Diocese de Sion
Diocese de Sion Sedunensis | |
|---|---|
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| Localização | |
| País | |
| Arquidiocese metropolitana | Imediatamente sujeita à Santa Sé |
| Estatísticas | |
| Área | 5 589 km² |
| Informação | |
| Rito | Romano |
| Estabelecida | Século IV |
| Padroeiro(a) | São Teodoro |
| Liderança | |
| Bispo | Jean-Marie Lovey |
| Bispo emérito | Norbert Brunner |
| Jurisdição | Diocese |
| Mapa | |
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| Sítio oficial | |
| Cath-VS.ch/ | |
| dados em catholic-hierarchy.org | |
A Diocese de Sion (Dioecesis Sedunensis) é uma diocese católica do cantão suíço do Valais que atualmente corresponde aos limites do cantão, exceto o território da Abadia de Saint-Maurice, uma parte do Distrito de Aigle, e o território de Saint-Gingolph que pertence à Diocese de Annecy.[1]
História
Há dúvidas em relação a ter pertencido ou não ao arcebispado de Milão no século IV e a Viena no século V-VI, mas está confirmado que o mais tardar em 1138, o bispo de Sion estava sob as ordens da Tarentaise. Em 1513, o Papa Leão X retira-a da Tarentaise para a subordinar diretamente à Santa Sé.
A sede episcopal foi ao princípio estabelecida na actual Martigny, que se chamava Octodurus, segundo o nome do antigo burgo gaulês vizinho. O primeiro bispo conhecido conhecido em Octodurus foi um São Teodoro, como mencionado em 381 e 393. Em 565 a sede veio instalar-se em Sion provavelmente em razão das invasões lombardas em 573/574 ou então das rivalidades permanentes com a Abadia de São Maurício, fundada em 515. Depois da construção da catedral romana no século XI o bispo veio instalar-se a partir de 1377 no Castelo de la Majorie, e mais mais tarde no palácio construído junto da catedral.
O território da diocese foi atribuído em 843 Lotário I, em 870 ao Reino Itálico, em 875 a Carlos II de França, e em 888 ao segundo reino da Borgonha. Em 999, pelo dão do condado do Valais ao bispo, Rodolphe III de Bourgogne fundou o principado episcopal de Sion, que se tornará em bispado em 1032.
Nos séculos XII e XIII, a diocese mantém boas relações com os seus vizinhos de Lausana e de Aosta. Tentam resolver-se os problemas com a abadia de São Maurício e obtêm-se a restituição dos domínios de Loèche-les-Bains e de Naters. A fase de paz e de prosperidade da primeira metade do século XIV, vai terminar com os partidários da Saboia antes que as querelas sejam ultrapassadas pelo Grande Cisma do Ocidente, e em 1386 o capítulo divide-se em dois, um favorável Papa Clemente VII, cónego a favor da Saboia, e outro ao Papa Urbano VI, cónego do Alto Valais, com várias modificações até ao Concílio de Constança entre 1414 e 1418.[2]
Bispos
História Moderna
| Nome | Período | Notas | ||
|---|---|---|---|---|
| Bispos | ||||
| Jean-Marie Lovey, CRB | 2014- | Atual | ||
| Norbert Brunner | 1995-2014 | |||
| Henri Schwery † | 1977-1995 | |||
| François-Nestor Adam, CRB † | 1952-1977 | |||
| Viktor Bieler † | 1919-1952 | |||
| Jules-Maurice Abbet † | 1901-1918 | |||
| Adrian Jardinier † | 1875-1901 | |||
| Peter-Josef de Preux † | 1843-1875 | |||
| Moritz-Fabian Roten † | 1830-1843 | |||
| Augustin-Sulpice Zen-Ruffinen † | 1817-1829 | |||
| Joseph François Xavier de Preux † | 1807-1817 | |||
| Bispo coadjutor | ||||
| Jules-Maurice Abbet | 1895-1901 | |||
Referências
- ↑ «diocese de Sion» (em inglês)
- ↑ «Sion» (em inglês)
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