Cyclolepis

Cyclolepis
Cyclolepis genistoides
Classificação científica
Reino: Plantae
Clado: angiospérmicas
Clado: eudicotiledóneas
Clado: asterids
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Subfamília: Gochnatioideae
Tribo: Gochnatieae
Género: Cyclolepis
Gillies ex D.Don
Espécie: C. genistoides
Nome binomial
Cyclolepis genistoides
D.Don
Sinónimos

Cyclolepis é um género monotípico de plantas com flor pertencente à família Asteraceae,[2][3] cuja única espécie é Cyclolepis genistoides, nativa da América do Sul, onde ocorre na Argentina, Chile, Paraguai e, possivelmente, Bolívia.[4] O seu nome comum mais frequente é matorro negro.[5]

Descrição

A espécie Cyclolepis genistoides é um arbusto halófito dominante em alguns tipos de habitat salino, como o habitat costeiro de salinas próximo de Bahía Blanca[6][7] e nos salgadiços da região central da Argentina.[8]

Referências

  1. Cyclolepis genistoides in PlantList
  2. «Cyclolepis D. Don». Tropicos. Consultado em 23 de julho de 2019 
  3. Tellería, M. C., et al. (2013). Pollen morphology and its taxonomic significance in the tribe Gochnatieae (Compositae, Gochnatioideae). Plant Systematics and Evolution 299(5), 935-48.
  4. Cyclolepis. Preliminary Checklist of the Compositae of Bolivia. Royal Botanic Gardens, Kew. Version 2, March 2011.
  5. «Cyclolepis». Agricultural Research Service (ARS), United States Department of Agriculture (USDA). Germplasm Resources Information Network (GRIN). Consultado em 25 janeiro 2018 
  6. (em castelhano) Nebbia, A. J. and S. M. Zalba. (2007). Comunidades halófilas de la costa de la Bahía Blanca (Argentina): Caracterización, mapeo y cambios durante los últimos cincuenta años. Arquivado em 2018-05-06 no Wayback Machine Boletín de la Sociedad Argentina de Botánica 42(3-4), 261-71.
  7. Krüger, H. R. and N. Peinemann. (1996). Coastal plain halophytes and their relation to soil ionic composition. Vegetatio 122(2), 143-50.
  8. Cantero, J. J., et al. (1998). Environmental relationships of vegetation patterns in saltmarshes of central Argentina. Folia Geobotanica 33(2), 133-45.