Coligação PSR/PXXI
Coligação PSR/PXXI | |
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| Sigla | PSR/PXXI |
| Fundação | 1997 |
| Dissolução | 1997 |
| Sede | |
| Ideologia | Trotskismo Feminismo Socialismo democrático Progressismo |
| Espectro político | Esquerda a extrema-esquerda |
| Membros | Partido Socialista Revolucionário Política XXI |
| Eleições autárquicas | 1997 |
| Cores | Grená, preto e vermelho |
A coligação PSR/PXXI, também conhecida como Esquerdas Unidas foi uma coligação eleitoral portuguesa ad hoc feita entre os partidos políticos Partido Socialista Revolucionário (PSR) e Política XXI (PXXI) nas eleições autárquicas de 1997 nos municípios de Lisboa e Porto. As coligações tiveram o nome Esquerdas Unidas por Lisboa[1] e Esquerdas Unidas pelo Porto,[2] e foram aceites pelo Tribunal Constitucional a 3 de setembro de 1997.
Resultados eleitorais
A coligação Esquerdas Unidas por Lisboa, liderada por Francisco Louçã (do PSR), perdeu as eleições para a Câmara Municipal, tendo ficado em terceiro lugar com 2,63% dos votos, não elegendo qualquer vereador. Na Assembleia Municipal o PSR/PXXI teve 3,07% dos votos e conseguiu eleger um deputado único ao parlamento municipal, Fernando Nunes da Silva. Em ambos os casos, a candidatura vencedora foi a da coligação Mais Lisboa (PS/PCP/PEV/UDP) de João Soares, seguida da coligação Lisboa Cidade (PPD/PSD.CDS–PP). As Esquerdas Unidas ficaram apenas à frente do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP).
Já a coligação Esquerdas Unidas pelo Porto, encabeçada por Alda Macedo (PSR), teve um resultado insignificante ficando em quinto lugar de sete candidaturas, atrás do Partido Socialista (PS), de Fernando Gomes — que venceu as eleições —, da coligação O Norte Mais Forte (CDS–PP.PPD/PSD), da CDU – Coligação Democrática Unitária (PCP–PEV) e da União Democrática Popular (UDP) e à frente apenas do Partido Popular Monárquico (PPM) e do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRRP). A coligação teve apenas 812 votos para uma percentagem de votação de 0,60%, não elegendo qualquer vereador. Na cadidatura à Assembleia Municipal, ficou em quarto de cinco candidaturas, tendo obtido 1 387 votos (1,03%) e tendo ficado atrás dos mesmos partidos, à exceção da UDP, que ficou em quinto lugar.
Nas assembleias de freguesia, a coligação não se apresentou a eleições.
Eleições autárquicas
Câmaras e vereadores municipais
| Data | Cl. | Votos | % | +/- | Presidentes C.M. | +/- | Vereadores | +/- |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1997 | 9.º | 9 175 | 0,17 / 100,00
|
0 / 305
|
0 / 1 997
|
Assembleias municipais
| Data | Cl. | Votos | % | +/- | Deputados | +/- |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1997 | 9.º | 11 150 | 0,21 / 100,00
|
1 / 6 769
|
Ver também
Referências
- ↑ Tribunal Constitucional (3 de setembro de 1997). «Acórdão n.º 533/97». Consultado em 1 de setembro de 2025
- ↑ Tribunal Constitucional (3 de setembro de 1997). «Acórdão n.º 534/97». Consultado em 1 de setembro de 2025

