personagem em homenagem à constelação de Delphinus, que está representada na testa do personagem. Mas o diretor de marketing da Sega, Al Nilsen, sugeriu o nome Botticelli, o Golfinho, citando a popularidade de personagens com nomes de artistas italianos, como as Tartarugas Ninja. Em pânico, Annunziata recorreu ao seu chefe, Clyde Grossman, que sugeriu Echo, uma alusão à capacidade de ecolocalização do golfinho. Annunziata adorou a ideia. Sendo descendente de italianos, ele escolheu a grafia Ecco, porque pode significar algo como "eu vejo" naquele idioma, e "ver com o som" é o que a ecolocalização permite que os golfinhos façam.[7][8][9] Outra explicação é que se trata de uma referência a John C. Lilly, um cientista controverso que acreditava em uma organização alienígena chamada "Escritório de Controle de Coincidência da Terra" ou (na sigla inglesa) ECCO. Annunziata afirmou uma vez no Facebook que "lia muito de John C. Lilly".[10]

A penúltima fase do jogo é intitulada "Welcome to the Machine", em referência a "Welcome to the Machine", uma música do álbum de estúdio Wish You Were Here, dos Pink Floyd, lançado em 1975. Ecco: The Tides of Time (1994) apresenta uma fase chamada "New Machine", em referência a "A New Machine", uma música em duas partes do álbum A Momentary Lapse of Reason, também dos Pink Floyd e lançada em 1987.[11]

Lançamento

A versão para Mega Drive/Genesis do jogo foi lançada em dezembro de 1992 na América do Norte e, um mês depois, na Europa. O jogo foi adaptado para diversas consolas e sistemas ao longo dos anos.

Também foram lançadas versões para Game Gear e Master System; estas apresentam fases diferentes das outras versões e uma introdução especial com o canto de uma baleia de golfinhos no ecrã de título. A versão para Game Gear tem um golfinho com a inscrição "SEGA" no ecrã inicial e golfinhos aos risos. Além de uma nova banda sonora de Csaba Gigor e Gábor Foltán, o jogo também oferece uma gama de cores mais ampla.

Uma versão aprimorada para Sega CD, que apresenta fases novas e redesenhadas e uma banda sonora alternativa em formato Red Book, composta por Spencer Nilsen, também foi lançada. No Japão, a versão para Sega CD foi lançada apenas em uma coletânea (junto com Ecco: The Tides of Time), intitulada Ecco the Dolphin CD, em 24 de fevereiro de 1995. A versão para Sega CD foi posteriormente adaptada para Windows. A versão para Windows foi ainda mais aprimorada, com gráficos em resolução mais alta. Em 2014, uma versão corrigida e aprimorada feita por fãs, chamada Ecco PC Fixed & Enhanced Edition, foi lançada.[12]

Na França, a Sega France doou parte das receitas de vendas do Ecco: The Dolphin a "Europe Conservation" (uma iniciativa de conservação de golfinhos na Europa). No Reino Unido, a Sega UK contribuiu com 5 mil libras para a "Whale and Dolphin Conservation Society", no âmbito de uma campanha solidária semelhante.[13] Em Portugal, o lançamento do jogo pelos representantes locais da Sega (Ecofilmes) foi acompanhado por uma campanha de solidariedade. Por cada unidade vendida, uma parte das receitas foi doada à associação ambiental Quercus (organização) para apoiar os esforços de proteção do golfinho-nariz-de-garrafa no rio Sado.[14] A Sega Portugal também se aliou à Sega France, doando 320$00 de cada unidade vendida à "Europe Conservation".[15]

Em 1996, foi lançado um álbum com a banda sonora combinando músicas de Ecco the Dolphin e Ecco: The Tides of Time, sob o título Ecco: Songs of Time.[16]

Ecco the Dolphin, juntamente com Ecco: The Tides of Time e Ecco Jr., pode ser encontrado na coletânea Sega Genesis Collection para PlayStation 2 e PlayStation Portable.

Em 2002, a primeira tentativa da Sega de entrar no mercado de conteúdo de jogos digitais ocorreu na loja virtual RealONE Arcade. Os primeiros títulos lançados incluíram Ecco the Dolphin, Columns III e Shinobi III . Esses lançamentos em formato digital estavam disponíveis igualmente em formato de demostração.[17]

Ecco the Dolphin foi lançado na Europa e na Austrália para a Virtual Console da consola Wii da Nintendo em 8 de dezembro de 2006, por 800 Wii Points.[1] Foi lançado posteriormente na América do Norte, em 28 de novembro, por 800 Wii Points, e no Japão, em 2 de dezembro, por 600 Wii Points.[1] Posteriomente, Ecco the Dolphin foi lançado no Xbox Live Arcade em 15 de agosto de 2007 para o Xbox 360.[2]

Ecco the Dolphin faz parte da coletânea Sonic's Ultimate Genesis Collection para Xbox 360 e PlayStation 3, juntamente com sua sequela.

3D Ecco the Dolphin é uma versão para Nintendo 3DS do jogo, parte da linha 3D Classics da Sega. Além dos gráficos 3D estereoscópicos e da opção de escolher entre as versões japonesa e internacional do jogo, esta versão também adiciona o "Modo Super Golfinho", que diminui a dificuldade, dando aos jogadores invencibilidade e oxigênio ilimitado. O jogo foi lançado para a Nintendo eShop no Japão em 26 de junho e na América do Norte e Europa em 12 de dezembro de 2013.[18]

Ecco the Dolphin é um dos jogos incluídos nas duas consolas Sega Genesis Mini (com a versão em cartucho para Mega Drive/Genesis no primeiro Mini e a versão para Sega CD no segundo Mini).

Recepção

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Aktueller Software Markt 8/12 (SMD)[19]
7/12 (SMS)[20]
AllGame 4.5 de 5 estrelas. (GG)[21]
4 de 5 estrelas. (GEN)[22]
Beep! MegaDrive 21/40 (SGG)[23]
32/40 (SMD)[24]
Computer and Video Games 94/100[25][26][27]
93/100 (SGG)[28]
96% (PC)[29]
Consoles + 90% (SGG)[30]
88% (SMS)[31]
Electronic Gaming Monthly 31/40 (MCD)[32]
33/40 (SMD)[33]
Eurogamer 3 de 5 estrelas. (WII)[34]
3/10 (X360)[35]
Famitsu 27/40 (MCD)[36]
GameSpot 6.5/10[37]
GamesMaster 90/100 (MCD)[38]
95% (SMD)[39]
IGN 7/10 (WII)[40]
6/10 (X360)[41]
Joypad 85/100 (SGG)[42]
96% (SMD)[43]
Mean Machines Sega 96/100 (MCD)[44]
80% (PC)[45]
88/100 (SGG)[46]
97/100 (SMD)[47]
92/100 (SMS)[48]
Mega Fun 72/100 (MCD)[49]
Next Generation 3 de 5 estrelas. (PC)[50]
Nintendo Life 6 de 10 estrelas. (3DS)[51]
7 de 10 estrelas. (WII)[52]
PC Gamer (UK) 81%[53]
Player One 95% (MCD)[54]
96% (SGG)[55]
90% (SMD)[56]
94% (SMS)[57]
Pontuação global
Agregador Nota média
GameRankings 76% (5 reviews)[58]

A versão para Sega Mega Drive tornou-se um sucesso de vendas. Vendeu mais de 570.000 cópias em todo o mundo.[59] Um crítico da Next Generation chamou o lançamento para PC de "pouco mais do que uma conversão dos tempos antigos do Sega Genesis de 16 bits. Exceto por algumas cenas de vídeo, há pouca esforço em fazer deste jogo parecer ou funcionar melhor para o PC". No entanto, elogiou o jogo não apenas por seu conceito inovador e controlos responsivos, mas também pelos "seus visuais suaves".[50]

O website Mega colocou o jogo em 24.º lugar na sua lista dos Melhores Jogos de Mega Drive de Todos os Tempos. A Complex classificou Ecco the Dolphin em 44.º lugar na sua lista dos "100 Melhores Jogos de Sega Genesis". Eles chamaram ao jogo, "o jogo de puzzles e ação mais relaxante disponível na Sega Genesis".[60] Em 1995, a Flux classificou a versão para Sega CD em 100.º lugar na sua lista dos "100 Melhores Videojogos", elogiando a atmosfera do jogo, a música misteriosa, a triste canção do golfinho e o rico visual subaquático, concluindo: "Prova de que não é preciso explosões, fatalidades ou patrocínios de celebridades para fazer um bom jogo".[61]

Ver também

Referências

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  8. @edannunziata (24 de setembro de 2012). «Obscure Ecco Trivia #3: Marketing wanted to call it, Botticelli the Dolphin! And, not because Aphrodite looks nice in a clam shell.» (Tweet) – via Twitter 
  9. @edannunziata (24 de setembro de 2012). «Obscure Ecco Trivia: The original name was Delphinus, my boss Clyde G came up with 'echo!' I replaced the h with a c.» (Tweet) – via Twitter 
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